Motos, Solidariedade e Rock’n’Roll: SOS Xanxerê e Ponte Serrada – SC

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Tudo de Motos

Uma festa solidária da União dos Motociclistas de Colombo com 5 bandas e rizoto gratuito deve agitar Colombo. O objetivo: arrecadar fundos e donativos para os desabrigados de Xanxerê e região.

Cartaz do evento SOS Xanxerê e Ponte Serrada/SC
A União dos Motociclistas de Colombo (UMC) e a Coletivo de Ação Cultural de Colombo (COACOL) promovem hoje 1º de Maio um encontro com o objetivo de arrecadar fundos e donativos. As doações são para ajudar à população da região atingida por um tornado em Santa Catarina, nas cidades de Xanxerê, Ponte Serrada e Passos Maia.
Segundo um dos organizadores, Fábio Goulart, Diretor de Gastronomia da COACOL, toda a arrecadação vai ser revertida em prol dos desabrigados da região. A organização toda do evento aconteceu em tempo recorde. Em uma semana os motociclistas conseguiram o local, as bandas, os colaboradores…
A entrada serão donativos: produtos de higiene e limpeza, alimentos não perecíveis, roupas, cobertores ou água. A festa vai ter também um rizoto, servido por um restaurante de Colombo que também está colaborando. Ou seja, o rizoto é gratuito! A arrecadação em dinheiro será com as bebidas e até uma rifa com vários produtos vai estar circulando.
A festa começa as 18h. Serão 5 shows de diferentes bandas, inclusive uma acústica.
Atualizando números do prejuízo
A Secretaria Nacional de Defesa Civil publicou no Diário Oficial da União o reconhecimento de estado de calamidade pública e situação de emergência para Xanxerê e Ponte Serrada, respectivamente. O tornado que atingiu Xanxerê é classificado como F2, a qual atinge ventos de até 250 km/h. Com a destruição, o levantamento concluído pela Defesa Civil até o último dia 27/04/2015, chegou a 2.540 residências destruídas ou destelhadas, além de 10 instalações públicas e 72 empresas. O montante (prejuízo) causado pelo tornado foi contabilizado em R$ 28.017.500,00 em toda a região – Xanxerê, Ponte Serrada e Passos Maia, em Santa Catarina (Fonte: Tudo sobre Xanxerê).
Serviço

Evento: SOS Xanxerê e Ponte Serrada – SC
Local: Chácara Canto Alemão
Rua Antonio Chemin, 50 – Colombo – PR
Início: 18 horas
Entrada: donativos – produtos de higiene e limpeza, alimentos não perecíveis, roupas, cobertores ou água.

Mapa:
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Link do evento no Facebook:
Link do Pterodactilos  Moto Clube no Facebook:

História da Motocicleta e do Motociclismo

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Réplica da primeira motocicleta de que se tem notícia, uma Daimler-Maybach de 1885

Na história da motocicleta, muitas versões de como a primeira surgiu. É uma discussão que não chega a um veredito comum, mas que une as diversas vertentes a concordar num ponto: a motocicleta traduz o verdadeiro espírito de liberdade. Nesse caso tanto faz quem inventou.

Depois da Roda, a invenção do Pneu

Quando a bicicleta passou a dispor de suas características principais um novo problema precisava ser solucionado: as rodas eram de madeira, ferro ou borracha maciça, comprometendo o conforto e a dirigibilidade. Essa restrição só foi superada em 1887, quando o veterinário escocês John Boyd Dunlop imaginou uma espécie de sobrerroda: um tubo de borracha oco, preso à roda por meio de uma tela de brim e enchido com uma bomba de ar. Nascia o pneu. Na França, os irmãos André e Édouard Michelin contribuíram para o rápido aperfeiçoamento dos pneus.

História da Motocicleta - O primeiro modelo Harley-Davidson - Foto: Wikipédia
História da Motocicleta – O primeiro modelo Harley-Davidson – Foto: Wikipédia

As versões do início do Motociclismo em cada continente

Na versão norte-americana da história da motocicleta, o inventor foi Sylvester Howard Roper, nascido nos EUA. Ele viveu entre 1823 e 1896 e desenvolveu um motor de cilindros a vapor (acionado por carvão) em 1867. Esta pode ser considerada a primeira moto, já que tratava-se de uma bicicleta, mas com motor a vapor. Roper criou um sistema de propulsão a vapor em 1869 e, embora muito perigoso, fez sucesso em suas exibições. Muito barulhenta e fedida, ela assustava os cidadãos da época, além do fato de espantar os cavalos que transportavam os poderosos de então. Em 1895, Roper desenvolveu uma versão aperfeiçoada da bicicleta a vapor. Na época, as motocicletas com motores a combustão estavam se tornando viáveis, e a experiência de mais de 30 anos credenciava Roper a fazer o mesmo com os propulsores a vapor. Foi quando o inventor apresentou um veículo melhor, com mais autonomia, reaproveitando o carvão em um compartimento fechado, que, ao mesmo tempo, reduzia o mau cheiro. Em 1º de junho de 1896, Roper decidiu que seu engenho estava pronto para ser exibido ao público.

Partiu então para a pista de corrida de Charles River, e desafiou os pilotos de bicicleta a acompanhá-lo. Com 73 anos de idade, Roper conseguiu uma média de 48km/h na pista de madeira, deixando seus adversários para trás. Empolgado, ele tentou uma nova volta rápida para melhorar sua própria marca, foi quando a frente da bicicleta começou a oscilar, jogando Roper para fora da pista já morto. Todos pensavam que o tombo o teria matado, mas um exame feito depois confirmou um infarto fulminante. Nota-se já desta época a vontade de competir, mesmo que por motivações financeiras ou científicas. Nessa época cheia de descobertas, os inventos de Roper não foram suficientes para tornar o motor a vapor adequado para mover veículos leves como a motocicleta, mas inspiraram aperfeiçoamentos em locomotivas e navios. A história de Sylvester Roper é verídica, mas a paternidade da invenção da motocicleta é contestada.

O motor de combustão interna prevaleceu desde a sua criação e é um dos pilares na construção da motocicleta. Voltando um pouco no tempo, em 1860, na França, já existia um propulsor de combustão, alimentado por gás e fagulha de combustão interna, criado pelo engenheiro belga Étienne Lenoir, que era mais compacto e eficiente que os motores a vapor.

Contudo, a história aponta um engenheiro mecânico chamado Gottlieb Wilhelm Daimler como o inventor da motocicleta. Wilhelm Maybach e Gottlieb Daimler construíram uma moto com quadro e rodas de madeira composto com um motor de combustão interna em 1885. Sua velocidade máxima era de 18 km/h e o motor desenvolvia 0,5 (meio) cavalo de potencia.

Gottlieb Daimler usou um novo motor inventado pelo engenheiro Nikolaus August Otto. Otto inventou o primeiro motor de combustão interna de quatro tempo em 1876, por isso é denominado como Ciclo de Otto, assim que desenvolvido, Daimler (antigo empregado de Otto) o converteu numa motocicleta que alguns historiadores consideram a primeira da historia. Em 1894 Hildebrand e Wolfmüller apresentam em Munique a primeira motocicleta fabricada em série e com claros fins comerciais. A Hildebrand & Wolfmüller manteve-se em produção até 1897. Os irmão russos residentes em París Eugéne e Michel Werner montaram um motor em uma bicicleta. O modelo inicial com motor sobre a roda dianteira teve início de produção em 1897.

Em 1902 foi inventada pelo francês Georges Gauthier, a motoneta (ou scooter, proveniente do inglês scooter), também conhecido como Vespa. A motoneta é um veículo de duas rodas provido de um quadro que preza pela proteção do piloto e com um painel. Foi fabricada a partir de 1914 e teve grande popularidade, sobretudo entre os jovens. Composta com duas rodas menores, e um quadro aberto que permite montá-la sem grande dificuldade. Possui também chassi protegido por carenagem, para proteção do componentes mecânicos, além de oferecer alguns itens de conforto e segurança como porta luvas, porta capacete, roda de estepe. São veículos desenvolvidos especialmente para o uso urbano.

Jawa 350 motocicleta com sidecar
Jawa 350 motocicleta com sidecar

Em 1910 surgiu o sidecar, uma moto com roda lateral que se une ao chassi através de um eixo, e possui um compartimento protegido com carroceria para abrigar uma pessoa. Para seu manejo, é necessário que o passageiro participe das manobras efetuadas pelo piloto, principalmente em manobras de curva.

Depois de retornado da Segunda Guerra Mundial (1945), os soldados americanos pareciam descontentes com as motocicletas que eram fabricadas pela Harley-Davidson e pela Indian. As motos que tiveram contato na Europa eram mais leves e ligeiras, o que transformavam em motos mais divertidas de conduzir. Estes veteranos começaram a mexer e customizar esses modelos, dando início ao que conhecemos como custom.

Confira uma Zündapp – 1951 em plena forma:

Primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade terá suas corridas neste domingo no Autódromo Internacional de Curitiba

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Equipe Grelak Comunicação

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Equipe Sanderson/Grelak Comunicação
Pilotos e equipes do Moto 1000 GP vão dar início nesta quinta-feira (30) à movimentação de pista do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Será o dia das sessões de testes coletivos que vão marcar a preparação das equipes de todas as categorias integrantes do evento no Autódromo Internacional de Curitiba. A programação oficial da primeira etapa será aberta na sexta (1º) com os primeiros treinos livres para as corridas de domingo (3).
Os treinos coletivos terão os pilotos de todas as categorias subdivididos em dois grupos. O grupo 1 congregará os participantes da GP 1000, GP Light e GP 600. No grupo 2 estarão os da série de formação de pilotos GPR 250. Cada grupo terá, na quinta-feira, quatro sessões de treinos de 30 minutos. “É uma programação adequada para que as equipes possam finalizar e afinar o ajuste de suas motos”, observa Gilson Scudeler, promotor do Moto 1000 GP.
As atividades de pista da sexta-feira serão abertas às 12h30. Cada uma das quatro categorias terá quatro sessões livres de 25 minutos entre sexta-feira e sábado (2), dia em que também acontecerão as tomadas de tempo que irão definir as posições de largada do GP Curitiba. Os treinos de aquecimento do domingo terão início às 8h. Em seguida, a partir das 9h50, haverá as corridas das categorias GPR 250, GP Light, GP 600 e GP 1000, pela ordem.

Curso de Pilotagem para Estrada e Cotidiano em Curitiba

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Tudo de Motos

A Route Safety – Treinamento para Motociclistas promove o Curso de Pilotagem para Motociclistas em Curitiba nos dias 9, 16 e 23 de Maio.
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O curso é indicado e destinado à todas as categorias e cilindradas de motocicletas, recém habilitados, a quem há muito tempo não pilota e a quem não se sente seguro ao pilotar.É todo ministrado em pista montada por cones de borracha com velocidade baixa, com isso, são demonstradas as técnicas para uso no cotidiano e em nas estradas.
Os tópicos do Curso:
• Aprenda como se deve fazer curvas ( antes, durante e depois );
• Frenagens e frenagens de emergência e contra-esterço;
• Conheça sobre os limites de inclinações de segurança e da moto;
• Postura do piloto e garupa como se deve conduzir com garupa;
• Direcionamento da moto e controles de aceleração, de embreagem e freio traseiro;
• Uso adequado dos pneus e sobre os equipamentos de segurança; 
• Condutas defensiva e preventiva;
A Route Safety fecha turmas especiais para Moto Grupos, Moto Clubes ou aulas individuais.
O Valor do Curso é R$ 250,00 – Ganhe 10% de desconto! Falando que viu no grupo Moto em Curitiba ou Tudo de Motos!
Para inscrições ou informações:
e-mail: routesafety@outlook.com
Skipe: route.safety 
WhatsApp 41 9698-7965

Yamaha R1M esgota antes mesmo de lançamento!

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Infomoto – Arthur Caldeira

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Mal foi apresentada à imprensa mundial, e a nova Yamaha YZF-R1 já está fazendo sucesso na Europa. A edição limitada R1M, na verdade, nem sequer chegou às lojas e já se esgotou. Isso porque a marca fez uma ação especial, na qual o modelo R1M era vendido exclusivamente por meio de um site onde os clientes podiam reservar uma unidade. De acordo com a Yamaha Europa, as unidades disponíveis para o Continente já foram vendidas em todos os Países em que foram oferecidas.
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Disponível apenas na cor grafite e prata, R1M traz sistema de telemetria
que permite acompanhar o desempenho da moto pelo celular
Batizada de R1M, em clara referência ao modelo da MotoGP, a superbike vem na cor prateada e traz itens focados no desempenho nas pista, como diversas peças em fibra de carbono. A moto também traz mais tecnologia ao já extenso pacote. Além do conjunto de suspensões Öhlins, que pode ser ajustado eletronicamente, a moto ainda traz a Unidade de Comunicação e Controle (CCU) instalada na rabeta. O sistema atua em conjunto com um GPS e se comunica com um aplicativo para Android. O “app” armazena dados da pilotagem, como tempo de volta e ângulo de inclinação e ainda permite que o piloto faça alterações nos controles eletrônicos da moto à distância. Tudo isso, claro, tem um custo, que no caso da YZF-R1M é de US$ 21.990 nos Estados Unidos, o que corresponde a mais de R$ 70.000. Como ainda não há previsão de quando o modelo standard chega ao Brasil, não sabemos se os endinheirados motociclistas brasileiros terão a chance de acelerar a R1M.
Vídeo de lançamento da R1 e R1M:

Supermoto – conheça o piloto José Ferreira Junior

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Eliana Malizia – SupermotoTV

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Foto: Mori Action Media/Mori Filmes
Após quatro anos longe das pistas, o piloto paulistano do SUPERMOTO, José Ferreira Junior retornou às competições em 2014, finalizando a temporada como o 3ª colocado.
Neste ano: 12/04/15, foi dada a largada para o maior campeonato do Supermoto do Brasil, o Supermoto Brasil Cup. O piloto largou na primeira bateria na 12ª segunda colocação e após uma dura batalha com incríveis ultrapassagens,  finalizou como 3ª colocado. Já na segunda bateria, após uma queda do seu companheiro de equipe, assumiu a 2ª colocação logo no início,  que manteve  até a bandeirada final. O piloto conseguiu satisfatória colocação, mesmo pilotando uma moto/ ano 2008 ( Honda CRF 250CC).
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Foto: Mori Action Media/Mori Filmes
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Foto: Mori Action Media/Mori Filmes
Sobre o Supermoto
Supermoto, originalmente em inglês Supermotard é uma variação do motociclismo, uma invenção recente de motocicletas de motocross em um circuito com partes de cimento ou asfalto e partes de trilha Off road, com os pneus lisos, tipo de estrada em vez dos pneus off-road. Algumas trilhas para estes eventos, têm saltos e curvas assim como trilhas verdadeiras do motocross. Para eventos especiais, a trilha de Supermoto pode incorporar rampas do metal para os saltos que podem ser desmontados e feito exame a outras posições. As corridas de Supermoto podem ocorrer em modificadas trilhas, estrada que competem e trilhas, ou mesmo em rua. Há também umas classes para crianças tais como a classe 85cc. Também podem ocorrer em autódromos, onde especificamente, o estilo usado é o drift.
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Supermoto Brasil Cup 2015
O Supermoto Brasil Cup colocou a modalidade em destaque novamente no Brasil, atingindo novos pilotos, espaço na mídia e despertando um grande interesse do público. A modalidade Supermoto vem crescendo no mundo, tendo em vista que os melhores pilotos treinam no supermoto para elevar sua capacidade técnica. No Brasil a modalidade existe à 7 anos, hoje estamos com um Campeonato sólido com mais de 50 pilotos e com total reconhecimento do cenário nacional. O Supermoto Brasil Cup 2015, será composto por 5 (Cinco) etapas percorrendo todo o estado de São Paulo em
kartódromos devidamente estruturados.
Próxima Etapa do Supermoto Brasil Cup 2015:
Local: Kartodromo de Barra Bonita SP
Data: 14/06/2015
Horário: 09:00h

Maico Teixeira levanta arquibancada com vitória na abertura do SuperBike Brasil em Goiânia

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Diego Faustino termina em segundo e garante dobradinha Honda. Danilo Lewis com a Kawasaki em terceiro.
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Os vendedores: Maico Teixeira, Faustino, Lewis, Cachorrão e Bruno Corano – Foto: Wildes Barbosa/VIPCOMM
Goiânia (GO) – Maico Teixeira continua imbatível no SuperBike Brasil. Bicampeão da competição na categoria SuperBike Pro, o piloto da Equipe Honda Mobil venceu neste domingo (26) a abertura da temporada 2015, no Autódromo Internacional de Goiânia. Novo integrante do time vermelho, o paranaense Diego Faustino, que fez a pole position, garantiu a dobradinha Honda com o segundo lugar. José Luiz Cachorrão, também da mesma equipe, ficou com a quarta colocação.
Com a CBR 1000RR Fireblade, Diego fez boa largada, mas logo no início Maico, que saiu na décima posição no grid devido a problemas mecânicos na última parte da SuperPole do sábado, acelerou forte para assumir a ponta. Mesmo com o companheiro de equipe na cola, o gaúcho conseguiu segurar a posição e subiu no lugar mais alto do pódio.
“Foi maravilhoso. Tive umas melhores largadas da minha carreira. Na primeira curva, já estava sem segundo. Concentrei bastante e estudei o Diego e percebi que podia ultrapassá-lo e foi isso que eu fiz. Imprevistos acontecem e tive que largar mais para trás. Mas felizmente deu tudo certo, a moto estava super ajustada e estou feliz com mais essa vitória”, conta Maico.
“Consegui largar bem, mas o Maico veio muito forte. Acredito que ele conseguiu sair melhor dos retardatários. Mesmo assim, estou contente com o desempenho. Foi minha estreia na equipe e o objetivo era subir ao pódio. E foi feito”, diz Diego.
O paulista Cachorrão travou forte duelo com Massao Nishimoto pela quarta colocação e comemorou o desempenho. “Foi uma disputa muito leal com o Massao, a pimentinha que faltava no meu fim de semana. Tive alguns percalços com o equipamento na sexta, mas nossa equipe foi demais com os ajustes. É muito bom ver a Honda em primeiro, segundo e quarto com uma moto que é sensacional”, ressalta Cachorrão.
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Pódio dos vencedores – Foto reprodução SuperBike Youtube
Resultado 1ª etapa SuperBike Brasil – Goiânia (GO)
Corrida SuperBike Pró – Cinco Primeiros
1º Maico Teixeira #36
2º Diego Faustino #68
3º Danilo Lewis #17
4º José Luiz Cachorrão #51
5º Bruno Corano #34

Yamaha faz recall de Ténéré 660 e XT 660R por problema no câmbio

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Do G1, em São Paulo

Defeito pode fazer roda traseira travar e provocar acidente. 
Motos envolvidas no chamado são de ano 2015.
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Foto: Divulgação Yamaha
A Yamaha divulgou nesta sexta-feira (24) o recall das motos XT 660Z Ténéré, com e sem ABS, e da XT 660R, todas de ano 2015. De acordo com a empresa, pode ocorrer uma falta de lubrificação no câmbio, o que danificaria o componente e causaria o travamento da roda traseira.
Modelo XT 660Z Ténéré  – ANO 2015
Chassis de 9C6KM0060F0001990 até 9C6KM0060F0002089
Modelo XT 660Z Ténéré com ABS – ANO 2015
Chassis de 9C6DM0510F0000301 até 9C6DM0510F0000400
Modelo XT 660R – ANO 2015
Chassis de 9C6KM0030F0024416 até 9C6KM0030F0024615
Caso isso ocorra, existe o risco de acidente e lesões aos usuários. A fabricante convoca os proprietários das motos a irem a uma concessionária da marca para a vistoria e, em caso de obstrução, a substituição do parafuso de união do tubo de deliberação do câmbio da motocicleta.
No comunicado, a Yamaha informa ter detectado que a passagem de óleo é interrompida, em razão de uma inconformidade no parafuso de união do tubo de deliberação, impossibilitando a lubrificação do câmbio da motocicleta.

As mudanças da MV Agusta no Brasil

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Marcelo de Barros – motociclismoonline

Marca ativará subsidiária no Brasil a partir de 1º de junho. Dafra segue como montadora.

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Brutale 1090RR ABS –  Foto Divulgação
A mudança não é inesperada, pois segue o plano global, criado após acordo de cooperação firmado com a Mercedes-AMG em 2014, que possui atualmente 25% das ações da marca italiana. A partir de 1º de junho, a subsidiária brasileira assume a gestão da marca e será responsável pela distribuição das motos, pós-venda e comunicação. A Dafra, parceira da MV Agusta desde 2011, continuará como montadora, em Manaus.
“Ao possibilitar que companhias mundiais pudessem vir para o Brasil de forma consistente e sustentável não só fortalecemos nossa empresa, mas contribuímos de fato para a história do segmento de duas rodas no nosso País”, afirma Jose Ricardo Siqueira, gerente de marcas da Dafra. “Cumprimos nosso papel de reintroduzir a marca no mercado nacional. Agora, a partir da reestruturação global a qual a companhia passa, seguimos com atribuições mais limitadas, o que nos permitirá concentrarmo-nos em outros projetos.”
Para dar andamento ao novo projeto, estará à frente da subsidiária da MV Agusta o executivo Vladimir Zaitseff. Com quase 30 anos de experiência no setor automotivo, com passagens por empresas como BMW e Honda, Vladimir tem a tarefa de promover no Brasil as reformulações que já estão em andamento em outros mercados, visando crescimento no médio/longo prazo.
“Continuamos com a parceria com a DAFRA, que possui experiência técnica na montagem e homologação de produtos para o mercado nacional e para nós isso é muito importante, especialmente pelos planos de ampliação de nossa linha de modelos para o mercado brasileiro”, afirma Vladimir. “Para este novo momento global da MV Agusta o Brasil, assim como Estados Unidos e Ásia, são mercados prioritários e certamente trabalharemos para fortalecer ainda mais a presença da marca no País”, complementou.
Confira o Vídeo de apresentação da Brutale 1090RR ABS:

Hospitais classificam acidentes com motos em SC como ‘epidemia’

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Do G1 SC

De 10 acidentados que chegam aos hospitais, 6 pilotam motocicletas.
Demanda tão grande vem prejudicando outros setores das unidades.
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Foto: Camila Oliveira
Os acidentes envolvendo motocicletas já são considerados uma epidemia em Santa Catarina. Conforme apurado pela reportagem da RBS TV, de 10 acidentados que chegam aos hospitais, 6 dirigem motocicleta. Em 2014, o estado registrou 3.966 feridos e 135 mortes em acidentes com motos nas rodovias federais.
Muitas vezes, o motociclista não tem culpa, não foi ele que errou. Porém, mesmo quando ele agiu da forma correta, mas se envolveu num acidente, em 99% dos casos, é este motociclista que vai se machucar”, informa o chefe de comunicação da Polícia Rodoviária Federal, Luiz Graziano.
No hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis, referência em ortopedia e traumatologia, os acidentes com motociclistas já viraram uma epidemia, segundo o diretor da unidade, Pedro Araújo. “Todos os dias, todas as horas, a hora que você chegar, independente do dia, você vai encontrar paciente acidentado que dirigia moto. É uma epidemia”, relata Araújo. 

Demanda crescente

Mais de um terço do orçamento de R$ 1,3 milhão do Hospital Celso Ramos, na capital, é gasto somente com pacientes envolvidos em acidentes de motocicleta. “Pra uma só especialidade, o trauma, gastar um terço do hospital desse tamanho, é muita coisa.”, relata Libório Soncini, diretor da unidade.
E esta demanda tão grande já começa a afetar pacientes de outros setores no Hospital Regional de São José. Os acidentados são tantos, que não sobra tempo para outros tipos de cirurgia. “É uma angústia pra todos. Você chegar pro paciente “olha, sua cirurgia não vai ser realizada porque chegou uma emergência”, conta o diretor da unidade.

Referência em ortopedia

Pacientes de todo o estado vêm à região da Grande Florianópolis para buscar atendimento em um dos dois hospitais. Este é o caso do Leandro Abraão, que viajou de Joaçaba à capital e não conseguiu fazer a cirurgia.
Isso acontece porque Santa Catarina conta apenas com estes dois hospitais como referência na área de ortopedia. “Mesmo que a pessoa tenha dinheiro, que queira pagar, não adianta. Ela vai ter de vir pro Hospital Celso Ramos ou pro Regional de São José”, explica Soncini.
Link da Reportagem: