No início dos anos 90, a Honda lançou a NX 350 Sahara com carenagem robusta, partida elétrica e versatilidade. Virou sonho de muitos brasileiros. O nome “Sahara” tem história!
A Honda aproveitou o prestígio das vitórias no Rally Paris-Dakar para criar uma moto com cara de deserto, porém pensada para o dia a dia brasileiro.
Honda NX 350 Sahara – Divulgação
A NX 350 Sahara nasceu com base técnica da XLX 350R, mas ganhou uma carenagem volumosa que lembrava o modelo que venceu o Dakar nos anos anteriores.
O lançamento ocorreu em 1990, mas as vendas só ganharam força alguns anos depois.
Origem e inspiração das pistas de areia
No final dos anos 1980 a Honda dominou o Rally Paris-Dakar, vencendo quatro edições seguidas, 1986, 1987, 1988 e 1989, com o protótipo NXR 750V. O impacto dessas conquistas inspirou a criação da NX 350 Sahara no Brasil, lançada na metade de 1990.
A proposta era aproveitar a aura das ralis-raids e oferecer ao público uma trail com visual de competição, ao mesmo tempo que mantinha a mecânica conhecida e confiável de modelos anteriores.
Honda NXR 750V inspiração para a NX 350 Sahara – Divulgação
Design, técnica e a pequena grande novidade
Tecnicamente a NX 350 Sahara compartilhava motor e parte ciclística com a XLX 350R, porém foi “vestida” com uma carenagem que abraçava as laterais do tanque, criando uma estética mais imponente e oferecendo proteção aerodinâmica.
Uma inovação decisiva apareceu no punho direito, a tão aguardada partida elétrica, que solucionou a única crítica frequente à XLX 350R, modelo que exigia mais que habilidade, exigia “força” para ser ligado no pedal.
Esteticamente foi mantida simplicidade mecânica, com atualizações discretas ao longo dos anos, como a mudança da ponteira de escape da versão inicial, preta, para um revestimento em aço inox.
Honda NX 350 Sahara – Divulgação
Produção, mercado e legado
Sobre números, de julho de 1990 até setembro de 1999 exatamente 42.381 NX 350 Sahara foram produzidas, conforme informação divulgada diretamente pela Honda Brasil.
A chegada em um período de instabilidade econômica limitou o alcance inicial da moto, e só com a estabilização trazida pelo Plano Real as vendas realmente decolaram, com recordes em 1996 e 1997.
Honda NX 350 Sahara – Divulgação
Razoavelmente potente, robusta, confortável e versátil, a NX 350 Sahara ocupou o imaginário de muitos brasileiros, mesmo de quem não pôde comprá-la na época.
A substituição veio com a NX4 Falcon, que herdou a mecânica da Sahara, trazendo um visual “menos deserto”, adequado às tendências dos anos 2000.
No final de 2023, a Honda lançou a XRE 300 Sahara, modelo que atualizou e substituiu a XRE 300. O nome Sahara retornando como uma homenagem a um dos modelos que marcaram parte da história da marca no Brasil.
Convocação abrange esportiva R15 2025 para verificação e eventual substituição gratuita da unidade hidráulica do sistema de freios ABS. Troca deverá ser agendada.
A Yamaha Brasilanunciou um recall envolvendo a esportiva carenada R15 2025 vendida no país, por risco de falha na unidade hidráulica do sistema antitravamento, o ABS.
Yamaha convoca recall da R15 2025 – Divulgação
O objetivo é inspecionar as motos afetadas e, se necessário, substituir a peça sem custo para o proprietário, com atendimento em concessionárias autorizadas.
A convocação vale para chassis não sequenciais dentro da faixa informada, e o serviço tem tempo médio estimado de 1 hora e 30 minutos, conforme informação divulgada pela Yamaha Brasil.
Qual é o problema identificado?
A empresa informou que algumas motocicletas foram montadas com a unidade hidráulica do ABSfora da especificação adotada para o mercado brasileiro, condição que pode impedir o funcionamento adequado do sistema antitravamento.
Segundo a marca, apesar de o sistema de freios continuar operando de forma convencional, a função ABS pode não atuar em situações de frenagem brusca, o que pode resultar no travamento das rodas e perda de estabilidade.
Yamaha convoca recall da R15 2025 – Divulgação
Em nota, a Yamaha alerta que, nessas circunstâncias, há risco de derrapagem da motocicleta e possibilidade de acidentes com lesões graves ou fatais aos condutores, passageiros e terceiros, destacando a necessidade da intervenção preventiva.
Chassis foram convocados
O recall abrange motocicletas R15 2025 com numeração de chassi compreendida entre 9C6RG8310S0014203 e 9C6RG8310S0016897. A empresa esclareceu que a relação é válida para chassis não sequenciais, por isso proprietários devem checar o número exato do veículo.
Informação
Detalhes
Modelo
Yamaha R15
Ano-modelo
2025
Chassis
De 9C6RG8310S0014203 até 9C6RG8310S0016897 (não sequenciais)
Sistema afetado
Unidade hidráulica do freio ABS
Tempo médio de reparo
1h30min
Proprietários podem verificar o chassi no documento do veículo e, em caso de dúvida, procurar uma concessionária autorizada Yamaha para confirmação.
Yamaha convoca recall da R15 2025 – Divulgação
O que o proprietário deve fazer
Os donos das unidades envolvidas devem agendar atendimento em concessionária autorizada Yamaha para a realização da inspeção e, se necessário, a substituição da peça, sem qualquer custo ao consumidor.
Para agendar ou obter mais informações, a Yamaha orienta os consumidores a acessar o site oficial da marca ou entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800 774 3738, disponível em horário comercial.
O serviço de inspeção e troca, quando indicado, tem tempo médio estimado de 1 hora e 30 minutos por motocicleta, conforme informado pela fabricante.
A Moto Morini Kanguro 300 foi apresentada em duas versões, Standard e Rally, com rodas 21/18, suspensões de longo curso, ABS desligável e vocação off‑road leve e versátil. Vem para o Brasil?
A Moto Morini apresentou neste EICMA 2025, em Milão, uma nova trail compacta. A moto busca unir leveza e capacidade fora de estrada, com soluções que facilitam a pilotagem em trilhas e no dia a dia.
A proposta revive um nome clássico dos anos 1980, mantendo proporções esguias e um desenho funcional, pensado para ser porta de entrada ao universo aventureiro da marca italiana.
O modelo tem duas configurações, com diferenças claras entre uso urbano e off‑road, e traz detalhes técnicos pensados para centralizar massas e melhorar a estabilidade, conforme informação divulgada pela marca durante o EICMA 2025, que aconteceu no mês passado.
A Kanguro 300 foi apresentada em duas versões, Standard e Rally. A Standard tem para‑lama baixo e visual mais urbano, enquanto a Rally aposta em para‑lama alto e proposta mais voltada ao uso fora de estrada.
O design, assinado pelo centro de estilo da Moto Morini na Itália, presta homenagem à Kanguro original, com linhas limpas e proporções esguias. Um detalhe funcional é o tanque de combustível sob o assento, que ajuda na centralização de massas e melhora a estabilidade em trilhas.
Moto Morini Kanguro 300 – versão para emplacamento – Foto: Divulgação EICMA
O chassi combina aço com balança e subquadro em alumínio, buscando equilíbrio entre robustez e leveza.
Motor, suspensão e especificações
A Kanguro 300 usa um motor monocilíndrico de 300 cc que entrega cerca de 34 cv de potência e 2,8 m.kgf de torque, acoplado a câmbio de seis marchas.
Para enfrentar trilhas, as suspensões têm curso longo, com garfo de 41 mm de diâmetro e amortecedor traseiro com link progressivo, oferecendo até 250 mm de curso.
Moto Morini Kanguro 300 – versão para emplacamento – Foto: Divulgação EICMA
As rodas são de 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira, reforçando a vocação off‑road. O sistema de frenagem traz ABS que pode ser desligado para uso em terra.
Possível chegada ao Brasil
A Moto Morini já comercializa modelos no Brasil, como Seiemmezzo STR e SCR, X‑Cape 650 e Calibro, e tem lançamentos confirmados para 2026, entre eles Allthrike 450 e X‑Cape 1200.
Segundo Fabricio Morini, presidente da Moto Morini Brasil, a empresa fará esforços para trazer a Kanguro 300 ao País. Ele afirmou que a moto tem “tudo para conquistar o motociclista brasileiro: é leve, versátil e autêntica“.
Se confirmada, a Kanguro 300 se posicionaria como uma porta de entrada para a linha aventureira da marca no Brasil, oferecendo uma opção compacta para quem quer começar no mundo trail sem abrir mão de capacidade fora de estrada. O preço não foi revelado, nem durante o EICMA, nem em consulta recente no site europeu da marca.
O Rali Dakar 2026 ou somente Dakar 2026, marca a 48ª edição da mais tradicional prova do off-road mundial e volta a ser disputado integralmente na Arábia Saudita, entre os dias 3 e 17 de janeiro de 2026. Confira os principais nomes nas motos.
Sob organização da A.S.O. e direção esportiva de David Castera, o evento reunirá pilotos e equipes das principais categorias do Rally Raid em um percurso que privilegia resistência, navegação e estratégia.
Rali Dakar 2026: a maior competição off-road do mundo – Divulgação
O Rali Dakar 2026 será realizado entre os dias 3 e 17 de janeiro, com largada e chegada na cidade de Yanbu. O percurso terá formato de circuito fechado, com 13 etapas mais um Prólogo, totalizando cerca de 8.000 quilômetros. Desse total, aproximadamente 5.000 km serão cronometrados para a categoria de motos.
Mesmo sendo a sétima edição consecutiva disputada na Arábia Saudita, o Rali Dakar 2026 traz mudanças importantes no desenho do trajeto. A principal delas é a retirada do deserto do Empty Quarter, o maior deserto contínuo do mundo, sem que isso represente redução no nível de dificuldade da competição.
Rali Dakar 2026 – Divulgação
Estrutura da prova e calendário oficial
O Rali Dakar 2026 começa oficialmente no dia 3 de janeiro com o Prólogo, etapa curta que define a ordem de largada para a primeira especial. A partir daí, os competidores enfrentam duas semanas de disputa intensa, com apenas um dia de descanso, programado para 10 de janeiro, em Riade.
Ao longo do percurso, os pilotos de moto enfrentarão terrenos variados, incluindo areia fofa, trechos de pedra, cascalho, desfiladeiros e regiões montanhosas. A diversidade de pisos exige atenção constante à navegação e capacidade de adaptação da pilotagem.
A edição de 2026 contará ainda com duas etapas maratona. Nessas etapas, os pilotos não poderão contar com apoio mecânico das equipes e terão acesso apenas a um conjunto limitado de ferramentas. O pernoite será realizado nos chamados “Bivouacs Refúgio”, com estrutura reduzida e foco na autonomia dos competidores.
Trajeto mais técnico e impacto na mecânica
Segundo a direção da prova, o Rali Dakar 2026 foi planejado para reduzir a influência da velocidade máxima como fator decisivo. O objetivo é aumentar a complexidade da navegação e o nível técnico das especiais, tornando a disputa mais equilibrada.
O australiano Daniel Sanders é o favorito mais uma vez – Divulgação
Essa abordagem afeta diretamente a durabilidade das motos. Mesmo com velocidades médias menores, o desgaste de componentes como suspensão, pneus e motor tende a ser elevado. A capacidade de gerenciamento mecânico será decisiva para quem busca completar o Rali Dakar 2026 com bom desempenho.
Esta será a edição com maior distância total desde que a prova passou a ser realizada na Arábia Saudita. O aumento da quilometragem reforça o caráter de resistência do evento e amplia os desafios para pilotos e equipes.
O nome mais observado no Rali Dakar 2026 é o do australiano Daniel “Chucky” Sanders. Atual campeão mundial de Rally Raid e vencedor da última edição do Dakar, ele alinhará com o número 1 na KTM 450 Rally, condição reservada ao atual campeão da prova.
Caso vença novamente, Sanders se tornará o primeiro piloto a conquistar títulos consecutivos do Dakar em dez anos, feito alcançado pela última vez por Marc Coma, em 2014 e 2015. A missão, no entanto, será desafiadora diante do nível do grid.
Na equipe Red Bull KTM Factory Racing, além de Sanders, estão confirmados Luciano Benavides (#71) e o espanhol Edgar Canet (#73), que sobe da categoria Rally2 para a classe principal RallyGP no Rali Dakar 2026.
A principal adversária segue sendo a Monster Energy Honda HRC. A equipe japonesa contará com Ricky Brabec (#9), Skyler Howes (#10), Adrien Van Beveren (#42) e Tosha Schareina (#68), vencedor do Rally do Marrocos, última etapa da temporada de Rally Raid antes do Dakar.
Rali Dakar 2026 – mapa do trajeto – Divulgação
Outros pilotos e diversidade de fabricantes
Além das equipes oficiais, o Rali Dakar 2026 terá uma lista extensa de pilotos capazes de disputar vitórias em etapas. Entre eles estão Bradley Cox (#7, Sherco), Nacho Cornejo (#11, Hero), Mason Klein (#98, Hoto) e Ross Branch (#46, Hero).
Na categoria de motos, a edição contará com representantes de onze fabricantes: KTM, Honda, Hero, Sherco, Husqvarna, Kove, Hoto, GasGas, Yamaha e Rieju. A variedade de marcas reforça o caráter técnico e internacional do Rali Dakar 2026.
França e Espanha são as nacionalidades mais representadas no grid, somando mais de um terço dos pilotos inscritos, seguidas pela Itália. Não haverá representantes do Brasil na categoria de motos. O brasileiro Lucas Moraes, atual campeão mundial de Rally-Raid, deverá competir numa pick-up.
Equipe Honda preparada para o Rali Dakar 2026 – Divulgação
Etapas do Rali Dakar 2026
3 de janeiro – Prólogo – Yanbu / Yanbu – Especial: 23 km – Total: 98 km
4 de janeiro – 1ª etapa – Yanbu / Yanbu – Especial: 305 km – Total: 518 km
5 de janeiro – 2ª etapa – Yanbu / Alula – Especial: 400 km – Total: 504 km
6 de janeiro – 3ª etapa – Alula / Alula – Especial: 422 km – Total: 666 km
7 de janeiro – 4ª etapa – Alula / Bivouac Refúgio – Especial: 417 km – Total: 492 km
8 de janeiro – 5ª etapa – Bivouac Refúgio / Hail – Especial: 356 km – Total: 417 km
9 de janeiro – 6ª etapa – Hail / Riade – Especial: 331 km – Total: 920 km
10 de janeiro – Dia de descanso – Riade
11 de janeiro – 7ª etapa – Riade / Wadi Ad-Dawasir – Especial: 462 km – Total: 876 km
12 de janeiro – 8ª etapa – Wadi Ad-Dawasir / Wadi Ad-Dawasir – Especial: 481 km – Total: 717 km
13 de janeiro – 9ª etapa – Wadi Ad-Dawasir / Bivouac Refúgio – Especial: 418 km – Total: 540 km
14 de janeiro – 10ª etapa – Bivouac Refúgio / Bisha – Especial: 371 km – Total: 417 km
15 de janeiro – 11ª etapa – Bisha / Al Henakiyah – Especial: 347 km – Total: 882 km
16 de janeiro – 12ª etapa – Al Henakiyah / Yanbu – Especial: 310 km – Total: 718 km
17 de janeiro – 13ª etapa – Yanbu / Yanbu – Especial: 105 km – Total: 141 km
Nova SBM 250 Trail deverá chegar às concessionárias SBM ainda nos primeiros meses de 2026, pelo preço sugerido de R$ 24.990, com motor monocilíndrico DOHC, de 31 cv, ABS de dois canais, e rodas 19/17.
A Shineray através de Thomas Medeiros, diretor comercial e de produtos, confirmou a chegada da SBM 250 Trail ao mercado brasileiro, com preço definido e previsão de lançamento no começo de 2026.
SBM 250 Trail deverá chegar às concessionárias SBM ainda nos primeiros meses de 2026 – Divulgação
A moto surge para disputar o segmento de uso misto na faixa de 250/300 cc, com proposta técnica agressiva e configuração diferente das rivais.
Preço e lançamento
A SBM 250 Trail terá preço sugerido de lançamento de R$ 24.990, segundo a fabricante, e a chegada às lojas está estimada ainda nos primeiros meses de 2026.
O modelo será comercializado nas concessionárias SBM, a nova marca da Shineray do Brasil, e pretende disputar um mercado concorrido com modelos como Honda Sahara 300 e Yamaha Lander 250.
SBM 250 Trail – motor monocilíndrico de 250cc – Divulgação
Motor, potência e câmbio
A todo terreno da SBM traz motor de 1 cilindro, DOHC, com refrigeração líquida. A Shineray divulgou os números de performance, já considerados oficiais.
A potência máxima é de 31 cavalos a 9.000 rpm, e 2,6 Kgf.m de torque a 7.000 rpm, e a transmissão é feita por um câmbio de 6 marchas.
Chassi, suspensões e eletrônica
A SBM 250 Trail adota suspensão dianteira invertida, do tipo USD, e amortecedor traseiro, o que sugere foco em resposta e estabilidade em pisos variados.
SBM 250 Trail -painel totalmente digital – Divulgação
As rodas são raiadas, com 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, e a moto conta com ABS de dois canais e freios a disco nas duas rodas.
O conjunto óptico é FULL LED e o painel é 100% digital em LCD.
Segundo a Shineray do Brasil, o peso seco é de 130 kg e o tanque tem capacidade para 13 litros.
SBM 250 Trail – parceria com a QJ Motor – Divulgação
As medidas informadas são 2.050 mm (comprimento), 870 mm (largura) e 1.250 mm (altura), com assento a 850 mm e altura mínima do solo de 280 mm. A distância entre-eixos é de 1.280 mm.
Sobre a origem do projeto, a empresa confirmou que a SBM 250 Trail tem base de parceria com a QJ Motor, como outros modelos já lançados da mesma SBM Shineray.
Motos 2026: o que vem por aí! No mercado aquecido do país, com mais de 2 milhões de motocicletas emplacadas, as marcas anunciam scooters, trails, naked, cafe racer e big trails para o próximo ano.
O calendário das duas rodas para 2026 já tem nomes confirmados, e a variedade impressiona. As marcas vêm anunciando modelos pensados tanto para quem usa a moto no dia a dia, quanto para quem busca desempenho e tecnologia em estradas e pistas.
CB 1000 Hornet SP: entre as motos 2026 aguardadas por aqui – Divulgação
Segundo dados da Fenabrave, mais de 2 milhões de motocicletas foram vendidas no Brasil em 2025. Diante desse contexto, as marcas aceleraram seus cronogramas e confirmaram uma série de lançamentos voltados a diferentes perfis de consumidores.
Todos os modelos citados a seguir fazem parte da lista com base exclusivamente em informações oficiais divulgadas pelas próprias fabricantes, em eventos, comunicados institucionais ou apresentações técnicas. Não há previsões de datas, nem dados especulativos incluídos.
Dafra ADX 150
Entre as motos 2026 de perfil urbano, a Dafra ADX 150 se destaca no segmento de scooters com proposta aventureira. Apresentada ao público durante o Festival Interlagos 2025, o modelo chamou atenção pelo visual robusto, que lembra scooters já consolidados no mercado.
Dafra ADX 150 – Divulgação
A ADX 150 está praticamente certa para disputar espaço com modelos como Honda ADV 160 e Shineray Urban 150. A proposta é atender quem busca praticidade no dia a dia, aliada a uma posição de pilotagem elevada e visual mais agressivo, tendência crescente entre as motos 2026 de baixa cilindrada.
CF Moto Ibex 450
A CF Moto confirmou oficialmente a chegada da Ibex 450 ao Brasil no primeiro trimestre de 2026. O modelo integra a estratégia da marca chinesa de ampliar sua presença no país, especialmente no segmento de trails de média cilindrada.
Motos 2026 no Brasil – Ibex 450 – Divulgação
Entre as motos 2026, a Ibex 450 é voltada ao uso misto, com foco em versatilidade tanto no asfalto quanto fora dele, atendendo um público que busca equilíbrio entre desempenho e custo.
CF Moto 450CL-C e 450CL-C Bobber
CF Moto 450CL-C – Divulgação
A linha custom da marca também aparece entre as motos 2026. A CF Moto 450CL-C traz motor bicilíndrico de 449 cm³, potência de 40,7 cv e torque de 4,2 kgfm, com câmbio de seis marchas e injeção eletrônica. A velocidade máxima estimada é de 153 km/h.
450CL-C Bobber – Divulgação
A versão Bobber mantém a mesma base mecânica, mas se diferencia pelo estilo, com rodas de 16 polegadas, assento mais baixo, suspensão dianteira invertida e guidão elevado. Ambas estão previstas para o primeiro semestre de 2026.
CF Moto Ibex 700
Fechando o pacote da marca entre as motos 2026, a Ibex 700, também conhecida como 700MT, traz motor bicilíndrico DOHC de 693 cm³, com 68 cv a 9.500 rpm e torque de 6,1 kgf.m a 6.000 rpm.
CF Moto Ibex 700 – motos 2026 – Divulgação
O modelo conta ainda com suspensão dianteira invertida, monoamortecedor traseiro ajustável, iluminação full LED e painel TFT de 5 polegadas com proteção contra água e poeira. A chegada também está prevista para o primeiro semestre de 2026.
BMW R12 G/S
A BMW Motorrad Brasil confirmou a produção nacional da R12 G/S, apresentada globalmente em março de 2025. A motocicleta passa a integrar a lista de motos 2026 fabricadas no país.
BMW R12 G/S no Brasil – Divulgação
Inspirada nas motos clássicas de enduro, a R12 G/S combina rodas raiadas, para-lama dianteiro elevado e carenagem compacta, mantendo uma proposta visual retrô aliada a tecnologias atuais.
Honda CB 1000 Hornet
A Honda apresentou a CB 1000 Hornet no Brasil, durante o Festival Interlagos 2025. O modelo chega ao nosso mercado em duas versões, Standard e SP, ambas com motor derivado da CBR 1000 RR Fireblade.
Honda CB 1000 Hornet – Grand Prix Red – Divulgação
Entre as motos 2026, a Hornet 1000 se destaca pela potência de até 157 cv e torque máximo de 10,6 kgfm, posicionando-se como uma das naked mais potentes previstas para o período. Sem falar que é um dos lançamentos mais aguardados dos últimos anos.
A Triumph confirmou a chegada das Tracker 400e Thruxton 400 no primeiro semestre de 2026. Ambas as motos 2026 utilizam o motor TR-Series monocilíndrico de 398 cm³, agora recalibrado para entregar 42 cv a 9.000 rpm, com torque de 3,7 kgf.m.
Thruxton 400 – Divulgação
A Thruxton 400 adota visual café racer, com carenagem frontal, enquanto a Tracker 400 é voltada ao estilo dirt track, ampliando a variedade estética da linha.
Royal Enfield Bear 650 e Classic 650
A Royal Enfield poderá ter pelo menos dois lançamentos importantes entre as motos 2026. A Bear 650, apresentada globalmente em outubro de 2024, teve seu cronograma ajustado e agora está confirmada para o Brasil em 2026.
Royal Enfield Bear 650 – Divulgação
Já a Classic 650 foi revelada durante o EICMA 2024 e utiliza o conhecido motor bicilíndrico da família Twin 650, já presente em modelos como Interceptor, Continental GT e Super Meteor.
Royal Enfield Classic 650 é apresentada no Salão de Milão 2024
Voge DS900X
A Voge DS900X figura entre as motos 2026 com proposta premium. Trata-se de uma big trail equipada com recursos como quickshifter, radar traseiro de alerta de colisão, para-brisa ajustável e manoplas aquecidas.
Voge DS900X – Divulgação
O modelo foi apresentado oficialmente em 2025 e reforça a estratégia da marca chinesa em competir em segmentos mais elevados do mercado brasileiro.
SBM 250 Trail
A SBM 250 Trail integra a divisão premium da Shineray e chega como uma das motos 2026 voltadas ao uso versátil. O modelo pesa 130 kg a seco e conta com suspensão dianteira invertida, traseira monoshock e ABS nas duas rodas.
SBM 250 Trail – Divulgação
As rodas são de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira, reforçando o perfil misto da motocicleta.
Moto Morini Alltrhike 450
Revelada durante o Festival Interlagos 2025, a Alltrhike 450 é uma das motos 2026 da sino-italiana Moto Morini. O modelo pesa 170 kg a seco e utiliza motor bicilíndrico de 450 cilindradas, com 44 cv de potência e 4,4 kgfm de torque.
Alltrhike 450 – Divulgação
Avelloz AZ170 Bravo
Fechando a lista de lançamentos de motos 2026, a Avelloz AZ170 Bravo marca a estreia da fabricante pernambucana no segmento street. Desenvolvida em parceria com a chinesa Loncin, a motocicleta mira concorrentes consolidados como nova Yamaha Factor e Honda CG 160.
Avelloz AZ170 Bravo – Divulgação
A proposta é atender o uso urbano, com foco em robustez e funcionalidade para o trânsito das grandes cidades.
Com confirmações oficiais já divulgadas, as motos 2026 mostram que o próximo ano será marcado por uma ampla variedade de lançamentos no Brasil. Os modelos devem chegar ao mercado ao longo de 2026, conforme os cronogramas anunciados por cada fabricante.
A Thruxton 400, nova café racer da família 400 da Triumph, se apresenta com uma semi-carenagem, ergonomia esportiva e previsão de desembarque no 1º semestre de 2026.
A Triumph Thruxton 400 está confirmada para o Brasil como parte da expansão da linha 400 da marca britânica, trazendo proposta inspirada nas clássicas café racers.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
O modelo combina visual esportivo, ergonomia mais inclinada e ajustes mecânicos voltados ao desempenho em rotações mais elevadas, diferenciando-se das demais 400.
A confirmação do lançamento nacional e a janela de chegada, ainda sem data exata, foram divulgadas pela marca Triumph Brasil.
A nova Thruxton 400 adota uma frente com semi-carenagem, tanque de linhas clássicas e painéis laterais redesenhados, reforçando o estilo retrô esportivo.
A rabeta foi redesenhada, com para-lama traseiro curto e lanterna compacta, enquanto o assento ganhou novo formato e vem com capa de banco de série, enfatizando a proposta de pilotagem mais inclinada.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Estrutura e ergonomia revisadas
Além do visual, a Thruxton 400 traz mudanças na estrutura, incluindo subquadro traseiro exclusivo, guidões do tipo clip-on e pedaleiras mais recuadas, para uma posição de pilotagem mais agressiva.
A suspensão recebeu ajustes para maior firmeza e estabilidade dinâmica, priorizando condução esportiva em altas rotações, e diferenciando a Thruxton das demais 400 da gama.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Motor e desempenho
A Thruxton 400 usa o motor TR-series de 398 cm³, monocilíndrico e com refrigeração líquida, já presente na linha 400, mas com ajustes específicos nesta versão.
Com essas alterações, o propulsor entrega 42 cv de potência a 9.000 rpm e 3,8 Kgf.m de torque a 7.500 rpm, números superiores aos da Speed 400, com a qual compartilha a base mecânica.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Mercado, cores e expectativa para o Brasil
No mercado indiano, a Triumph Thruxton 400 2026 foi precificada em 274 mil rúpias, indicando posicionamento acima da Speed 400 e abaixo da linha Scrambler 400.
A motocicleta é produzida em parceria com a Bajaj na Índia, assim como as demais 400 da marca britânica, e a Triumph confirmou quatro opções de cores: Lava Red Gloss, Pearl Metallic White, Phantom Black e Metallic Racing Yellow.
Com a confirmação oficial para o Brasil, a expectativa agora é pelo posicionamento de preço, especificações finais e calendário detalhado de lançamento para o mercado nacional, informações que a fabricante ainda não divulgou.
A Yadea Keeness já está disponível no mercado brasileiro com visual naked, produção local em Manaus e desempenho semelhante a uma 125cc.
A chinesa Yadea, maior fabricante mundial de motos elétricas, chegou ao Brasil discretamente no Festival Interlagos Motos 2025. Da mesma forma, segue trazendo seus modelos e inaugurando lojas. Já são 15 concessionárias espalhadas pelo Brasil, sendo 8 no estado de São Paulo. Entre motos e scooters autopropelidos, são 6 modelos disponíveis por aqui.
Yadea Keeness – desempenho similar ao de uma 125cc – Divulgação
O destaque, sem dúvida é a Yadea Keeness. O modelo é voltado para quem busca alternativa urbana com desempenho similar a uma 125cc, e vem com recursos como bateria removível e painel digital.
O lançamento já aparece nas lojas e na rede de concessionárias da marca, ampliando a oferta de elétricas no país.
Yadea Keeness – é elétrica, mas nem parece – Divulgação
Design e produção nacional
A Yadea Keeness tem visual inspirado em aviões caças, com linhas nítidas e superfícies bem definidas, e recebeu o prêmio de design Red Dot em 2023.
O modelo é produzido em Manaus (AM), já está disponível nas lojas, com três opções de cores: branca, preta e cobre.
O motor elétrico central é um dos destaques da Yadea Keeness, com potência nominal de 5500 W e pico de 11000 W (equivalente a cerca de 14,9 cv), oferecendo desempenho próximo ao de uma 125cc.
Segundo a fabricante, a Keeness acelera de 0 a 50 km/h em três segundos e sua velocidade máxima é de 100 km/h. A Yadea não disponibilizou o seu peso total.
Yadea Keeness – Divulgação
Bateria e autonomia
A motocicleta traz espaço de armazenamento com capacidade para 16 litros e pode levar duas baterias removíveis de íons de lítio, o que amplia a versatilidade no uso diário.
Yadea Keeness – espaço de de 16 litros, onde seria o tanque – Divulgação
A Yadea afirma que a Keeness entrega autonomia de 129 quilômetros e que as baterias removíveis de íons de lítio pesam cerca de 20% a menos do que as de chumbo, além de reaproveitar a energia da frenagem para estender a autonomia.
Chassi e equipamentos
No conjunto ciclístico, a Yadea Keeness tem ergonomia de moto naked, com rodas de 17 polegadas e pneus sem câmara, e freios, a disco em ambas as rodas, tem sistema de frenagem combinado (CBS).
O pacote inclui iluminação full-LED, painel totalmente digital e chave de presença.
Yadea Keeness – painel totalmente digital – Divulgação
Preço
A Keeness chega ao mercado com preço sugerido de R$ 28.900, valor que a posiciona acima de populares 150cc e 160cc, e em patamar de valores parecido com alguns modelos de 250cc e 300cc.
Yadea Keeness – é elétrica, mas nem parece – Divulgação
Apesar do custo inicial mais alto, a Yadea justifica que a ausência de combustível e a menor manutenção podem compensar o investimento, dependendo do uso e da quilometragem diária.
A partir de 1º de janeiro de 2026, ciclomotores passam a exigir registro, emplacamento e uso de capacete de moto, alterando fiscalização e o seu uso urbano.
A nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito redefine quem pode usar e onde podem circular os ciclomotores, com impacto direto na rotina de quem depende desses veículos.
Entre os ciclomotores (cinquentinha) Jet 50s é um dos modelos mais vendidos da Shineray – Divulgação
As mudanças tocam habilitação, equipamento obrigatório e classificação de modelos elétricos, e devem influenciar desde a fiscalização até o mercado de vendas e aluguel.
As regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2026, conforme informação divulgada pelo Contran. O período de adaptação previsto contempla entre entre 1° de novembro de 2023 e 31 de dezembro de 2025.
O que muda na prática para quem anda de ciclomotores
Os proprietários de ciclomotores terão de registrar e emplacar os veículos, e os condutores precisarão usar capacete motociclístico e portar ACC ou CNH categoria A.
A exigência vale para veículos com motor elétrico de até 4 kW e velocidade máxima de até 50 km/h, que agora são formalmente tratados como ciclomotores.
Além disso, fica proibida a circulação dessas máquinas em locais destinados a bicicletas e pedestres, mudança que busca reduzir conflitos e acidentes nas vias urbanas.
Outra cinquentinha bastante vendida no Brasil: AZ1 da Avelloz – Divulgação
O que acontece com as bicicletas elétricas
As bicicletas elétricas mantêm isenção de placa e habilitação apenas se forem de pedal assistido, sem acelerador próprio, e não excederem 32 km/h e até 1 kW.
Modelos com acelerador poderão ser reclassificados conforme potência (acima de 1 kW), e se enquadrarem como ciclomotores, passarão a seguir as mesmas regras de registro e habilitação.
Devido à potência e forma de aceleração não será necessário o emplacamento – Divulgação
Para Wendel Lazko, Gerente Geral de Negócios da Shineray do Brasil, a norma traz avanços importantes, e ele destaca que, “As novas regras representam um avanço necessário para tornar o trânsito mais seguro e organizado. A regulamentação ajuda a orientar o uso responsável dos ciclomotores e evita que veículos inadequados circulem em locais destinados a bicicletas e pedestres”, afirma Wendel Lazko.
Entre os efeitos práticos esperados estão maior padronização do uso de capacete e habilitação, redução de acidentes em ciclovias e calçadas, melhor organização das vias, e estímulo para fabricantes seguirem padrões técnicos e de segurança.
A Yamaha Neo´s é considerado ciclomotor, com potência de 2,4 W – Divulgação
O que o usuário deve fazer
Quem já tem um ciclomotor precisa antecipar a regularização, verificando documentação, requisitos de emplacamento e se a habilitação é adequada, ACC ou CNH A.
Consumidores que consideram comprar bicicletas elétricas devem checar se o modelo tem acelerador ou só pedal assistido, pois isso define a exigência de registro e habilitação.
Com a nova norma, a expectativa é de tráfego mais organizado e maior clareza sobre responsabilidades, mas a transição exigirá adaptações de usuários, vendedores e órgãos fiscalizadores.
Recém chegada, Yadea DT3, se encaixa na faixa de “autopropelido” pela potência e velocidade máxima – Divulgação
Resumo: definições do Contran sobre ciclomotores, bicicletas elétricas e autopropelidos
Veículo
Exigências
Equipamento autopropelido
Equipamentos: • Indicador de velocidade
• Campainha
• Sinalização noturna (dianteira, traseira e lateral) Registro: dispensado Habilitação: não exigida
Bicicleta elétrica
Equipamentos: • Indicador de velocidade
• Campainha
• Sinalização noturna (dianteira, traseira, lateral e nos pedais)
• Espelho retrovisor esquerdo
• Pneus em condições de segurança Registro: dispensado Habilitação: não exigida
Ciclomotores
Equipamentos: • Espelhos retrovisores (ambos os lados)
• Farol dianteiro (branco ou amarelo)
• Lanterna traseira (vermelha)• Velocímetro e buzina
• Pneus em boas condições
• Controle de ruído do motor
• Capacete e vestuário de proteção Registro: obrigatório Habilitação: ACC ou categoria A
Motocicleta e motoneta
Equipamentos: • Mesmas exigências do ciclomotor, acrescidas de:– Iluminação da placa traseira– Lanterna de freio vermelha– Indicadores de direção dianteiro e traseiro Registro: obrigatório Habilitação: categoria A
Guia rápido sobre revisão da moto, prazos de manutenção, itens que não podem faltar e cuidados diários para manter garantia e segurança nas ruas e estradas.
Manter a revisão da moto em dia é a principal forma de garantir desempenho e segurança, além de preservar a garantia oferecida pelo fabricante.
Revisão da moto – dicas de cuidados – Divulgação
Em modelos novos, a revisão deve ser feita na rede de concessionárias autorizadas, para evitar perda da garantia e assegurar que os serviços sigam o padrão da marca.
No dia a dia, pequenas verificações ajudam a identificar problemas cedo e reduzem custos, mantendo a motocicleta pronta para uso.
Por que a revisão da moto é obrigatória na garantia?
Durante o período de garantia, o proprietário precisa realizar a revisão da moto nas concessionárias autorizadas, isso evita a perda da garantia e garante que todas as verificações previstas sejam executadas conforme os padrões da marca.
Revisão da moto – Divulgação
Fora da garantia, oficinas independentes podem executar a revisão, mas é fundamental respeitar as especificações do manual, especialmente em relação ao óleo do motor e aos itens listados por quilometragem.
Quais serviços não podem faltar na revisão da moto?
A revisão da moto envolve troca do óleo e do filtro de óleo do motor, troca do filtro de ar, verificação e possível troca das velas de ignição, revisão do filtro de combustível e checagem das pastilhas ou lonas de freio.
Revisão da moto – calibrar os pneus – Divulgação
Também é preciso lubrificar cabos de acelerador e embreagem, fazer regulagem de válvulas conforme quilometragem, verificar aperto dos raios em rodas raiadas, ajustar, limpar e lubrificar o kit relação, avaliar o estado dos pneus, revisar a parte elétrica e os comandos no guidão, e reapertar parafusos com o torque especificado.
Esses itens estruturam a revisão da moto nas oficinas qualificadas e devem constar na tabela de serviços por quilometragem e tempo.
Prazos de manutenção, dados e recomendações práticas
Há motos que exigem manutenção a cada 3 mil, 5 mil, 8 mil ou 10 mil quilômetros, enquanto versões mais recentes já trabalham com intervalos estendidos, como 16 mil quilômetros.
Revisão da moto – lubrificar a corrente – Divulgação
Seguir o manual do fabricante é a orientação, independentemente do intervalo adotado pelo modelo, para manter a garantia e o funcionamento correto do veículo.
Além das revisões programadas, adotar cuidados simples prolonga a vida útil dos componentes e evita falhas precoces.
Cuidados complementares que fazem diferença
Calibrar os pneus semanalmente, sempre com eles frios, manter combustível recente no tanque, lubrificar periodicamente o kit relação e conferir iluminação e funcionamento dos piscas antes de sair, são ações que ajudam muito.
Revisão da moto – dicas de cuidados – Divulgação
Evitar deixar a moto exposta ao tempo, lavar quinzenalmente e aplicar produtos de proteção contribuem para conservar acabamentos e componentes elétricos.
Seguir as recomendações do manual, respeitar os prazos de quilometragem e combinar revisões em concessionária durante a garantia, asseguram o desempenho adequado da motocicleta, preservam a garantia e aumentam a segurança nas ruas e estradas.
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