KTM 390 Adventure X e R no Brasil com preços entre R$ 33.990 e R$ 37.990; detalhes e fotos

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A KTM disponibiliza no Brasil as novas 390 Adventure X e 390 Adventure R, com o mesmo motor de 398,7 cc e propostas distintas para asfalto e terra. Os preços partem de R$ 33.990, e as motos são montadas em Manaus com peças produzidas na Índia.

A KTM anunciou a chegada da linha 390 Adventure ao mercado brasileiro durante o Festival Interlagos Motos 2026. A família será formada por duas configurações, chamadas Adventure X e Adventure R.

As motocicletas compartilham motor, freios, tanque e peso declarado, mas recebem diferenças em rodas, suspensões, posição de pilotagem e recursos eletrônicos. A proposta da X é voltada ao uso misto, enquanto a R prioriza o fora de estrada.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

A KTM 390 Adventure X tem preço sugerido de R$ 33.990 à vista, com frete incluso. A marca prevê que essa versão esteja nas concessionárias KTM do país até o fim de 2026.

Parceria com a Bajaj

As duas versões da KTM 390 Adventure serão montadas em Manaus. Segundo a empresa, os modelos serão montados no Brasil com as peças que chegam da Índia por meio da parceria entre KTM e Bajaj.

Apesar de integrarem a mesma linha e usarem a mesma base mecânica, as versões foram configuradas para perfis de utilização diferentes. A Adventure X combina rodagem no asfalto com trilhas leves, enquanto a Adventure R adota itens específicos para terrenos irregulares.

KTM 390 Adventure X - Divulgação
KTM 390 Adventure X – Divulgação

Adventure X

A 390 Adventure X utiliza rodas de liga leve, com aro de 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira. Os pneus são de uso misto, em uma configuração crossover destinada a trajetos urbanos, rodoviários e percursos leves fora do asfalto.

O conjunto de suspensão da versão X é fornecido pela WP APEX. Na frente, a moto traz garfo com tubos de 43 mm, sem possibilidades de ajuste. Na traseira, há amortecedor WP APEX com regulagem de pré-carga.

O curso das suspensões é de 200 mm nas duas extremidades. O guidão é feito de aço, e o assento está posicionado a 825 mm do solo, medida inferior à adotada pela configuração R.

KTM 390 Adventure X - Divulgação
KTM 390 Adventure X – Divulgação

O vão livre em relação ao solo da Adventure X é de 232 mm. Já a distância entre-eixos é de 1.464 mm, conforme os dados divulgados pela KTM para a versão de entrada da nova linha.

Eletrônica da versão X

Entre os equipamentos eletrônicos da 390 Adventure X estão o Cornering ABS, o controle de tração e o acelerador eletrônico com sistema ride-by-wire. O painel é LCD e tem tela de cinco polegadas.

O controle de velocidade de cruzeiro e as manoplas aquecidas não integram a lista de série da versão X. Esses dois itens poderão ser instalados como acessórios opcionais, segundo as informações da fabricante.

KTM 390 Adventure X - Divulgação
KTM 390 Adventure X – Divulgação

A lista de equipamentos mantém também o câmbio de seis velocidades com o sistema Quickshifter+, presente de fábrica nas duas motocicletas. O recurso permite trocas de marcha sem o acionamento da embreagem.

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Adventure R

A KTM 390 Adventure R custa R$ 37.990 à vista, também com frete incluso. A previsão divulgada para essa configuração é de chegada às lojas da marca a partir de outubro de 2026.

Para ampliar a aptidão em trechos fora de estrada, a Adventure R usa rodas raiadas de 21 polegadas na frente e 18 polegadas atrás. Assim como na X, os pneus fornecidos são de uso misto.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

A suspensão dianteira é uma WP APEX de 43 mm, com cartucho aberto e regulagens de compressão e retorno. A fabricante informa que os ajustes contam com 30 cliques de regulagem.

Na traseira, a 390 Adventure R recebe suspensão WP APEX Split Piston. O componente permite ajustes de pré-carga e retorno, em uma especificação diferente da utilizada na Adventure X.

O curso da suspensão sobe para 230 mm tanto na dianteira quanto na traseira. A versão R também tem guidão de alumínio, ao contrário da peça de aço usada na configuração X.

O assento da Adventure R fica a 870 mm do solo. O vão livre é de 272 mm, enquanto a distância entre-eixos chega a 1.481 mm.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

Modo Off-Road e painel TFT

Na parte eletrônica, a Adventure R acrescenta o modo Off-Road, que altera a atuação do controle de tração e do ABS para a condução em terrenos sem pavimentação. A moto também dispõe de ABS off-road.

A versão voltada à terra conta ainda com três modos de pilotagem. Outra diferença está no painel, que passa a ser uma tela TFT colorida de cinco polegadas, substituindo o visor LCD da Adventure X.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

Assim como ocorre na outra integrante da linha, o cruise control e as manoplas aquecidas podem ser adquiridos como acessórios. Os dois equipamentos não fazem parte da configuração de série da Adventure R.

Motor de 398,7

Adventure X e Adventure R usam o mesmo motor monocilíndrico de 398,7 cc, quatro tempos e refrigeração líquida. A potência máxima informada é de 45 cv a 8.500 rpm.

O torque máximo declarado pela KTM é de 3,98 kgf.m. O sistema de alimentação utiliza componentes Bosch, e o acelerador eletrônico está presente nas duas versões da 390 Adventure comercializadas no Brasil.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

A transmissão tem seis marchas e inclui o Quickshifter+ como item de fábrica. Esse conjunto mecânico é comum às duas configurações, independentemente das diferenças de rodas, suspensões e eletrônica.

Freios, tanque e peso

O sistema de freios não muda entre as duas motocicletas. Na dianteira, há disco de 320 mm, enquanto a traseira utiliza disco de 240 mm. As pinças são fabricadas pela Bybre.

Ambos os modelos incluem Cornering ABS e têm tanque de combustível com capacidade para 14 litros. O peso divulgado é de 165 kg sem combustível e 176 kg com o tanque abastecido.

KTM 390 Adventure R - Divulgação
KTM 390 Adventure R – Divulgação

Os números de peso são os mesmos para a Adventure X e para a Adventure R. Dessa forma, as principais diferenças físicas entre elas estão concentradas no conjunto de rodas, suspensão, altura do assento, vão livre e entre-eixos.

Pré-reserva

As duas versões da KTM 390 Adventure já podem ser reservadas pelo site ktm390adventure.com.br. A fabricante também informou a abertura de pré-reservas em sua rede de concessionárias.

De acordo com as condições publicadas no site, o período de pré-reserva vai até 31 de agosto de 2026. O estoque inicial informado é de 20 unidades de cada versão.

KTM 390 Adventure X - Divulgação
KTM 390 Adventure X – Divulgação

A KTM informa que as novas 390 Adventure X e R terão quatro anos de garantia. Os modelos também serão incluídos no programa de revisões com preço fixo oferecido pela marca.

CFMoto anuncia novo lote de reservas em 31 de agosto com cerca de 500 unidades

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A CFMoto abrirá em 31 de agosto de 2026, ao meio-dia, um novo lote nacional de reservas para as motos IBEX 450, IBEX 700, CL-C 450 e CL-C 450 Bobber. O processo será digital e concentrará cerca de 500 unidades para o mercado brasileiro.

A abertura das reservas será feita exclusivamente pelo portal oficial da CFMoto. A fabricante informou que os interessados deverão utilizar a plataforma digital adotada pela empresa: reserva.cfmoto.com.br.

O novo lote reunirá os quatro modelos da marca. O volume previsto permanece em torno de 500 motocicletas, considerando todas as versões disponíveis.

CFMoto anuncia novo lote de reservas - Divulgação
CFMoto anuncia novo lote de reservas – Jr Rodrigues

A marca informou que mantém um sistema digital único para as reservas. O modelo estabelece os mesmos critérios aos consumidores interessados, independentemente da região brasileira onde pretendam adquirir uma das motocicletas.

IBEX 700 - Divulgação
IBEX 700 – Divulgação

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Modelos atuais disponíveis

O lote anunciado mantém a IBEX 450, a IBEX 700, a CL-C 450 e a CL-C 450 Bobber.

O número informado para a nova etapa é semelhante ao dos lotes anteriores divulgados pela empresa. A fabricante não detalhou a divisão de unidades por modelo. O preços a princípio permanecem sem alteração.

Brava Motos - Curitiba
Brava Motos – Curitiba – Jr Rodrigues

Sete cidades

As operações responsáveis pelo atendimento das reservas estão situadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Piracicaba, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Caxias do Sul.

As sete localidades integram a estrutura atual utilizada pela CFMoto para atender clientes durante esta abertura. A empresa afirma que a expansão gradual de sua rede de concessionárias acompanha o avanço de sua operação no mercado brasileiro.

CL-C 450 - Divulgação
CL-C 450 – Divulgação

A unidade de Brasília não foi mencionada no comunicado sobre o lote de agosto, embora já faça parte oficialmente da rede da marca. A inauguração oficial da operação na capital federal, segundo as informações divulgadas, ainda está prevista para breve.

IBEX 450 - Divulgação
IBEX 450 – Divulgação

Reforçar oferta futura

A CFMoto informou ter ampliado sua capacidade produtiva após implementar um segundo turno de produção em sua operação industrial. A iniciativa busca reforçar a oferta de motocicletas para o mercado nacional.

CL-C 450 Bobber
CL-C 450 Bobber – Divulgação

De acordo com a fabricante, a ampliação também dá suporte ao plano de crescimento no país. Para a reserva que será aberta em 31 de agosto, porém, a previsão divulgada continua sendo de cerca de 500 unidades para os quatro modelos.

Yamaha Tracer 7 2027 chega ao Brasil por R$ 59.990 e motor de 73,4 cv

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A Yamaha Tracer 7 2027 será vendida no Brasil por R$ 59.990, sem frete. A sport-touring produzida em Manaus traz motor bicilíndrico de 690 cc, acelerador eletrônico, controle de tração, piloto automático e painel TFT conectado. Chega às lojas em setembro.

A Yamaha anunciou o lançamento da Tracer 7 2027 no mercado brasileiro. O modelo adota a proposta sport-touring, voltada a deslocamentos urbanos e viagens, com preço público sugerido de R$ 59.990, sem o valor do frete.

A produção da motocicleta está programada durante este mês de agosto de 2026 na fábrica da marca em Manaus, no Amazonas. A chegada às concessionárias autorizadas deve acontecer ao longo do mês de setembro, inicialmente em duas opções de acabamento.

Yamaha Tracer 7 2027 - Divulgação
Yamaha Tracer 7 2027 – Divulgação

Entre os equipamentos divulgados estão controle de tração, controle de cruzeiro, limitador de velocidade, freios com ABS e painel TFT de cinco polegadas. A Yamaha também informa garantia de quatro anos e participação no programa Revisão Preço Fixo.

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Motor

A nova Yamaha Tracer 7 utiliza o motor CP2, um bicilíndrico Crossplane de 690 cc. Segundo a fabricante, o conjunto emprega a tecnologia DiASil, voltada à dissipação de calor e à redução de vibrações durante o funcionamento.

O propulsor entrega potência máxima de 73,4 cv a 8.750 rpm. O torque informado é de 6,9 kgf.m a 6.500 rpm, números que compõem a ficha técnica da motocicleta para o mercado nacional.

Motor CP2 Crossplane de 690 cc - Divulgação
Motor CP2 Crossplane de 690 cc – Divulgação

O motor trabalha com acelerador eletrônico YCC-T. O sistema usa a unidade de controle eletrônico para definir a abertura da válvula do acelerador de acordo com as condições de operação do propulsor.

A transmissão conta com embreagem assistida e deslizante. Conforme a Yamaha, esse recurso reduz em até 22% o esforço aplicado à alavanca e busca contribuir para mudanças de marcha mais suaves.

Piloto automático

A Tracer 7 2027 recebe o controle de tração TCS, com dois níveis de intervenção. O motociclista poderá selecionar uma atuação mais intensa ou mais baixa, além de desativar o sistema quando desejar.

Outro recurso eletrônico é o YVSL, nome dado pela Yamaha ao limitador de velocidade variável. O sistema atua sobre a potência do motor para impedir que a moto ultrapasse a velocidade previamente definida pelo condutor.

Yamaha Tracer 7 2027 - Divulgação
Yamaha Tracer 7 2027 – Divulgação

O controle de cruzeiro pode ser acionado entre 40 km/h e 180 km/h, da terceira à sexta marcha. O ajuste ocorre em incrementos de 1 km/h, segundo os dados divulgados pela fabricante.

O piloto automático é cancelado automaticamente quando o condutor aciona os freios, a embreagem ou o acelerador. A função integra o pacote de equipamentos destinado a viagens e percursos de maior duração.

Suspensão

Na dianteira, a Yamaha Tracer 7 usa garfo invertido KYB de 41 mm. A suspensão possui curso de 130 mm e oferece regulagem em 18 níveis, de acordo com as especificações oficiais.

Na traseira, o modelo traz suspensão Monocross, com ajustes de retorno e de pré-carga da mola em 21 níveis. O sistema atua em conjunto com o braço oscilante e permite adaptar o comportamento da moto a diferentes condições de uso.

Yamaha Tracer 7 2027 - Divulgação
Yamaha Tracer 7 2027 – Divulgação

O conjunto de freios é formado por dois discos dianteiros de 298 mm, acompanhados de pinças radiais de quatro pistões. Na roda traseira, há disco de 245 mm, enquanto o ABS vem incluído de série.

As rodas de alumínio fundido têm aro de 17 polegadas e desenho multirraios. A Tracer 7 sai de fábrica com pneus Michelin Pilot Road 6 GT, nas medidas 120/70ZR17 na frente e 180/55ZR17 atrás.

Banco com duas alturas e itens para viagem

A motocicleta utiliza banco dividido para piloto e garupa. O assento do condutor tem duas posições de regulagem, permitindo altura entre 830 mm e 850 mm.

O para-brisa possui ajuste manual de altura. Os protetores de mão também fazem parte do conjunto original, assim como as alças traseiras integradas para o passageiro.

Yamaha Tracer 7 2027 - Divulgação
Yamaha Tracer 7 2027 – Divulgação

Segundo as informações da Yamaha, a configuração busca oferecer uma posição de condução mais relaxada. O espaço disponível foi projetado para ampliar a liberdade de movimento de piloto e garupa durante os deslocamentos.

Painel TFT

O painel é formado por uma tela TFT colorida de cinco polegadas. O equipamento alterna automaticamente entre os modos Dia e Noite e permite a escolha de quatro temas personalizáveis.

A conexão com smartphones é feita pelo aplicativo Y-Connect. Entre as funções indicadas pela marca estão o acesso a músicas e o recebimento de notificações de chamadas e mensagens.

TFT colorida de cinco polegadas - Divulgação
TFT colorida de cinco polegadas – Divulgação

A Tracer 7 também oferece navegação por meio do Garmin StreetCross. O sistema pode exibir a orientação por mapa ou pelo recurso turn-by-turn, que apresenta indicações de mudança de direção durante o percurso.

No lado esquerdo do cockpit, há uma porta USB Tipo-C para carregamento de dispositivos eletrônicos. O componente possui tampa à prova dágua, conforme a descrição fornecida pela fabricante.

Iluminação Full LED

Todo o sistema de iluminação utiliza LEDs. Na dianteira, a Yamaha Tracer 7 tem dois faróis com projetores e luzes de rodagem diurna, enquanto a parte traseira recebe lanterna também em LED.

Os indicadores de direção dianteiros foram integrados aos protetores de mão. A moto ainda conta com o ESS, sistema de parada de emergência que aciona os piscas automaticamente em situações de frenagem intensa.

Iluminação Full LED - Divulgação
Iluminação Full LED – Divulgação

As setas possuem desligamento automático. O condutor poderá configurar o acionamento para três piscadas ou optar por um período mais longo, com desativação do sinal após o funcionamento previsto pelo sistema.

Medidas

A Yamaha Tracer 7 2027 mede 2.135 mm de comprimento e 875 mm de largura. A altura varia de 1.330 mm a 1.390 mm, conforme a posição considerada na regulagem do conjunto.

A distância entre-eixos é de 1.495 mm, e a distância mínima do solo é de 140 mm. O tanque de combustível comporta 18 litros, mas a Yamaha Brasil não divulgou dados de consumo da motocicleta.

Yamaha Tracer 7 2027 - Divulgação
Yamaha Tracer 7 2027 – Divulgação

O peso em ordem de marcha declarado é de 203 kg. A fabricante informa ainda relação peso-potência de 2,76 kg/cv para a sport-touring equipada com o motor bicilíndrico de 690 cc.

Acessórios incluem baús e bolha

A Yamaha preparou acessórios específicos para a Tracer 7. A relação inclui protetores de motor e carenagem, protetor de radiador, suporte para baús laterais, suporte de baú superior e suporte para GPS.

Também estarão disponíveis baús laterais de 25 litros, baú superior de 42 litros e bolha alta. Os itens poderão ser comprados separadamente nas concessionárias autorizadas da marca.

Pack Touring - Divulgação
Pack Touring – Divulgação

O Pack Touring reúne protetor de motor e carenagem, protetor de radiador, suporte para baú superior, baú de 42 litros e bolha alta. A peça transparente poderá ser escolhida nas versões fumê ou cristal.

Os preços públicos sugeridos dos acessórios ainda serão divulgados pela Yamaha. A marca não informou uma data específica para a definição dos valores dos componentes adicionais.

Cores

A Tracer 7 2027 será oferecida inicialmente nas cores Redline, de tonalidade vermelha sólida, e Midnight Black, em preto metálico. As duas opções fazem parte da configuração anunciada para o início das vendas.

Yamaha R1 GYTR limitada para pistas no Brasil por R$ 278 mil

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A Yamaha trouxe ao Brasil uma série limitada da R1 GYTR preparada pela JDM78. Voltada exclusivamente a circuitos, a motocicleta custa R$ 278 mil, é vendida já com itens de competição e não pode receber emplacamento para circular em vias públicas.

A Yamaha Motor do Brasil anunciou a chegada da R1 GYTR by JDM78, edição limitada da superbike destinada ao uso exclusivo em pistas. As unidades são importadas oficialmente pela fabricante e serão entregues conforme a demanda.

Antes da entrega aos compradores, cada motocicleta passa pela preparação da equipe JDM78, especializada em competições. A venda ocorre em formato de pacote, com a configuração já definida.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

O preço informado para a Yamaha R1 GYTR com preparação JDM78 é de R$ 278.000. Segundo a marca, há algumas unidades disponíveis para entrega imediata no mercado brasileiro.

Yamaha R1 GYTR

A R1 GYTR é comercializada somente pela equipe JDM78 e não está apta ao uso em ruas ou estradas. O modelo não dispõe de possibilidade de emplacamento, condição que restringe sua utilização a circuitos fechados.

A sigla GYTR significa Genuine Yamaha Technology Racing. A linha reúne componentes e configurações desenvolvidos a partir da experiência acumulada pela fabricante em competições, incluindo referências das motos utilizadas no WorldSBK.

Na edição brasileira, a preparação feita pela JDM78 é obrigatória na compra. Assim, o cliente recebe a motocicleta com os acessórios de pista e os acabamentos específicos incluídos na configuração anunciada.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

Motor CP4 de 998 cc

A Yamaha R1 GYTR utiliza motor de quatro cilindros em linha, com arquitetura CP4 crossplane, 998 cc, refrigeração líquida, comando duplo no cabeçote, conhecido como DOHC, e quatro válvulas por cilindro.

A fabricante não divulgou os números finais de potência e torque para a configuração vendida no país. Entre as medidas declaradas do propulsor estão diâmetro de 79,0 mm e curso de 50,9 mm.

A taxa de compressão informada é de 13,0:1. Segundo a Yamaha, a concepção do conjunto mecânico tem origem no desenvolvimento aplicado pela marca ao ambiente das corridas.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

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Chassi

A estrutura da moto combina chassi Deltabox de alumínio, subquadro de magnésio e braço oscilante de alumínio em formato de treliça. A distância entre eixos declarada é de 1.405 mm.

Na suspensão dianteira, a Yamaha R1 GYTR traz garfo invertido KYB de 43 mm, com regulagens independentes para os ajustes de compressão e retorno. A preparação também inclui componentes de suspensão KYB.

O sistema de freios dianteiro é fornecido pela Brembo. O conjunto reúne cilindro-mestre, pinças Stylema e pastilhas de competição Z04, voltadas à utilização em circuito.

O peso informado pela Yamaha é de 201 kg, considerando óleo e combustível. O tanque tem capacidade para 17 litros.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

Eletrônica e itens para competição

A Yamaha R1 GYTR vem equipada com escape Akrapovic Race em titânio, com silenciador posicionado na região central. A eletrônica é composta por pacote GYTR com chicote mais leve e ECU programável.

Esse conjunto eletrônico inclui controle de deslizamento, controle de elevação, gerenciamento do efeito de freio-motor e emulador de ABS. A moto também recebe quickshifter no pacote de preparação.

A carenagem utiliza fibra de vidro e carbono, além de asas aerodinâmicas inspiradas nas soluções adotadas no MotoGP. A JDM78 acrescenta kit de carenagem, pintura específica e adesivos à unidade entregue.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

Pacote JDM78 amplia a configuração

A preparação da equipe inclui diversos elementos destinados ao uso em pista. Entre eles estão semiguidões, tampa do tanque, protetor e regulador da alavanca de freio, espaçadores de rodas e tensor de corrente.

  • Pedaleira Racing e suporte para cavalete
  • Proteções dos eixos e tampa de abastecimento de óleo
  • Manoplas Circuit e pneus slick Pirelli
  • Flexível de freio Hel e bomba de freio Racing Brembo
  • Limitador de direção e interruptor elétrico JetPrime
  • Amortecedor traseiro hidráulico e chicote Racing

Com a soma dos equipamentos de fábrica e dos itens instalados pela JDM78, a configuração oferecida no Brasil é direcionada à participação em atividades de circuito, sem homologação para circulação pública.

Yamaha R1 GYTR - Divulgação
Yamaha R1 GYTR – Divulgação

Como adquirir

As unidades da série limitada são comercializadas exclusivamente pela JDM78, responsável também pela preparação de cada R1 GYTR antes da entrega.

Os interessados devem procurar a equipe JDM78 pelo endereço de e-mail divulgado pela operação. O valor de referência da configuração base é de R$ 278.000, já associado ao pacote de preparação obrigatório.

Voge 300 Rally é apresentada no Brasil e marca confirma cinco motos em estudo para o país

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A Voge apresentou a 300 Rally durante o Festival Interlagos 2026 e informou que a trail deve chegar ao mercado brasileiro no primeiro semestre de 2027. A fabricante também confirmou que analisa outros cinco modelos para o país.

A Voge 300 Rally foi uma das novidades anunciadas pela marca chinesa no Festival Interlagos 2026, edição dedicada às motocicletas. O evento foi realizado em São Paulo.

Classificada pela fabricante como uma motocicleta trail de até 300 cm³, a novidade foi mostrada como uma opção para utilização urbana, rodoviária e em caminhos fora de estrada de menor dificuldade.

Voge 300 Rally no Festival Interlagos - Divulgação
Voge 300 Rally no Festival Interlagos – Divulgação Festival Interlagos

A previsão oficial é que a moto comece a ser comercializada no Brasil no primeiro semestre de 2027. Até o momento, a empresa não divulgou o preço previsto para o modelo no mercado nacional.

Motor

A 300 Rally utiliza motor monocilíndrico de 292 cm³, com refrigeração líquida e injeção eletrônica. Segundo os dados divulgados pela Voge, o propulsor entrega 29 cv a 8.500 rpm.

O torque máximo informado é de 2,5 kgf.m a 6.500 rpm. A transmissão é de seis marchas, enquanto o consumo médio declarado pela fabricante é de aproximadamente 29,4 km/l.

O tanque de combustível comporta 12 litros. A marca informou ainda que o peso a seco declarado para a 300 Rally é de 152 kg.

Voge 300 Rally - Divulgação
Voge 300 Rally – Divulgação

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Todo terreno

Na suspensão dianteira, a trail é equipada com garfo invertido de 41 mm. O curso informado para esse conjunto é de 240 mm, medida relacionada à proposta de circulação também fora do asfalto.

Na parte traseira, a motocicleta adota monoamortecedor com regulagem e igualmente 240 mm de curso. A altura livre do solo divulgada pela Voge chega a 280 mm.

As rodas seguem configuração comum entre modelos trail, com aro de 21 polegadas na dianteira e de 18 polegadas na traseira. Esses dados foram apresentados pela fabricante durante o anúncio do modelo.

Voge 300 Rally - Divulgação
Voge 300 Rally – Divulgação

Freios e itens de série

O sistema de freios da Voge 300 Rally utiliza discos e ABS de canal duplo. O recurso eletrônico da roda traseira pode ser desconectado, função destinada ao uso da moto em trechos sem pavimentação.

Entre os equipamentos anunciados estão iluminação full LED, painel digital em LCD e tomada USB. A moto também recebe protetores de mão, proteção para o motor e grade para transporte de bagagem.

Voge 300 Rally - Divulgação
Voge 300 Rally – Divulgação
  • Iluminação: full LED
  • Painel: digital LCD
  • Conectividade: tomada USB
  • Segurança: ABS de dois canais com desligamento traseiro
  • Proteções: itens para mãos e motor, além de grade porta-bagagens
Voge 300 Rally - Divulgação
Voge 300 Rally – Divulgação

Modelos em análise para o Brasil

Além da 300 Rally, a Voge confirmou que mantém outros cinco modelos em processo de estudo para uma possível atuação no mercado brasileiro. A confirmação, porém, não representa anúncio de venda dessas motos.

Os modelos citados pela marca são CU625, R625, R250, 800 Rally e SR 450X. Não foram divulgados cronogramas de lançamento, preços ou detalhes sobre a eventual comercialização de cada um deles no país.

Voge 300 Rally - Divulgação
Voge 300 Rally – Divulgação

Preço

A Voge não revelou o valor da 300 Rally para o Brasil e tampouco indicou uma faixa de preço oficial. A definição deverá ser divulgada mais perto da chegada do modelo, prevista para 2027.

Como referência internacional, a motocicleta é vendida no Reino Unido por 3.799 libras. Em conversão direta informada na apresentação, o montante corresponde a cerca de R$ 26,8 mil.

Esse valor serve apenas como comparação, pois não considera impostos, taxas, custos de importação ou variações próprias do mercado brasileiro. O preço nacional ainda depende de comunicação oficial da fabricante.

Bajaj inaugura concessionária em Rio Branco e amplia rede para sete endereços no Norte

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A Bajaj inaugura em 24 de agosto a concessionária Benn Rio Branco, no Acre, administrada pelo Grupo Sabenauto. A loja oferece vendas e pós-venda e eleva a sete o número de endereços da marca na Região Norte, dentro do plano de expansão nacional.

A Bajaj inaugura nesta segunda-feira, 24 de agosto, uma concessionária em Rio Branco, no Acre. A unidade passa a atender clientes da capital acreana e municípios da região.

Batizada de Bajaj Benn Rio Branco, a operação fica na Via Chico Mendes e reúne serviços de venda de motocicletas e suporte de pós-venda para os consumidores da marca.

Bajaj Benn Rio Branco - Divulgação
Bajaj Benn Rio Branco – Divulgação

Com a abertura no Acre, a fabricante passa a contar com sete endereços na Região Norte e alcança 77 pontos de atendimento distribuídos pelo Brasil.

Grupo Sabenauto

A nova concessionária é administrada pelo Grupo Sabenauto, empresa com mais de 50 anos de atuação no setor automotivo. O grupo já é responsável por outras três operações da Bajaj no país.

Dessas concessionárias já administradas pela empresa, duas estão localizadas no estado do Rio de Janeiro e uma funciona no Mato Grosso. A chegada a Rio Branco amplia a atuação do grupo com a marca.

A loja foi instalada na Via Chico Mendes, uma das principais rotas de acesso da capital do Acre. Segundo a Bajaj, a escolha do endereço busca facilitar o atendimento a motociclistas de Rio Branco e cidades próximas.

Bajaj Benn Rio Branco - Divulgação
Benn Rio Branco – Divulgação

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Estrutura

A Bajaj Benn Rio Branco conta com uma estrutura voltada à comercialização de motocicletas e aos serviços posteriores à compra. A unidade também oferece atendimento especializado aos proprietários de veículos da marca.

A instalação integra a estratégia de expansão da rede brasileira da empresa, acompanhando os investimentos em produção nacional, o aumento do portfólio de motocicletas e a ampliação da estrutura de atendimento.

O managing director da Bajaj do Brasil, Waldyr Ferreira, afirmou que a abertura representa mais uma etapa do avanço da rede e da aproximação da empresa com os motociclistas da Região Norte.

Segundo o executivo, a expansão para novos estados e municípios ocorre com parceiros responsáveis pela experiência de vendas e pelo atendimento pós-venda aos clientes.

Bajaj Benn Rio Branco - Divulgação
Benn Rio Branco – Divulgação

Região Norte

Antes da inauguração em Rio Branco, a Bajaj já mantinha operações em Macapá, no Amapá, e em Manaus, no Amazonas, onde possui duas lojas.

No Pará, a rede está presente em Ananindeua, Belém e Marabá. Com a nova unidade acreana, essas cidades passam a formar os sete endereços da marca na Região Norte.

A rede nacional da fabricante soma atualmente 77 endereços. A distribuição abrange as cinco regiões do país, com concessionárias em capitais e cidades do interior.

Bajaj Benn Rio Branco - Divulgação
Benn Rio Branco – Divulgação

Endereço e horários da nova loja no Acre

A Bajaj Benn Rio Branco está localizada na Via Chico Mendes, 2454, Anexo B, Triângulo Velho, Rio Branco, Acre. O telefone informado para contato é (68) 2018-1160.

O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h.

BMW F 450 GS é exibida no Brasil. Pode estar chegando ao mercado nacional?

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Exibida no Festival Interlagos Motos 2026, a BMW F 450 GS entrou no radar do público brasileiro e integra uma pesquisa de mercado da marca. O modelo tem registro de desenho no INPI, mas ainda não possui confirmação de venda, preço ou data de chegada ao país.

A BMW F 450 GS foi apresentada ao público durante o Festival Interlagos Motos 2026. A participação no evento colocou a motocicleta em contato direto com consumidores brasileiros.

Segundo a BMW Motorrad, a presença da moto fez parte de um processo de pesquisa de mercado. A fabricante busca avaliar a receptividade do público brasileiro ao novo modelo de média cilindrada.

BMW F 450 GS no Festival Interlagos - Divulgação
BMW F 450 GS no Festival Interlagos – Divulgação

Até o momento, a empresa não confirmou o lançamento da F 450 GS no Brasil. Também não foram divulgados preço, calendário de vendas ou detalhes sobre uma eventual produção nacional.

Mudanças na linha

A possibilidade de comercialização da BMW F 450 GS no país ganhou atenção porque a plataforma de 310 cm³ deixou de ser comercializada pela BMW na Índia, local onde o modelo de 450 cm³ é produzido.

Esse cenário pode abrir espaço para mudanças na oferta da G 310 GS no mercado brasileiro.

BMW F 450 GS no EICMA - Divulgação EICMA
BMW F 450 GS no EICMA – Divulgação EICMA

A G 310 GS permanece entre os modelos de maior volume da marca no Brasil. Entre janeiro e julho, foram registradas 1.950 unidades comercializadas, de acordo com dados da Fenabrave citados pela fonte.

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Desenho foi registrado no INPI

A movimentação relacionada à BMW F 450 GS no Brasil começou antes de sua exibição no Festival Interlagos. O desenho do modelo teve pedidos identificados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI.

O processo foi iniciado em outubro de 2024 e teve a concessão publicada em 22 de abril de 2026. O registro está ligado à Bayerische Motoren Werke Aktiengesellschaft, razão social da BMW.

BMW F 450 GS no Brasil - reprodução INPI
BMW F 450 GS no Brasil – reprodução INPI

O registro de desenho industrial, porém, não representa uma confirmação de venda no Brasil. O procedimento protege a propriedade intelectual associada à aparência do produto e pode ser realizado antes de uma definição comercial para determinado mercado.

Motor bicilíndrico de 48 cv

A F 450 GS utiliza um motor bicilíndrico de 420 cm³, com duplo comando de válvulas no cabeçote. O conjunto também tem virabrequim com defasagem de 135 graus.

De acordo com os dados divulgados pela fabricante, a potência máxima é de 48 cv a 8.750 rpm. O torque máximo informado é de 4,38 kgf.m a 6.750 rpm.

Motor bicilíndrico - Divulgação
Motor bicilíndrico – Divulgação

O propulsor trabalha com transmissão de seis marchas. A produção da BMW F 450 GS ocorre na Índia, em parceria com a fabricante indiana TVS Motor, desde o fim de 2025.

 

Suspensão

O peso em ordem de marcha declarado para a BMW F 450 GS é de 178 kg. Na dianteira, o modelo traz garfo invertido KYB com tubos de 43 mm.

Na traseira, a motocicleta utiliza monoamortecedor com sistema progressivo. O curso da suspensão é de 180 mm tanto na roda dianteira quanto na traseira.

Garfo invertido KYB - Divulgação
Garfo invertido KYB – Divulgação

Nos freios, o conjunto reúne disco dianteiro de 310 mm com pinça de quatro pistões e disco traseiro de 240 mm. A moto também vem equipada com ABS Pro de série.

Segundo a BMW, esse sistema mantém a atuação do antibloqueio dos freios durante frenagens em curvas. O recurso integra o pacote eletrônico informado para a F 450 GS.

Modos de pilotagem, controle de tração e tela TFT

A motocicleta dispõe de três modos de pilotagem: Rain, Road e Enduro. Entre os recursos eletrônicos estão ainda o controle de tração e o controle de frenagem dinâmica.

O painel utiliza uma tela TFT colorida de 6,5 polegadas, com conectividade. O equipamento inclui uma entrada USB-C para uso com dispositivos compatíveis.

BMW F 450 GS - Divulgação
BMW F 450 GS – Divulgação

Dez anos da fábrica em Manaus

A participação da BMW Motorrad no Festival Interlagos Motos 2026 coincidiu com os dez anos da fábrica do BMW Group em Manaus. A unidade é a única fábrica própria da divisão de motocicletas fora da Alemanha dedicada exclusivamente à produção de motos.

No período, a operação brasileira também alcançou a marca de 150 mil motocicletas produzidas. A BMW Motorrad informa que o Brasil ocupa atualmente a quinta posição entre os maiores mercados mundiais da marca.

Fábrica BMW em Manaus - Divulgação
Fábrica BMW em Manaus – Divulgação

De acordo com a empresa, o mercado brasileiro aparece atrás de Alemanha, França, Itália e Estados Unidos. Apesar da apresentação da F 450 GS e do registro de desenho no INPI, a disponibilidade do modelo no país continua sem confirmação oficial.

Shineray lança SBM 600RC V2 sete meses após versão inicial com mais potência e torque

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A Shineray passou a divulgar a SBM 600RC V2 no Brasil, sete meses depois da apresentação da primeira versão. A nova esportiva de quatro cilindros mantém a base estrutural, mas recebe números superiores de potência e torque, além de componentes Brembo e Marzocchi informados pela fabricante.

A Shineray incluiu em seu site oficial a SBM 600RC V2, nova configuração da motocicleta esportiva de 600 cc da divisão SBM. O modelo também já aparece em divulgações de concessionárias da marca nas redes sociais.

O preço sugerido da novidade é de R$ 54.990 à vista, valor indicado pela empresa como fixo para as lojas do país. A primeira versão da SBM 600RC, apresentada em janeiro de 2026, continua disponível.

Shineray SBM 600RC V2 - Divulgação
Shineray SBM 600RC V2 – Divulgação

As duas motos compartilham diversos elementos de chassi, dimensões, rodas, pneus e capacidade do tanque. A principal alteração informada está no conjunto mecânico, que passou a entregar mais potência e torque na V2.

Motor

A SBM 600RC V2 utiliza motor de quatro cilindros em linha, com 16 válvulas e duplo comando de válvulas, conhecido pela sigla DOHC. A cilindrada declarada pela Shineray permanece em 600 cc.

Segundo a ficha técnica publicada pela fabricante, a nova versão desenvolve 100,5 cv a 9.000 rpm. O torque máximo informado é de 6,93 kgf.m a 9.000 rpm.

Na SBM 600RC primeira versao, também equipada com quatro cilindros, 16 válvulas e comando DOHC, a potência declarada é de 88,4 cv a 11.500 rpm. O torque máximo informado para essa configuração é de 5,71 kgf.m a 10.500 rpm.

Shineray SBM 600RC V2 - Divulgação
Shineray SBM 600RC V2 – Divulgação

Na comparação entre os dados divulgados pela marca, a SBM 600RC V2 tem acréscimo de 12,1 cv na potência máxima e de 1,22 kgf.m no torque máximo. Os picos de potência e torque também passam a ocorrer em rotações menores.

As medidas internas do motor listadas nas fichas técnicas também são diferentes. A SBM 600RC inicial tem diâmetro e curso de 65 x 45,2 mm, enquanto a nova V2 é informada com 67 x 55,2 mm.

Freios e suspensões

No sistema de frenagem, a SBM 600RC V2 é apresentada com componentes da Brembo. O conjunto conta com dois discos flutuantes de 320 mm na roda dianteira e um disco de 260 mm na traseira.

600RC V2 - Divulgação
600RC V2 – Divulgação

A motocicleta dispõe de ABS de duplo canal. As dimensões dos discos permanecem semelhantes às especificações divulgadas para a SBM 600RC que já estava à venda no catálogo brasileiro da marca.

A suspensão da nova versão é fornecida pela Marzocchi, conforme a Shineray. Na dianteira, a esportiva utiliza garfo invertido, enquanto a traseira recebe monoamortecedor regulável.

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Chassi, rodas e dimensões

A estrutura informada para as duas configurações é formada por chassi de aço, quadro perimetral e construção treliçada. A SBM 600RC V2 preserva, portanto, a mesma base declarada para a versão lançada anteriormente.

As rodas são de liga leve e têm aro de 17 polegadas. Os pneus seguem nas medidas 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira, especificações comuns às duas motocicletas de 600 cc.

600RC V2 - Divulgação
600RC V2 – Divulgação

O tanque de combustível tem capacidade para 18 litros. O comprimento total indicado pela Shineray é de 2.130 mm, enquanto a distância entre eixos é de 1.480 mm.

A altura do assento é de 790 mm, de acordo com a ficha técnica. O peso em ordem de marcha informado pela fabricante é de 227 kg tanto para a SBM 600RC quanto para a SBM 600RC V2.

Painel e iluminação

Entre os equipamentos divulgados para a SBM 600RC V2 estão a iluminação Full LED e o painel digital TFT colorido. Esses itens também fazem parte das informações apresentadas para a linha esportiva da SBM.

A garantia anunciada pela Shineray para as duas versões é de três anos. A empresa mantém a configuração original e a nova V2 em oferta simultaneamente no catálogo.

600RC V2 - Divulgação
600RC V2 – Divulgação

Diferença de R$ 2.500 entre as versões

A primeira SBM 600RC continua anunciada por R$ 52.490 à vista. Já a SBM 600RC V2 tem preço sugerido de R$ 54.990 à vista, o que representa diferença de R$ 2.500.

Comparativo para as duas opções da linha SBM 600RC:

  • Preço à vista: R$ 52.490 na SBM 600RC e R$ 54.990 na SBM 600RC V2.
  • Potência máxima: 88,4 cv a 11.500 rpm na versão inicial e 100,5 cv a 9.000 rpm na V2.
  • Torque máximo: 5,71 kgf.m a 10.500 rpm na original e 6,93 kgf.m a 9.000 rpm na nova versão.
  • Diâmetro e curso: 65 x 45,2 mm na SBM 600RC e 67 x 55,2 mm na SBM 600RC V2.
  • Freios: ABS de dois canais, discos dianteiros de 320 mm e disco traseiro de 260 mm nas duas configurações.
  • Medidas compartilhadas: tanque de 18 litros, assento a 790 mm do solo e peso em ordem de marcha de 227 kg.

MXF apresenta protótipo off-road 2 tempos 350TSMXi e anuncia fábrica em Manaus para 2027

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MXF planeja iniciar em 2027 a operação de sua fábrica em Manaus, com investimento acima de R$ 10 milhões e produção anual de até 30 mil unidades. A marca também exibiu o conceito 350TSMXi, criado pelos 10 anos de atuação no off-road brasileiro.

A brasileira MXF anunciou a instalação de uma unidade fabril em Manaus, no Amazonas. A previsão da companhia é iniciar as operações em 2027, dentro de um plano de estruturação para os próximos anos.

O investimento informado para a fábrica é superior a R$ 10 milhões. Quando estiver em funcionamento, a planta terá capacidade projetada para produzir até 30 mil unidades por ano.

Protótipo MXF 350TSMXi - Divulgação
Protótipo MXF 350TSMXi – Divulgação

A empresa também aproveitou o período de expansão para apresentar o protótipo conceito 350TSMXi. O modelo foi desenvolvido como parte das ações que marcam uma década de presença da marca no off-road nacional.

Produção prevista

A fábrica em Manaus será voltada à montagem de motocicletas de performance e de quadriciclos com tração 4×4. No primeiro ano de atividade, a MXF prevê trabalhar com uma linha formada por 15 a 20 modelos.

Segundo as informações divulgadas, a estrutura industrial e a equipe da nova unidade serão dimensionadas para atender à demanda estimada pela empresa nos quatro anos posteriores ao começo da produção.

MXF no Festival Interlagos - Divulgação
MXF no Festival Interlagos – Divulgação

Renato Prudente, CEO da MXF Group, informou que 2026 representa um período de preparação para uma nova fase da companhia. A estratégia reúne investimentos no esporte, ampliação de produtos e organização da estrutura de crescimento.

O anúncio da fábrica ocorre enquanto a MXF amplia o portfólio e avança em sua operação internacional. A companhia informou ainda o reforço da parceria com a Loncin, ligada à apresentação de novos UTVs e quadriciclos.

A Loncin é proprietária da marca Voge. No caso informado pela MXF, não há relação entre as duas marcas dentro da iniciativa divulgada para UTVs e quadriciclos.

Elétrica Ark8 - Divulgação
Elétrica Ark8 – Divulgação

A fabricante também passou a atuar no segmento de veículos elétricos.

Rede comercial

A MXF informa ter 18 anos de história e mais de 400 pontos de venda ativos distribuídos em todos os estados brasileiros. A rede atual reúne estabelecimentos que já comercializam diferentes marcas.

O plano comercial prevê a implantação de lojas flagships monomarca, que deverão complementar os pontos de venda multimarcas existentes. A empresa também iniciou uma operação comercial na Costa Rica.

Renato Prudente - CEO da MXF - Divulgação
Renato Prudente – CEO da MXF – Divulgação

O projeto das lojas próprias inclui padronização de showroom, identidade visual e experiência de compra. A iniciativa acompanha a expansão do catálogo e a formação de uma estrutura própria para a companhia.

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Conceito 350TSMXi

Apresentado nas ações relacionadas aos 10 anos da MXF no off-road, o 350TSMXi é um protótipo conceito que busca representar a evolução técnica acumulada pela fabricante nesse período.

O projeto utiliza uma plataforma com motor dois-tempos de 350 cm³ e segue a evolução da linha TS. A MXF afirma que a proposta combina soluções de ciclística e componentes voltados à competição e a trilhas técnicas.

De acordo com a empresa, o desenvolvimento considera experiências obtidas com pilotos amadores e profissionais. A intenção declarada é concentrar no conceito conhecimentos adquiridos durante uma década de desenvolvimento de motos off-road.

Conceito 350TSMXi - Divulgação
Conceito 350TSMXi – Divulgação

Sem data de mercado

A MXF não divulgou a ficha técnica completa do 350TSMXi. Por isso, ainda não há dados oficiais sobre potência, peso, conjunto de suspensão ou sistema de freios do protótipo.

A marca também não estabeleceu uma data para a chegada do modelo ao mercado e não revelou estimativa de preço. Até o momento, o 350TSMXi permanece apresentado como um conceito.

Michelin lança pneu Anakee Adventure 2 para motos big trail com foco em asfalto e trilhas

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O Michelin Anakee Adventure 2 chega ao Brasil para motocicletas big trail, com proposta de uso predominante no asfalto e capacidade para trechos fora de estrada. Segundo a fabricante, o pneu amplia aderência no molhado, durabilidade e redução de ruído.

A Michelin anunciou a chegada do Anakee Adventure 2 ao mercado brasileiro. O novo pneu foi desenvolvido para motociclistas de big trail que alternam deslocamentos urbanos, viagens rodoviárias e percursos em diferentes tipos de solo.

O produto tem indicação de uso de 80% no asfalto e 20% fora de estrada. A proposta é atender pilotos que circulam em rodovias e cidades, mas também utilizam caminhos de terra, pedras ou areia durante seus trajetos.

Michelin Anakee Adventure 2 - Divulgação
Michelin Anakee Adventure 2 – Divulgação

De acordo com a empresa, o lançamento reúne avanços em aderência, vida útil e conforto acústico em comparação com a geração anterior do pneu destinado a esse segmento de motocicletas.  Disponível no Mercado Livre.

Uso misto todo terreno

As motos big trail são associadas a diferentes formas de utilização, como a rotina urbana, viagens de longa distância, passeios em grupo e deslocamentos por vias sem pavimentação. O Anakee Adventure 2 foi projetado para essa combinação de cenários.

Celso Mattos, diretor comercial da Michelin para o mercado de duas rodas, afirmou que a proporção de uso do pneu busca oferecer confiança a quem transita entre o asfalto e superfícies irregulares durante a pilotagem.

Michelin Anakee Adventure 2 - Divulgação
Michelin Anakee Adventure 2 – Divulgação

Segundo o executivo, a oferta considera a necessidade de segurança, resistência e conforto ao longo do percurso, inclusive para motociclistas que usam a moto tanto em deslocamentos cotidianos quanto em viagens.

A fabricante informou que o novo modelo reforça sua atuação no segmento de pneus para big trails, categoria que reúne usuários com perfis de viagem e experiências de condução em diversos terrenos.

Aderência, ruído e quilometragem

Na comparação apresentada pela Michelin com o modelo anterior, o Anakee Adventure 2 registra 10% mais aderência no molhado, 14% mais quilometragem e redução de 30% no ruído percebido pelo piloto.

A empresa detalha que a maior durabilidade não é igual entre as posições. O pneu dianteiro tem ganho de 7% em vida útil, enquanto o traseiro apresenta aumento de 21%, conforme os dados divulgados pela fabricante.

Michelin Anakee Adventure 2 - disponível no Mercado Livre
Michelin Anakee Adventure 2 – disponível no Mercado Livre

Rafael Barboza, gerente de negócios da Michelin para o segmento de duas rodas, destacou que a durabilidade é um ponto relevante para motocicletas que não contam com estepe e podem ser utilizadas em deslocamentos mais longos.

O executivo também relacionou a redução de ruído ao conforto durante a condução. Segundo ele, o motociclista está mais exposto aos sons do ambiente, seja nas ruas e estradas, seja em regiões remotas utilizadas em viagens.

Tecnologias

O Michelin Anakee Adventure 2 utiliza a tecnologia Michelin 2CT, solução que combina compostos distintos na banda de rodagem. A configuração busca concentrar durabilidade na região central e aderência nas laterais do pneu.

Outra tecnologia citada é a Michelin Reinforced Radial-X Evo & Aramid Shield. Segundo a marca, o conjunto foi empregado para contribuir com estabilidade, conforto de condução e resistência da estrutura do pneu.

Michelin Anakee Adventure 2 - Divulgação
Michelin Anakee Adventure 2 – Divulgação

O modelo também recebeu novo desenho de banda de rodagem. A fabricante informa que o padrão foi desenvolvido para equilibrar o conforto no asfalto com a capacidade de tração em pisos de terra e trilhas.

Barboza afirmou que o bloco de aramida e o reforço aplicado à carcaça fazem parte das medidas voltadas à segurança. Conforme a Michelin, a estrutura busca ampliar a estabilidade à medida que a motocicleta ganha velocidade.

A empresa também cita o uso frequente dessas motocicletas com passageiro como um dos cenários considerados no desenvolvimento. As big trails costumam ser modelos mais robustos, utilizados em viagens e percursos de maior duração.

Michelin Anakee Adventure 2 - Divulgação
Michelin Anakee Adventure 2 – Divulgação

Principais características divulgadas

  • Aderência em piso molhado: uso de novas borrachas com sílica de alto desempenho, segundo a Michelin.
  • Maior durabilidade: aumento de 7% no dianteiro e de 21% no traseiro em relação à geração anterior.
  • Menos ruído: redução de 30% no som percebido pelo piloto durante a condução.
  • Uso em trilhas: desenho da banda de rodagem voltado à motricidade em trajetos fora de estrada.