A Shineray Storm 200 2025 mostra um design robusto, motor, painel digital multicolorido e freios ABS. O preço atualmente sugerido para o modelo é de R$ 21.590, mais frete. É uma opção bastante interessante para o segmento crossover. Conheça.
A Shineray Storm 200 2025chegou ao mercado brasileiro no ano passado como uma aposta da marca no segmento das motos crossover de baixa cilindrada. Atualmente com o preço sugerido de R$ 21.590, sem incluir frete, a moto visa atrair um público que busca versatilidade tanto para o uso urbano quanto para pequenas incursões fora do asfalto.
Shineray Storm 200 2025 – Divulgação
O modelo é resultado de uma parceria entre a Shineray e a chinesa Lifan, que também comercializa o modelo equivalente KPT 200. Embora a Lifan seja mais conhecida no Brasil pelos automóveis e ultimamente nem isso, seu portfólio de motocicletas é expressivo em outros mercados, especialmente na Ásia.
A Storm 200 2025 adota uma proposta visual que mistura o estilo Trail com características de crossover. Essa combinação reforça sua adaptação a diferentes tipos de pavimento, com destaque para rodovias e áreas urbanas, mesmo mantendo um apelo aventureiro no design.
Design da Storm 200 2025
O visual da Storm 200 2025 destaca traços robustos, reforçados por linhas marcantes e uma estrutura compacta. O modelo é equipado com um painel 100% digital de fundo multicolorido, oferecendo uma leitura fácil das informações e a possibilidade de personalização da cor de exibição.
Shineray Storm 200 2025 – Divulgação
A iluminação é Full LED, solução que amplia a visibilidade durante a noite e oferece maior durabilidade aos componentes. O conjunto óptico moderno é um diferencial relevante dentro da categoria, agregando pontos tanto no quesito segurança quanto no visual.
A praticidade também faz parte da Storm 200 2025. Entre os itens de série está um carregador USB 5V, voltado para atender as necessidades de conectividade dos usuários, além de protetores laterais e uma bolha dianteira que melhora a aerodinâmica em velocidades mais elevadas.
Shineray Storm 200 2025: painel que muda de cor – Divulgação
Motorização e Desempenho
O motor da Shineray Storm 200 2025 é um monocilíndrico de 200cc, com refrigeração líquida, quatro tempos e quatro válvulas. A potência declarada é de 20,4 cv, enquanto o torque máximo é de 1,83 Kgfm a 7.500 rpm, características que indicam um desempenho equilibrado para o uso misto.
Shineray Storm 200 2025: detalhe do motor – Divulgação
A velocidade máxima divulgada pela fabricante é de até 130 km/h. O câmbio de seis marchas busca oferecer melhor aproveitamento do motor em diferentes regimes de rotação, colaborando também para o consumo eficiente de combustível.
O tanque de combustível, com capacidade para 13 litros, utiliza apenas gasolina, um padrão para modelos de motorização similar. Essa autonomia, combinada com a eficiência do motor, promete boa capacidade para deslocamentos urbanos e viagens de curta distância.
No quesito conforto, a Storm 200 2025 traz um assento com altura de 790 mm em relação ao solo, acessível para pilotos de diferentes estaturas. A ergonomia foi planejada para oferecer uma posição de pilotagem confortável, adequada tanto para o trânsito urbano quanto para trechos rodoviários.
As rodas são de liga leve de 17 polegadas e calçam pneus voltados para o uso em asfalto. Os freios a disco nas duas rodas são auxiliados por sistema ABS de duplo canal, aumentando a segurança em frenagens mais fortes, independentemente da condição do piso.
Shineray Storm 200 2025: rodas 17 polegadas e ABS de duplo canal – Divulgação
Outro ponto que merece destaque na Storm 200 2025 é a suspensão dianteira invertida, tecnologia geralmente associada a motos de categorias superiores. Esse tipo de suspensão proporciona melhor absorção dos impactos e maior rigidez, o que se traduz em mais estabilidade e conforto na pilotagem.
Shineray Storm 200 2025 – Divulgação
Principais Características da Shineray Storm 200 2025
Motor com injeção eletrônica e refrigeração líquida;
Painel digital personalizável;
Iluminação full LED;
Rodas de 17 polegadas em liga leve;
Freios a disco com ABS nas duas rodas;
Câmbio de seis marchas;
Suspensão dianteira invertida;
Carregador USB de 5V;
Shineray Storm 200 2025 – Divulgação
Shineray Storm 200 2025 – Ficha Técncia
Câmbio: 6 marchas Tipo de motor: Monocilindrico, SOHC balanceado Válvulas: 4 Válvulas Tempos: 4T Cilindrada: 198,1cc Embreagem: Manual, multidiscos, banhado a óleo Potência máxima: 20,4 CV a 9000 RPM Torque máximo: 1,83 Kgfm a 7500 RPM Combustível: Gasolina Bateria: 12V / 9,0AH Partida: Elétrica Ignição: EFI Comprimento: 2000mm Largura: 780mm Altura: 1285mm Altura do assento: 790mm Distância entre eixos: 1340mm Suspensão dianteira: Garfo Telescópico invertido Suspensão traseira: Balança monoamortecedora (Monoshock) Peso bruto: 194kg Carga máxima: 150kg Tanque de combustível: 13L
Confira a lista atualizada das 10 motos mais baratas em abril 2025 no Brasil. Os preços sugeridos não ultrapassam R$ 15 mil. Veja quais são elas!
Reunimos as 10 motos mais baratas em abril 2025. Apesar dos reajustes, ainda é possível encontrar opções acessíveis para quem precisa de um transporte prático e econômico.
As 10 motos mais baratas em abril 2025: nova cor da Shineray Jef 150S – Divulgação
A seleção das 10 motos mais baratas em abril 2025 inclui modelos que oferecem bom desempenho urbano, baixo consumo de combustível e manutenção simples. Vale lembrar que os valores mencionados correspondem aos preços públicos sugeridos pelas montadoras, sem considerar o custo de frete e impostos locais.
A lista foi atualizada até o dia 28 de abril e reúne apenas motos e scooters — deixando de fora ciclomotores —, organizada por ordem de preço crescente. Veja a seguir os modelos que se destacam em custo-benefício no mercado nacional.
Destacando que dos 10 modelos, 6 são Shineray. As outras marcas que fazem parte da lista são Honda e Haojue. A Yamaha deixou de fazer parte da lista, depois que encerrou a linha Neo 125.
10 motos mais baratas em abril 2025 no Brasil
1. Shineray Worker 125 – R$ 8.490
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Worker 125 – a moto mais barata do Brasil – Divulgação
A Shineray Worker 125 segue como a motocicleta mais acessível do país. Equipada com motor de 123,6 cm³, entrega 7,2 cavalos de potência a 7.500 rpm. Seu câmbio de 4 marchas e partida elétrica proporcionam praticidade, enquanto o consumo médio de 35 a 40 km/l favorece o uso diário com economia.
Motor: 123,6 cm³ monocilíndrico, 4 tempos
Potência: 7,2 cv a 7.500 rpm
Torque: 0,8 kgfm a 6.000 rpm
2. Shineray Worker Cross 150 – R$ 8.990
Shineray Worker Cross 150 – Divulgação
Com um visual que remete a modelos off-road, a Worker Cross 150 é uma variação robusta da linha Worker. O motor monocilíndrico de 144,8 cm³ entrega 8,5 cv a 7.500 rpm e torque de 10,2 N.m. Seu consumo estimado é de 40 km/l.
Motor: 144,8 cm³, monocilíndrico, 4 marchas
Potência: 8,5 cv a 7.500 rpm
Torque: 10,2 N.m a 7.500 rpm
3. Honda Pop 110i ES – R$ 10.080
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Honda Pop 110i ES – Divulgação
Tradicional entre as motocicletas de entrada, a Honda Pop 110i ES é reconhecida pela eficiência e robustez. Seu motor de 109,5 cm³ gera 8,43 cv a 7.250 rpm e apresenta consumo de até 55 km/l, sendo uma opção bastante viável para deslocamentos urbanos.
Motor: 109,5 cm³, 4 tempos, arrefecido a ar
Potência: 8,43 cv a 7.250 rpm
Torque: 0,94 kgfm a 5.000 rpm
4. Shineray JET 125 SS – R$ 10.990
Shineray JET 125 SS
A JET 125 SS mistura características de scooter com a praticidade das motocicletas tradicionais. Conta com motor de 123 cm³, potência de 8 cv a 7.500 rpm e consumo médio de 45 km/l.
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Honda Biz 125 – Divulgação
A nova versão da Honda Biz 125 traz melhorias alinhadas às normas ambientais de 2025, além da tecnologia FlexOne, permitindo o uso de etanol. Com motor de 123,9 cm³, oferece potência de 9,53 cv e autonomia que pode superar 300 km.
Motor: 123,9 cm³, DOHC
Potência: 9,53 cv a 7.500 rpm
Consumo: até 62,8 km/l
6. Shineray Free 150 EFI – R$ 12.990
Shineray Free 150 EFI – vermelha
Fruto da parceria entre a Shineray e a montadora chinesa Wuyang, a Free 150 EFIapresenta motor de 150 cm³ e potência de 12 cv. O câmbio é manual de 5 marchas, visando oferecer bom desempenho para uso urbano.
Motor: 149,6 cm³, monocilíndrico
Potência: 12 cv a 8.500 rpm
7. Shineray Rio 125 EFI – R$ 12.990
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Shineray Rio 125 EFI
O modelo urbano Rio 125 EFI traz como diferenciais a iluminação full LED, porta USB e motor de 123,67 cm³. Com potência de 8 cv e consumo estimado de 45 km/l, é uma alternativa prática para o dia a dia.
Motor: 123,67 cm³, monocilíndrico
Potência: 8 cv a 8.000 rpm
8. Haojue Lindy 125 – R$ 13.438
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Haojue Lindy 125
A Haojue Lindy 125 é a scooter mais acessível da lista, com motor de 124 cm³ e potência de 8,4 cv. Oferece consumo de até 35 km/l e é indicada para quem procura facilidade na pilotagem e manutenção.
Motor: 124 cm³, refrigerado a ar forçado
Potência: 8,4 cv
9. Honda Elite 125 – R$ 13.610
As 10 motos mais baratas em abril 2025 – Nova Honda Elite 125 2025
Concorrente direta da Haojue Lindy, a Honda Elite 125 chega com motor renovado, sistema Idling Stop e consumo de até 50 km/l. Seu motor monocilíndrico de 124,9 cm³ prioriza a eficiência em trechos urbanos.
Motor: 124,9 cm³, OHC
Potência: 8,2 cv
10. Shineray JEF 150s – R$ 14.490
Shineray JEF 150s
A JEF 150s representa a nova geração da Shineray, com painel digital, iluminação LED e freio a disco na dianteira. Seu motor de 149 cm³ entrega potência de 13,3 cv e consumo de até 40 km/l.
Motor: 149 cm³, OHC
Potência: 13,3 cv a 7.500 rpm
Os preços informados para as 10 motos mais baratas em abril 2025 são sugeridos pelas fabricantes e podem variar conforme região, impostos locais e taxas de frete. Antes de fechar negócio, é recomendado consultar as condições nas concessionárias da sua cidade.
Yamaha XJ6 Preço: quanto custa atualmente? A naked (e também versão esportiva) de 600cc marcou muito sua história de 9 anos e 21 mil unidades produzidas no Brasil. Saiba seus preços atualizados pela tabela Fipe.
A Yamaha XJ6 se transformou em mais que uma simples motocicleta de 600 cilindradas. Ela representa um marco na história das motos esportivas no Brasil, conquistando o coração de milhares de motociclistas desde sua chegada ao país em 2009 até sua despedida do mercado em 2019.
Yamaha XJ6 preço pela tabela Fipe em 2025: entre R$ 31 mil e R$ 44 mil
Com aproximadamente 21 mil unidades produzidas nesse período (segundo a Abraciclo), somando-se as versões N e F, a XJ6 se consolidou como uma das naked mais desejadas e respeitadas do mercado brasileiro.
O que torna a XJ6 tão especial? Seu motor de quatro cilindros em linha, que entrega uma combinação de potência e suavidade, seu visual marcante e sua versatilidade para uso urbano e em viagens são apenas alguns dos fatores que mantêm essa moto tão valorizada no mercado de usadas, mesmo após cinco anos fora de linha.
Neste guia sobre a Yamaha XJ6, vamos mergulhar em todos os aspectos relacionados ao preço dessa lenda sobre duas rodas. Você encontrará informações atualizadas sobre valores na Tabela FIPE, preços praticados no mercado real, diferenças entre as versões disponíveis, custos de manutenção, opiniões sinceras de proprietários e dicas essenciais para quem deseja adquirir uma XJ6 usada sem cair em armadilhas.
Yamaha XJ6 preço: O que torna a Yamaha XJ6 tão especial? – Divulgação
Se você está considerando ter uma XJ6 na garagem ou apenas quer entender por que essa moto continua tão valorizada, este artigo pode ser bastante interessante. Vamos descobrir juntos se o preço da XJ6 em 2025 ainda faz dela um bom investimento para os apaixonados por motocicletas.
Antes de falarmos sobre o preço da Yamaha XJ6, é fundamental entender o que essa máquina oferece. Lançada no Brasil em 2009 como sucessora da FZ6 N, a XJ6 rapidamente se tornou um objeto de desejo, oferecendo a experiência de um motor quatro cilindros em linha em um pacote mais acessível e versátil que suas irmãs superesportivas. Sua produção nacional seguiu até 2019, deixando uma legião de fãs e um mercado de usadas aquecido.
Ficha Técnica Essencial
O coração da XJ6 é um motor derivado da FZ6, porém amansado para entregar uma pilotagem mais suave e linear, ideal tanto para o trânsito urbano quanto para estradas. Vamos aos números principais:
Motor: 4 tempos, 4 cilindros em linha, DOHC (Duplo Comando de Válvulas no Cabeçote), 16 válvulas, 600 cm³, arrefecimento líquido. Potência Máxima: 77,5 cv a 10.000 rpm. Torque Máximo: 6,08 kgf.m a 8.500 rpm. Alimentação: Injeção eletrônica. Câmbio: 6 velocidades. Partida: Elétrica. Chassi: Tipo Diamond em aço. Suspensão Dianteira: Garfo telescópico convencional, com 130 mm de curso. Suspensão Traseira: Balança monoamortecida com link, 130 mm de curso e ajuste de pré-carga da mola. Freio Dianteiro: Disco duplo hidráulico de 298 mm (com opção de ABS). Freio Traseiro: Disco hidráulico simples de 245 mm (com opção de ABS). Pneu Dianteiro: 120/70 ZR17M/C (58W). Pneu Traseiro: 160/60 ZR17M/C (69W). Dimensões (C x L x A): 2.120 mm x 770 mm x 1.085 mm. Altura do Assento: 785 mm. Peso (seco): Aproximadamente 182 kg (XJ6 N) / 186 kg (XJ6 F) – Nota: O peso em ordem de marcha é maior. Tanque de Combustível: 17,3 litros (reserva de 3,4 litros).
Yamaha XJ6: detalhe da traseira – Divulgação
Versões: Naked ou Carenada?
A Yamaha ofereceu a XJ6 em duas versões principais no Brasil:
XJ6 N (Naked): A versão mais popular e icônica. Sem carenagem frontal, deixa o motor de quatro cilindros e os coletores de escape cromados (ou pretos, dependendo do ano) totalmente à mostra, conferindo um visual agressivo e musculoso. É ligeiramente mais leve e ágil para o uso urbano.
XJ6 F (Faired / Diversion): Lançada um pouco depois, esta versão conta com uma carenagem integral que envolve o farol e o motor. Oferece maior proteção aerodinâmica contra o vento, tornando-a mais confortável para viagens longas em estradas. O visual é semelhante ao de motos sport-touring.
Yamaha XJ6 preço – Versão F – Divulgação
A escolha entre a XJ6 N e a XJ6 F depende muito do uso pretendido e do gosto pessoal. A versão N é a preferida pela maioria devido ao seu estilo clássico de naked, enquanto a F atrai quem busca mais conforto em viagens.
Ambas compartilham a mesma base mecânica e ciclística, com a principal diferença sendo a presença da carenagem e um ligeiro aumento de peso na versão F. Vale notar que ambas as versões tiveram opção de freios ABS a partir de certos anos-modelo, um item de segurança importante a ser considerado na hora da compra e que influencia o preço da XJ6.
Yamaha XJ6 Preço: Quanto Custa Realmente?
Chegamos ao ponto crucial para muitos interessados: afinal, qual o preço da Yamaha XJ6? Por ser uma moto que saiu de linha em 2019, o mercado de usadas é a única opção, e os valores podem variar bastante. Para entender o cenário real, vamos analisar tanto a referência oficial da Tabela FIPE quanto os preços praticados no mercado.
Tabela FIPE Atualizada: A Referência Oficial
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) serve como um parâmetro médio dos preços de veículos no Brasil. É importante lembrar que ela não reflete necessariamente o valor exato de uma negociação, mas oferece uma base sólida para comparação. Com base nos dados mais recentes para a XJ6 N ABS, temos os seguintes valores médios:
XJ6 Preço 2019
XJ6 Preço 2018
XJ6 Preço 2017
XJ6 Preço 2016
XJ6 Preço 2015
XJ6 Preço 2014
XJ6 Preço 2013
XJ6 Preço 2012
XJ6 Preço 2011
XJ6 Preço 2010
Yamaha XJ6 F – Divulgação
Dados mais recentes para a XJ6 F (carenada), temos os seguintes valores médios:
XJ6 Preço 2017
XJ6 Preço 2016
XJ6 Preço 2015
XJ6 Preço 2014
XJ6 Preço 2013
XJ6 Preço 2012
XJ6 Preço 2011
XJ6 Preço 2010
Observando a Tabela FIPE XJ6, percebemos uma desvalorização natural ao longo dos anos, mas os valores se mantêm relativamente altos para uma moto que já tem alguns anos de estrada, comprovando sua boa reputação e demanda no mercado.
Yamaha XJ6 preço: versões com ABS têm o preço maior – Reprodução Redes Sociais
Por que essa variação tão grande no valor XJ6? Diversos fatores entram na equação na hora de definir o preço de uma moto usada, especialmente uma tão icônica quanto a XJ6. Fatores que Influenciam na Yamaha XJ6 Preço – Usada:
Ao procurar sua XJ6, fique atento a estes pontos que impactam diretamente o preço final:
Ano/Modelo: Como vimos na FIPE, modelos mais novos tendem a ser mais caros.
Quilometragem: Motos menos rodadas geralmente valem mais, pois pressupõe-se menor desgaste.
Estado Geral de Conservação: Este é um dos fatores mais importantes. Uma XJ6 bem cuidada, sem quedas, com pintura original, carenagens intactas, pneus em bom estado e relação (coroa, corrente e pinhão) nova ou seminova, certamente terá um preço mais elevado. Arranhões, peças quebradas ou sinais de descuido depreciam o valor.
Histórico de Manutenção: Proprietários que comprovam a manutenção em dia (trocas de óleo, filtros, revisões) agregam valor e confiança à negociação.
Presença de ABS: Modelos equipados com freios ABS são mais seguros e, consequentemente, mais valorizados no mercado.
Acessórios: Itens como escapamento esportivo (verificar se acompanha o original), sliders de proteção, manetes esportivos, eliminador de rabeta, entre outros, podem aumentar o preço pedido, mas nem sempre o valor investido é totalmente repassado.
Documentação: A moto deve estar com toda a documentação em dia (IPVA, licenciamento) e sem multas ou restrições.
Localização: Preços podem variar ligeiramente dependendo da região do país.
Entender esses fatores é crucial para avaliar se o preço da XJ6 que você está negociando é justo. Não se baseie apenas na Tabela FIPE; analise o conjunto da obra, o estado da moto e o histórico apresentado pelo vendedor.
Yamaha XJ6 preço: de olho na quilometragem – Reprodução Redes Sociais
Uma moto um pouco acima da FIPE, mas em estado impecável e com manutenção comprovada, pode ser um negócio melhor do que uma abaixo da tabela, mas que exigirá gastos futuros.
Voz do Dono: Prós e Contras da XJ6
Nada melhor para entender o verdadeiro valor de uma moto do que ouvir quem convive com ela no dia a dia. Reunimos opiniões de proprietários e ex-proprietários da Yamaha XJ6 para trazer uma visão realista sobre os pontos fortes e fracos dessa máquina japonesa.
Pontos Positivos: O que os Donos Amam na XJ6
A XJ6 conquistou uma legião de fãs por boas razões. Estes são os aspectos mais elogiados pelos proprietários:
Motor Quatro Cilindros: O ronco característico e a suavidade de funcionamento são frequentemente citados como o grande diferencial da XJ6. “É uma sinfonia mecânica”, descreve Lucas, proprietário de uma XJ6 2012 há mais de 3 anos. O motor é elogiado por sua elasticidade, permitindo retomadas em baixas rotações sem necessidade de reduções constantes.
Confiabilidade Mecânica: A robustez da mecânica Yamaha é um dos pontos mais destacados. Muitos proprietários relatam dezenas de milhares de quilômetros sem problemas significativos. “Raramente vai parar na oficina se for bem cuidada”, comenta David Albuquerque, dono de uma XJ6 2012.
Versatilidade: A XJ6 se mostra competente tanto no uso urbano quanto em viagens. Seu motor potente, mas dócil em baixas rotações, permite um uso tranquilo na cidade, enquanto nas estradas ela mostra seu verdadeiro potencial.
Estética Atemporal: O design da XJ6, especialmente na versão naked (N), é considerado um dos mais bonitos da categoria. Mesmo após anos fora de linha, continua chamando atenção nas ruas.
Posição de Pilotagem: A ergonomia é elogiada pela maioria dos proprietários, com uma posição que equilibra esportividade e conforto. O banco é considerado confortável para viagens médias, e o guidão mais alto que o de uma esportiva reduz o desconforto nas costas e pulsos.
Freios Eficientes: Mesmo nas versões sem ABS, o sistema de freios com disco duplo na dianteira é considerado potente e progressivo, transmitindo segurança.
Estabilidade: Em velocidades de cruzeiro e em curvas, a XJ6 é elogiada por sua estabilidade e previsibilidade, inspirando confiança ao piloto.
Yamaha XJ6 preço – versão N – Divulgação
Pontos Negativos: O que os Donos Reclamam
Nenhuma moto é perfeita, e a XJ6 também tem seus pontos fracos, segundo os proprietários:
Peso Elevado: Com cerca de 210 kg em ordem de marcha (tanque cheio), a XJ6 é considerada pesada para uma 600cc, especialmente em manobras em baixa velocidade ou quando parada. “É um desafio para pilotos de menor estatura ou iniciantes”, alerta um proprietário.
Suspensão Traseira Macia: A calibragem de fábrica da suspensão traseira é criticada por ser muito macia, podendo chegar ao fim de curso em lombadas ou buracos mais severos, especialmente com garupa. Alguns proprietários optam por modificar a pré-carga ou até mesmo trocar o amortecedor.
Painel Simples: O painel de instrumentos é considerado básico demais por alguns proprietários, que sentem falta de mais informações como temperatura do motor, indicador de marcha e autonomia.
Consumo de Combustível: Embora alguns proprietários considerem o consumo razoável para uma 600cc, outros apontam que em uso mais esportivo ou com muitas acelerações, o consumo pode ficar entre 12-15 km/l, considerado alto para uso diário.
Custo de Manutenção: Peças específicas, pneus mais largos e o seguro mais caro são pontos negativos mencionados, especialmente para quem vem de motos menores.
Avaliação Média dos Proprietários
Com base em avaliações coletadas de diversos proprietários, a XJ6 recebe as seguintes notas (em uma escala de 1 a 5):
Estilo: 5/5 – Design atemporal e atraente
Acabamento: 5/5 – Qualidade de materiais e montagem
Ergonomia: 5/5 – Posição de pilotagem confortável
Instrumentos: 3/5 – Painel funcional, mas básico
Motor: 5/5 – Potência, suavidade e sonoridade
Conforto: 5/5 – Para o segmento de naked médias
Desempenho: 5/5 – Aceleração e velocidade final
Consumo: 2/5 – Ponto fraco para uso diário
Câmbio: 5/5 – Preciso e bem escalonado
Freios: 5/5 – Potentes e progressivos
Suspensão: 4/5 – Boa dianteira, traseira um pouco macia
Estabilidade: 5/5 – Segura em curvas e em linha reta
Custo-benefício: 3/5 – Bom, mas manutenção pode pesar
Conforto e Ergonomia: É Boa para Viajar?
A XJ6 não foi projetada como uma touring pura, mas se sai surpreendentemente bem em viagens médias. A versão F (carenada) oferece melhor proteção contra o vento, sendo mais indicada para quem pretende fazer muitas viagens longas.
Yamaha XJ6 preço – é boa para viajar? – Foto Pixabay
“Já fiz viagens de 500 km em um dia sem grandes desconfortos”, relata um proprietário de uma XJ6 F 2015. “O banco é razoavelmente confortável, mas para viagens muito longas, recomendo pausas a cada 200 km ou considerar um banco personalizado.”
Na cidade, a altura moderada do assento (785 mm) permite que pilotos de estatura média toquem o chão com segurança, e o guidão mais alto que o de uma esportiva reduz a pressão nos pulsos em trajetos urbanos.
A conclusão geral dos proprietários é que a XJ6 oferece um excelente equilíbrio entre desempenho e usabilidade, sendo uma moto versátil que agrada tanto a quem busca emoção quanto a quem precisa de uma companheira para o dia a dia. Seus pontos negativos são, em grande parte, compensados por suas qualidades, o que explica sua contínua valorização no mercado de usadas.
Custos de Manutenção e Seguro da XJ6
Ter uma Yamaha XJ6 é um sonho para muitos, mas é crucial estar ciente dos custos envolvidos para manter essa máquina de 600cc rodando em perfeitas condições. Embora seja conhecida pela confiabilidade, a manutenção da XJ6 e o seguro podem pesar mais no bolso do que os de motos de menor cilindrada. Vamos detalhar os principais gastos.
Manutenção Preventiva: O Segredo da Longevidade
Como qualquer motocicleta, a XJ6 exige cuidados regulares para garantir seu bom funcionamento e segurança. A manutenção preventiva inclui:
Trocas de Óleo e Filtro: Seguir o intervalo recomendado pelo manual do proprietário (geralmente a cada 5.000 km ou 6 meses, o que ocorrer primeiro, após a primeira troca) é vital para a saúde do motor de quatro cilindros.
Verificação de Freios: Inspecionar regularmente o nível do fluido de freio e o desgaste das pastilhas e discos. A troca das pastilhas dependerá do estilo de pilotagem.
Lubrificação e Ajuste da Corrente: A corrente de transmissão deve ser mantida limpa, lubrificada (a cada 500 km ou após chuva) e com a folga correta para evitar desgaste prematuro da relação.
Filtro de Ar: Verificar e limpar ou trocar conforme a necessidade e o ambiente de uso.
Velas de Ignição: Substituir no intervalo recomendado para garantir a boa queima de combustível.
Pneus: Manter a calibragem correta e verificar o desgaste e a validade.
Yamaha XJ6 preço – Versão F – Divulgação
Seguir o plano de manutenção preventiva é a melhor forma de evitar problemas maiores e gastos inesperados.
Peças de Reposição Comuns e Seus Custos
Algumas peças têm desgaste natural e precisarão ser substituídas periodicamente. Os custos podem variar dependendo da marca (original Yamaha ou paralela de boa qualidade) e da oficina.
Pneus: A XJ6 utiliza pneus de medidas 120/70-17 na dianteira e 160/60-17 na traseira. Um par de pneus de boa marca (como Michelin, Pirelli, Metzeler) pode custar entre R$ 1.200 e R$ 2.000 ou mais, dependendo do modelo e da loja. A durabilidade varia muito com o estilo de pilotagem.
Kit Relação (Coroa, Corrente e Pinhão): Essencial para a transmissão de potência, o kit relação da XJ6 também tem um custo considerável. Um kit de boa qualidade pode variar entre R$ 800 e R$ 1.500. A durabilidade depende muito dos cuidados com a lubrificação e ajuste da corrente.
Pastilhas de Freio: O custo das pastilhas (dianteiras e traseiras) pode variar, mas um jogo completo de boa qualidade geralmente fica entre R$ 300 e R$ 600.
Óleo e Filtros: O custo de uma troca de óleo (aproximadamente 3 litros de óleo semissintético ou sintético recomendado) e filtro de óleo fica geralmente entre R$ 200 e R$ 350.
Pneus Metzeler – Divulgação
É importante pesquisar preços e optar por peças de qualidade comprovada para não comprometer a segurança e a durabilidade da moto.
Problemas Crônicos? A Fama de Robusta se Confirma
A boa notícia é que a Yamaha XJ6 não tem um histórico conhecido de problemas crônicos graves. Sua mecânica é considerada muito robusta e confiável, desde que a manutenção preventiva seja realizada corretamente. Problemas relatados costumam ser pontuais ou decorrentes de mau uso ou falta de cuidado.
Custo do Seguro: Um Fator Importante
O seguro da XJ6 é um ponto que exige atenção e pode variar drasticamente. Fatores como idade do condutor, histórico de sinistros, local de residência, onde a moto pernoita e o ano da moto influenciam diretamente no preço do seguro da XJ6.
Como mencionado por proprietários, os valores podem variar significativamente, indo de R$ 2.500 a mais de R$ 6.500 anuais, especialmente para condutores mais jovens ou residentes em áreas com maior índice de roubo/furto. É fundamental cotar o seguro em diferentes seguradoras antes de fechar negócio para ter uma estimativa real desse custo anual.
Em resumo, embora a manutenção da XJ6 não seja exorbitante para a categoria, os custos com peças de desgaste natural (pneus, relação) e principalmente com o seguro devem ser considerados no orçamento de quem pretende adquirir essa quatro cilindros.
* Data da pesquisa: abril 2025
Guia de Compra: Como Escolher uma Yamaha XJ6 Usada
Encontrar a Yamaha XJ6 preço usada perfeita exige paciência e atenção aos detalhes. Comprar uma moto usada sempre envolve riscos, mas seguindo um processo de inspeção cuidadoso, você aumenta significativamente as chances de fazer um bom negócio e evitar dores de cabeça futuras. Este guia prático ajudará você a avaliar uma XJ6 antes de fechar a compra.
Inspeção Essencial: Olho Clínico nos Detalhes
Leve este checklist com você ao avaliar uma XJ6 preço usada. Se possível, peça a um mecânico de confiança para acompanhá-lo ou leve a moto para uma avaliação profissional antes de pagar.
Yamaha XJ6 preço pela tabela Fipe em 2025: entre R$ 31 mil e R$ 44 mil
Documentação:
Verifique se o número do chassi e do motor na moto batem com os do documento (CRLV).
Confira se o IPVA e o licenciamento estão em dia.
Consulte a placa no Detran para verificar multas, restrições administrativas (alienação fiduciária, bloqueio judicial) ou registro de roubo/furto.
Peça o manual do proprietário e o histórico de revisões, se disponíveis.
Aparência Geral:
Inspecione a moto à luz do dia. Procure por sinais de queda: arranhões profundos nas carenagens (se for a F), tampas do motor, manetes, pedaleiras, guidão torto, tanque amassado.
Verifique a pintura: Diferenças de tonalidade podem indicar reparos malfeitos.
Observe o alinhamento geral da moto.
Motor:
Com o motor frio, verifique o nível e a aparência do óleo.
Ligue a moto. Ouça atentamente por ruídos estranhos (batidas metálicas, assobios).
Observe a fumaça do escapamento: Fumaça azulada pode indicar queima de óleo; fumaça preta, excesso de combustível.
Deixe o motor aquecer e verifique se a ventoinha do radiador aciona corretamente.
Procure por vazamentos de óleo ou líquido de arrefecimento no motor e radiador.
Teste a resposta do acelerador (com a moto parada).
Chassi e Suspensão:
Inspecione o chassi (quadro) por trincas, soldas ou sinais de reparo, especialmente perto da caixa de direção.
Verifique a suspensão dianteira: Pressione o guidão para baixo; o movimento deve ser suave. Procure por vazamentos de óleo nos retentores das bengalas.
Verifique a suspensão traseira: Observe o amortecedor por vazamentos. Pressione a traseira da moto; o retorno deve ser controlado.
Freios:
Inspecione o desgaste dos discos: Verifique a espessura e se há sulcos profundos ou empenamentos.
Verifique o desgaste das pastilhas.
Teste os manetes e o pedal de freio: Devem ter um acionamento firme e progressivo, sem estarem “borrachudos”.
Verifique o nível do fluido de freio nos reservatórios (dianteiro e traseiro).
Se equipada com ABS, procure pela luz indicadora no painel ao ligar a moto (ela deve acender e apagar após alguns segundos ou com a moto em movimento).
Sistema Elétrico:
Teste todas as luzes: Farol (alto e baixo), lanterna, luz de freio (acionando ambos os freios), setas e luz de placa.
Verifique o funcionamento da buzina.
Observe o painel: Todas as luzes de advertência devem acender ao ligar a chave e apagar em seguida (exceto neutro, óleo e às vezes ABS/injeção até o motor ligar).
Relação (Corrente, Coroa e Pinhão):
Verifique o desgaste dos dentes da coroa e do pinhão: Dentes pontudos ou tortos indicam desgaste avançado.
Verifique a folga da corrente: Não deve estar nem muito esticada nem muito frouxa (consulte o manual para a folga correta).
Puxe a corrente na parte traseira da coroa: Se ela se afastar muito dos dentes, o kit está no fim da vida útil.
Pneus:
Verifique a profundidade dos sulcos (indicador TWI).
Procure por cortes, bolhas ou desgaste irregular.
Confira a data de fabricação (DOT) dos pneus: Pneus muito velhos (mais de 5 anos) podem estar ressecados, mesmo com boa aparência.
Teste de Pilotagem (Se o vendedor permitir):
Sinta a embreagem: Deve ser macia e acoplar suavemente.
Teste o câmbio: As marchas devem engatar com precisão, sem escapar.
Acelere e desacelere: Ouça o motor em diferentes rotações.
Teste os freios em local seguro.
Ande em linha reta e solte levemente o guidão (com segurança): A moto deve seguir reto, sem puxar para os lados.
Passe por pequenas irregularidades para sentir a suspensão.
Yamaha XJ6 Preço e Veredito – Vale a Pena em 2025?
Yamaha XJ6 preço pela tabela Fipe em 2025: entre R$ 31 mil e R$ 44 mil
Chegamos ao final do nosso guia completo sobre a Yamaha XJ6 e seu preço no mercado de usadas em 2025. Analisamos sua ficha técnica, as diferenças entre as versões N e F, mergulhamos nos valores da Tabela FIPE e do mercado real, ouvimos a voz experiente dos proprietários sobre seus prós e contras, detalhamos os custos de manutenção e seguro, e a comparamos com suas principais rivais da época.
Então, a grande questão permanece: considerando a Yamaha XJ6 preço hoje, ainda vale a pena investir nessa lenda de quatro cilindros?
A resposta, como muitas vezes acontece no mundo das motos, depende do seu perfil e das suas prioridades. A XJ6 continua sendo uma opção extremamente atraente por oferecer a experiência única de um motor quatro cilindros suave, potente e com um ronco inconfundível, por um preço relativamente bom no mercado de usadas (variando entre R$ 31.000 e R$ 45.000+ dependendo do ano e estado).
Sua confiabilidade mecânica é um ponto forte inegável, e seu design, especialmente na versão N, envelheceu muito bem, mantendo-a como uma moto bonita e desejada. Ela oferece um excelente equilíbrio entre desempenho para empolgar em estradas e docilidade para o uso urbano, sendo mais versátil que algumas de suas concorrentes mais esportivas.
No entanto, é preciso ponderar os contras. Seu peso pode ser um fator limitante para alguns pilotos, a suspensão traseira pode exigir atenção (ou um upgrade), e os custos de manutenção (pneus, relação) e, principalmente, o preço do seguro da XJ6, podem ser significativamente mais altos do que os de motos menores ou bicilíndricas.
Para quem a XJ6 é indicada?
Para motociclistas que sonham com o ronco e a suavidade de um motor quatro cilindros, mas não querem (ou não podem) investir em modelos zero km muito mais caros.
Para quem busca uma moto versátil, capaz de encarar o dia a dia na cidade e proporcionar prazer em viagens curtas e médias.
Para quem valoriza a confiabilidade mecânica da Yamaha e um design naked clássico.
Para quem está ciente dos custos de manutenção e seguro e pode incluí-los em seu orçamento.
Yamaha XJ6 preço – Divulgação
Sim, a Yamaha XJ6 ainda vale muito a pena em 2025, desde que você encontre uma unidade bem cuidada por um preço justo e esteja preparado para os custos associados a uma moto de 600cc. O custo-benefício, considerando o prazer de pilotagem, a confiabilidade e o status que a moto ainda carrega, continua sendo um de seus grandes atrativos.
Pesquise com calma, siga nosso guia de compra, faça uma inspeção minuciosa e, se encontrar a XJ6 certa para você, prepare-se para desfrutar de uma das motos mais icônicas que já rodaram no Brasil.
A Yadea, maior marca de motos elétricas do mundo, confirmou a produção de seus veículos em Manaus. A aposta no mercado nacional pretende ampliar sua presença na América Latina. O site brasileiro já está online!
A chinesa Yadea, líder global no segmento de motos elétricas, acaba de dar um passo estratégico no mercado latino-americano: a empresa confirmou oficialmente sua produção no Brasil, mais precisamente no polo industrial de Manaus (AM).
Yadea: scooter elétrica Fierider – Divulgação
Essa decisão marca a quarta iniciativa de expansão internacional com fábrica fora da China e mostra o comprometimento da companhia com o crescimento sustentável da mobilidade elétrica no país.
Com a nova operação, a Yadea pretende atender com mais eficiência o mercado nacional, oferecendo produtos com prazos de entrega menores, suporte técnico local e vantagens logísticas. A fábrica brasileira funciona em parceria com a JBL (Jabil Industrial do Brasil Ltda), dentro dos moldes da Zona Franca de Manaus, o que também garante incentivos fiscais e competitividade de preços.
Yadea: a Keeness tem um desenho estilo Naked – Divulgação
A estratégia é clara: reforçar a presença da marca na América Latina com produção local, aproveitar o potencial de eletrificação do transporte urbano no Brasil e adaptar seus modelos às exigências regulatórias e preferências do consumidor nacional.
Maior fabricante mundial de motos elétricas
Fundada em 2001, a Yadea já se consolidou como a maior fabricante mundial de veículos elétricos de duas rodas. Com mais de 100 milhões de unidades vendidas em diversos mercados, a marca tem presença em mais de 100 países e uma vasta rede de mais de 40 mil pontos de venda.
Yadea: mais de 100 milhões de unidades vendidas em diversos mercados pelo mundo – Divulgação
Seu portfólio é composto por motocicletas, scooters, bicicletas elétricas e patinetes, com foco em uso urbano, economia energética e soluções sustentáveis de mobilidade.
A empresa conta com seis centros globais de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e mais de 2.000 patentes registradas, reforçando seu compromisso com inovação e adaptação às tendências do setor de transportes.
O Brasil surge como uma aposta promissora dentro dessa lógica, por suas características geográficas, urbanas e de mercado consumidor em expansão.
Yadea: a Keeness tem um desenho estilo Naked – Divulgação
Produção local e operação em Manaus
A escolha de Manaus para sediar a primeira fábrica da Yadea no Brasil atende a uma lógica operacional e estratégica. A parceria com a JBL, empresa com experiência no setor industrial, permite que a produção ocorra com eficiência dentro do modelo da Zona Franca, o que reduz custos e facilita a comercialização nacional.
Motos elétricas Yadea: decisão por Fábrica em Manaus – Divulgação
Ainda não há confirmação oficial sobre os modelos que serão montados localmente, mas a expectativa é que o foco esteja em scooters e motocicletas elétricas voltadas ao uso urbano, além de modelos ideais para entregas, um segmento em franca expansão.
A produção local também deve acelerar o processo de homologação junto aos órgãos reguladores brasileiros e facilitar eventuais adaptações técnicas exigidas pelo mercado.
Site nacional no ar
A Yadea já opera um site brasileiro oficial (https://yadea.com.br/), onde apresenta parte de seu portfólio ao público nacional. Entre os modelos exibidos estão a Keeness, motocicleta elétrica com estilo naked, a scooter elétrica Fierider e duas bicicletas elétricas, DT3 e GFX. No entanto, não está confirmado se esses serão os modelos inicialmente produzidos ou comercializados no país.
DT3 – bicicleta elétrica
GFX – bicicleta elétrica
A empresa informou que a definição do portfólio será baseada na aceitação do mercado e em critérios técnicos e regulatórios. O foco, por ora, está na estruturação da operação e na consolidação da marca junto aos consumidores brasileiros.
Participação no Festival Interlagos 2025
Para quem deseja conhecer de perto as motos elétricas da Yadea, a marca já confirmou sua presença no Festival Interlagos 2025, evento que reúne grandes fabricantes do setor. A participação é uma oportunidade para o público brasileiro experimentar os modelos e entender melhor a proposta da empresa.
A nova Bajaj Dominar NS 160 2026 chega com faróis full LED, painel digital e freios ABS nas duas rodas. Mantém o mesmo motor de 160cc. O preços sugerido é de R$ 17.900,00, com frete incluso.
A Dominar NS 160 2026 marca mais um passo da Bajaj no mercado brasileiro de motocicletas de entrada. A nova versão ganha a sigla “NS” (naked sport) já utilizada em mercados internacionais da Bajaj.
Nova Bajaj Dominar NS 160 2026 – Divulgação
Com a nova versão 25/26, a fabricante adiciona evoluções pontuais que reforçam o apelo do modelo entre os consumidores que buscam desempenho, tecnologia e preço acessível.
Logo de cara, o que chama a atenção na Dominar NS 160 2026 é o novo conjunto óptico. Os faróis passaram a ser full LED, proporcionando uma iluminação mais eficiente e moderna.
Nova Bajaj Dominar NS 160 2026 – Divulgação
Além disso, o painel agora é totalmente digital, um diferencial que coloca o modelo à frente de muitas concorrentes na mesma faixa de cilindrada. Esses elementos contribuem para uma proposta mais atual e alinhada às expectativas de motociclistas urbanos e jovens.
Painel digital da Bajaj Dominar NS 160 2026 – Divulgação
A ergonomia também foi preservada como um dos trunfos do modelo. A posição de pilotagem da Dominar NS 160 favorece tanto motociclistas iniciantes quanto mais experientes, oferecendo boa acomodação mesmo para pessoas de diferentes estaturas. O banco em dois níveis e o guidão largo completam o pacote de conforto, principalmente no uso diário.
No quesito motorização, a Dominar NS 160 2026 segue com o mesmo motor monocilíndrico SOHC de 160,3 cc, refrigerado a óleo. São 17 cavalos de potência a 9.000 rpm e torque de 1,488 kgf.m a 7.250 rpm.
O conjunto ainda conta com cabeçote de 4 válvulas por cilindro e ignição por dupla vela, solução que melhora a queima do combustível e contribui para respostas mais rápidas ao acelerador.
Motor da Bajaj Dominar NS 160 2026 – Divulgação
Embora o desempenho seja destaque, a proposta da motocicleta permanece voltada ao uso urbano, com retomadas ágeis e comportamento equilibrado no trânsito das cidades. A injeção eletrônica e o câmbio de 5 marchas completam o pacote de motorização.
Preço, cores e disponibilidade
A Dominar NS 160 2026 conserva as quatro opções de cores do modelo anterior: Vermelha (Cocktail Wine Red), Preta (Ebony Black), Branca (Pearl Metallic) e Cinza (Pewter Grey).
O preço público sugerido é de R$ 17.900,00, com frete incluso, mantendo a proposta de ser uma opção acessível dentro da sua categoria. O modelo já está disponível nas concessionárias Bajaj neste mês de abril.
Um dos pontos que se destaca na ficha técnica da Dominar NS 160 2026 é o conjunto ciclístico. O chassi perimetral garante rigidez e estabilidade em curvas, enquanto a suspensão dianteira com garfo invertido — recurso incomum em motos dessa categoria — proporciona maior controle e absorção de impactos. Na traseira, o sistema monochoque com tecnologia Nitrox ajuda a manter o desempenho mesmo sob uso intenso ou com garupa.
O modelo conta com freios a disco nas duas rodas e sistema ABS de duplo canal, algo que já contava na versão anterior. O disco dianteiro é de 300 mm, enquanto o traseiro tem 230 mm.
As rodas de 17 polegadas vêm calçadas com pneus nas medidas 100/80 na frente e 130/70 atrás, garantindo boa aderência e estabilidade em diferentes condições de rodagem. Esse conjunto reforça a vocação urbana da Dominar NS 160, sem deixar de lado uma pegada mais esportiva.
Bajaj Dominar NS 160 2026 – Ficha Técnica
Motor
Tipo
Monocilíndrico SOHC, 4 tempos, refrigerado a óleo, 2 velas
A QJ Motor SRV600V, cruiser com motor V4 e estilo Harley-Davidson Sportster S, pode ser revelada pela Shineray no Festival Interlagos 2025; modelo chama atenção pelo visual e mecânica diferenciada.
QJ Motor SRV600V, cruiser com motor V4 e estilo Harley-Davidson Sportster S – Divulgação
A QJ Motor SRV600V pode ser uma das grandes atrações do Festival Interlagos 2025. Dessa vez numa parceria entre a Shineray e a QJ Motor, a nova cruiser deverá chamar bastante a atenção
A SRV600V foi recém apresentada no prestigiado Tokyo Motorcycle Show. A intenção da marca chinesa é realmente lançar o modelo no mercado japonês, porém ainda sem data marcada.
QJ Motor SRV600V – Divulgação
Já em território nacional, a SRV600V deve revolucionar o segmento das médias para altas cilindradas, caso realmente seja lançada. Com motor V4, visual arrojado e tecnologia de ponta, o modelo chega para brigar com gigantes como a Kawasaki Vulcan e a Calibro, da Moto Morini, que também chega ao Brasil neste ano.
A apresentação no Festival Interlalgos 2025 já está sendo dada como certa, através de um vídeo gravado pelo diretor da marca no Brasil, Thomas Medeiros, para o canal do apresentador Bill Motoka. No vídeo, o próprio Thomas aparece pilotando a SRV600V e afirmando que estará no Festival, ao menos para ser apresentada. Assista ao vídeo no final do artigo.
A motocicleta é a mais potente da linha SRV da QJMotor, que até então contava apenas com versões de 125cc e 250cc. A QJ Motor SRV600V representa, assim, um salto na estratégia da marca para disputar espaço entre modelos premium.
QJ Motor SRV600V – Divulgação
O tanque segue linhas clássicas, enquanto o banco largo oferece conforto ao piloto. No entanto, o espaço para o garupa é reduzido, o que sugere um foco maior em deslocamentos individuais ou em pilotagem esportiva dentro da proposta custom.
Com traços que lembram a Harley-Davidson Sportster S, a QJ Motor SRV600V aposta em um visual robusto e marcante. Conta com farol dianteiro em formato retangular e suspensão invertida. Os pneus de perfil alto conferem um estilo passando para “bobber” ao modelo. Os retrovisores nas extremidades do guidão e o painel compacto reforçam a proposta contemporânea.
Comparativo de visual: QJ Motor SRV600V x Harley-Davidson Sportster S
Motor V4 Clássico
O coração da QJ Motor SRV600V é um motor V4 a 90 graus, com arrefecimento a líquido, capaz de entregar 68 cv a 10.500 rpm e torque máximo de 5,5 kgfm a 8.000 rpm. Essa configuração, rara nos dias atuais, remete a modelos icônicos como Honda Magna V45 e Yamaha VMAX. Ou seja, o ronco deve agradar!
Além da entrega de potência linear, o motor proporciona um som característico que deve agradar aos motociclistas mais entusiastas. A transmissão final é por correia, e o conjunto conta com embreagem assistida e deslizante, recurso cada vez mais valorizado por oferecer maior controle em reduções bruscas.
Tecnologia
Mesmo sendo uma cruiser, a QJ Motor SRV600V vem equipada com componentes dignos de motos esportivas. A suspensão dianteira Marzocchi é invertida, enquanto os freios utilizam discos duplos com pinças radiais, o que melhora sensivelmente o desempenho em frenagens.
O painel TFT LCD colorido de 3,6 polegadas oferece conexão com celular, indicador de marcha, pressão dos pneus e porta USB — essa última posicionada sob o tanque de combustível, o que pode limitar a praticidade em uso constante.
Chegada ao Brasil e Preço
O possível lançamento pode acontecer em julho de 2025. A previsão de preço da SRV600V deve ser entre R$ 50 mil e R$ 55 mil, segundo informações (não oficias ainda) da Shineray. O modelo caso realmente seja lançado, chega para competir na categoria premium de média-alta cilindrada.
O sucesso da QJ Motor SRV600V vai depender do equilíbrio entre preço, disponibilidade e suporte pós-venda. A Shineray, caso traga mesmo o modelo ao país, terá o desafio de consolidá-lo em um nicho que valoriza tradição, performance e identidade visual marcante.
A Mottu Sport ESD 2025 já está disponível em boa parte dos centros da locadora espalhados pelo Brasil. A princípio, não existe mais a forma de compra a vista. No caso da nova versão, entrada de R$ 2 mil e prestações de R$ 660, durante 3 anos.
A Mottu Sport ESD 2025 chega oficialmente aos centros de distribuição da Mottuem várias regiões do Brasil. A nova versão da motocicleta urbana apresenta mudanças pontuais, mas estratégicas, como a introdução da partida elétrica e do freio a disco dianteiro — melhorias que tendem a facilitar o uso diário, principalmente para profissionais que dependem do veículo para trabalhar.
Mottu Sport ESD 2025 – Foto: Jr Rodrigues
A Mottu já estava divulgando em suas redes sociais desde o início do ano, a chegada de um novo modelo.
Mottu Sport ESD 2025 – Reprodução redes sociais
Ao que pesquisamos, aquisição do novo modelo não está mais disponível para compra à vista, o que representa uma alteração importante em relação à política de venda adotada anteriormente pela empresa.
Agora, o consumidor interessado precisa realizar o pagamento de uma entrada de R$ 2.000 e assumir parcelas mensais de R$ 660 durante três anos, diretamente pelo aplicativo da Mottu. O modelo anterior, de 2024, segue disponível nas mesmas condições, com uma parcela um pouco menor.
Mottu Sport ESD 2025: partida elétrica – Foto: Jr Rodrigues
Segundo informações dos próprios técnicos da empresa, no centro de distribuição de Curitiba, a Mottu Sport ESD 2025 apresenta melhora no consumo de combustível, apesar de manter o mesmo conjunto mecânico da versão anterior. A promessa oficial é de autonomia de 650 km com um tanque cheio, e um consumo de 65 km/l.
Quais são as principais novidades da Mottu Sport ESD 2025?
A principal atualização da Mottu Sport ESD 2025 está na adoção da partida elétrica (mas ainda permanece com o pedal auxiliar). Além disso, o modelo conta agora com freio a disco na roda dianteira, substituindo o sistema anterior que utilizava tambor nas duas rodas. Essas mudanças oferecem mais praticidade e segurança.
Mottu Sport ESD 2025: freio a disco – Foto: Jr Rodrigues
No visual, a moto adota acabamento mais discreto, com predominância do preto fosco na parte inferior do tanque. A iluminação segue o mesmo padrão da versão anterior, com farol em LED e luz diurna DRL. O painel, em sua maior parte analógico, mantém-se funcional, mas com presença de elementos digitais que ajudam no controle da pilotagem. Segundo informação do site, o banco também foi remodelado.
Mottu Sport ESD 2025: visual mais discreto – Foto: Jr Rodrigues
O modelo vendido no Brasil é o mesmo da TVS na Índia?
Curiosamente, o modelo com essas especificações ainda não aparece no site oficial da TVS na Índia. A versão Mottu Sport ESD 2025, com partida elétrica e freio a disco, parece ser exclusiva da operação brasileira da Mottu. Isso indica que houve uma customização do modelo visando atender à demanda local, algo relativamente raro em modelos de entrada voltados à locação.
Mottu Sport ESD 2025: Painel simples mas eficiente – Foto: Jr Rodrigues
A página dedicada ao modelo já está ativa no site oficial da empresa, embora ainda não esteja listada no menu principal.
A nova versão ainda não aparece em um link direto do menu do site, mas já está disponível em https://mottu.com.br/sport-esd/
Nesse link é possível acessar a forma de compra do novo modelo, escolhendo a cidade. Nem todas as cidades já estão com novo modelo disponível. Em vários centros de distribuição, só estará disponível no final deste mês de abril.
Sobre o motor da Mottu Sport ESD
O motor da Mottu Sport ESD 2025 é o mesmo utilizado nas versões anteriores: um monocilíndrico de 109,7 cc, refrigerado a ar, com câmbio de quatro marchas. A potência permanece em 8,1 cavalos a 7350 rpm, e o torque em 0,9 kgfm a 4500 rpm. A mecânica simples é um dos atrativos para quem busca facilidade de manutenção e confiabilidade no uso diário.
Motor monocilíndrico de 109,7 cc permanece – Foto: Jr Rodrigues
Mesmo sem alterações significativas no motor, técnicos da rede afirmam que a nova versão está mais econômica. A informação oficial da Mottu aponta para 65 km por litro, o que, com o tanque de 10 litros, garante uma boa autonomia para entregadores e profissionais autônomos.
Atualmente, a Mottu opera em 120 cidades entre Brasil e México e planeja expandir para 160 até o meio do ano. Já são mais de 100 mil usuários diretos, garantindo um faturamento anual de R$ 1 bilhão. A Sport 110i vendeu nos 2 primeiros meses do ano 13.306 unidades, segundo dados da Fenabrave. Sem dúvida, um fenômeno do mercado nacional.
Confira os preços das motos Zontes em abril de 2025. O grupo J.Toledo/JTZ Motos continua oferecendo emplacamento grátis em 3 modelos até o final deste mês. Porém, outros modelos aumentaram os preços em relação ao último mês.
Os preços das motos Zontes em abril tiveram alterações nos modelos crossover T350, T350 X e a scooter premium 350 E. Mas os modelos V350, GK350 e S350 continuam, até o dia 30 deste mês, com emplacamento total grátis incluindo licenciamento e IPVA.
Neste momento a Zontes ocupa a 14ª posição entre as marcas de motos mais vendidas no acumulado do ano. Logo à frente da Suzuki, marca que também faz parte do grupo. Os seus modelos não chegam a aparecer entre os 10 mais vendidos em nenhuma categoria da Fenabrave.
A crossover T350X é o segundo modelo mais produzido pela marca – Divulgação
Mas a julgar pela produção, o seu modelo mais caro, é atualmente o mais vendido! A scooter 350E, até teve 1.434 unidades produzidas nesses primeiros meses de 2025. Praticamente o dobro da T350X, segunda colocada com 888 unidades fabricadas. Os dados são da Abraciclo.
Já os modelos V350, GK350 e S350 estão com emplacamento total grátis, o que inclui, segundo a marca o licenciamento e IPVA. A promoção vale para os modelos 24/25. Confira as concessionárias autorizadas do grupo Suzuki em todo o Brasil.
A Zontes S350 está com emplacamento e IPVA grátis até o final de abril de 2025 – Divulgação
Atenção: Todos os preços foram pesquisados no site oficial da Zontes Motos em abril de 2025. O site Tudo de Motos apenas informa os valores e não realiza vendas.
Zontes R350
Preços das motos Zontes em abril de 2025 – Nova Zontes R350 – Divulgação
Preço: R$ 29.860 (frete não incluso) Cores: Azul e Preta
Zontes V350
Preços das motos Zontes em abril de 2025 – V350 – Divulgação
Preço: R$ 32.970 (frete não incluso) Cores: Branco Pérola e Preta
Zontes T350
Preços das motos Zontes em abril de 2025 – Zontes T350 – Divulgação
Preço: R$ 34.750 (frete não incluso) Cores: Branca, Laranja e Preta
Zontes T350X
Preços das motos Zontes em abril de 2025 – Zontes T350X – nova cor Branca – Divulgação
Preço: R$ 35.750 (frete não incluso) Cores: Branca, Laranja e Preta
O triciclo da Yamaha, Tricity 300, chega à sua nova versão 2025 e parece evoluir, conquistando um público maior. A Yamaha não soltou o preço oficial, mas a versão anterior estava em 9.240 euros, em uma conversão direta, cerca de R$ 61 mil.
A história da Tricity 300 começou há mais de uma década. A Yamaha apresentou o conceito em 2014, revelando no ano seguinte, no Salão de Tóquio 2015, um novo estilo de condução sobre três rodas.
O triciclo da Yamaha, Tricity 300, chega à sua nova versão 2025 – Divulgação
O projeto evoluiu ao longo dos anos. Inicialmente, a marca testou diferentes motorizações, chegando a apresentar versões com 800 cc e 900 cc sob o nome NIKEN Sport Tourer — uma derivação da MT-09 com duas rodas dianteiras.
Na verdade, esses triciclos com 2 rodas na dianteira, são até bastante comuns na Europa. Sobretudo os da Peugeot, que no velho continente possui uma divisão voltada para as motos, e os da da Piaggio. Aliás, pode ser até uma sugestão para os representantes da Piaggio no Brasil: que tal trazer um desses modelos de 3 rodas para nosso mercado?
O triciclo da Yamaha, Tricity 300, chega à sua nova versão 2025 – Divulgação
De todo jeito, como estamos apenas vendo o mercado europeu de longe, o que nos parece, é que a Yamaha ousa mais nessa questão de 3 rodas que a Honda. Um exemplo disso é o Neowing, um projeto de triciclo híbrido, que estava muito à frente de seu tempo, apresentado pela primeira vez em 2015.
No Salão Duas Rodas de 2017, o Honda Neowing chegou a vir para o Brasil. Era um conceito na época e acabou não evoluindo. Ou seja, não passou de apenas um conceito.
A Tricity 300 pertence a uma categoria intermediária, posicionando-se entre os scooters tradicionais e as motos de médio porte. Seu diferencial mais marcante é o sistema de duas rodas na dianteira, o que oferece uma dirigibilidade mais estável, especialmente em pisos irregulares, curvas ou condições de baixa aderência.
O triciclo da Yamaha, Tricity 300, chega à sua nova versão 2025 – Divulgação
Esse tipo de modal deve atrair usuários iniciantes ou inseguros com motos de duas rodas, oferecendo uma sensação de maior controle.
O motor é um monocilíndrico de 292 cc, com refrigeração líquida, o mesmo presente na Yamaha XMax 300 (que não temos no Brasil!). Com 28 cv a 7.250 rpm e torque de 2,9 kgfm a 5.750 rpm, o desempenho é adequado para o uso urbano e pequenos deslocamentos em rodovias. No entanto, o peso do modelo — 237 kg — é significativamente superior ao da XMax, que pesa 180 kg, e pode influenciar no comportamento dinâmico.
O triciclo da Yamaha, Tricity 300, chega à sua nova versão 2025 – Divulgação
Tecnologia e equipamentos
No conjunto de freios, a Tricity 300 traz discos de 267 mm nas rodas dianteiras e traseira, com sistema ABS e freio unificado, freio de pé que aciona todos os freios simultaneamente — um recurso útil e seguro. O modelo também conta com freio de mão, o que facilita em paradas em subidas ou estacionamentos em locais inclinados.
Painel da Yamaha, Tricity 300 – Divulgação
Entre os itens tecnológicos, o destaque vai para o painel de instrumentos digital em LCD, que apresenta informações como velocidade, temperatura ambiente, funcionamento do ABS e o sistema Standing Assist, similar ao conceito de “Stop & Start” que conhecemos por aqui, a partir da Honda PCX.
Yamaha Tricity 300: espaço suficiente para 2 capacetes – Divulgação
O compartimento sob o banco da Tricity 300 comporta dois capacetes integrais, algo valioso para quem utiliza o veículo diariamente. O modelo ainda vem equipado com Smart Key (chave de presença) e entrada USB do tipo DC no painel frontal, o que ajuda na recarga de smartphones ou outros dispositivos.
Mesmo ainda restrita ao mercado europeu, a Yamaha Tricity 300 representa mais um passo importante em termos de mobilidade urbana. Seria bem-vinda no Brasil?
Essas são as 15 motos mais vendidas até 15 de abril de 2025. Um retrato do meio do mês, como estão os desempenhos dos emplacamentos de motos no Brasil.
Meio do quarto mês do ano. Vamos ver quais foram as 15 motos mais vendidas até 15 de abril de 2025. Continuamos tendo bons números de vendas de motos no Brasil. Novamente as motos voltadas para serviços são destaque.
Mottu Sport 110i: continua sendo o maior destaque entre as motos mais vendidas até 15 de abril de 2025 – Divulgação
A Mottu Sport 110i continua emplacando muito depois de passar a CB 300 Twister, a moto está encostando na Bros 160 em número de vendas. Até o dia 17 de abril, data em que tivemos acesso aos últimos números das vendas, a diferença entre os dois modelos já estava em menos de de 3.000 unidades. A Bros que se cuide!
O números da Mottu são tão impressionantes que se o modelo chegou a 8.004 unidades em março, até 17 de abril já conseguiu 6.802 unidades emplacadas, e aumentando. Lembrando que todos os dados são da Fenabrave.
Pelos lados da Yamaha os números continuam sendo negativos. A exceção fica por conta da Nova Factor 150. É o modelo mais bem colocado da Yamaha em vendas. Ocupa atualmente o 7º lugar em emplacamentos.
A nova Factor ocupa a 7ª posição entre as motos mais vendidas até 15 de abril de 2025
ALander 250 continua sendo engolida pela Honda Sahara 300, praticamente desde o início de 2025. Já a Crosser 150, voltou a ter resultado positivos, mas ainda não conseguiu alcançar a 15ª posição entre as mais emplacadas.
Como está o pódio do ranking
Neste meio de mês, a Honda CG 160, registrou 21.329 unidades vendidas. A Honda Biz 160, teve 12.424 unidades vendidas e fechando o pódio, a Honda Pop 110 teve 10.666 emplacamentos até dia 15 de abril de 2025.
OBS: Os dados são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Nesses dados, não existe identificação do modelo exato entre as CG 160, por exemplo. A distinção e rankeamento do órgão acontece de acordo como os modelos são registrados na Senatran – Secretaria Nacional de Trânsito.
As 15 motos mais vendidas até 15 de abril de 2025 no Brasil
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