Kawasaki KLE 500 2026 é lançada; Veja detalhes, vídeo e fotos

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A Kawasaki KLE 500 foi oficialmente apresentada como modelo 2026, marcando o retorno da fabricante japonesa ao segmento das motos trail de média cilindrada. A moto chega para disputar espaço com modelos como Honda NX 500, CFMoto Ibex 450 e Royal Enfield Himalayan 450, todas voltadas para o uso urbano e em trilhas leves.

Esse é mais um caso de retorno de um nome que fez sucesso em um passado próximo. A Kawasaki KLE 500 que reinou entre as décadas de 1990 e 2000, ressurge como um modelo atualizado, cercado de expectativas.

Kawasaki KLE 500 2026 - Divulgação
Kawasaki KLE 500 2026 – Divulgação

O a nova trail estreia com motor bicilíndrico paralelo de 451 cm³, novo chassi treliçado em aço e pacote eletrônico atualizado. Segundo a Kawasaki, o conjunto foi projetado para oferecer equilíbrio entre desempenho, consumo e conforto em diferentes condições de pilotagem.

Nos Estados Unidos, o preço sugerido da Kawasaki KLE 500 é de US$ 6.599 (cerca de R$ 35 mil, em conversão direta), enquanto a versão KLE 500 SE ABS parte de US$ 7.499 (aproximadamente R$ 40 mil). Os valores podem variar conforme taxas e mercado local.

Kawasaki KLE 500 2026 - Divulgação
Kawasaki KLE 500 2026 – Divulgação

Até o momento, a Kawasaki não confirmou a comercialização da KLE 500 no Brasil, embora as atualizações deverão acontecer de forma global. Em outras palavras, vamos aguardá-la em solo brasileiro.

Motor e desempenho

O motor da Kawasaki KLE 500 é o mesmo utilizado na linha Eliminator – comercializada no Brasil, com 451 cm³, dois cilindros paralelos, refrigeração líquida e diâmetro x curso de 70,0 x 58,6 mm. O sistema conta com eixo balanceador para reduzir vibrações e gerenciamento eletrônico da injeção. A marca ainda não divulgou números oficiais de potência e torque, mas, tomando como base o mesmo propulsor da Eliminator, a estimativa é de 47 cv a 10.000 rpm e 4,3 kgfm a 7.500 rpm.

Os números oficiais de potência e torque, deverão ser apresentados durante o Salão de Milão 2025 que acontece em novembro.

Motor da Kawasaki KLE 500 2026 é o mesmo da Eliminator 500 - Divulgação
Motor da Kawasaki KLE 500 2026 é o mesmo da Eliminator 500 – Divulgação

O câmbio de seis marchas traz embreagem assistida e deslizante (Assist & Slipper), que reduz o esforço no acionamento e evita travamentos em reduções bruscas. A transmissão final, com relação 46/15 (coroa/pinhão), foi ajustada para entregar bom equilíbrio entre desempenho e economia, segundo a marca.

O painel traz o Indicador de Pilotagem Econômica, recurso que ajuda o condutor a manter rotações ideais para menor consumo. A configuração reforça o caráter versátil da Kawasaki KLE 500, pensada para uso misto e percursos longos.

Chassi, suspensão e freios

A estrutura da Kawasaki KLE 500 utiliza chassi treliçado em aço de alta resistência, pesando 19 kg, com o motor integrado como parte estrutural para reduzir peso e aumentar rigidez.

Na dianteira, o modelo traz garfo invertido KYB de 43 mm, com 210 mm de curso, enquanto a traseira usa o sistema New Uni-Trak, com 200 mm de curso e ajuste de pré-carga. A altura livre do solo é de 17,2 cm, suficiente para enfrentar estradas de terra leves e pequenos obstáculos.

KLE 500: os pneus são com câmara - Type Tube - Divulgação
KLE 500: os pneus são com câmara – Type Tube – Divulgação

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O sistema de freios é composto por disco dianteiro de 300 mm com pinça de dois pistões e disco traseiro de 230 mm, com ABS selecionável, permitindo o desligamento em uso fora de estrada. As rodas são raiadas, de 21 polegadas na frente e 17 atrás, equipadas com pneus IRC GP-410, ambos com câmara. Sim você leu certo, os pneus são com câmara.

Ergonomia

Inspirada em modelos de rali, a Kawasaki KLE 500 apresenta para-brisa ajustável em três níveis e protetor de cárter em alumínio. A posição de pilotagem é ereta, com guidão largo e pedaleiras posicionadas para uso tanto sentado quanto em pé. O assento está a 860 mm do solo, e o banco em dois níveis busca oferecer conforto para piloto e garupa.

Kawasaki KLE 500 conjunto óptico Full LED, com farol triplo - Divulgação
Kawasaki KLE 500 conjunto óptico Full LED, com farol triplo – Divulgação

As pedaleiras contam com insertos de borracha removíveis, permitindo adaptação entre uso urbano e off-road. O conjunto óptico é Full LED, com farol triplo, sendo dois para luz baixa e um para alta, complementado por lanterna e setas também em LED. O desenho do conjunto ótico é muito parecido com o da nova Z 650S.

Visualmente, a moto combina linhas angulosas e proporções compactas. O tanque estreito e a traseira elevada reforçam a identidade trail da c, que mantém o foco na funcionalidade e na praticidade de uso.

Tecnologia e conectividade

O painel da versão padrão da Kawasaki KLE 500 é LCD digital, com boa leitura e informações essenciais: hodômetro, indicador de marcha, consumo médio, temperatura do líquido de arrefecimento e conectividade via Rideology The App. O aplicativo permite acesso a dados de percurso, consumo, autonomia e histórico de manutenção, além de exibir notificações de chamadas e mensagens.

Painel da Kawasaki KLE 500 2026 - TFT colorido de 4,3 polegadas - Divulgação
Painel da Kawasaki KLE 500 2026 – TFT colorido de 4,3 polegadas – mas somente na versão SE – Divulgação

Já a versão KLE 500 SE ABS traz painel TFT colorido de 4,3 polegadas, com brilho automático e personalização de cores. Essa configuração inclui também paramãos metálicos, proteção de motor ampliada e para-brisa maior, voltados ao uso mais aventureiro.

Versões, cores e acessórios

A Kawasaki KLE 500 2026 será vendida inicialmente em duas versões:

  • KLE 500 ABS, nas cores Metallic Carbon Gray/Ebony
  • KLE 500 SE ABS, em Pearl Blizzard White/Metallic Bluish Green
Kawasaki KLE 500 SE ABS e KLE 500 ABS - Divulgação
Kawasaki KLE 500 SE ABS e KLE 500 ABS – Divulgação

Entre os acessórios originais, a Kawasaki oferecerá baús laterais, top case, suporte para GPS, protetores de radiador, manoplas aquecidas, além de opções de banco rebaixado ou touring.

Ainda não há previsão oficial de disponibilidade da Kawasaki KLE 500 no mercado brasileiro. O modelo deve ser destaque no Salão de Milão, onde a marca deve apresentar mais detalhes técnicos e cronograma de lançamentos.

História da CG 150: o modelo que marcou gerações

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Lançada em 2004, a Honda CG 150 trouxe motor OHC, mais potência e economia, e consolidou seu lugar como uma das motos mais importantes do Brasil.

No início de 2004, a Honda apresentou a CG 150, um modelo totalmente renovado que substituía a consagrada CG 125. Mais do que um simples aumento na cilindrada, a nova geração representava uma mudança profunda na engenharia e no conceito da motocicleta mais popular do país.

Honda CG 150 - 2004 - Divulgação
Honda CG 150 – 2004 – Divulgação

Na época, a CG já acumulava quase três décadas de produção na fábrica da Honda em Manaus (AM). A linha 125 havia passado por diversas atualizações, sempre mantendo os pilares de robustez, economia e desempenho, características que tornaram a moto referência mundial.

Mas o que a Honda fez em 2004 foi um passo além. Ao introduzir um novo motor e reformular completamente o projeto, a marca assumiu um risco calculado: aposentar o tradicional motor OHV de 124 cm³ e apostar em um moderno propulsor OHC — com comando de válvulas no cabeçote.

Painel da CG 150 - 2004 - Divulgação
Painel da CG 150 – 2004 – Divulgação

Renovação um ícone

Segundo pesquisas internas da Honda, 53% dos proprietários de CG desejavam um motor mais potente, e 84% buscavam mais conforto e economia. Esses dados orientaram o desenvolvimento da nova geração, que envolveu mudanças estruturais em praticamente todos os componentes.

Honda CG 150 - 2004 - Divulgação
Honda CG 150 – 2004 – Divulgação

O chassi de aço estampado foi reforçado para suportar a potência extra. As suspensões ganharam tubos dianteiros de 31 mm (antes 27 mm) e curso ampliado de 130 mm. Na traseira, a balança e os amortecedores foram redesenhados, com curso aumentado de 82 mm para 101 mm, oferecendo mais estabilidade e conforto.

Honda CG 150 Sport - 2005 - Divulgação
Honda CG 150 Sport – 2005 – Divulgação

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O novo motor OHC

O destaque da Honda CG 150 era, sem dúvida, o seu motor inédito. O sistema de comando de válvulas no cabeçote substituiu o antigo mecanismo por varetas. A novidade incluía balancins roletados, eixo balanceador no virabrequim, novo câmbio com dois eixos independentes e embreagem redesenhada.

Com cilindrada de 149,2 cm³, a CG 150 entregava 14,2 cv a 8.000 rpm e 1,35 kgf.m de torque a 6.500 rpm, contra os 12,5 cv e 1,0 kgf.m da antiga CG 125. Mesmo com mais potência e torque, o modelo ficou 18% mais econômico — resultado direto das melhorias no motor e no carburador.

Honda CG 150 Titan - 2012 - Divulgação
Honda CG 150 Titan – 2012 – Divulgação

Design e ergonomia renovados

A inovação mecânica veio acompanhada de um novo visual. O tanque, as carenagens laterais e o banco foram redesenhados, conferindo aparência mais moderna. O painel passou a lembrar o da CBX 250 Twister, enquanto o guidão mais alto e recuado proporcionou posição de pilotagem mais confortável.

O conjunto equilibrava tecnologia, estética e praticidade, mantendo o espírito simples e funcional que sempre caracterizou a linha CG.

Honda CG 150 Titan - 2014 - Divulgação
Honda CG 150 Titan – 2014 – Divulgação

Versões marcantes

O impacto no mercado foi imediato. Em um momento de forte crescimento da indústria de motocicletas no Brasil, a CG 150 ajudou a consolidar recordes de produção. Só em 2004, o setor superou a marca de 1 milhão de unidades produzidas, e nos anos seguintes atingiu picos de 2,1 milhões, com destaque para 2008 e 2011.

CG 150 de 2015 - Divulgação
CG de 2015 – uma das últimas – Divulgação

A CG 150 estreou com três versões — KS (partida a pedal), ES (partida elétrica) e ESD (elétrica com freio a disco) —, ampliando o leque de opções para diferentes perfis de consumidores. Nos anos seguintes, surgiram edições como a CG 150 Sport e a Titan Mix, esta última um marco tecnológico por trazer a injeção eletrônica PGM-FI e a possibilidade de rodar com gasolina ou etanol, tornando-se a primeira motocicleta flex do mundo.

Painel da Honda CG 150 Titan - 2014 - Divulgação
Painel da Titan – 2014 – Divulgação

A CG 150 também inaugurou o sistema de frenagem combinada (Combi Brake), que distribui a força entre os freios dianteiro e traseiro, melhorando a segurança. Em 2014 o modelo ganhou injeção eletrônica.

Legado da CG 150 no Brasil

Produzida até 2016, quando foi substituída pela CG 160, a Honda CG 150 permanece como um dos modelos mais icônicos da história da marca. Sua combinação de eficiência, durabilidade e baixo custo de manutenção consolidou uma legião de admiradores — e milhares de unidades ainda rodam diariamente em todo o país.

Honda CG 150 (2004) - Divulgação
Honda CG 150 (2004) – Divulgação

Ficha técnica resumida (2004)

  • Motor: OHC, 4 tempos, monocilíndrico, 149,2 cm³
  • Potência: 14,2 cv a 8.000 rpm
  • Torque: 1,35 kgf.m a 6.500 rpm
  • Câmbio: 5 marchas
  • Suspensão dianteira: telescópica, 130 mm de curso
  • Suspensão traseira: dois amortecedores, 101 mm de curso
  • Peso seco: 116 kg (média)
  • Alimentação: carburador (inicialmente) / injeção PGM-FI (a partir de 2009)

De cara nova! Kawasaki Z650 S 2026 passa por um ‘facelift’.

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A Kawasaki Z650 S chega em sua linha 2026 como uma das principais novidades da marca japonesa na linha naked de média cilindrada. O modelo mantém a base mecânica conhecida, mas adota um conjunto de atualizações do ponto de vista tecnológico, além de mudar o conjunto ótico frontal e carenagens.

Kawasaki Z650 S 2026 passa por um 'facelift' - Divulgação
Kawasaki Z650 S 2026 passa por um ‘facelift’ – Divulgação

Segundo a marca, a naked ganhou um novo posicionamento de pilotagem e melhorias ergonômicas, reforçando o conceito “Sugomi”, que combina postura agressiva e controle refinado. O resultado é uma motocicleta projetada para o uso cotidiano, mas que também entrega respostas precisas em trajetos mais esportivos.

O painel TFT, o controle de tração KTRC e os ajustes no assento e no guidão são alguns dos elementos que diferenciam esta nova geração, consolidando a proposta da marca em oferecer uma naked moderna e funcional.

Kawasaki Z650 S 2026: mudança na ergonomia - Divulgação
Kawasaki Z650 S 2026: mudança na ergonomia – Divulgação

Ergonomia

O modelo recebeu um novo guidão do tipo “fat bar”, 30 mm mais largo, pedaleiras reposicionadas e assento redesenhado. O banco do piloto agora é 20 mm mais alto e mais acolchoado, enquanto o do passageiro ficou 20 mm mais largo, com 10 mm extras de espuma.

Além disso, a Kawasaki oferecerá duas opções de assento como acessórios: o Style, voltado ao design, e o ERGO-Fit, 20 mm mais baixo, para pilotos que preferem uma posição de pilotagem mais acessível.

Kawasaki Z650 S 2026 - Divulgação
Kawasaki Z650 S 2026: de cara nova – Divulgação

A marca também aprimorou o fluxo de ar em torno do radiador, com um novo sistema que direciona o calor para baixo, melhorando o conforto térmico em uso urbano.

Painel digital e conectividade

O painel de instrumentos da Kawasaki Z650 S utiliza tela TFT de 4,3 polegadas, praticamente a mesma configuração da linha 2025. O display ajusta automaticamente o brilho e o fundo conforme a luz ambiente, e o condutor pode escolher entre dois modos de exibição — um em barra e outro em formato hexagonal.

Painel com tela TFT de 4,3 polegadas - Divulgação
Painel com tela TFT de 4,3 polegadas – Divulgação

O painel é compatível com o aplicativo Rideology the Motorcycle, que conecta a moto ao smartphone para exibir dados de condução, consumo e manutenção.

Visualmente, além das modificações no conjunto ótico frontal, o modelo apresenta carenagens mais volumosas e linhas mais marcadas, sem abandonar o estilo característico da linha Z.

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Sem mudanças no motor bicilíndrico

A Kawasaki Z650 S mantém o conhecido motor bicilíndrico paralelo de 649 cc, com praticamente o mesmo desempenho do modelo que temos no Brasil: 67 cv a  8.000 rpm, e torque de 6,5 kgf.m a 6.700 rpm.

Kawasaki Z650 S 2026 - comparativo com a linha 2025 - Divulgação
Kawasaki Z650 S 2026 – comparativo com a linha 2025 – Divulgação

Porém, segundo a fabricante houveram ajustes para melhorar o torque em baixas e médias rotações, otimizando o comportamento em vias urbanas.

Entre os equipamentos de série estão o controle de tração KTRC, que atua para evitar perda de aderência, e o sistema de freios ABS da Continental, já homologado para as novas normas de segurança. A embreagem deslizante ajuda a reduzir o esforço no manete e evita travamentos da roda traseira em reduções bruscas.

A moto ainda conta com sensor de oxigênio (O2) no sistema de escape para diminuição das emissões e um quickshifter disponível como acessório, voltado a trocas de marcha mais rápidas e suaves.

Versões, cores e lançamento

A Kawasaki Z650 S será lançada oficialmente em 2026, com três opções de pintura:

  • Metallic Matte Graphenesteel Gray / Metallic Flat Spark Black
  • Candy Lime Green / Metallic Carbon Gray
  • Ebony / Metallic Carbon Gray

Ainda sem preço divulgado, o modelo deve substituir gradualmente a Z650 atual.

A Kawasaki Brasil não informou nada a respeito da chegada do novo modelo ao nosso mercado, mas isso deverá acontecer no futuro, substituindo a linha 2025.

BMW R 1300 RT começa a ser montada em Manaus; Preço parte de 149.900

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A BMW R 1300 RT começou a ser produzida na fábrica da BMW Motorrad em Manaus. O modelo 2026 marca a chegada da nova geração da linha Touring premium da marca, agora com motor boxer de 1.300 cm³ e pacote tecnológico com conectividade.

A pré-venda da BMW R 1300 RT continua até 31 de outubro, com o preço sugerido partindo de R$ 149.900 – sem frete ou impostos. A produção nacional amplia a oferta da motocicleta no país e reforça o portfólio de modelos de alta cilindrada montados no Polo Industrial de Manaus.

Nova BMW R 1300 RT estreia montagem em Manaus - Divulgação
Nova BMW R 1300 RT estreia montagem em Manaus – Divulgação

Com potência de 145 cavalos a 7.750 rpm e torque de 15 kgfm a 6.500 rpm, a moto mantém a tradição da linha RT em oferecer desempenho voltado para longas distâncias. O sistema de transmissão por eixo cardã e a embreagem hidráulica completam o conjunto técnico da motocicleta.

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Tecnologia em destaque

Entre os principais recursos da BMW R 1300 RT está o novo sistema Dynamic Chassis Adaption (DCA), que ajusta automaticamente a suspensão dianteira e traseira conforme o tipo de terreno, a carga e o estilo de pilotagem. O sistema também adapta a altura e a estabilidade de forma automática.

BMW R 1300 RT 10
painel TFT de 10,25 polegadas

O modelo conta ainda com painel TFT de 10,25 polegadas, com navegação integrada e conectividade total com smartphones. O sistema de áudio e rádio embutido foi desenvolvido para uso durante viagens, equilibrando imersão sonora e segurança – segundo informação da marca.

Outros elementos voltados ao conforto incluem defletores ajustáveis e para-brisa elétrico, permitindo adaptação conforme o clima e a velocidade. A BMW afirma que o desenho aerodinâmico da moto reduz o ruído e o impacto do vento sem comprometer a visibilidade do piloto.

BMW R 1300 RT Triple Black - Divulgação
BMW R 1300 RT Triple Black – Divulgação

Versões e preços

A BMW R 1300 RT será vendida no Brasil em seis versões, com duas opções de cor: Triple Black e Blueridge Option 719. Confira os preços sugeridos:

  • R 1300 RT Triple Black – R$ 149.900
  • R 1300 RT Triple Black (com malas laterais Vario) – R$ 154.900
  • R 1300 RT Triple Black (malas laterais Vario + top case 54L) – R$ 163.900
  • R 1300 RT Triple Black ASA – R$ 171.900
  • R 1300 RT Option 719 – R$ 168.900
  • R 1300 RT Option 719 ASA – R$ 176.900

As vendas antecipadas estão disponíveis até o dia 31 de outubro, exclusivamente nas concessionárias da marca. Clientes que efetuarem a compra durante o período de pré-venda receberão um capacete BMW como cortesia.

Triumph revela plano global com 29 motos em seis meses

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Para inglês e o mundo inteiro ver! A Triumph divulgou oficialmente um plano global de 29 lançamentos de motocicletas que se estenderá até abril de 2026. A iniciativa inclui modelos inéditos e versões atualizadas, em uma estratégia voltada à expansão da marca em diferentes mercados, entre eles o Brasil.

Triumph revela plano global com 29 motos em seis meses - Divulgação
Triumph revela plano global com 29 motos em seis meses – Divulgação

O ciclo de apresentações deverá comerçar em 21 de outubro de 2025, com a campanha “True Originals Never Settle” (Os verdadeiros originais nunca se contentam), e continua em 28 de outubro, quando será revelado o primeiro modelo da sequência, batizado “Made to Upstage” (Feito para se destacar). A marca confirmou que as estreias ocorrerão de forma escalonada nos meses seguintes, até que todos os novos produtos estejam disponíveis nas concessionárias.

Com o plano, a Triumph busca consolidar o crescimento registrado no último ano fiscal e fortalecer sua posição como uma das principais fabricantes de motocicletas premium do mundo.

A TF 450-X iniciou a série de lançamentos - Divulgação
A TF 450-X iniciou a série de lançamentos – Divulgação

Melhor desempenho de sua história

O novo ciclo de lançamentos acontece após um resultado histórico. No período entre julho de 2024 e junho de 2025, a Triumph atingiu 141.683 unidades vendidas globalmente — o maior volume de sua trajetória, representando um avanço de 136% em relação a 2019.

A rede mundial da marca soma 950 concessionárias em 68 países, e o Reino Unido mantém o posto de principal polo produtivo. No Brasil, segundo dados da Fenabrave, foram 14.096 motos emplacadas durante o mesmo período. Praticamente 10% da fatia global.

Triumph revela plano global com 29 motos em seis meses - Divulgação
Triumph revela plano global com 29 motos em seis meses – Divulgação

Para o diretor comercial Paul Stroud, os resultados refletem a capacidade da Triumph em manter crescimento sustentado mesmo diante de um cenário econômico desafiador. Ele destacou que a marca seguirá investindo em inovação, novos segmentos e tecnologia, com atenção especial às categorias off-road, de menor cilindrada e motos elétricas.

Linha Bonneville e off-road

Dos 29 modelos anunciados, três já foram apresentados oficialmente: a TF 450-X e duas motocicletas voltadas ao off-road competitivo, com previsão de chegada às lojas antes do Natal de 2025. Nesse caso, não temos confirmação se esses modelos chegarão ao Brasil.

Triumph Bonneville T120 Black DGR Limited Edition - Divulgação
Triumph Bonneville T120 Black DGR Limited Edition – Divulgação

As demais 26 motos fazem parte de um calendário que inclui novas versões da clássica linha Bonneville e modelos inéditos para segmentos urbanos e de aventura. Os lançamentos serão acompanhados por eventos de pré-visualização em concessionárias da Triumph em todo o mundo, onde consumidores poderão conhecer os modelos e realizar reservas antecipadas.

Aposta em novos mercados

Atualmente, a Triumph emprega cerca de 3.000 pessoas e mantém operações em dez países, incluindo Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, Itália, Japão, Brasil, China e Tailândia. A produção é concentrada nas unidades de Hinckley (Inglaterra) e Tailândia, com linhas de montagem CKD na Índia e no Brasil.

Fábrica da Triumph no Brasil - Divulgação
Fábrica da Triumph no Brasil – Divulgação

O portfólio atual da fabricante inclui as famílias Modern Classics, Roadsters e Adventure, que contam com modelos como Speed 400, Scrambler 400 X, Tiger Sport 800, Speed Triple 1200 RS, além das tradicionais Bonneville T100 e T120.

O site oficial da marca no Brasil já faz referência ao plano de 29 lançamentos, indicando que o país deve acompanhar o cronograma global de apresentações.

Honda anuncia recall da Africa Twin 1100 por falha no punho de comando

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Recall da Africa Twin — A Honda anunciou uma campanha de recall para 4.058 unidades da CRF 1100L Africa Twin, fabricadas entre 2021 e 2024.

O motivo é uma falha identificada no interruptor do punho esquerdo, que pode comprometer o funcionamento da buzina e a troca entre os modos de farol alto e baixo. O atendimento nas concessionárias autorizadas começou em 15 de outubro.

Recall da Africa Twin: mai de 4 mil motos envolvidas - Divulgação
Recall da Africa Twin: mais de 4 mil motos envolvidas – Divulgação

De acordo com a fabricante, o defeito pode impedir o acionamento da buzina ou a alternância entre os modos de iluminação do farol. Esses problemas, além de colocar em risco a segurança do condutor e de terceiros, configuram infração às normas de trânsito. A substituição do componente será realizada gratuitamente.

Modelos e números de chassi afetados

A campanha de recall da Africa Twin inclui motos dos anos-modelo 2021, 2022, 2023 e 2024. A relação completa dos números de chassi pode ser consultada no site oficial da Honda (www.honda.com.br/recall).

VersãoAnoChassis não sequenciais (De)Chassis não sequenciais (Até)Data de produção (De)Data de produção (Até)
Standard MT20219C2SD1200MR0000039C2SD1200MR10012201/04/202125/08/2021
20229C2SD1200NR0000019C2SD1200NR10018007/10/202128/07/2022
20239C2SD1200PR0000039C2SD1200PR10027128/10/202204/09/2023
20249C2SD1200RR0000019C2SD1200RR10018018/10/202326/11/2024
Standard DCT2021JH2SD10**MK000002JH2SD10**MK00020129/03/202106/07/2021
2022JH2SD10**NK100004JH2SD10**NK10003601/02/202203/06/2022
20239C2SD1220PR0000039C2SD1220PR10015019/10/202201/09/2023
20249C2SD1220RR0000019C2SD1220RR10015020/10/202316/09/2024
Adventure Sports MT20219C2SD1210MR0000099C2SD1210MR0018818/03/202105/08/2021
20229C2SD1210NR0000019C2SD1210NR00042008/10/202113/09/2022
20239C2SD1210PR0000049C2SD1210PR00021226/10/202223/05/2023
20249C2SD1210RR0000019C2SD1210RR00012024/10/202319/07/2024
Adventure Sports DCT2021JH2SD10**MK000038JH2SD10**MK0015107/04/202128/07/2021
2022JH2SD10**NK100013JH2SD10**NK10009701/02/202224/05/2022
20239C2SD1230PR0000069C2SD1230PR0039513/10/202225/09/2023
20249C2SD1230RR0000019C2SD1230RR0024026/10/202325/11/2024
Recall da Africa Twin - Divulgação
Recall da Africa Twin – Divulgação

Como agendar

O agendamento do serviço já está disponível e pode ser feito online ou pela Central de Atendimento da Honda, no número 0800-701-3432. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados das 8h às 14h, horário de Brasília.

Os proprietários das motocicletas incluídas nesse recall da Africa Twin devem agendar o reparo o quanto antes.

Triumph Icon Edition no Brasil: modelos inspirados nos clássicos da marca

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A Triumph Icon Edition já está disponível no Brasil e marca uma nova fase da fabricante britânica ao revisitar esquemas de pintura lendários das décadas de 1960 e 1970.

Triumph Icon Edition - Scrambler 1200 XE - Divulgação
Triumph Icon Edition – Scrambler 1200 XE – Divulgação

Com base em sua linha Modern Classics, a Triumph Icon Edition abrange modelos como Bonneville T100, Bonneville T120, Bonneville Speedmaster, Bonneville Bobber, Scrambler 900, Scrambler 1200 X e Scrambler 1200 XE. Cada versão recebeu cores e acabamentos inspirados em motos que marcaram época, reinterpretadas com o padrão de qualidade contemporâneo da marca.

Produzida em série limitada, a coleção busca valorizar o legado visual da Triumph, oferecendo uma exclusividade aos admiradores do estilo clássico sobre duas rodas.

Scrambler 1200 X - Detalhe - Divulgação
Scrambler 1200 X – Detalhe – Divulgação

Assinatura artesanal

As motocicletas da Triumph Icon Edition destacam-se pelos detalhes. O tanque exibe o logotipo dourado de 1907, símbolo histórico da marca, e as pinturas em preto safira e prata alumínio recebem linhas douradas pintadas à mão, acompanhadas da assinatura do artista responsável.

Triumph Icon Edition Bonneville Bobber - Divulgação
Triumph Icon Edition Bonneville Bobber – Divulgação

Cada unidade é montada com foco na autenticidade estética, representando uma conexão direta entre o passado e o presente da Triumph. A proposta é oferecer motos que preservem o espírito das originais, mas com recursos tecnológicos que garantem desempenho atual.

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Modelos, preços e disponibilidade

A linha Triumph Icon Edition já está disponível nas concessionárias brasileiras, mas não são todas as motos. Os modelos Scrambler 1200 X e Scrambler 1200 XE disponíveis neste mês outubro, estão com os preços sugeridos de R$ 74.790 e R$ 83.790, respectivamente.

Triumph Icon Edition - Scrambler 1200 XE - Divulgação
Triumph Icon Edition – Scrambler 1200 XE – Divulgação

Outras versões chegam ao país no próximo mês de novembro de 2025: a Scrambler 900, com valor sugerido de R$ 60.890, e a Bonneville Bobber, por R$ 72.490.

Lembrando que os preços não incluem taxas de frete ou impostos.

Nosso menino na MotoGP: Diogo Moreira fecha com a LCR Honda para 2026

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Diogo Moreira foi anunciado nesta semana pela Honda como novo piloto da equipe LCR a partir da temporada 2026 da MotoGP. O contrato multianual encerra um jejum de quase duas décadas sem representantes brasileiros na categoria principal do Mundial de Motovelocidade. O acordo foi confirmado nesta terça-feira (14), às vésperas do GP da Austrália.

Diogo Moreira fecha com a LCR Honda para 2026 - Divulgação
Diogo Moreira fecha com a LCR Honda para 2026 – Divulgação

O jovem piloto de 21 anos foi uma das revelações mais disputadas do paddock. Após negociações com diversas equipes, Diogo Moreira optou pela proposta da Honda, considerada a mais promissora em termos de desenvolvimento e perspectiva de crescimento dentro da categoria. Segundo informações apuradas pela ESPN, o contrato foi assinado no Japão. Notícia que já havíamos adiantado.

Com a nova contratação, a Honda decidiu encerrar seu projeto de manter um piloto asiático na equipe satélite LCR, posição ocupada por Takaaki Nakagami desde 2017. O tailandês Somkiat Chantra, que estava cotado para a vaga, foi transferido para o Mundial de Superbike, onde correrá pela equipe oficial da HRC ao lado do britânico Jake Dixon.

Diogo Moreira ao lado de Alex Barros (o menorzinho) na apresentação da equipe em 2015 - Salão Duas Rodas - Divulgação
Diogo Moreira ao lado de Alex Barros (o menorzinho) na apresentação da equipe em 2015 – Salão Duas Rodas – Divulgação

Sobre Diogo Moreira

Formado no motocross, Diogo Moreira migrou para a motovelocidade em 2014 com o apoio de Alexandre Barros, ídolo e maior nome do motociclismo brasileiro. O incentivo do ex-piloto foi fundamental para a adaptação do jovem talento às pistas europeias.

A partir daí, a carreira de Moreira evoluiu rapidamente. Em 2022, ele foi eleito “novato do ano” na Moto3, feito que repetiu em 2024 na Moto2, categoria em que também disputou o título. O desempenho o colocou entre as maiores promessas do motociclismo mundial e atraiu o interesse de fabricantes como Yamaha e Honda.

Diogo Moreira fecha com a LCR Honda para 2026 - Divulgação
Diogo Moreira fecha com a LCR Honda para 2026 – Divulgação

Em 2026, o brasileiro dividirá a garagem da LCR com o francês Johann Zarco, que renovou contrato com a equipe até 2027 após uma temporada de bons resultados e colaboração técnica no desenvolvimento da RC213V.

Planos da Honda

O acordo com Diogo Moreira é parte de uma estratégia mais ampla da Honda para renovar seu elenco e preparar a próxima geração de pilotos. Internamente, a marca japonesa vê o brasileiro como potencial nome para integrar a equipe de fábrica (HRC) a partir de 2027, quando expiram os contratos de Joan Mir e Luca Marini.

Em comunicado oficial, o piloto brasileiro destacou a importância do momento:
“Chegar à MotoGP com a Honda LCR é um sonho que se torna realidade. Agradeço à Honda e à equipe por acreditarem em mim e me darem essa oportunidade. Estou pronto para aprender e buscar bons resultados no mais alto nível do motociclismo”, afirmou Diogo Moreira.

Diogo Moreira pode integrar a equipe de fábrica (HRC) a partir de 2027 - Divulgação
Diogo Moreira pode integrar a equipe de fábrica (HRC) a partir de 2027 – Divulgação

Lucio Cecchinello, chefe da equipe LCR, também elogiou a contratação. “Estamos muito satisfeitos em receber Diogo Moreira. Ele demonstrou talento e maturidade em várias categorias e tem potencial para se firmar entre os grandes nomes da MotoGP”, declarou o dirigent

Brasil de volta ao grid da MotoGP

A estreia de Diogo Moreira representa o retorno do Brasil à elite da motovelocidade mundial após 19 anos de ausência. O último piloto brasileiro a competir na MotoGP foi Alex Barros, que encerrou sua carreira na categoria em 2007.

MotoGP volta ao Brasil em 2026 - Divulgação
MotoGP volta ao Brasil em 2026 – Divulgação

O anúncio reforça o interesse do público brasileiro no esporte e coincide com outro marco importante: o retorno do Grande Prêmio do Brasil ao calendário da MotoGP em 2026. A etapa, que será realizada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, simboliza uma retomada dupla — com um piloto e uma corrida representando o país na competição.

Fim da linha: Honda retira a CBR 650R do mercado brasileiro

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A CBR 650R não faz mais parte da linha de motocicletas da Honda no Brasil e já não é mais encontrada no site da marca. A informação foi confirmada diretamente pela assessoria da montadora.

O modelo, que representava a opção esportiva de média cilindrada da marca, saiu do catálogo nacional após a mais recente atualização da CB 650R, que ganhou o sistema eletrônico de embreagem E-Clutch em julho.

A Honda CBR 650R foi descontinuada no Brasil - Divulgação
A Honda CBR 650R acaba de ser descontinuada no Brasil – Divulgação

Segundo dados da Fenabrave, entre janeiro e setembro de 2025 foram emplacadas 167 unidades da CBR 650R no país.

A CBR 650R, chegou ao Brasil em 2019, sendo lançada junto com a naked Neo Sports Café CB 650R. Ambas partilhavam o mesmo motor e desde então, o modelo recebeu atualizações de linha, sempre em conjunto com a CB 650R.

A base mecânica é o motor de quatro cilindros DOHC, 649 cm³, arrefecido a líquido, e câmbio de seis marchas.

Honda CBR 650R 2026 - nova cor Preto Mat Gunpowder Metallic - Divulgação
Honda CBR 650R 2026 – nova cor Preto Mat Gunpowder Metallic, na Europa – Divulgação

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Nova cor – linha 2026 na Europa

Enquanto a CBR 650R se despede do Brasil, a Honda mantém o modelo em produção na Europa, onde a esportiva segue entre as mais vendidas da categoria Super Sport. A fabricante anunciou novas cores para a linha 2026: Preto Mat Gunpowder Metallic com detalhes em amarelo, além do tradicional Vermelho Grand Prix Tricolor.

CBR 650R linha 2024 - Divulgação
CBR 650R linha 2024 – Divulgação

A versão mais recente no Brasil, linha 2024 conta com motor tetracilindro DOHC refrigerado a líquido, câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante, além do sistema HSTC – Honda Selectable Torque Control. Potência máxima de 88,4 cv a 11.500 rpm, com torque máximo de 6,13 kgf.m a 8.000 rpm.

CBR 650R 2026 - detalhe do sistema E-Clutch - Divulgação
CBR 650R 2026 – detalhe do sistema E-Clutch – Divulgação

Havia expectativa de que a CBR 650R recebesse no Brasil o novo sistema E-Clutch. A Honda, no entanto, confirmou que o recurso ficará restrito à CB 650R, a partir de agora, única representante da linha de 650 cilindradas no país.

Bajaj lança a Dominar NS400Z no Brasil por R$ 26.900

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A Dominar NS400Z foi oficialmente lançada pela Bajaj no Brasil, marcando a chegada de um dos modelos mais aguardados da marca – segundo publicação em redes sociais. O preço sugerido de R$ 26.900, sem incluir taxas, acabou surpreendendo quem achava que o valor de venda ficaria abaixo da Dominar 400.

O nome escolhido foi Dominar NS400Z, que substitui a denominação original “Pulsar NS400Z”, usada na Índia. A mudança, segundo a empresa, atende a uma estratégia de adaptação ao mercado brasileiro, unificando uma identidade com a linha Dominar já existente no país, assim como no mercado indiano, todas recebem a nomenclatura “Pulsar”.

Nova Bajaj Dominar NS400Z - Divulgação
Nova Bajaj Dominar NS400Z – Divulgação

O modelo se destaca pela combinação entre design agressivo, peso reduzido e tecnologia embarcada — fatores que reforçam a identidade “streetfighter”, segundo a marca.

Motor e desempenho

A nova Dominar NS400Z traz o mesmo motor da D400, um monocilíndrico DOHC de 373,27 cm³, 4 tempos e refrigeração líquida. O propulsor entrega 40 cv de potência a 8.500 rpm e 3,57 kgf.m de torque a 7.000 rpm. Segundo a Bajaj, o motor foi recalibrado para oferecer respostas mais rápidas em rotações baixas, tornando a pilotagem mais fluida no trânsito urbano.

Nova Bajaj Dominar NS400Z - Pearl Metallic White - Divulgação
Nova Bajaj Dominar NS400Z – Pearl Metallic White – Divulgação

Outra informação importante: já existe uma nova versão da NS400Z, com o motor entregando 43 cv de potência, como chegamos publicar anteriormente. Porém, essa versão não chegou pôde ser lançada por questões de homologação e logística.

Com 18 kg a menos que a Dominar 400, o novo modelo atinge melhor relação peso-potência, o que pode se refletir em acelerações mais ágeis e maior controle em curvas. O câmbio de seis marchas vem equipado com embreagem assistida e deslizante.

Nova Bajaj Dominar NS400Z - Divulgação
Nova Bajaj Dominar NS400Z – Divulgação

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Na ciclística, o modelo mantém o chassi perimetral da Dominar 400, suspensão dianteira invertida de 43 mm (USD) e monoamortecedor Nitrox na traseira. O sistema de freios ABS de duplo canal atua em discos de 320 mm na dianteira e 230 mm na traseira. Os pneus 110/70 R17 (dianteiro) e 140/70 R17 (traseiro), ambos sem câmara, complementam o conjunto.

Design e tecnologia

Visualmente, a Dominar NS 400Z adota linhas agressivas e modernas, seguindo o padrão das naked esportivas. A moto já chega ao país como linha 2026, com destaque para o conjunto óptico frontal de canhão único de LED centralizado e luzes de rodagem diurna.

Entre os recursos eletrônicos, a Dominar NS400Z traz controle de tração e quatro modos de pilotagem — Sport, Road, Rain e Off-Road. A bateria é VRLA de 12V 8Ah, a altura do assento é de 807 mm e o peso total é de 174 kg em ordem de marcha. O tanque de combustível é de 12 litros, um litro a menos que o da Dominar 400.

Disponibilidade e cores

A Dominar NS400Z será oferecida em quatro opções de cores — Glossy Racing Red, Brooklyn Black, Pewter Grey e Pearl Metallic White. Os grafismos são praticamente os mesmos do modelo indiano.

Dominar NS400Z - Line up com todas as cores - Divulgação
Dominar NS400Z – Line up com todas as cores – Divulgação

O preço público sugerido é de R$ 26.900, com frete gratuito, e o modelo começa a chegar às concessionárias Bajaj de todo o Brasil ainda em outubro de 2025.

Dominar NS400Z – Ficha Técnica

ItemDescrição / Valor
Motor
TipoMonocilíndrico, 4 tempos, DOHC, 4 válvulas, refrigerado a líquido, uma vela, FI
Cilindrada373,27 cm³
Potência máxima40 cv @ 8.500 rpm
Torque máximo3,57 kgf.m @ 7.000 rpm
Transmissão6 velocidades
Tipo de embreagemAssistida e deslizante
Sistema de partidaElétrico
CombustívelGasolina
Sistema de combustívelInjeção eletrônica
Modos de pilotagemSport, Rain, Road e Offroad
Sistema elétrico
IgniçãoEletrônica
Bateria12V 8 Ah VRLA
FarolFull LED, com DRL
Controle de traçãoEletrônico
Painel de instrumentosDigital com conectividade Bluetooth
Carregador móvelEntrada USB
Chassi
Tipo de chassiPerimetral
Suspensão dianteiraTelescópica, garfo invertido 43 mm (USD)
Suspensão traseiraMonochoque com Nitrox
Freio dianteiroDisco com ABS, 320 mm
Freio traseiroDisco com ABS, 230 mm
Pneu dianteiro110/70 17 54H sem câmara
Pneu traseiro140/70 R17 66H sem câmara
RodaLiga leve
Tanque
Capacidade12 litros
Dimensões
Comprimento x Largura x Altura1.990 mm x 820 mm x 1.057 mm
Distância entre eixos1.344 mm
Altura do assento807 mm
Distância mínima do solo165 mm
Peso em ordem de marcha174 kg