GP do Brasil da MotoGP: guia completo da etapa em Goiânia

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O GP do Brasil da MotoGP será realizado entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, reunindo corridas das três categorias do campeonato mundial de motovelocidade. A etapa brasileira deve atrair mais de 200 mil visitantes durante o fim de semana. Vai assistir ao vivo o GP do Brasil? Então salve esse artigo porque pode ajudar em algum momento!

O GP do Brasil da MotoGP terá programação esportiva na pista e também atividades voltadas ao público fora dela. Entre as atrações estão eventos musicais, encontros com pilotos, exposições, espaços gastronômicos e áreas interativas para fãs.

GP do Brasil da MotoGP - Autódromo Internacional Ayrton Senna - Divulgação Secom GO
GP do Brasil da MotoGP – Autódromo Internacional Ayrton Senna – Divulgação Secom GO

A capital goiana também preparou um esquema especial de mobilidade e transporte para receber o público do GP do Brasil da MotoGP, incluindo restrições de acesso ao autódromo e um sistema de ônibus dedicado ao evento.

Autódromo de Goiânia

Para começar, o endereço correto do Autódromo Internacional Ayrton Senna ou Autódromo Internacional de Goiânia, é este:  Rodovia GO 020 – Km 04 s/n Parque Lozandes, Goiânia – GO, 74775-013 – o link funciona com a rota até o autódromo, basta clicar.

A pista foi preparada para receber a etapa brasileira da competição pelas próximas cinco temporadas.

A estrutura do circuito foi adaptada para comportar o público esperado, com áreas destinadas a arquibancadas, hospitalidade e espaços de convivência.

Programação oficial do GP do Brasil da MotoGP - Divulgação
Programação oficial do GP do Brasil da MotoGP – Divulgação

Além das disputas esportivas, o GP do Brasil da MotoGP também contará com programação de entretenimento dentro do autódromo e em outros pontos da cidade.

A realização da etapa também deve gerar movimentação no setor turístico local, com aumento na demanda por hotéis, restaurantes e transporte durante os dias do evento.

Programação oficial do GP do Brasil da MotoGP

As atividades do evento começam na sexta-feira, com treinos das categorias Moto3, Moto2 e MotoGP. No sábado ocorrem as classificações e a corrida Sprint da MotoGP, enquanto o domingo reúne as provas principais.

Sexta-feira — 20 de março de 2026

Moto3
Treino 1: 9h00 – 9h45
Treino 2: 13h15 – 14h00

Moto2
Treino 1: 10h00 – 10h50
Treino 2: 14h15 – 15h05

MotoGP
Treino Livre: 11h05 – 12h05
Treino: 15h20 – 16h35

Sábado — 21 de março de 2026

Moto3
Treino 3: 8h40 – 9h10
Qualificação 1: 12h45 – 13h00
Qualificação 2: 13h10 – 13h25

Moto2
Treino 3: 9h25 – 9h55
Qualificação 1: 13h40 – 13h55
Qualificação 2: 14h05 – 14h20

MotoGP
Treino Livre: 10h10 – 10h40
Qualificação 1: 10h50 – 11h05
Qualificação 2: 11h15 – 11h30

Corrida Sprint: 15h00

Domingo — 22 de março de 2026

MotoGP
Warm Up: 10h40 – 10h50

Moto3
Corrida: 12h00

Moto2
Corrida: 13h15

MotoGP
Corrida principal: 15h00

Marc Marquez - atual campeão da MotoGP - Divulgação
Marc Marquez – atual campeão da MotoGP – Divulgação

Acesso ao autódromo

Durante o GP do Brasil da MotoGP haverá controle de acesso ao Autódromo Internacional Ayrton Senna. Veículos particulares não poderão circular dentro das áreas internas do circuito.

Somente veículos oficiais e credenciados terão autorização para acessar as dependências do autódromo.

Para atender os visitantes, será adotado o sistema Park & Ride, no qual o público estaciona o veículo em pontos da cidade e segue até o local do evento em ônibus dedicados.

Os pontos definidos para estacionamento são:

  • Paço Municipal de Goiânia
  • Shopping Flamboyant
  • Universidade Paulista (UNIP)
  • Centro Cultural Oscar Niemeyer
  • Estádio Serra Dourada

Esses espaços devem disponibilizar cerca de 12 mil vagas durante os dias do GP do Brasil da MotoGP.

Esperança do Brasil - Diogo Moreira - Divulgação
Esperança do Brasil – Diogo Moreira – Divulgação

Transporte durante os dias de evento

Linhas especiais de ônibus vão funcionar durante o GP do Brasil da MotoGP entre 5h e 20h, conectando diferentes regiões da cidade ao autódromo. O transporte será gratuito para o público.

Quem optar por estacionar em áreas autorizadas poderá utilizar locais como o Centro Cultural Oscar Niemeyer, onde os valores variam entre R$ 90 e R$ 240, dependendo da vaga e da disponibilidade.

Motociclistas também terão estacionamento exclusivo nas proximidades do circuito. As tarifas variam entre R$ 75 e R$ 85 por dia, podendo chegar a R$ 180 para o pacote de três dias, conforme a cilindrada da moto.

Visitantes que chegarem pelo Aeroporto Internacional de Goiânia poderão utilizar táxis ou aplicativos de transporte até um dos pontos do sistema Park & Ride.

Marquez e Diogo Moreira - Divulgação
Marquez e Diogo Moreira – Divulgação

Fanzone no Autódromo Ayrton Senna

A Fanzone será um dos principais espaços de interação com o público dentro do circuito durante o GP do Brasil da MotoGP.

Horários de funcionamento:

  • Sexta-feira: 16h30 – 19h00
  • Sábado: 16h30 – 19h00
  • Domingo: 15h30 – 17h00

O espaço contará com:

  • Sessões de autógrafos com pilotos
  • Apresentações de DJs
  • Freestyle Motocross Show
  • Área gastronômica
  • Lojas oficiais do evento
  • Atividades interativas para fãs

Entre os pilotos que participarão das atividades estão Diogo Moreira, Franco Morbidelli, Álex Márquez, Joan Mir, Luca Marini e Ai Ogura.

O acesso à Fanzone será permitido para todos os setores de ingressos, com exceção do setor F após as atividades de pista.

Contagem regressiva para o GP do Brasil - Divulgação
Contagem regressiva para o GP do Brasil – Divulgação

Fan Fest no Estádio Serra Dourada

O Fan Fest será realizado no Estádio Serra Dourada e funcionará como um espaço de entretenimento durante o GP do Brasil da MotoGP.

O evento terá telões para transmissão das corridas, ativações para fãs e apresentações musicais, funcionando das 10h até 1h da manhã.

A programação inclui:

Sexta-feira

  • Pedro Sampaio
  • Matuê
  • DubDogz
  • Cat Dealers

Sábado

  • Matheus & Kauan
  • Raimundos
  • Paralamas do Sucesso
  • DJ Liu

Domingo

  • Capital Inicial
  • Tihuana
  • Biquini Cavadão

Os ingressos para arquibancada começam em R$ 50. Já os camarotes 2Rodas Club e Circuit Club oferecem acesso VIP com open bar.

Diogo Moreira - Divulgação
Diogo Moreira – Divulgação

Telões em parques de Goiânia

Além das atividades no autódromo e no Fan Fest, a cidade terá pontos de transmissão pública do GP do Brasil da MotoGP.

Telões serão instalados em cinco parques:

  • Parque Areião
  • Parque Cascavel
  • Parque Leolídio di Ramos Caiado
  • Parque Bernardo Élis
  • Parque Nova Esperança

Esses espaços terão transmissão ao vivo das corridas, programação cultural e ambientação temática durante o evento.

O que é permitido levar ao autódromo

A organização do GP do Brasil da MotoGP definiu os itens autorizados para entrada no circuito.

Itens permitidos

  • Documento de identificação
  • Celular
  • Carregador portátil
  • Fones de ouvido
  • Mochilas pequenas (até 25cm x 25cm x 25cm)
  • Medicamentos de uso pessoal com receita
  • Até três alimentos industrializados lacrados
  • Garrafas plásticas vazias
  • Capas de chuva
  • Cães-guia com documentação
  • Cães de apoio emocional com laudo e vacinação
Diogo vai correr com a LCR Honda - Divulgação
Diogo vai correr com a LCR Honda – Divulgação

O que é proibido levar ao autódromo

Durante o GP do Brasil da MotoGP alguns objetos não poderão ser levados para dentro do autódromo.

Itens proibidos

  • Armas ou réplicas
  • Facas, tesouras ou objetos perfurantes
  • Fogos de artifício
  • Sinalizadores
  • Bombas de fumaça
  • Substâncias inflamáveis
  • Coolers ou caixas térmicas
  • Malas ou mochilas grandes
  • Garrafas, latas ou recipientes rígidos
  • Bastões de selfie
  • Hastes de bandeiras
  • Sprays ou gás irritante
  • Equipamentos profissionais de filmagem
  • Drones
  • Capacetes
  • Megafones ou buzinas
  • Instrumentos musicais
  • Cartazes com mais de 2m x 1,5m
  • Itens que ocultem o rosto
  • Bebidas ou líquidos
  • Substâncias ilegais

Guarda-volumes disponíveis para o público

Para atender os visitantes do GP do Brasil da MotoGP, haverá serviços de guarda-volumes próximos ao autódromo.

Os lockers estarão disponíveis em dois pontos:

  • Estacionamento ao lado do autódromo
  • Centro Cultural Oscar Niemeyer

Valores por dia:

  • Locker G: R$ 50
  • Locker M: R$ 35
  • Locker P: R$ 20

O estacionamento do Centro Cultural Oscar Niemeyer terá transporte oficial por ônibus até o circuito.

O goiano Téo José fará a transmissão do GP do Brasil da MotoGP pela Band - Divulgação
O goiano Téo José fará a transmissão do GP do Brasil da MotoGP pela Band – Divulgação

Onde assistir ao GP do Brasil da MotoGP

Quem não estiver em Goiânia poderá acompanhar o evento por diferentes plataformas.

O GP do Brasil da MotoGP será transmitido pela ESPN, pela plataforma de streaming Disney+, pelo BandPlay e pelo VideoPass, serviço oficial da categoria.

A Band também exibirá o GP do Brasil da MotoGP em canal aberto. Porém, a Band irá transmitir ao vivo a corrida Sprint e a corrida principal no domingo. A parte de reportagem da emissora deverá fazer a cobertura dos treinos, classificações e as corridas.

A foto não é IA! CFMoto começa montar motos no Brasil e Ibex 450 surge em Manaus

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CFMoto iniciou a montagem de motocicletas no Brasil utilizando a estrutura industrial do Grupo Unique, localizada no Polo Industrial de Manaus. As primeiras unidades da marca chinesa já saíram da linha de montagem, indicando o início da operação local da fabricante.

Uma imagem “vazada” nas redes sociais mostra que pelo menos um dos modelos planejados para o mercado brasileiro já está sendo montado na unidade amazonense. Trata-se da Ibex 450, motocicleta que faz parte da estratégia inicial da marca para sua entrada no país.

CFMoto Ibex 450 - Divulgação
CFMoto Ibex 450 – Divulgação

A operação em Manaus segue o padrão adotado por parte das fabricantes instaladas no Brasil. No formato, conhecido como CKD (Completely Knocked Down), as peças são importadas e a motocicleta é montada localmente.

CFMoto inicia operação industrial em Manaus

A chegada da CFMoto ao Brasil inclui a utilização da estrutura produtiva do Grupo Unique, empresa responsável pela montagem das motocicletas destinadas ao mercado nacional.

Foto "vazada" da linha de montagem da Ibex 450 - Divulgação
Foto “vazada” da linha de montagem da Ibex 450 – Divulgação

O Polo Industrial de Manaus concentra grande parte da produção de motos vendidas no país. A instalação da linha de montagem da CFMoto na região faz parte da estratégia da empresa para estruturar sua operação comercial no mercado brasileiro.

Segundo o planejamento anunciado, a previsão é que as vendas das motocicletas da CFMoto tenham início ainda no primeiro semestre de 2026.

Até o momento, a fabricante ainda não confirmou oficialmente quais modelos já estão sendo montados além da Ibex 450.

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Ibex 450 é o primeiro modelo identificado na linha

A motocicleta registrada nas imagens da linha de montagem é a Ibex 450. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 449 cc, com potência de 44 cavalos a 8.500 rpm e torque máximo de 4,4 kgf.m a 6.250 rpm.

O conjunto mecânico inclui virabrequim com defasagem de 270°, além de dois eixos balanceadores. A configuração é utilizada para melhorar a entrega de torque e reduzir vibrações durante o funcionamento do motor.

Ibex 450 - detalhe do motor - Divulgação
Ibex 450 – detalhe do motor – Divulgação

A transmissão é de seis marchas e o sistema conta com embreagem assistida e deslizante, conhecida como slipper clutch. A alimentação é feita por sistema de injeção eletrônica Bosch.

No conjunto ciclístico, a Ibex 450 utiliza suspensão dianteira invertida KYB com tubos de 41 mm. O sistema é totalmente ajustável em compressão e retorno e possui curso de 200 mm.

Na traseira, o modelo utiliza suspensão multi-link também fornecida pela KYB, com ajuste de retorno e pré-carga e curso equivalente ao da dianteira.

Equipamentos e configuração para uso misto

O sistema de freios da Ibex 450 utiliza discos nas duas rodas e ABS Bosch de duplo canal. O sistema permite ajuste para a roda traseira, recurso normalmente utilizado por motociclistas que trafegam em terrenos variados.

Faixa de preço estimada entre R$ 39 mil e R$ 41 mil para a Ibex 450 - Divulgação
Faixa de preço estimada entre R$ 39 mil e R$ 41 mil para a Ibex 450 – Divulgação

As rodas são do tipo raiadas e compatíveis com pneus sem câmara. A configuração utiliza pneu 90/90 R21 na dianteira e 140/70 R18 na traseira, padrão comum em motocicletas voltadas ao uso misto entre estrada e trechos fora de estrada.

Durante o Festival Interlagos 2025, a CFMoto informou uma faixa de preço estimada entre R$ 39 mil e R$ 41 mil para o modelo no mercado brasileiro. O valor divulgado é sugerido e pode variar conforme frete ou impostos.

CFMoto Ibex 450 - Divulgação
CFMoto Ibex 450 – Divulgação

Modelos previstos para estreia da CFMoto no Brasil

Além da Ibex 450, a CFMoto planeja lançar outros três modelos no mercado brasileiro no início da operação comercial.

A lista inclui as motocicletas 450CL-C, 450CL-C Bobber e Ibex 700. Os modelos foram escolhidos após uma votação realizada entre fãs e interessados na marca.

450CL-C - Divulgação
450CL-C – Divulgação

A rede de concessionárias da CFMoto ainda está em fase de estruturação. Até o momento, sete lojas já foram confirmadas para iniciar as operações no primeiro semestre de 2026.

As motocicletas vendidas no país serão montadas em Manaus com peças importadas da China, seguindo o sistema CKD utilizado pela CFMoto para iniciar sua operação no mercado brasileiro.

Nova scooter da Yamaha tem 3 rodas e 1 airbag

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A Tricity 300 2026, a nova scooter da Yamaha foi apresentada como a nova geração do seu modelo urbano de três rodas. O modelo incorpora atualizações em segurança, conectividade e design, além de melhorias voltadas ao uso diário.

Entre os principais destaques da nova scooter da Yamaha Tricity 300 2026 está a introdução de um sistema de airbag, recurso inédito em um modelo produzido em série pela marca. A scooter também passa a contar com ABS com função em curva, painel TFT conectado e novos recursos eletrônicos.

Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas - Divulgação
Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas – Divulgação

A Tricity 300 2026 mantém o conceito de mobilidade urbana baseado na arquitetura de três rodas com tecnologia Leaning Multi-Wheel (LMW). O sistema permite inclinação em curvas semelhante à de uma motocicleta convencional, ao mesmo tempo em que busca oferecer maior estabilidade.

O preço da Yamaha Tricity 300 2026 ainda não foi divulgado oficialmente. A fabricante informou que os valores serão revelados apenas no segundo bimestre do ano. No mercado britânico, a geração anterior da scooter tem preço inicial de 8.780 libras, o que corresponde a aproximadamente R$ 60 mil em conversão direta.

Tricity 300 2026 - Divulgação
Tricity 300 2026 – Divulgação

Airbag estreia na scooter de 3 rodas

Um dos principais recursos introduzidos na Yamaha Tricity 300 2026 é o sistema de airbag, nesse caso obviamente, voltado ao condutor. De acordo com a fabricante, trata-se do primeiro modelo da marca a receber esse tipo de equipamento em produção em série.

O sistema foi projetado para atuar em colisões frontais. O objetivo é reduzir a energia do impacto em situações em que o condutor é projetado para frente durante uma batida.

Airbag estreia na scooter de 3 rodas - Divulgação
Airbag estreia na scooter de 3 rodas – Divulgação

Na Tricity 300 2026, o airbag utiliza dois sensores de força G posicionados próximos ao centro da scooter. Esses sensores monitoram constantemente níveis de impacto e determinam quando o sistema deve ser acionado.

Ao ligar a scooter da Yamaha, uma luz de verificação no painel permanece acesa por cerca de seis segundos. Esse procedimento indica que o sistema está ativo e pronto para funcionamento. A fabricante também informa que o acionamento depende do ângulo e da intensidade da colisão.

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Sistema de ABS com função em curva

Outra atualização relevante da nova versão da Tricity 300 está no sistema de frenagem. A scooter passa a utilizar um novo ABS com função em curva.

Esse sistema utiliza dados de uma unidade de medição inercial (IMU) para analisar o comportamento da scooter durante a frenagem. A tecnologia monitora o ângulo de inclinação e a desaceleração para reduzir o risco de bloqueio das rodas quando o veículo está inclinado.

Sistema de ABS com função em curva - Divulgação
Sistema de ABS com função em curva – Divulgação

A nova scooter da Yamaha utiliza três discos de freio com 267 mm de diâmetro. O conjunto trabalha em conjunto com o UBS, sistema de travagem unificado da fabricante.

O recurso já é bem conhecido no Brasil e distribui automaticamente a força de frenagem entre as duas rodas dianteiras e a roda traseira. O modelo também conta com controle de tração (TCS), que atua para reduzir a possibilidade de perda de aderência da roda traseira durante aceleração.

Tecnologia de três rodas Leaning Multi-Wheel

A Yamaha Tricity 300 2026 utiliza a arquitetura Leaning Multi-Wheel, conhecida pela sigla LMW. O sistema é composto por duas rodas dianteiras que trabalham em conjunto com um mecanismo de inclinação.

O funcionamento ocorre por meio de um sistema em paralelogramo que mantém as rodas dianteiras alinhadas durante as curvas. Isso permite que ambas sigam trajetórias concêntricas enquanto permanecem em contato com o solo.

Segundo a fabricante, a tecnologia contribui para maior estabilidade durante a condução, especialmente em superfícies irregulares ou molhadas.

Iluminação em LED - Divulgação
Iluminação em LED – Divulgação

Design e iluminação em LED

Visualmente, a nova scooter da Yamaha de 3 rodas recebeu alterações no conjunto de carenagens. A nova estrutura frontal apresenta linhas mais estreitas e uma aparência mais compacta em relação à geração anterior.

A parte frontal passa a utilizar três elementos de iluminação em LED posicionados verticalmente. Na traseira, a scooter recebe uma nova lanterna horizontal também equipada com iluminação em LED.

O modelo também incorpora o sistema ESS (Emergency Stop Signal). Esse recurso aciona automaticamente os indicadores de direção dianteiros e traseiros durante frenagens de emergência, alertando outros veículos na via.

Nova scooter da Yamaha - Painel TFT com conectividade - Divulgação
Nova scooter da Yamaha – Painel TFT com conectividade – Divulgação

Painel TFT com conectividade

Outro destaque da nova scooter da Yamaha, Tricity 300 2026 é o novo painel de instrumentos. O conjunto é dividido em dois displays.

O painel principal é um display TFT colorido de 4,2 polegadas, localizado à direita do cockpit. Ao lado dele está um segundo display LCD de 2,8 polegadas, responsável por exibir informações adicionais de condução.

Com conexão ao smartphone por meio do aplicativo MyRide, permite visualizar notificações de chamadas, mensagens e e-mails diretamente no painel.

Motor de 292 cc

A nova nova scooter da Yamaha com 3 rodas, Tricity 2026 mantém o motor monocilíndrico de 292 cc com arrefecimento líquido e comando SOHC. O propulsor utiliza transmissão automática do tipo CVT.

Desenvolvido com a tecnologia Blue Core da fabricante, o motor entrega 28 cv de potência a 7.250 rpm e torque de 2,9 kgf.m a 5.750 rpm.

Entre as alterações está um novo silenciador com disposição revisada do catalisador. Segundo a marca, essa mudança contribui para reduzir emissões e também diminui o peso do conjunto em aproximadamente 800 gramas.

A scooter possui tanque de combustível com capacidade para 13 litros.

Espaço para dois capacetes integrais - Divulgação
Espaço para dois capacetes integrais – Divulgação

Espaço de carga e recursos

A Yamaha Tricity 300 2026 também recebeu recursos voltados ao uso cotidiano. Entre eles está o sistema Standing Assist, que ajuda a manter a scooter na posição vertical quando parada.

O modelo utiliza rodas de 14 polegadas, equipadas com pneus dianteiros 120/70-14 e pneu traseiro 140/70-14.

Sob o banco há um compartimento com capacidade de 45 litros. O espaço possui iluminação interna e pode acomodar dois capacetes integrais.

A scooter também inclui porta USB-C de 5V e 3A, sistema Smart Key para ignição sem chave e pré-instalação elétrica para acessórios de aquecimento, como punhos e assento aquecidos.

Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas - Divulgação
Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas – Divulgação

Versões, cores e disponibilidade

A nova geração será oferecida em duas versões: Tricity 300 e Tricity 300 Airbag. A segunda incorpora o sistema adicional de proteção para o condutor.

Entre as cores anunciadas para a nova scooter da Yamaha com 3 rodas, Tricity 300 2026 estão Milky White, Zen Green e Power Grey.

Os preços oficiais ainda não foram divulgados pela fabricante e devem ser anunciados após o mês de abril, para o mercado europeu. Até o momento, a Yamaha Brasil não confirmou a chegada da Yamaha Tricity 300 2026 ao mercado nacional.

Pra acabar com a falta de peças: Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico com 1,5 milhão de peças no Brasil

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A Bajaj ampliou sua estrutura de pós-venda no Brasil com a consolidação de um centro de distribuição dedicado à gestão e ao envio de peças de reposição para concessionárias da marca. A iniciativa faz parte da estratégia da marca para acompanhar o crescimento da empresa no mercado brasileiro e garantir disponibilidade de componentes.

Localizado em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, o armazém concentra atualmente cerca de 1,5 milhão de peças da Bajaj. Os itens estão organizados em 3.408 códigos diferentes, o que permite atender demandas variadas da rede autorizada.

Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico - Divulgação
Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico – Divulgação

A estrutura foi planejada para reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças para concessionárias em todo o território nacional. A empresa afirma que o objetivo é oferecer maior eficiência logística e melhorar o suporte pós-venda aos proprietários das motocicletas da marca.

Estrutura logística do centro de distribuição

O centro de distribuição da Bajaj ocupa uma área de aproximadamente 750 metros quadrados. A operação recebeu investimento estimado em cerca de R$ 15 milhões para instalação da infraestrutura, organização do estoque e implantação dos sistemas de gestão logística.

Dentro do armazém, a Bajaj opera com 1.082 posições de estoque. Esse sistema permite a localização e a separação rápida das peças solicitadas pelas concessionárias, agilizando o fluxo de pedidos e a preparação para envio.

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Atualmente, a operação conta com uma equipe de 10 colaboradores dedicados às atividades logísticas. A Bajaj informou que existe previsão de ampliar o quadro em aproximadamente 40% nos próximos dois meses, acompanhando o crescimento das operações da marca no Brasil.

Segundo a empresa, a expansão da estrutura de distribuição de peças é considerada um dos pilares da estratégia de atuação da Bajaj no país. A companhia afirma que a disponibilidade de componentes e a eficiência no atendimento pós-venda são fatores importantes para a consolidação da marca no mercado nacional.

Objetivo: reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças - Divulgação
Objetivo: reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças – Divulgação

Fluxo de importação e reposição de peças

O abastecimento do estoque ocorre por meio de importações regulares a partir da matriz da empresa na Índia. Atualmente, a operação recebe em média dois contêineres por mês via transporte marítimo.

Além do transporte marítimo, a Bajaj também realiza cerca de quatro embarques mensais por via aérea. Esse modal é utilizado principalmente em situações que exigem maior rapidez no fornecimento de peças.

De acordo com a empresa, o transporte marítimo possui tempo médio de trânsito de aproximadamente 40 dias. Já o transporte aéreo permite que as peças cheguem ao Brasil em cerca de três dias.

O modal aéreo é utilizado principalmente em situações relacionadas a processos de garantia ou em casos em que motocicletas ficam imobilizadas aguardando componentes. Nesses cenários, a Bajaj busca reduzir o tempo de espera para a reposição das peças.

Centro logístico - Divulgação
Centro logístico em Barueri (SP) – Divulgação

Distribuição para concessionárias no país

Após a chegada ao centro logístico, as peças da Bajaj são distribuídas principalmente por meio de transporte rodoviário para concessionárias espalhadas pelo Brasil. Os prazos de entrega variam conforme a região de destino.

Internamente, a operação trabalha com uma meta de SLA (Service Level Agreement), que estabelece o tempo de resposta para processamento dos pedidos. Segundo a empresa, o prazo máximo definido é de até 72 horas para separação, conferência e expedição das peças solicitadas.

As concessionárias da Bajaj utilizam uma plataforma digital para realizar pedidos de componentes. O sistema permite consultar a disponibilidade de itens em estoque, registrar solicitações e acompanhar o andamento das entregas.

De acordo com a companhia, o modelo busca melhorar a comunicação entre a rede autorizada e a operação logística, além de aumentar a eficiência no fornecimento de peças.

Centro logístico - Divulgação
Centro logístico – Divulgação

Estratégia de suporte pós-venda

Com a operação do centro de distribuição em Barueri, a Bajaj afirma que pretende consolidar no Brasil uma estrutura voltada ao suporte pós-venda de suas motocicletas.

A empresa destaca que a disponibilidade de peças e a rapidez no atendimento às concessionárias são elementos importantes para garantir o funcionamento da rede autorizada e o atendimento aos clientes.

Volta aos anos 1980: Suzuki Katana lança série limitada com apenas 45 unidades

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A Suzuki Katana passa a contar com uma nova edição especial com produção restrita. A fabricante japonesa apresentou oficialmente a Suzuki Katana Limited Edition, versão que terá apenas 45 unidades numeradas e destinadas ao mercado da Alemanha.

O modelo mantém a base mecânica, mas recebe alterações visuais e alguns itens adicionais. A proposta da Suzuki é oferecer uma variante mais exclusiva da Suzuki Katana, mantendo o design inspirado na motocicleta original lançada no início dos anos 1980.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Suzuki Katana Limited Edition – Divulgação

A Suzuki Katana Limited Edition chega às concessionárias alemãs com preço de 15.045 euros. Em conversão direta pela cotação média atual, o valor corresponde a aproximadamente R$ 92.000, sem considerar impostos, frete ou custos de importação.

A Katana foi lançada em 1981, e essa versão naked esportiva nunca chegou ao Brasil. O grupo J. Toledo chegou a lançar por aqui a Katana 125, em 1997, mas que nada tinha a ver com a Katana original.

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Série limitada e numerada

Um dos principais elementos da Suzuki Katana Limited Edition é a identificação individual de cada motocicleta. As unidades recebem numeração entre 1 e 45, que indica a posição do modelo dentro da produção total de 45 motos.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

A versão especial também inclui novos elementos estéticos. Entre eles estão um protetor de tanque com acabamento semelhante à fibra de carbono e sliders de proteção instalados no chassi.

Outro detalhe exclusivo é o conjunto gráfico chamado “The Edge”. O kit de adesivos combina cores preta e prata e foi desenvolvido para destacar as linhas angulares características da Katana.

A parte traseira da motocicleta também recebe acabamento escurecido, criando contraste com a pintura predominante do modelo.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Suzuki Katana Limited Edition – Divulgação

Escapamento Akrapovič diferencia a edição

Uma alteração técnica relevante da Suzuki Katana Limited Edition está no sistema de escapamento. A versão substitui o silenciador padrão por um modelo slip-on desenvolvido pela Akrapovič especificamente para essa motocicleta.

O restante do conjunto permanece igual ao da Suzuki Katana convencional. O motor é o quatro cilindros em linha de 999 cc derivado da esportiva Suzuki GSX-R1000.

Esse propulsor entrega potência declarada de 152 cavalos. No caso da Suzuki Katana, o ajuste privilegia desempenho em médias rotações, oferecendo respostas mais progressivas durante a pilotagem.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

Pacote eletrônico e ciclística

A Suzuki Katana Limited Edition preserva o mesmo pacote eletrônico da versão regular. O modelo utiliza acelerador eletrônico ride-by-wire e oferece três modos de pilotagem selecionáveis.

Também está presente o sistema de controle de tração STCS, tecnologia da Suzuki com cinco níveis de intervenção. O conjunto eletrônico inclui ainda quickshifter bidirecional de série para trocas de marcha sem o uso da embreagem.

Na parte ciclística, a estrutura continua baseada em um quadro de alumínio. A suspensão utiliza componentes da KYB, enquanto o sistema de freios conta com pinças Brembo montadas radialmente.

O painel é uma tela LCD acompanhada de indicadores laterais em LED. Todo o sistema de iluminação da Katana utiliza tecnologia LED.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

Itens extras

Além das mudanças visuais e do novo escapamento, os compradores da Suzuki Katana Limited Edition recebem alguns itens adicionais. Um deles é um tapete de garagem personalizado com o logotipo Katana.

A marca também inclui no pacote um exemplar do livro “Katana History”, publicação que apresenta a trajetória e o desenvolvimento do modelo ao longo de mais de quatro décadas.

Shineray Jef 150 2026 é lançada com novo farol em LED e painel digital; preço parte de R$ 14.790

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A Shineray Jef 150 2026 foi lançada oficialmente com atualizações visuais e novos equipamentos. O modelo apareceu inicialmente nas redes sociais da fabricante e já está listado no site oficial da marca no Brasil.

A chegada da Shineray Jef 150 2026 ocorre após dúvidas sobre a continuidade da linha, especialmente depois da apresentação da SBM 150, que passou a ser chamada de New Jef 150. Mesmo com o novo produto no portfólio, a Shineray manteve a Jef 150 com uma atualização voltada principalmente ao design e tecnologia.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

De acordo com as informações no site pela fabricante, a Shineray Jef 150 2026 mantém a proposta de motocicleta urbana de baixa cilindrada, voltada ao uso cotidiano e deslocamentos nas cidades.

Novo conjunto óptico e mudanças no design

A principal alteração visual da Shineray Jef 150 2026 está concentrada na parte dianteira. O modelo passa a contar com um novo conjunto óptico formado por projetores em LED.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

O farol apresenta linhas mais anguladas em comparação com a geração anterior. No material divulgado pela marca não há confirmação sobre a presença de luz de circulação diurna (DRL).

Outros elementos do design foram mantidos. As carenagens laterais e o tanque seguem o formato já conhecido do modelo anterior, com pequenas mudanças nos grafismos.

Na parte traseira, não tivemos alterações. A lanterna, o para-lama traseiro, o banco em peça única e as alças laterais para o garupa permanecem com o mesmo desenho.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

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Painel digital e equipamentos

Entre as novidades da Shineray Jef 150 2026 também está o novo painel digital. O modelo passa a utilizar uma tela em LCD colorido.

Na geração anterior, a motocicleta já utilizava um painel digital, porém com display mais simples. O novo conjunto apresenta botões laterais para navegação das informações exibidas.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

Alguns equipamentos permanecem no modelo atualizado. Entre eles estão a tomada USB para carregamento de dispositivos móveis, rodas de liga leve de 17 polegadas e sistema de partida elétrica acompanhado de pedal auxiliar.

O conjunto de suspensão também segue sem alterações aparentes. Na dianteira, a motocicleta utiliza garfo telescópico convencional, enquanto na traseira permanece o sistema monochoque.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

No sistema de freios, a Shineray Jef 150 2026 utiliza disco de 235 mm na roda dianteira e freio a tambor de 128 mm na traseira.

Motor e especificações técnicas

Pelas imagens e informações disponíveis, o conjunto mecânico da Shineray Jef 150 2026 permanece o mesmo da versão anterior.

A motocicleta utiliza motor monocilíndrico SOHC de duas válvulas com 149 cm³ de cilindrada. A potência declarada é de 13,5 cv a 7.500 rpm, enquanto o torque máximo é de 1,4 kgf.m a 6.000 rpm.

As dimensões também permanecem inalteradas. A altura do assento é de 780 mm e o entre-eixos mede 1.330 mm.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Jef 150 2026 – Divulgação

O tanque de combustível possui capacidade para 12 litros. O peso declarado da motocicleta é de 122 kg.

Os pneus seguem nas medidas 90/90 na roda dianteira e 120/80 na traseira, ambos montados em rodas de 17 polegadas.

Preço e disponibilidade

No site oficial da fabricante, a Shineray Jef 150 2026 aparece com preço de R$ 14.790,00. Ao valor são adicionados R$ 990,15 referentes a frete e seguro de frete.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

Com isso, o preço total anunciado para a Shineray Jef 150 2026 é de R$ 15.780,15.

O modelo já está listado no site da marca.

Jef 150 2026 – Ficha Técnica

MOTOR
Câmbio: 5 marchas
Tipo do motor: Monocilindrico, 4T, 2 válvulas, SOHC
Cilindrada: 149,48 cc
Potência máxima: 13,5 cv a 7.500 rpm
Torque máximo: 1,4 Kgf.m a 6000 rpm
Bateria: 12V / 7AH
Partida: Elétrica/Pedal

DIMENSÕES
Comprimento Total: 1990mm
Largura Total: 770mm
Altura Total: 1100mm
Altura do assento: 780mm
Distância do solo: 215mm
Distância entre eixos: 1330mm
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico
Suspensão traseira: Balança monoamortecedora (monoshock)

CAPACIDADE
Peso líquido: 122kg
Peso em ordem de marcha: 135kg
Peso bruto total: 285kg
Capacidade máxima de carga: 150kg (piloto+passageiro+bagagem+acessórios)
Capacidade do tanque de combustível (incluindo reserva): 12L

RODAS E FREIOS
Roda dianteira/Aro: 90/90- 17”
Roda traseira/Aro: 120/80- 17”
Dianteiro: Disco (Ø=235mm) com acionamento hidráulico
Traseiro: Tambor (Ø=128mm) com acionamento mecânico

Motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026; confira o ranking e os preços

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As motos trail mais vendidas continuam ocupando espaço relevante no mercado brasileiro de duas rodas. Em fevereiro de 2026, o segmento respondeu por 19,19% de todas as motocicletas emplacadas no país.

Os modelos trail são conhecidos pela versatilidade. Combinam características adequadas para o uso urbano com capacidade para enfrentar estradas de terra e vias não pavimentadas.

XRE 190 - entre as motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026 - Divulgação
XRE 190 – entre as motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026 – Divulgação

Por esse motivo, as motos trail seguem entre as preferidas de diferentes perfis de motociclistas. A lista mensal mostra tanto modelos tradicionais quanto novas opções que começam a ganhar participação no mercado nacional.

Ranking das motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026

O levantamento das motos trail mais vendidas do país reúne motocicletas de baixa e média cilindrada. Os dados da Fenabrave refletem os emplacamentos registrados durante o último mês de fevereiro.

A novidades desde janeiro de 2026 são os modelos Shineray SHI 250 e a crossover Haojue DL 160, que praticamente tiraram da lista a BMW G310 GS e a outra Haojue, a NK 150.

Todos os preços são sugeridos e não incluem taxa de frete ou impostos.

1º – Honda NXR 160 Bros
Unidades vendidas: 13.453

Honda NXR 160 Bros - Divulgação
Honda NXR 160 Bros – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.960 (versão CBS)
Cilindrada: 162,7 cc
Potência: 14,3 cv a 8.500 rpm
Torque: 1,45 kgfm a 5.500 rpm

A Honda NXR 160 Bros segue na liderança entre as motos trail mais vendidas. O modelo mantém ampla vantagem em relação aos concorrentes e continua entre as motocicletas mais comercializadas da fabricante no Brasil.

2º – Honda XRE 190
Unidades vendidas: 4.082

Honda XRE 190 - Divulgação
Honda XRE 190 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 24.050 (versão Standard)
Cilindrada: 184,4 cc
Potência: 16 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,66 kgfm a 6.000 rpm

A XRE 190 aparece na segunda posição do ranking. O modelo conta com freio ABS na roda dianteira, painel blackout com indicador de marcha, iluminação Full LED e tomada USB-C.

3º – Honda XRE 300 Sahara
Unidades vendidas: 3.117

Honda XRE 300 Sahara - Divulgação
Honda XRE 300 Sahara – Divulgação

Preço sugerido: R$ 30.990 (versão Standard)
Cilindrada: 293,5 cc
Potência: 25,2 cv a 7.500 rpm
Torque: 2,74 kgfm a 5.750 rpm

A Sahara 300 ocupa a terceira posição entre as motos trail mais vendidas. O modelo representa a opção de média cilindrada da Honda dentro da categoria.

4º – Yamaha XTZ 250 Lander
Unidades vendidas: 2.842

Yamaha XTZ 250 Lander - Divulgação
Yamaha XTZ 250 Lander – Divulgação

Preço sugerido: R$ 29.290
Cilindrada: 249 cc
Potência: 20,9 cv a 8.000 rpm
Torque: 2,1 kgfm a 6.000 rpm

A XTZ 250 Lander aparece logo atrás da Sahara no ranking. A motocicleta é voltada para uso misto e mantém presença constante entre as motos trail mais vendidas no país.

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5º – Shineray SHI 175
Unidades vendidas: 2.617

Shineray SHI 175 - Divulgação
Shineray SHI 175 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 15.490
Cilindrada: 175 cc
Potência: 14 cv a 7.500 rpm
Torque: 1,4 kgfm a 6.000 rpm

Entre os modelos com menor preço da lista está a SHI 175. A motocicleta vem registrando crescimento nas vendas e aparece entre as motos trail mais vendidas do mês.

6º – Yamaha Crosser 150
Unidades vendidas: 1.913

Yamaha Crosser 150 - Black Eclipse (preto sólido) - Divulgação
Yamaha Crosser 150 – Black Eclipse (preto sólido) – Divulgação

Preço sugerido: R$ 22.790 (versão S)
Cilindrada: 149 cc
Potência: 11,7 cv a 7.250 rpm
Torque: 1,3 kgfm a 6.000 rpm

A Crosser 150 permanece entre as principais representantes da Yamaha no segmento de baixa cilindrada.

7º – Honda XR 300L Tornado
Unidades vendidas: 1.211

Honda XR 300L Tornado - Divulgação
Honda XR 300L Tornado – Divulgação

Preço sugerido: R$ 31.540
Cilindrada: 293,5 cc
Potência: 24,8 cv a 7.500 rpm (etanol)
Torque: 2,74 kgfm a 5.750 rpm (etanol)

A XR 300L Tornado aparece entre as motos trail mais vendidas após o retorno do modelo ao mercado brasileiro.

8º – Avelloz AZ160 Xtreme 2025
Unidades vendidas: 957

Avelloz AZ160 Xtreme 2025 - Divulgação
Avelloz AZ160 Xtreme 2025 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 19.951
Cilindrada: 149 cc
Potência: 12 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,24 kgfm a 6.000 rpm

A presença da Avelloz no ranking indica a ampliação da concorrência dentro do segmento de motos trail no país.

9º – Shineray SHI 250
Unidades vendidas: 565

Shineray SHI 250 - Divulgação
Shineray SHI 250 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.490
Cilindrada: 249,6 cc
Potência: 19,3 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,83 kgfm a 6.000 rpm

O modelo conta com rodas raiadas, painel digital e iluminação full-LED, além de suspensão reforçada.

10º – Haojue DL 160
Unidades vendidas: 266

Haojue DL 160 - Divulgação
Haojue DL 160 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.470
Cilindrada: 162,4 cc
Potência: 14,9 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,4 kgfm a 6.500 rpm

A DL 160 apresenta design inspirado em motocicletas de maior porte, com para-brisa elevado e conjunto óptico em LED.

Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades; maior volume em 15 anos

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A produção de motos no Polo Industrial de Manaus (PIM) atingiu 348.732 unidades no primeiro bimestre de 2026. O volume representa crescimento de 1,7% em comparação com o mesmo período de 2025 e configura o melhor resultado registrado pelo setor nos últimos 15 anos.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). O levantamento considera apenas as fabricantes associadas à entidade que mantêm linhas de montagem instaladas no Polo Industrial de Manaus.

Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades no bimestre - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades no bimestre – Divulgação

Segundo a entidade, o desempenho da produção de motos ocorre em um cenário de demanda aquecida no mercado brasileiro. O ritmo de fabricação segue alinhado ao planejamento das montadoras, que ajustam a produção de acordo com o comportamento das vendas no varejo.

Produção de motos desacelera em fevereiro

No recorte exclusivo de fevereiro de 2026, a produção de motos somou 164.104 unidades. O volume representa queda de 7,1% na comparação com fevereiro de 2025.

Em relação a janeiro de 2026, quando as fábricas registraram ritmo mais intenso de atividade, a retração foi de 11,1%. De acordo com a Abraciclo, a redução já era esperada pelas empresas do setor.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

O principal fator apontado para a diminuição na produção de motos foi o menor número de dias úteis no mês. O feriado de Carnaval impactou o calendário industrial e reduziu o tempo disponível para a operação das linhas de montagem.

Apesar da queda mensal, o acumulado do ano segue positivo e mantém o setor com o melhor desempenho para o primeiro bimestre desde 2011.

Categorias Street e Trail lideram

A categoria Street permaneceu na liderança da produção de motos durante os dois primeiros meses de 2026. Entre janeiro e fevereiro, foram fabricadas 180.488 unidades desse tipo de motocicleta.

Esse volume representa 51,8% de toda a produção registrada no período. As motocicletas Street são tradicionalmente as mais procuradas no mercado brasileiro, principalmente por consumidores que utilizam o veículo para deslocamento urbano.

A segunda posição ficou com a categoria Trail. Esse segmento respondeu por 19,4% da produção de motos no bimestre.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Na sequência aparecem as motonetas, responsáveis por 13,3% do volume produzido nas fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus.

A mesma ordem foi mantida quando analisado apenas o desempenho do mês de fevereiro, o que confirma a predominância desses três segmentos dentro da produção nacional.

Alta cilindrada registra avanço no início do ano

Entre os destaques do levantamento está o crescimento da produção de motos de alta cilindrada. No primeiro bimestre de 2026, foram fabricadas 9.725 unidades dessa categoria.

O volume representa aumento de 22% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. Apesar da expansão, os modelos mais potentes ainda correspondem a uma parcela menor dentro da produção total.

A participação das motocicletas de alta cilindrada foi de 2,8% no conjunto da produção de motos registrada nos dois primeiros meses do ano.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Os modelos de baixa cilindrada continuam concentrando a maior parte da fabricação. Foram produzidas 270.919 motocicletas nessa faixa, o equivalente a 77,7% do total.

Já as motocicletas de média cilindrada ficaram em segundo lugar no ranking, com participação de 19,5% na produção de motos do período analisado.

No recorte exclusivo de fevereiro, a divisão seguiu praticamente a mesma. As motocicletas de baixa cilindrada representaram 76,9% da produção, as de média cilindrada 20,2% e as de alta cilindrada 2,9%.

Os dados utilizados no levantamento contemplam apenas empresas associadas à entidade que produzem dentro do Polo Industrial de Manaus. Isso significa que marcas que mantêm operações fora da Zona Franca de Manaus ou que não integram a associação não entram na contabilização oficial da produção de motos divulgada pela entidade.

Entre as fabricantes não incluídas nesse levantamento estão empresas como Shineray, Mottu, Avelloz e Watts.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Vendas no varejo

Além do crescimento da produção de motos, o levantamento também aponta expansão nas vendas no mercado brasileiro.

Entre janeiro e fevereiro de 2026, foram licenciadas 350.110 motocicletas em todo o país. O número representa aumento de 13,7% em comparação com o mesmo período de 2025.

Esse volume configura o maior número de emplacamentos já registrado para um primeiro bimestre no Brasil.

Considerando apenas o mês de fevereiro, os licenciamentos somaram 171.548 unidades. O resultado representa crescimento de 10% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Na comparação com janeiro de 2026, quando foram registrados 178.562 licenciamentos, houve retração de 3,9%.

Assim como ocorreu na produção de motos, a queda mensal foi atribuída ao menor número de dias úteis. O calendário passou de 21 dias de atividades em janeiro para 18 dias em fevereiro.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Mesmo com essa variação, a média diária de vendas no varejo permaneceu elevada. Durante fevereiro, foram comercializadas em média 9.530 motocicletas por dia no país.

Exportações de motocicletas crescem no bimestre

As exportações também registraram avanço no início de 2026. Nos dois primeiros meses do ano, as fabricantes embarcaram 8.015 motocicletas para o mercado internacional.

O volume representa crescimento de 43,1% em relação ao mesmo período de 2025.

Somente em fevereiro, foram exportadas 4.748 unidades. Esse número é 70% superior ao registrado em fevereiro do ano passado.

Na comparação com janeiro de 2026, quando foram exportadas 3.267 motocicletas, o crescimento foi de 45,3%.

Kawasaki abre loja no Recreio dos Bandeirantes – RJ

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Kawasaki anunciou a abertura de uma nova concessionária no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A nova unidade amplia a rede autorizada da Kawasaki no estado e integra o plano de expansão da fabricante japonesa no mercado brasileiro.

Localizada na Avenida das Américas, a concessionária chega com estrutura alinhada aos padrões globais da Kawasaki. O espaço reúne showroom completo, atendimento especializado e serviços técnicos certificados para motociclistas da região.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Kawasaki Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

A inauguração também marca o início de uma sequência de novas unidades previstas pela Kawasaki no país, como parte da estratégia de crescimento da marca e fortalecimento da rede de concessionárias.

Nova unidade amplia presença da marca no Rio de Janeiro

A nova concessionária é operada pelo Grupo Real e passa a integrar oficialmente a rede autorizada da Kawasaki no estado do Rio de Janeiro.

Com a chegada da nova loja no Recreio dos Bandeirantes, a Kawasaki passa a contar com três operações na capital fluminense. As outras unidades ficam em Botafogo, com a concessionária Moto Flecha, e na Barra da Tijuca, com a Euroville (ex-Autocraft).

A presença das três concessionárias amplia a cobertura da Kawasaki em áreas estratégicas da cidade, atendendo motociclistas da Zona Sul, Barra da Tijuca e Zona Oeste. A estratégia busca facilitar o acesso aos produtos e serviços da marca.

Kawasaki Ninja ZX-4 RR - Divulgação
Ninja ZX-4 RR – Divulgação

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Lineup completo da Kawasaki

A nova unidade disponibiliza todo o portfólio de motocicletas da Kawasaki comercializado no Brasil. O lineup reúne modelos voltados para diferentes perfis de motociclistas, incluindo opções para mobilidade urbana, uso diário, turismo e esportividade.

Entre os principais diferenciais da concessionária estão o showroom com exposição de motocicletas, atendimento especializado e serviços técnicos autorizados pela Kawasaki. A estrutura segue os padrões de operação definidos globalmente pela fabricante japonesa.

Segundo a diretora comercial e de marketing da Kawasaki, Sonia Harue Ando, a inauguração representa um novo momento no planejamento de crescimento da empresa no país.

De acordo com a executiva, a unidade no Recreio dos Bandeirantes abre oficialmente a sequência de inaugurações prevista no plano de expansão no Brasil. A ampliação da presença no Rio de Janeiro também ocorre em parceria com o Grupo Real.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

Grupo Real assume operação da concessionária

A operação da nova concessionária fica sob responsabilidade do Grupo Real, empresa com mais de 60 anos de atuação no setor de reposição automotiva e duas rodas no Brasil.

O grupo é responsável por marcas como Real Duas Rodas e MIDE Parts, além de possuir experiência em logística, distribuição e atendimento no segmento de peças e acessórios.

Com a nova parceria, o Grupo Real passa a aplicar sua experiência operacional também na rede da Kawasaki, contribuindo para o atendimento e o suporte aos motociclistas no mercado carioca.

A expectativa é fortalecer o relacionamento com clientes da região e ampliar a oferta de serviços especializados de pós-venda por meio da nova concessionária.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Grupo Real Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

Endereço e horário de funcionamento

Endereço: Avenida das Américas, 14.200 – Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro (RJ)

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira: das 9h às 18h
Sábado: das 9h às 15h
Domingos e feriados: fechado

BMW registra marca histórica 4 milhões de motos produzidas na fábrica de Berlim

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BMW alcançou um novo marco industrial com a produção da motocicleta número quatro milhões em sua planta localizada em Berlim, na Alemanha. A unidade histórica produz motocicletas da marca desde 1969 e continua sendo o principal centro global de fabricação da BMW Motorrad.

O modelo que simboliza essa marca é uma BMW R 1300 GS Adventure. A unidade reúne processos industriais avançados e concentra parte significativa da produção mundial da BMW.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim – Divulgação

Com mais de 2.600 funcionários, a planta é considerada um dos polos industriais mais importantes da fabricante alemã. Ao longo das últimas décadas, a BMW investiu em modernização tecnológica, digitalização e expansão da capacidade produtiva da unidade.

Produção da BMW Berlim ao longo das décadas

A presença da BMW no local começou ainda em 1939, quando a empresa assumiu o controle da instalação em Berlim e passou a produzir componentes destinados às motocicletas da marca.

Trinta anos depois, em 1969, ocorreu a transferência completa da produção de motos de Munique para a capital alemã. Naquele período, cerca de 400 trabalhadores atuavam na planta, que produzia aproximadamente 30 motocicletas por dia.

Com o passar dos anos, a produção cresceu de forma constante e consolidou a unidade como referência dentro da BMW Motorrad.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim – Divulgação

Alguns marcos importantes na trajetória da planta incluem:

  • 1975: produção da motocicleta número 100 mil
  • 1980: volume total ultrapassa 250 mil unidades
  • 2001: fábrica atinge 1 milhão de motocicletas
  • 2011: produção alcança 2 milhões de unidades
  • 2019: saída da motocicleta número 3 milhões

Com a produção de 4 milhões unidades, a marca alemã amplia uma sequência de crescimento industrial iniciada há mais de cinco décadas.

Estrutura industrial e ritmo de fabricação

A planta de Berlim opera atualmente com alto nível de automação e integração digital. Esses processos fazem parte da estratégia da BMW de modernizar continuamente suas unidades industriais.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

Em períodos de maior demanda, uma motocicleta pode sair da linha de montagem a cada 60 segundos. Isso permite que a fábrica atinja volumes de até 900 motos produzidas diariamente.

A empresa também destaca que os investimentos em tecnologia incluem sistemas digitais de controle de produção, integração de dados industriais e processos de fabricação mais eficientes.

Segundo a BMW, a combinação entre inovação tecnológica e experiência da equipe tem papel fundamental na manutenção dos padrões de qualidade exigidos na produção das motocicletas.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

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Papel estratégico da planta na produção global

Dentro da rede internacional da BMW Motorrad, a fábrica de Berlim ocupa posição central. A unidade funciona como referência para processos industriais aplicados nas demais plantas da empresa.

Além da produção na Alemanha, a marca mantém fábricas próprias em países como Brasil e Tailândia. A empresa também possui produção realizada por parceiros industriais na China e na Índia.

Nesse sistema global, a planta alemã atua como base para desenvolvimento e implementação de novos processos produtivos, que posteriormente podem ser aplicados em outras unidades da marca.

Esse modelo permite que a BMW mantenha padrões industriais semelhantes em diferentes regiões do mundo.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

BMW R 1300 GS Adventure marca momento histórico

A motocicleta escolhida para representar o marco das quatro milhões de unidades produzidas foi a R 1300 GS Adventure. O modelo integra uma das linhas mais tradicionais do portfólio da BMW Motorrad.

A família GS possui presença consolidada em diversos mercados e representa uma parcela significativa das vendas globais da marca. Atualmente, a R 1300 GS Adventure é o modelo mais vendido da marca alemã no mundo inteiro.