Leilão de motos: Prefeitura de Campinas (SP) tem 75 motocicletas que podem ser documentadas

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O leilão de motos realizado pela Prefeitura de Campinas (SP) contará com 75 motocicletas que podem ser regularizadas, dentro de um total de 347 lotes disponíveis. A iniciativa integra o segundo leilão de 2026 do Pátio Municipal, com sessões marcadas para os dias 7, 8 e 11 de maio.

Todo o processo do leilão de motos será feito de forma online, incluindo a fase de pré-lances, que começa nesta quinta, dia 16 de abril, às 9h. Os veículos ofertados são oriundos de apreensões realizadas em ações de fiscalização e operações de trânsito conduzidas pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

Leilão de motos - Prefeitura de Campinas (SP) - Divulgação
Leilão de motos – Prefeitura de Campinas (SP) – Divulgação

Além das motocicletas, o leilão de motos também inclui carros e diferentes categorias de sucatas. Ao todo, são 106 veículos conservados com possibilidade de documentação, 103 lotes de sucatas aproveitáveis e 138 destinados à reciclagem.

Como participar do leilão da Pref. de Campinas

Os interessados devem realizar cadastro prévio no site oficial do leiloeiro (ricoleiloes.com.br). A habilitação precisa ser concluída com até 48 horas de antecedência do início das sessões públicas, prazo necessário para análise dos dados informados.

Os pré-lances podem ser feitos antecipadamente e seguem abertos até o momento das sessões, quando ocorrem os lances finais. Durante essa etapa, os valores podem ser superados em tempo real pelos participantes habilitados.

O leilão de motos segue modelo totalmente digital, permitindo participação remota. No portal do leiloeiro, também estão disponíveis fotos e descrições detalhadas dos lotes.

Leilão de motos - Prefeitura de Campinas (SP) - Divulgação
Leilão de motos – Prefeitura de Campinas (SP) – Divulgação

Visitação dos veículos

Antes do leilão de motos, os interessados poderão verificar os veículos presencialmente nos dias 4 e 5 de maio. A visitação ocorre das 9h às 16h30, no Pátio Municipal localizado na Rua Miguel Cascaldi Júnior, 141, no bairro Jardim São José.

Durante a visitação, é permitida apenas a avaliação visual. Não é autorizado manusear peças, testar componentes ou realizar qualquer tipo de intervenção nos veículos.

Essa etapa é considerada importante para quem pretende participar do leilão de motos, já que permite uma análise prévia das condições gerais dos lotes disponíveis.

Leilão de motos - Prefeitura de Campinas (SP) - Divulgação
Leilão de motos – Prefeitura de Campinas (SP) – Divulgação

Distribuição dos lotes e cronograma

O leilão de motos integra uma oferta maior de veículos dividida ao longo de três datas. Confira a programação:

  • 07/05 (quinta-feira) – das 9h às 18h: 106 veículos documentados (31 carros e 75 motos)
  • 08/05 (sexta-feira) – das 9h às 18h: 74 sucatas aproveitáveis (34 carros e 40 motos)
  • 08/05 (sexta-feira) – das 9h às 18h: 29 sucatas com motor inservível (24 carros e 5 motos)
  • 11/05 (segunda-feira) – das 9h às 18h: 138 lotes para reciclagem

O total de itens disponíveis no leilão de motos pode sofrer alterações até as datas finais. Isso ocorre devido à retirada de veículos por proprietários ou à inclusão de restrições judiciais.

Leilão de motos - Prefeitura de Campinas (SP) - Divulgação
Leilão de motos – Prefeitura de Campinas (SP) – Divulgação

Histórico

Os leilões realizados no Pátio Municipal de Campinas são organizados pela Emdec, com participação de órgãos como o Detran/SP e a Polícia Judiciária. Em 2025, foram realizados três leilões, somando cerca de 2,9 mil veículos ofertados.

Já em 2026, o primeiro leilão contou com 588 veículos. O atual leilão representa a segunda oportunidade do ano para aquisição de veículos apreendidos.

Informações finais

2º Leilão Pátio Municipal 2026
Início dos pré-lances: 16/04/2026 (quinta-feira)
Visitação: 4 e 5 de maio – 9h às 16h30. Rua Miguel Cascaldi Júnior, 141, bairro Jardim São José.
Lances finais: 7, 8 e 11 de maio – 9h às 18h.

Lembramos sempre que os veículos de leilão não possuem qualquer tipo de garantia e são vendidos exatamente no ESTADO EM QUE SE ENCONTRAM. Os custos e forma de transporte são de responsabilidade do comprador.

Bajaj alcança 70 concessionárias no Brasil com nova loja em Manaus

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Nova unidade na Avenida Max Teixeira, em Manaus, amplia a rede da Bajaj no Norte para seis concessionárias e reforça venda, manutenção e peças da marca.

A Bajaj inaugurou uma nova concessionária em Manaus (AM) e chegou à marca de 70 endereços no Brasil. A unidade, já em funcionamento, é a segunda da marca na capital amazonense.

Bajaj Vega Manaus - AM - Divulgação
Bajaj Vega Manaus – AM – Divulgação

A expansão reforça a presença da marca indiana na região Norte, que passa a concentrar seis concessionárias em operação.

Com a nova estrutura, a Bajaj também aumenta a capacidade de atendimento local, incluindo suporte técnico, venda de motocicletas e oferta de peças.

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Nova concessionária

A nova unidade da Bajaj está localizada na Avenida Max Teixeira, 3631, no bairro Cidade Nova, em Manaus. A operação é conduzida pelo grupo Vega, que já atua em diferentes setores econômicos na região Norte.

O grupo também administra outras concessionárias, incluindo unidades em Manaus, Belém (PA), Ananindeua (PA) e Macapá (AP), ampliando sua participação na rede da marca.

A loja conta com estrutura completa, incluindo equipe técnica treinada pela fabricante e disponibilidade de peças de reposição, com foco no atendimento ao cliente.

Vega Manaus - AM - Divulgação
Vega Manaus – AM – Divulgação

Com a inauguração, a Bajaj passa a contar com duas unidades em Manaus e outras quatro distribuídas entre Macapá (AP) e cidades do Pará, como Belém, Ananindeua e Marabá.

Expansão no Brasil

A marca segue avançando no mercado brasileiro com investimentos em produção nacional, ampliação do portfólio e fortalecimento da rede de concessionárias.

Segundo a empresa, o objetivo é consolidar a atuação em um dos principais mercados de motocicletas do mundo, com foco em estrutura de atendimento e cobertura geográfica.

Vega Manaus - AM - Divulgação
Vega Manaus – AM – Divulgação

Atendimento e funcionamento

A nova concessionária em Manaus funciona de segunda a sexta-feira, das 08h00 às 18h00, e aos sábados, das 08h00 às 13h00. O endereço é Avenida Max Teixeira, 3631, bairro Cidade Nova, CEP 69090-002, com atendimento pelo telefone (92) 98528-5110.

Selo do Inmetro com QR Code será obrigatório em capacetes a partir de julho de 2026

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A exigência do selo do Inmetro com QR Code em capacetes foi confirmada para a partir 1º de julho de 2026, como parte das novas regras de certificação estabelecidas pelo órgão. A medida altera o modelo atual de verificação e passa a exigir validação digital para comercialização no país.

A mudança integra a etapa final da transição prevista na Portaria nº 314/2025. O objetivo, segundo informação do Inmetro, é modernizar o controle de produtos regulamentados e ampliar a rastreabilidade, especialmente em itens de segurança como capacetes para motociclistas.

O selo do Inmetro passará a ser digital com QR Code - Divulgação
O selo do Inmetro passará a ser digital com QR Code – Divulgação

Com a nova regra, o selo do Inmetro físico deixa de ser o único meio de identificação. A partir da obrigatoriedade, produtos sem o QR Code não poderão ser vendidos no território nacional.

Capacetes entram como prioridade na nova regra

Os capacetes estão entre os primeiros produtos incluídos na implementação do selo do Inmetro digital. Segundo o órgão, o setor foi priorizado devido à alta incidência de falsificação no mercado brasileiro.

A medida busca reforçar a segurança dos consumidores, considerando que o equipamento é essencial na proteção de motociclistas em caso de acidentes. A presença do QR Code permitirá verificar a autenticidade do produto antes da compra.

Após julho de 2026, a venda de capacetes sem o novo selo do Inmetro será proibida, ampliando o controle sobre fabricantes, importadores e distribuidores.

Selo do Inmetro: novo x antigo - Divulgação
Selo do Inmetro: novo x antigo – Divulgação

Como funcionará a verificação digital

O processo de validação do selo do Inmetro será feito por meio de smartphones. O consumidor deverá localizar o QR Code no capacete e realizar a leitura com a câmera do aparelho.

Ao escanear o código, será possível acessar informações oficiais no sistema do Inmetro. Entre os dados disponíveis estarão a certificação do produto e a confirmação de sua regularidade.

Novo selo do Inmetro - Divulgação
Novo selo do Inmetro – Divulgação

A proposta é simplificar o acesso às informações e reduzir falhas associadas à inspeção visual, comum no modelo anterior. O novo sistema também dificulta a reprodução de selos falsificados.

Impactos para o mercado e consumidores

A digitalização do selo do Inmetro centraliza o controle de autenticidade e reduz vulnerabilidades em processos de certificação. A expectativa é aumentar a confiabilidade na comercialização de capacetes no Brasil.

Para o consumidor, a principal mudança será a possibilidade de verificar a procedência do produto de forma imediata, antes da compra. Isso tende a facilitar a identificação de itens irregulares.

Honda Tornado 300 registra recorde em março de 2026 com 1.552 emplacamentos e crescimento de 83% sobre 2025

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Honda Tornado 300 alcança o melhor mês desde a chegada ao país, com forte recuperação no primeiro trimestre e posição entre as trail mais vendidas

A Honda Tornado 300 registrou em março de 2026 o melhor desempenho mensal desde sua chegada ao mercado brasileiro. Dados da Fenabrave apontam o emplacamento de 1.552 unidades no período, estabelecendo um novo recorde para o modelo.

Honda Tornado 300 vende mais que 1500 unidades em março - Divulgação
Honda Tornado 300 vende mais que 1500 unidades em março – Divulgação

O resultado reforça a trajetória de crescimento da XR 300L Tornado ao longo do primeiro trimestre do ano. O modelo apresentou nos últimos meses uma evolução gradual nas vendas, com recuperação após oscilações.

No acumulado de 2026, a Honda Tornado 300 soma 4.081 unidades emplacadas, consolidando presença entre as motocicletas trail mais vendidas no país.

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Crescimento ao longo de 2026

O desempenho da Honda Tornado 300 em 2026 mostra uma curva de recuperação. Em janeiro, foram registradas 1.318 unidades vendidas.

Em fevereiro, houve recuo para 1.211 unidades, movimento alinhado à retração geral do mercado no período.

Já em março, a Honda Tornado 300 apresentou crescimento de aproximadamente 28% em relação ao mês anterior, atingindo o maior volume mensal desde o lançamento.

No ranking da Fenabrave, a motocicleta ocupa atualmente a sétima posição entre as trail mais vendidas, posicionando-se logo abaixo da Yamaha Crosser 150.

XR 300L Tornado - Divulgação
XR 300L Tornado – Divulgação

Comparação com o desempenho de 2025

Na comparação anual, a Honda Tornado 300 apresenta avanço expressivo. Em março de 2025, o modelo registrou 844 unidades comercializadas.

O resultado de março de 2026 representa um crescimento de 83% nas vendas. O dado indica expansão consistente da presença do modelo no mercado nacional.

O recorde anterior havia sido registrado em outubro de 2025, com 1.471 unidades vendidas. O novo patamar reforça a evolução recente do modelo.

XR 300L Tornado - Divulgação
XR 300L Tornado – Divulgação

Versão Special Edition

A Fenabrave não detalha o impacto específico da versão Special Edition nos resultados finais das vendas no último mês. A configuração foi lançada em janeiro de 2026 e chegou às concessionárias no mês seguinte.

A principal diferença está no visual. A versão adota pintura vermelha com detalhes em branco e azul, inspirados nas motocicletas de competição da marca.

Tornado 300 Special Edition - Divulgação
Tornado 300 Special Edition – Divulgação

Elementos como guidão, rodas, chassi e escapamento recebem acabamento em preto fosco. O modelo também traz identificação visual própria nas carenagens.

O preço da versão Special Edition é R$ 700 superior ao da configuração standard.

Especificações técnicas

A Tornado 300 mantém a mesma base mecânica nas duas versões. O motor é monocilíndrico, quatro tempos, com 293,5 cm³ e arrefecimento a ar.

O propulsor utiliza tecnologia FlexOne e conta com cabeçote OHC de quatro válvulas. A potência máxima é de 24,8 cv com etanol e 24,3 cv com gasolina.

O torque máximo é de 2,74 kgf.m com etanol e 2,70 kgf.m com gasolina. O conjunto é associado a um câmbio de seis marchas, com embreagem assistida e deslizante.

XR 300L Tornado - Divulgação
XR 300L Tornado – Divulgação

Na ciclística, o modelo utiliza chassi de aço tipo berço semiduplo. A suspensão dianteira é telescópica, com tubos de 41 mm e curso de 245 mm.

Na traseira, o sistema Pro-Link oferece curso de 227 mm e ajuste em sete posições. As rodas são de alumínio, com aro 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira.

O sistema de freios conta com ABS de dois canais, com disco dianteiro de 256 mm e traseiro de 220 mm. O peso a seco declarado é de 143 kg.

Preços e valores de mercado

A Honda Tornado 300 tem preço público sugerido de R$ 30.840, sem frete ou impostos. A versão Special Edition parte de R$ 31.540 nas mesmas condições.

XR 300L Tornado - Divulgação
XR 300L Tornado – Divulgação

De acordo com a Tabela Fipe, os valores médios praticados no mercado são superiores. A versão zero quilômetro da Honda Tornado 300 apresenta média de R$ 34.730.

Já a Special Edition tem valor médio de R$ 36.601, considerando unidades novas.

Os dados de março de 2026 confirmam a evolução da Honda Tornado 300 no mercado brasileiro, com recorde mensal e crescimento relevante na comparação anual.

Shineray lança a SHI 170, moto urbana com motor 169,3 cc, iluminação full LED, conectividade e preço final de R$ 14.480

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Nova SHI 170 traz motor monocilíndrico de 169,3 cm³, injeção eletrônica, iluminação full LED, conectividade Bluetooth, entradas USB e preço final de R$ 14.480,15 – com frete

A Shineray SHI 170 foi lançada no Brasil nesta terça-feira, 14 de abril, como nova opção no segmento urbano, com motor de 169,3 cm³, recursos tecnológicos e proposta voltada ao uso diário. O modelo passa a integrar o portfólio da marca com preço inicial de R$ 13.490,00, chegando a R$ 14.480,15 nas lojas com frete e seguro de frete incluídos.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

A chegada da SHI 170 reforça a estratégia da fabricante de ampliar sua atuação no mercado brasileiro de motocicletas de baixa e média cilindrada. Segundo a marca, o modelo foi desenvolvido para atender tanto deslocamentos urbanos quanto trajetos moderados em rodovias, segundo informações da marca.

Entre os principais pontos apresentados na SHI 170 estão a adoção de injeção eletrônica, iluminação full LED e itens de conectividade, além de um conjunto mecânico atualizado para o segmento.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

Motor e desempenho da SHI 170

A SHI 170 é equipada com motor monocilíndrico de 169,30 cm³, quatro tempos, com duas válvulas e comando simples no cabeçote (SOHC). O sistema de alimentação é por injeção eletrônica (EFI), com refrigeração a ar.

A potência máxima declarada é de 13,59 cv a 8.000 rpm, enquanto o torque atinge 1,17 kgfm a 7.200 rpm. O motor apresenta diâmetro de 63,5 mm, curso de 53,5 mm e taxa de compressão de 9:1.

A transmissão da SHI 170 é de cinco marchas, com embreagem manual multidiscos banhada a óleo e tração final por corrente.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

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Suspensão, freios e ciclística

Na parte ciclística, a SHI 170 utiliza garfo telescópico convencional na dianteira, com curso de 100 mm. Na traseira, o modelo conta com dois amortecedores, com curso de 60 mm.

O sistema de freios é composto por disco dianteiro de 240 mm com acionamento hidráulico e freio traseiro a tambor de 130 mm com acionamento mecânico. Incorpora sistema CBS, que distribui a força de frenagem entre as rodas.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

Estrutura e capacidade

Possui tanque de combustível com capacidade total de 12,5 litros, incluindo 3 litros de reserva. A capacidade de carga é de até 150 kg, considerando piloto e passageiro.

O modelo apresenta capacidade de rampa de 12°, além de oferecer partida elétrica e por pedal, ampliando as opções de uso em diferentes situações.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

Recursos tecnológicos e conectividade

Entre os itens de tecnologia, conta com iluminação full LED em todos os pontos, incluindo farol, lanterna, luz de freio, setas e iluminação de placa.

O painel é digital, e a motocicleta oferece conectividade via Bluetooth, permitindo navegação de mídia por meio de interruptor no guidão. A SHI 170 também inclui entradas USB-A e USB-C com saída de 5V/2A para carregamento de dispositivos móveis.

O sistema elétrico é composto por bateria de 12V/6,5Ah, fusível principal de 20A e ignição integrada ao sistema de injeção eletrônica.

Shineray SHI 170 - Divulgação
Shineray SHI 170 – Divulgação

A SHI 170 já está disponível no mercado brasileiro. O preço público sugerido é de R$ 13.490,00, com adicional de R$ 990,15 referente ao frete e seguro de frete, totalizando R$ 14.480,15 nas concessionárias.

Ficha técnica – Shineray SHI 170

ItemEspecificação
PreçoR$ 13.490,00 + R$ 990,15 (frete e seguro)
Comprimento1.970 mm
Largura750 mm
Altura1.060 mm
Entre-eixos1.305 mm
Altura do assento760 mm
Distância do solo160 mm
Peso líquido104 kg
Peso em ordem de marcha118 kg
Peso bruto total268 kg
Carga máxima150 kg
Velocidade máxima105 km/h
Capacidade de rampa≥ 12°
MotorMonocilíndrico, 4T, 2 válvulas, SOHC
Cilindrada169,30 cm³
Diâmetro x curso63,5 x 53,5 mm
Taxa de compressão9:1
Potência máxima13,59 cv a 8.000 rpm
Torque máximo1,17 kgf.m a 7.200 rpm
RefrigeraçãoAr
AlimentaçãoInjeção eletrônica (EFI)
TransmissãoCorrente
Câmbio5 marchas
EmbreagemMultidiscos banhada a óleo
Suspensão dianteiraGarfo telescópico
Suspensão traseiraDois amortecedores
Freio dianteiroDisco 240 mm
Freio traseiroTambor 130 mm
Sistema de freiosCBS
Pneu dianteiro2.75 – 18″
Pneu traseiro3.00 – 18″
CombustívelGasolina aditivada
Tanque12,5 L
Reserva3 L
Bateria12V / 6,5 Ah
PartidaElétrica e pedal
IluminaçãoFull LED
USBUSB-A e USB-C (5V / 2A)

Bajaj quer concorrer com a Mottu? Veja o que poderá ser lançado ainda neste ano

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A Bajaj confirmou planos de ampliar sua presença no Brasil com novos produtos e sinalizou a chegada de novos produtos, incluindo uma moto de menor cilindrada, com foco em ampliar o alcance da marca entre usuários urbanos e profissionais. A estratégia da Bajaj inclui ao menos três lançamentos em até 12 meses.

A informação é do Director da Bajaj do Brasil, Waldyr Ferreira, em entrevista ao jornalista Rafael Miotto, do site Motoo, que gentilmente nos liberou a publicação da informação. Assista à entrevista completa no final do artigo.

Fábrica da Bajaj em Manaus - Divulgação
Fábrica da Bajaj em Manaus – Divulgação

Durante a conversa, a Bajaj indicou que pretende introduzir um modelo mais acessível no mercado nacional, embora não tenha confirmado qual motocicleta será escolhida.

Além do novo produto, Waldyr também deixou em aberto a possibilidade de explorar modelos de uso voltados ao trabalho, incluindo menções ao conceito de locação.

Bajaj Pulsar N125 - Divulgação
Bajaj Pulsar N125 – Divulgação

Bajaj mira segmento de entrada

A estratégia da Bajaj no Brasil passa pela ampliação do portfólio em faixas de menor cilindrada. O objetivo é atingir consumidores que utilizam motocicletas como ferramenta de trabalho, especialmente em centros urbanos.

Durante a entrevista, o representante da Bajaj mencionou mais de uma vez termos relacionados a locação.

Com o crescimento da Mottu nos últimos anos, praticamente sem concorrentes a altura, não seria um absurdo se a marca indiana ambicionasse algo semelhante. O uso de motocicletas para entregas e deslocamento profissional no Brasil tem aberto espaço para novas marcas e modelos com foco em baixo custo operacional. Mas repetimos, isso não foi declarado oficialmente!

Não foi confirmado qual será o modelo de menor cilindrada a ser lançado no país. No entanto, com base no portfólio disponível na Índia, algumas opções surgem como candidatas.

1 – Bajaj Platina 100

A Platina 100 é atualmente o modelo mais acessível da marca. O preço inicial na Índia é de 68.711 rupias, equivalente a cerca de R$ 3.600 em conversão direta, sem considerar impostos ou custos de importação.

Bajaj Platina 100 - Divulgação
Bajaj Platina 100 – Divulgação

O modelo conta com motor monocilíndrico de 99,59 cc, com potência máxima de 8,2 cv a 7.500 rpm e torque de 0,8 kgf.m a 5.500 rpm. A suspensão dianteira utiliza garfos telescópicos com curso de 135 mm, enquanto a traseira tem duplo amortecedor.

O tanque de combustível tem capacidade para 11 litros e o peso total é de 117 kg. A velocidade máxima informada pela Bajaj é de 90 km/h. O sistema de freios é composto apenas por tambor, sem opção de disco.

2 – Bajaj Platina 110

A Platina 110 apresenta características semelhantes à versão 100, com pequenas diferenças no conjunto mecânico. O preço inicial é de 72.428 rupias, cerca de R$ 3.800 em conversão direta.

Platina 110 - Divulgação
Platina 110 – Divulgação

O motor é monocilíndrico de 115,06 cc, com potência de 9,5 cv a 7.500 rpm e torque de 1 kgf.m a 5.500 rpm. A suspensão mantém o padrão com garfos telescópicos na dianteira e duplo amortecedor na traseira.

O tanque também possui 11 litros de capacidade, com peso total de 116 kg. A velocidade máxima segue em 90 km/h. O modelo conta com freios a tambor e sistema CBS.

3 – Bajaj CT 110X

A CT 110X apresenta um visual diferenciado dentro da linha de entrada da marca. O preço inicial é de 70.700 rupias, equivalente a aproximadamente R$ 3.700.

CT 110X - Divulgação
CT 110X – Divulgação

O modelo traz motor monocilíndrico de 115,45 cc, com potência de 9,5 cv a 7.500 rpm e torque de 1 kgf.m a 5.500 rpm. A suspensão dianteira tem curso de 125 mm, com duplo amortecedor na traseira.

O tanque possui capacidade de 11 litros e o peso total é de 170 kg. A velocidade máxima informada é de 90 km/h. O sistema de freios é a tambor, com CBS.

4 – Bajaj Pulsar N125

A Pulsar N125 aparece como uma opção mais equipada dentro da faixa de baixa cilindrada. O preço inicial na Índia é de 92.270 rupias, cerca de R$ 4.800 em conversão direta.

Pulsar N125 - Divulgação
Pulsar N125 – Divulgação

O modelo se diferencia por trazer freio a disco na dianteira, iluminação em LED e suspensão traseira monoshock. Esses itens colocam a Bajaj Pulsar N125 em um patamar acima das demais opções listadas. Na verdade já a linha Pulsar já se encontra num patamar acima.

O motor é monocilíndrico de 124.59 cc, com potência de 12 cv a 8.500 rpm e torque de 1,12 kgf.m a 6.000 rpm. A proposta combina maior nível de equipamento com preço ainda competitivo dentro do portfólio da Bajaj.

O que esperar?

A Bajaj não divulgou datas específicas para os 3 lançamentos, mas confirmou que pretende introduzir novos modelos ao longo dos próximos 12 meses.

A possibilidade de atuação em serviços ligados à locação segue sem confirmação oficial. Acreditamos que muito em breve teremos a resposta.

Honda CG completa 50 anos, veja como a moto evoluiu da CG 125 Bolinha ao motor 160 cc, e suas edições históricas

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Uma trajetória de cinco décadas, das primeiras Honda CG 125 Bolinha a inovações como etanol, câmbio de cinco marchas, motores 150 e 160 cm³ e séries comemorativas

A Honda CG completa 50 anos neste 2026 como o veículo mais vendido do Brasil. Isso entre carros e motos. Desde o início da produção nacional da Honda, a CG acompanhou transformações no mercado e consolidou sua presença com atualizações constantes ao longo das décadas.

Honda CG completa 50 anos - Divulgação
Honda CG completa 50 anos – Divulgação

A trajetória da Honda CG é marcada por mudanças técnicas, novas motorizações e versões que acompanharam diferentes momentos da indústria.

A CG 125 chegou a ter o Pelé como garoto propaganda nos anos 1970. Em 1981 ganhou uma versão etanol (álcool na época). Durou pouco tempo até que voltou a ser gasolina.

Pelé como garoto propaganda da CG 125 - Divulgação
Pelé como garoto propaganda da CG 125 – Divulgação

Para celebrar o marco, a marca lançou a edição especial “CG 50 Anos”, que resgata elementos visuais históricos. A seguir, a evolução da Honda CG em ordem cronológica, com os principais modelos lançados desde 1976.

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1976 – CG 125 inicia produção nacional

CG 125 "bolinha" - Divulgação
CG 125 “bolinha” – Divulgação

A Honda CG teve início no Brasil em 1976 com a CG 125, primeira motocicleta da fabricante produzida no país. O modelo apresentava visual com ampla aplicação de cromados e tanque arredondado, característica que levou ao apelido “CG Bolinha”.

Na época, a divulgação contou com a participação de Pelé. A motocicleta se destacou pela economia de combustível, durabilidade e uso versátil no dia a dia.

1981 – Versão a etanol

CG 125 álcool - Divulgação
CG 125 álcool – Divulgação

Em 1981, a Honda CG lançou uma versão movida a etanol, tornando-se a primeira motocicleta do mundo com essa tecnologia. O modelo também introduziu o câmbio de cinco marchas, posteriormente adotado nas versões a gasolina.

O sistema incluía um reservatório auxiliar para partida a frio. Apesar do consumo mais elevado, o menor custo do combustível na época favorecia o uso.

1989 – CG 125 Today traz mudanças estruturais

Honda CG 125 Today - Divulgação
Honda CG 125 Today – Divulgação

A CG125 Today foi lançada em 1989 com mais de 70 modificações em relação à geração anterior. Entre os avanços, destacava-se o sistema de ignição CDI, que contribuía para melhor desempenho e eficiência.

O modelo também apresentou mudanças no design, com linhas mais integradas entre tanque e laterais.

1994 – CG 125 Titan consolida nova identidade

CG 125 Titan - Divulgação
CG 125 Titan – Divulgação

Em 1994, a linha Today passou a se chamar Titan. A CG125 Titan trouxe tanque com maior capacidade, de 13 litros, além de novo desenho que favorecia o encaixe do piloto.

A motocicleta também passou a contar com novas alças para o garupa e alterações na traseira.

2003 – Edição especial marca 5 milhões de unidades

Edição especial marca 5 milhões de unidades - Divulgação
Edição especial marca 5 milhões de unidades – Divulgação

Em 2003, a Honda CG atingiu a marca de cinco milhões de unidades produzidas. Para celebrar, foi criada uma versão especial com acabamento em cromo dourado.

O modelo não foi comercializado e permanece em exposição no museu da marca, em Indaiatuba (SP).

2004 – CG 150 Titan amplia desempenho

CG 150 Titan - Divulgação
CG 150 Titan – Divulgação

A introdução do motor de 150 cm³, em 2004, marcou uma das principais mudanças da Honda CG. A nova motorização trouxe tecnologia OHC e melhorias voltadas à eficiência e redução de vibração.

O modelo também passou a contar com sistema SHUTTER-KEY, voltado à segurança. Impedia o acesso ao miolo de ignição.

2006 – CG 125 Fan amplia alcance da linha

CG125 Fan chegou em 2006 - Divulgação
CG125 Fan chegou em 2006 – Divulgação

A CG125 Fan chegou em 2006 com foco em ampliar o acesso ao transporte individual. O modelo manteve características como baixo custo de manutenção e facilidade de condução.

Entre os recursos técnicos, estava a válvula Pair, que auxiliava na redução de emissões.

2014 – Marca de 10 milhões – Copa no Brasil

Edição especial da CG em homenagem à Copa 2014 - Divulgação
Edição especial da CG em homenagem à Copa 2014 – Divulgação

Em 2014, a Honda CG alcançou 10 milhões de unidades vendidas no Brasil. A data foi marcada por uma edição especial da CG 150 Titan EX, com pintura inspirada nas cores nacionais, também homenageando à Copa, disputada no Brasil.

A versão reforçou a presença consolidada do modelo no mercado brasileiro.

2016 – CG 160 atualiza a linha

CG 160 - Divulgação
CG 160 – Divulgação

A Honda CG passou a contar com motorização de 160 cm³ em 2016, substituindo a geração anterior. A mudança trouxe melhorias no desempenho e eficiência.

A linha também passou a adotar freios CBS, sistema que distribui a frenagem entre as rodas.

2016 – Edição 40 anos destaca trajetória

CG Edição 40 anos - Divulgação
CG Edição 40 anos – Divulgação

Ainda em 2016, a Honda CG recebeu a versão “40 Anos”, com pintura inspirada na divisão HRC. O modelo incluía grafismos exclusivos e rodas douradas.

Na ocasião, a linha já acumulava mais de 11 milhões de unidades vendidas.

2019 – CG 160 Titan 25 anos tem série limitada

CG 160 Titan 25 anos - Divulgação
CG 160 Titan 25 anos – Divulgação

Em 2019, foi lançada a CG160 Titan “25 Anos”, com produção limitada a 8 mil unidades. O modelo trouxe grafismos exclusivos e identificação especial no tanque.

A motocicleta manteve motor de 162,7 cm³, transmissão de cinco marchas e chassi Diamond, além do sistema de freios CBS.

2026 – Honda CG 50 anos marca novo capítulo

Honda CG 50 anos - Divulgação
Honda CG 50 anos – Divulgação

A edição “CG 50 Anos” celebra cinco décadas da Honda CG no Brasil. O modelo reúne elementos visuais inspirados em gerações anteriores, mantendo as características atuais da linha.

A proposta é destacar a trajetória da motocicleta e sua evolução ao longo do tempo, acompanhando mudanças tecnológicas e de mercado.

A Honda CG 50 anos simboliza a continuidade de um dos modelos mais relevantes do setor de duas rodas no Brasil. Desde 1976, a Honda CG acumulou milhões de unidades produzidas e manteve presença constante no cotidiano urbano.

Royal Enfield atualiza preços em abril de 2026 após chegada da Classic 650, confira todos os valores por modelo

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Preços atualizados em abril de 2026, com ajustes em grande parte do portfólio, incluindo a inclusão da Classic 650, além de informações sobre disponibilidade, especificações e recomendações de compra

A Royal Enfield atualizou os preços de sua linha de motos no Brasil em abril de 2026. A revisão ocorre após o lançamento da nova Classic 650 e o encerramento do ano fiscal global, com aumentos médios de cerca de R$ 500 em parte dos modelos.

Royal Enfield Classic 650 - Divulgação
Royal Enfield Classic 650 – Divulgação

A marca manteve alguns valores sem alteração, como nos casos da Hunter 350 e da Bear 650. Ainda assim, a maioria dos modelos recebeu ajustes, refletindo a nova estratégia comercial da fabricante no país.

Desde 2017 no Brasil, a Royal Enfield ampliou sua presença com expansão da rede de concessionárias e aumento do portfólio. No cenário global, a marca encerrou o ano fiscal 2025-2026 com mais de 1,23 milhão de unidades vendidas.

Lembrando que a Classic 650 ainda não está nas lojas. A pré-reserva iniciou no dia 11 de abril, por meio do site reserva.royalenfield.com.br e da rede de concessionárias.

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Classic 350

Classic 350 - Divulgação
Classic 350 – Divulgação

20,2 cv a 6.500 rpm e torque de 2,7 kgfm a 4.500 rpm
• Medallion Bronze – a partir de R$ 23.990
• Commando Sand – a partir de R$ 24.490
• Stealth Black – a partir de R$ 24.990

Meteor 350

Meteor 350 - Divulgação
Meteor 350 – Divulgação

20,2 cv a 6.100 rpm e 2,75 kgfm de torque a 4.000 rpm
• Fireball Matte Green, Red e Black – a partir de R$ 24.990
• Stellar Black – a partir de R$ 25.990

Hunter 350

Hunter 350 - Dapper White (branco) - Divulgação
Hunter 350 – Dapper White (branco) – Divulgação

20,2 cv a 6.100 rpm e 2,75 kgfm de torque a 4.000 rpm
• Dapper White e Grey – a partir de R$ 19.990

Guerrilla 450

Guerrilla 450 - Smoke Silver - Divulgação
Guerrilla 450 – Smoke Silver – Divulgação

40 cv a 8.000 rpm e 4,08 kgfm de torque a 5.500 rpm
• Smoke Silver e Peix Bronze – R$ 29.490
• Yellow Ribbon e Brava Blue – R$ 29.990

Himalayan 450

Himalayan 450 - Hanle Black - Divulgação
Himalayan 450 – Hanle Black – Divulgação

40 cv a 8.000 rpm e torque de 4,0 kgfm a 5.500 rpm
• Slate Himalayan Salt (laranja) e Slate Poppy Blue – R$ 29.990
• Hale Black (com pneus com câmara) – R$ 30.990
• Topo de linha (pneus sem câmara, Hale Black e Kamet White) – R$ 31.990

Classic 650

Royal Enfield Classic 650 - Divulgação
Royal Enfield Classic 650 – Divulgação

47 cv a 7.250 rpm e 5,3 kgfm de torque a 5.650 rpm
• Vallam Red – R$ 34.490
• Teal Green – R$ 34.990
• Black Chrome – R$ 35.490

Bear 650

Royal Enfield Bear 650 Wild Honey – Divulgação
Royal Enfield Bear 650 Wild Honey – Divulgação

47 cv a 7.150 rpm e 5,7 kgfm de torque a 5.150 rpm
• Wild Honey – R$ 33.990
• Golden Shadow – R$ 34.490
• Two Forty Nine – R$ 34.990

Shotgun 650

Royal Enfield Shotgun 650
Royal Enfield Shotgun 650 – Divulgação

47 cv a 7.250 rpm e 5,4 kgfm de torque a 5.650 rpm
• Sheet Metal Grey – R$ 34.490
• Drill Green e Plasma Blue – R$ 34.990
• Stencil White – R$ 35.490

Super Meteor 650

Super Meteor 650 Interstellar Green - Divulgação
Super Meteor 650 Interstellar Green – Divulgação

47 cv a 7.250 rpm e 5,3 kgfm de torque a 5.650 rpm
• Astral – a partir de R$ 35.490
• Interstellar – a partir de R$ 35.990
• Celestial – a partir de R$ 37.490

Interceptor 650

Interceptor 650 - Divulgação
Interceptor 650 – Divulgação

47 cv a 7.250 rpm e 5,3 kgfm de torque a 5.650 rpm
• Cali Green – a partir de R$ 30.990
• Black Ray e Barcelona Blue – a partir de R$ 31.990

Continental GT 650

Continental GT - Divulgação
Continental GT – Divulgação

47 cv a 7.250 rpm e 5,3 kgfm de torque a 5.650 rpm
• Slipstream Blue e Apex Grey – a partir de R$ 32.990

Disponibilidade e condições

Os preços divulgados pela Royal Enfield incluem frete e são válidos para abril de 2026. Os valores podem sofrer alterações conforme políticas comerciais da fabricante.

MV Agusta mostra o preço da Rush Titanio; naked de luxo em edição limitada pode chegar a 203 cv

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A MV Agusta Rush Titanio traz motor 1.000 cc com 198 cv de série ou 203 cv com preparação especial Arrow Titanium, peças em titânio, eletrônica avançada Öhlins e limitada a 300 unidades em todo o mundo

A MV Agusta revelou os detalhes completos da Rush Titanio, versão mais extrema da naked esportiva apresentada no fim de janeiro. O modelo luxuoso é equipado com motor de até 203 cv e produção limitada globalmente. Chega ao mercado com preço inicial de €44.900, equivalente a cerca de R$ 267 mil em conversão direta.

MV Agusta Rush Titanio - Divulgação
MV Agusta Rush Titanio – Divulgação

A MV Agusta posiciona a Rush Titanio como uma evolução técnica dentro da linha de alto desempenho da marca. O modelo foi apresentado inicialmente no início do ano e agora teve detalhes de desempenho, ciclística e eletrônica oficialmente confirmados.

Com produção restrita a 300 unidades, a MV Agusta reforça o caráter exclusivo da Rush Titanio, que terá início de fabricação previsto para julho.

Rush Titanio - Detalhe - Divulgação
Rush Titanio – Detalhe – Divulgação

Motor e desempenho

Vamos aos dados! A MV Agusta equipou a Rush Titanio com um motor de quatro cilindros em linha de 1.000 cc. Na configuração padrão, o propulsor entrega 198 cv a 13.500 rpm.

Quando equipada com o escapamento Arrow Titanium homologado para uso em vias públicas, a potência máxima sobe para 203 cv a 14.000 rpm. O torque declarado é de 11,8 kgf.m a 11.000 rpm.

Rush Titanio - Detalhe - Divulgação
Rush Titanio – Detalhe – Divulgação

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Segundo a MV Agusta, o conjunto recebeu atualizações relevantes, incluindo novos comandos de válvulas, mapeamento eletrônico revisado e melhorias na resposta do acelerador.

Além disso, a fabricante adotou relações de transmissão otimizadas e uma relação final mais curta, com foco em melhorar a aceleração e a entrega de potência em diferentes faixas de rotação.

O motor também incorpora componentes em titânio, como 16 válvulas radiais e quatro bielas forjadas. O escapamento slip-on da Arrow reforça essa aplicação de materiais leves.

Rush Titanio - Detalhe - Divulgação
Rush Titanio – Detalhe – Divulgação

Suspensão e eletrônica

A MV Agusta introduziu na Rush Titanio a nova geração do sistema semiactivo Öhlins Smart EC 3. O conjunto utiliza tecnologia Spool Valve, que permite, segundo a fabricante, uma resposta até sete vezes mais rápida em relação a sistemas anteriores.

Outro destaque é a nova plataforma de Controle Baseado em Eventos. O sistema monitora a dinâmica da motocicleta em tempo real e atua de forma integrada com recursos como ABS, controle de tração e controle de empinada.

Rush Titanio - Divulgação
Rush Titanio – Divulgação

Sistema de freios

Na frenagem, a MV Agusta optou por componentes Brembo. Na dianteira, o modelo conta com dois discos de 320 mm, acompanhados de pinças Stylema de quatro pistões.

Na traseira, um disco de 220 mm com pinça de dois pistões completa o conjunto de freios.

Rush Titanio - Divulgação
Rush Titanio – Divulgação

Chegada ao mercado

A MV Agusta informou que a Rush Titanio terá produção limitada a 300 unidades para o mundo inteiro, com início previsto para julho deste ano.

O preço como já adiantamos é de 44.900 euros. Em conversão direta do dia para reais, a quantia corresponde a aproximadamente R$ 267 mil, sem considerar impostos ou custos adicionais.

No momento, o Brasil não conta com distribuidor oficial da MV Agusta, o que implica que eventuais importações oficiais ou paralelas terão custos extras além do valor convertido da fabricante.

Royal Enfield lança oficialmente a elétrica Flying Flea C6; saiba o preço

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A Flying Flea C6 foi lançada oficialmente nesta sexta-feira (10) pela Royal Enfield, marcando a entrada da fabricante no segmento de motos elétricas. O modelo estreia inicialmente na Índia, com entregas previstas até o fim de maio.

Com preço inicial de 279 mil rúpias (cerca de R$ 15.200 em conversão direta), a Flying Flea C6 também será oferecida com o modelo Battery-as-a-Service (BaaS), reduzindo o valor para 199 mil rúpias (aproximadamente R$ 11 mil), sem incluir taxas. Nesse formato, a bateria é utilizada por meio de uma espécie de assinatura mensal.

Royal Enfield Flying Flea C6 - Divulgação
Royal Enfield Flying Flea C6 – Divulgação

A Flying Flea C6 chega posicionada em uma faixa intermediária dentro do portfólio da Royal Enfield no mercado indiano, com valores próximos aos praticados por modelos a combustão da própria fabricante, como a Guerrilla 450 – atualmente oferecida por até 272 mil rupias.

Proposta urbana e construção leve

A Flying Flea C6 foi desenvolvida com foco na mobilidade urbana, priorizando dimensões compactas e baixo peso. Com 124 kg, o modelo passa a ser o mais leve – em linha de produção – da Royal Enfield.

Flea Green - Divulgação
Flea Green – Divulgação

O design segue a proposta neo-retrô, com inspiração na Flying Flea original da década de 1940, utilizada por forças militares britânicas. Entre os destaques está o garfo dianteiro do tipo girder em alumínio forjado, uma solução pouco comum em motos atuais.

A motocicleta será oferecida em duas opções de cores: Flea Green e Storm Black.

 


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Desempenho e autonomia

A Flying Flea C6 é equipada com uma bateria de 3,91 kWh e motor elétrico com potência máxima de 15,4 kW, equivalente a cerca de 20 cv, com torque estimado em 6,1 kgf.m.

Segundo dados da fabricante, o modelo acelera de 0 a 60 km/h em 3,7 segundos e atinge velocidade máxima de 115 km/h. A autonomia declarada é de 154 km, medida com base no ciclo indiano IDC.

Esse padrão considera condições ideais de uso, o que pode gerar variações no desempenho em situações reais, especialmente em tráfego urbano intenso.

Storm Black - Divulgação
Storm Black – Divulgação

Modos de recarga

A elétrica oferece três opções de carregamento: rápido, padrão e lento (trickle). Em condições ideais, a bateria pode ser recarregada de 20% a 80% em pouco mais de 60 minutos.

De acordo com a Royal Enfield, o sistema permite recuperar cerca de 1 km de autonomia por minuto de carga. O abastecimento pode ser feito em tomadas residenciais padrão de 16A.

Carregador de celular - Divulgação
Carregador de celular – Divulgação

Tecnologia e conectividade

Entre os recursos tecnológicos, a Flying Flea C6 inclui conectividade Wi-Fi, Bluetooth e 4G. O modelo também conta com painel TFT touchscreen e navegação integrada com Google.

Outros itens incluem modos de pilotagem configuráveis, sistema de freios com ABS, controle de tração e iluminação full LED. Há ainda suporte para carregamento de smartphones, ampliando a proposta de uso urbano conectado.

Detalhe do Painel - Divulgação
Detalhe do Painel – Divulgação

Lançamento e disponibilidade

A Flying Flea C6 foi lançada inicialmente na Índia e ainda não há confirmação oficial sobre sua chegada a outros mercados, incluindo o Brasil. O modelo, no entanto, já foi visto em testes na Europa, o que indica possível expansão futura.

Detalhe do Motor - Divulgação
Detalhe do Motor – Divulgação

Em comunicado divulgado nas redes sociais da empresa, o CEO da Royal Enfield, B. Govindarajan, afirmou que a Flying Flea C6 representa um marco rumo à mobilidade elétrica, alinhado às comemorações de 125 anos da fabricante.