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| Fotos: reprodução Facebook |
Com expectativa de casa cheia, SuperBike Brasil dá largada em Goiânia
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Selo do INMETRO no capacete: motociclista pode ser autuado em vias públicas
O selo do INMETRO no capacete é um dos principais itens verificados em fiscalizações de trânsito em todo o país e continua sendo motivo de dúvidas entre motociclistas.
Questões relacionadas à validade do equipamento, modelos permitidos e exigências legais costumam gerar interpretações equivocadas, o que pode resultar em multas e penalidades.

De acordo com informações divulgadas pela RS1, empresa especializada em itens para motociclistas, não existe prazo de validade legal para o capacete. O selo do INMETRO no capacete certifica que o produto atende às normas técnicas exigidas no Brasil, mas não estabelece um tempo máximo de uso determinado por lei.
Mesmo sem validade obrigatória, o selo do INMETRO no capacete não elimina a possibilidade de autuação. Os órgãos de trânsito podem penalizar o condutor caso o equipamento apresente problemas de conservação, ausência de itens obrigatórios ou uso em desacordo com as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Validade do capacete e orientações técnicas
Embora não haja prazo de vencimento previsto em legislação, fabricantes costumam indicar a substituição do capacete após cerca de três anos de uso contínuo. Essa orientação leva em conta o desgaste natural das espumas internas, responsáveis pela absorção de impacto, além de fatores como quedas e impactos anteriores.
A RS1 esclarece que a simples existência dessa recomendação não autoriza a aplicação de multas. Desde que o equipamento esteja em boas condições e com o selo do INMETRO no capacete, o motociclista não pode ser penalizado apenas pelo tempo de uso.
Situações que podem gerar multa
As autuações mais frequentes estão relacionadas a falhas visíveis ou descumprimento das normas de uso. Capacete mal ajustado, ausência de adesivos refletivos, danos no casco ou uso de modelos proibidos estão entre os principais motivos de penalização.
A Resolução nº 203/2006 determina que todos os capacetes devem possuir dispositivos retrorrefletivos nas partes frontal, lateral e traseira. Já a Resolução nº 219/2007 estabelece regras específicas para motociclistas profissionais, como motoboys, exigindo faixa refletiva adicional nas cores branca e vermelha, além do selo do INMETRO no capacete.
Capacetes do tipo “coquinho” são proibidos por não oferecerem proteção adequada à nuca e ao queixo. Modelos sem viseira só podem ser utilizados com óculos de proteção apropriados, semelhantes aos de motocross. Óculos escuros, de grau ou de segurança do trabalho não são aceitos para essa finalidade.

Regras sobre viseiras e óculos
De acordo com a RS1, óculos de proteção não podem conter películas, como insulfilm. Viseiras fumê ou espelhadas podem ser utilizadas apenas até as 18h. Após esse horário, a legislação permite exclusivamente viseiras transparentes, independentemente do selo do INMETRO no capacete.
Itens verificados na fiscalização de trânsito
Durante abordagens em vias públicas, a autoridade de trânsito e seus agentes devem verificar os seguintes pontos, conforme orientações do Denatran e do INMETRO:
- Se o condutor e o passageiro estão utilizando capacetes motociclísticos certificados pelo INMETRO;
- Se o capacete possui afixado, na parte traseira do casco, o selo holográfico do INMETRO;
- Na ausência do selo holográfico do INMETRO, a existência da logomarca do INMETRO na etiqueta interna do capacete, conforme a norma NBR 7471;
- O estado geral do capacete, observando avarias, trincas ou danos que indiquem inadequação para uso;
- A presença de dispositivos retrorrefletivos de segurança, conforme especificado nas resoluções vigentes.
As regras reforçam que a atenção ao selo do INMETRO no capacete e às condições gerais do equipamento é fundamental para evitar penalidades e garantir a regularidade durante fiscalizações em vias públicas.
Moto 1000 GP renova parceria com programa internacional de formação de pilotos da Red Bull
Equipe Grelak Comunicação
Pelo segundo ano, série de formação do Brasileiro de Motovelocidade premia um piloto com vaga em seletiva da competição internacional.
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| Equipe Sanderson/Grelak Comunicação |
Brasil Motorcycle Show retorna somente em 2016

Comunicado Oficial – Brasil Motorcycle Show
Depois de dois anos consecutivos, o Brasil Motorcycle Show, maior festival de motociclismo “premium” da Região Sul do Brasil, vai realizar a sua próxima edição em 2016. Na sequência, o evento acontecerá sempre nos anos pares, iniciando um novo formato Bienal, a exemplo do que já acontece em outros grandes eventos do setor, como o Salão do Automóvel e o Salão Duas Rodas de São Paulo.
O festival curitibano reuniu as principais referências do universo duas rodas no Expo Renault Barigui em um formato inédito, integrando a indústria (lançamentos e novidades), o comércio relacionado (acessórios, tuning, capacetes) e o consumidor final, que foi brindado com uma série de atrações específicas, como food trucks, shows musicais e muito entretenimento (apresentações radicais, sorteios de prêmios e desafios). A decisão foi tomada após a realização de pesquisa com expositores e público final, a exemplo do que já tinha sido realizado em 2013.
“Estamos em fase de estudos para realizar edições menores do evento em algumas cidades do interior do Paraná e de Santa Catarina ainda neste ano”, adianta Pedro Colares, um dos promotores do evento.

Dafra cria série “Um dia de scooter”
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| MaxSym 400i é fruto da parceria com a taiwanesa SYM e traz freios ABS, tomada USB e luzes de LED |
Kawasaki anuncia a chegada da Z300 no Brasil
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| Fotos: Divulgação Kawasaki |
Motostory: encontro reúne lendas do motocross brasileiro em São Paulo

Aconteceu no dia 8 de abril, no restaurante Frangaria, em São Paulo, o segundo Encontro Motostory – O início do Motocross no Brasil.
O evento reuniu grandes nomes do motocross no país, como Pedro Bernardo Raimundo (Moronguinho), Roberto Boettcher, Alvaro Candido Filho (Paraguaio), Jorge Negretti, Rogério Nogueira, Nuno Narezzi, Wellington Valadares, Cristiano Lopes, Rafael Ramos, entre outros, além de autoridades do esporte, para um bate-papo sobre o início do MX em terras tupiniquins.
As pessoas presentes puderam prestigiar, além de muitas histórias, fotos e motos utilizadas pelos pilotos no passado. Para Carlãozinho Coachman, um dos idealizadores do projeto Motostory, a participação de pessoas de fora do meio, com pouca ligação ao esporte, foi importante e demonstrou que o projeto está funcionando.
– O Motostory busca enaltecer e resgatar a história da moto no Brasil, e pelos resultados dos eventos que estamos realizando pode-se dizer que estamos indo pelo caminho certo. As pessoas estão entendendo nosso propósito e compartilhando nossas ideias – diz Carlãozinho.
O evento teve como um dos objetivos mostrar para a atual geração os fatos que marcaram a implementação da modalidade no país. Hector Assunção, campeão brasileiro de motocross na categoria MX2 em 2014, foi um dos pilotos da nova safra que esteve presente e pôde trocar experiências com os atletas mais antigos.
– Nosso intuito foi mostrar para a atual geração de jovens o que aconteceu antes deles, revelando erros e acertos para que eles não cometam as mesmas falhas, pois uma coisa é você errar uma vez, agora repetir o erro não é legal – afirma Carlãozinho.
Em fevereiro deste ano já havia acontecido outro encontro Motostory. Naquela ocasião, o homenageado foi Antônio Jorge Neto, o Netinho (piloto de motovelocidade). E mais eventos devem acontecer nos próximos meses, todos seguindo o mesmo estilo dos dois já realizados, com temas diferentes.
O Motostory busca a resgatar a história do mundo da moto no Brasil, compartilhando registros da motocicleta no país desde o final do século 19 e início do século 20. Dentre os planos do projeto, está ainda a criação de um museu com relíquias e o lançamento de um livro, provavelmente para o final de 2016. Uma exposição também pode vir a acontecer em um futuro próximo.


Superliga Brasil de Motocross 2015 muda de data e local
BRMX
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| Luiz Pires/VIPCOMM |
O site brmx.com.br deve fazer a cobertura da transmissão ao vivo, além dos canais Sportv e Bandsports. Serão aproximadamente dez horas de exibição em tempo real direto de Bragança.
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| Duda Bairros/VIPCOMM |
Buell encerra atividades pela 2ª vez
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| Buell 1190 RS (Foto: Divulgação) |
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| Buell 1190SX (Foto: Divulgação) |
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| Erik Buell com a 1190RX |




















