Moto Morini anuncia 8 novas lojas no Brasil em 2026; próxima da lista em Belo Horizonte

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A italiana Moto Morini pretende dobrar o número de lojas em território nacional em 12 meses. A inauguração da próxima, em Belo Horizonte, está prevista até abril de 2026.

A Moto Morini confirmou a abertura de pelo menos oito novas concessionárias no Brasil ao longo de 2026, em um movimento para ampliar sua presença nacional.

Moto Morini em Goiânia - GO - Divulgação
Moto Morini em Goiânia – GO – Divulgação

A próxima unidade deverá ser instalada em Belo Horizonte, Minas Gerais, com inauguração prevista até abril, segundo informação da assessoria da da marca.

A expansão integra um plano mais amplo de investimentos e ajustes na cadeia de distribuição da marca italiana.

Loja em Salvador - BA - Divulgação
Loja em Salvador – BA – Divulgação

Expansão da rede e calendário de inaugurações

A marca, que atualmente opera com sete lojas no país, todas inauguradas no segundo semestre do ano passado, quer dobrar o número de pontos de atendimento no período de 12 meses.

Calibro Bagger - Divulgação
Calibro Bagger – Divulgação

A próxima unidade em Belo Horizonte ainda não tem data oficial, mas a previsão é de abertura até abril, conforme informações da assessoria.

Além da capital mineira, outras capitais e cidades estão no planejamento, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e uma cidade do interior paulista, embora algumas localidades ainda estejam sem confirmação formal.

Moto Morini em Manaus - Divulgação
Moto Morini em Manaus – Divulgação

Investimento e estrutura logística

A estratégia envolve um aporte robusto, com um investimento total de R$ 250 milhões programado para três anos (ou seja, até 2027), destinado a etapas da cadeia produtiva, distribuição e abertura de concessionárias.

Parte desse aporte será direcionada à implantação de um Centro de Distribuição de Peças automatizado, projeto que a empresa diz visar disponibilidade imediata de componentes críticos para toda a rede brasileira.

Loja Moto Morini em Santo André - SP - Divulgação
Loja Moto Morini em Santo André – SP – Divulgação

A operação nacional também tem como pilares a meta de 95% de disponibilidade para peças de alto giro e a garantia de dois anos para motocicletas zero quilômetro comercializadas no país.

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Produção em Manaus e modelo CKD

Atualmente, a Moto Morini realiza a montagem de seus modelos no Polo Industrial de Manaus (AM), no sistema CKD (Completely Knocked Down), em parceria com o Grupo DBS.

No sistema CKD, as motocicletas são importadas desmontadas e finalizadas em território brasileiro, estratégia que, segundo a empresa, permite maior competitividade de preços e adequação ao mercado local.

Moto Morini no Brasil - em Manaus - Divulgação
Moto Morini no Brasil – em Manaus – Divulgação

Portfólio atual e próximos lançamentos

No Brasil, a marca comercializa três modelos que somam sete versões disponíveis, entre eles a Seiemmezzo STR, a Seiemmezzo SCR, a Calibro Custom, a Calibro Bagger e a X-Cape 650.

Moto Morini 3 ½ Sport - Divulgação EICMA
Moto Morini 3 ½ Sport – Divulgação EICMA

A Moto Morini também prepara a chegada das novas Alltrhike 450 e X-Cape 1200, e prevê a importação de modelos de menor cilindrada, como a Rumble e a 3 ½ Sport.

A ampliação da rede e o reforço na distribuição são vistos pela empresa como etapas-chave para consolidar a presença da marca no mercado brasileiro ao longo de 2026, com foco em disponibilidade de peças, atendimento e competição de preços.

Honda Elite 2027 é lançada: scooter de entrada da marca chega às lojas em março por R$ 14.300

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Honda Elite 2027 chega às concessionárias em março com preço sugerido de R$ 14.300 (sem frete), porta USB-C, painel LCD Blackout e a mecânica eSP preservada

A nova geração da scooter de entrada mantém a proposta urbana, com foco em praticidade, eficiência e operação simples para o dia a dia.

Honda Elite 2027 chega às concessionárias em março - Divulgação
Honda Elite 2027 chega às concessionárias em março – Divulgação

O modelo original desembarcou no Brasil em 2018 e, desde então, soma mais de 175 mil unidades emplacadas, segundo dados da Honda.

Para 2027, a Honda Brasil preserva a base estrutural e mecânica da geração atual, incluindo o motor eSP, e adiciona recursos de conveniência e novas opções de cores.

Honda Elite 2027 - Divulgação
Honda Elite 2027 – Divulgação

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Motor, desempenho e tecnologia

A scooter segue equipada com motor monocilíndrico 4 tempos, OHC, arrefecido a ar, com 123,9 cm³ de cilindrada, que utiliza a tecnologia eSP e vem com sistema Idling Stop.

A potência máxima declarada é de 8,2 cv e o torque máximo chega a 1,06 kgf.m, com alimentação por PGM-FI e transmissão automática V-Matic (CVT), mantendo o foco na facilidade de condução no uso urbano.

Honda Elite 2027 - Divulgação
Honda Elite 2027 – Divulgação

Ciclística, freios e suspensão

A parte ciclística nova Honda Elite 2027 usa chassi underbone em aço, suspensão dianteira telescópica com curso de 90 mm e traseira com monoamortecedor e regulagem de pré-carga da mola, com 70 mm de curso.

As rodas seguem aro 12 na dianteira, com freio a disco, e aro 10 na traseira, com freio a tambor, e a frenagem é assistida pelo sistema CBS (Combined Brake System), repetindo a configuração técnica da geração anterior.

Sob o assento: 19,7 litros - Divulgação
Sob o assento: 19,7 litros – Divulgação

Equipamentos, capacidade e conveniência

Entre os principais itens de série da Honda Elite 2027 está a inclusão de uma porta USB-C na parte frontal interna, próxima ao porta-luvas, para recarga de dispositivos durante o trajeto.

O painel é o LCD Blackout, que mostra velocímetro, marcador de combustível, hodômetro, voltímetro, relógio, indicador ECO e dados de consumo e autonomia.

Painel LCD Blackout - Divulgação
Painel LCD Blackout – Divulgação

O conjunto ainda inclui shutter key para bloqueio da ignição, tecla dupla para abertura do banco e do reservatório de combustível, comando para desativação do Idling Stop e função de lampejo do farol alto, com farol e luz de posição em LED.

O compartimento sob o assento tem capacidade de 19,7 litros, suficiente para um capacete tipo Jet, e o modelo traz ganchos para transporte, alças laterais para o passageiro, bocal de combustível externo, freio de estacionamento, cavaletes central e lateral e pedaleiras escamoteáveis.

Cores, garantia, revisões e preço

A Honda oferece a scooter em quatro opções de cor, Roxo Fosco (Mat Midnight Purple), Cinza Metálico (Mat Cynos Gray Metallic), Cinza Perolizado (Pearl Stark Gray) e Vermelho Metálico (Pearl Royalty Red).

A garantia anunciada é de três anos, sem limite de quilometragem, com óleo Pro Honda gratuito em sete revisões.

Honda Elite 125 2027 - Roxo Fosco - Divulgação
Honda Elite 125 2027 – Roxo Fosco – Divulgação

O preço sugerido para a chegada às concessionárias é de R$ 14.300 (sem frete ou seguro) na base São Paulo, e o início das vendas está previsto para março. O novo preço na comparação com a linha 2025 aumentou R$ 500.

Yamaha Factor 2026: nova paleta e grafismos, 55,3 km por litro e preço a partir de R$ 18.490

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A nova Yamaha Factor 2026 teve atualização visual com novas cores na versão DX, painel LCD, farol em LED. Preços sem alterações em relação à linha 2025.

A novidade para linha 2026 é focada no visual, com novas combinações de cores e grafismos, enquanto o conjunto técnico da moto permanece o mesmo da linha anterior.

Yamaha Factor 2026 - versão DX - Divulgação
Yamaha Factor 2026 – versão DX – Divulgação

A Yamaha preservou itens introduzidos em 2025, como iluminação em LED e painel digital em LCD no padrão blackout, e manteve preços e opções de acabamento.

A configuração de entrada parte de R$ 18.490, a versão DX custa R$ 18.990, e com o kit de acessórios a DX alcança R$ 19.490, sem incluir frete ou seguro de frete, conforme informação da Yamaha.

Yamaha Factor 2026 - Divulgação
Yamaha Factor 2026 – Divulgação

Visual, versões e equipamentos

A linha traz atualização de cores e grafismos, mantendo o desenho das carenagens, tanque com tampa estilo aviador, spoiler de motor e área ao redor do tanque, com iluminação dianteira em LED.

Iluminação dianteira em LED - Divulgação
Yamaha Factor 2026 – Iluminação dianteira em LED – Divulgação

O painel é digital em LCD no padrão blackout e conta com funções como ECO para condução econômica e indicador de marchas, itens que seguem em todas as versões.

Na versão DX, há luzes de posição integradas ao farol, acabamento com rodas, para-lamas e spoiler pintados, além de motor com pintura na cor preta.

A DX também pode receber um pack de acessórios, com tomada USB e cavalete central, que eleva o preço para R$ 19.490 quando adquirido junto à motocicleta, sem incluir frete ou seguro de frete.

Painel blackout - Divulgação
Yamaha Factor 2026 – Painel blackout – Divulgação

Motorização e conjunto mecânico

O propulsor permanece sendo o monocilíndrico Blueflex de 150 cc. Entrega até 12 cavalos de potência a 7.250 rpm e torque de 1,3 kgfm a 6.000 rpm, com etanol.

O sistema de freios é equipado com UBS, com disco dianteiro de 245 mm e freio traseiro a tambor. As suspensões não sofreram alterações, com garfo telescópico na dianteira, curso de 120 mm, e duplo amortecedor na traseira, curso de 111 mm.

As rodas são de liga leve de 18 polegadas, com pneus 80/100-18 na dianteira e 100/80-18 na traseira.

Dimensões e autonomia

A motocicleta pesa 133 kg em ordem de marcha e tem tanque de 15,4 litros. Testes realizados a partir do Instituto Mauá indicam que a moto pode superar 800 quilômetros de autonomia, com consumo médio de aproximadamente 55,3 km/l.

As dimensões são 2.015 mm de comprimento, 750 mm de largura e 1.095 mm de altura, com entre-eixos de 1.325 mm, distância mínima do solo de 170 mm e altura do assento de 785 mm.

Yamaha Factor 2026 - versão DX - Divulgação
Yamaha Factor 2026 – versão DX – Divulgação

A Yamaha Factor segue como o modelo mais vendido da marca no Brasil, em 2025 foram 71.847 unidades emplacadas, segundo dados da Fenabrave, e em janeiro deste ano o modelo superou 6.700 unidades comercializadas.

Disponibilidade, garantia e cores

A Factor 2026 já está disponível nas concessionárias da marca em todo o país, com garantia de três anos e programa de revisão com preço fixo, conforme divulgado pela fabricante.

A Yamaha Factor 2026 versão standard é oferecida em Sports White, Red Hot e Black Eclipse. A versão DX da Yamaha Factor 2026 traz combinações Titanium Grey com rodas vermelhas, Racing Blue com rodas azuis e Midnight Black com rodas douradas, com grafismos atualizados.

Bear 650 chega ao Brasil: scrambler da Royal Enfield tem data de reserva e preços revelados

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A Royal Enfield Bear 650 amplia a linha 650 da marca no Brasil, com rodas 19 e 17 polegadas, suspensão invertida Showa e escapamento 2-em-1. Preços partem de R$ 33.990 e reservas a partir de 24 de fevereiro.

A Bear 650 desembarca no Brasil como nova opção bicilíndrica da Royal Enfield, posicionada com visual scrambler e alguns ajustes técnicos que a diferenciam das demais 650 da marca.

Royal Enfield Bear 650 Wild Honey - Divulgação
Royal Enfield Bear 650 Wild Honey – Divulgação

As reservas já podem ser feitas pelo site: reserva.royalenfield.com.br, e as motos começam a chegar às concessionárias em 28 de fevereiro, com entregas previstas para março. O primeiro lote para o país tem 400 unidades.

Preços, cores e disponibilidade

A Bear 650 será vendida em configuração única, com variação apenas nas cores, e os valores já incluem frete. As opções são R$ 33.990 na cor Wild Honey, amarela, R$ 34.490 na Golden Shadow, preta e cinza, e R$ 34.990 na Two Forty Nine, branca com chassi verde jade.

Royal Enfield Bear 650 Golden Shadow - Divulgação
Royal Enfield Bear 650 Golden Shadow – Divulgação

Como dissemos, as reservas estão abertas – reserva.royalenfield.com.br. Já as entregas começam em março, com o lote inicial de 400 unidades.

Royal Enfield Bear 650 no Brasil - Divulgação
Royal Enfield Bear 650 no Brasil – Divulgação

Proposta scrambler

A nova Royal Enfield Bear 650 traz mudanças relevantes, como roda dianteira de 19 polegadas e traseira de 17 polegadas, além da adoção de suspensão dianteira invertida.

Royal Enfield Bear 650 Two Forty Nine - Divulgação
Royal Enfield Bear 650 Two Forty Nine – Divulgação

O escapamento foi redesenhado para um sistema 2-em-1, diferente das saídas duplas das outras 650, reforçando a proposta scrambler e uma resposta de torque ajustada.

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Motor, desempenho e transmissão

O motor é o bicilíndrico já usado nas demais 650 da marca, entregando 47 cv a 7.150 rpm. O torque foi alterado de 5,3 kgfm para 5,7 kgfm a 5.150 rpm, segundo a fabricante.

O câmbio é de seis marchas, e a Royal Enfield atribui a mudança no torque a ajustes no escapamento e intervenções pontuais, sem alteração na potência máxima.

Royal Enfield Bear 650 no Brasil - Divulgação
Royal Enfield Bear 650 no Brasil – Divulgação

Suspensão, pneus e equipamentos

Na dianteira, a Bear 650 traz garfos invertidos Showa de 43 mm e 130 mm de curso, e na traseira dois amortecedores Showa com 115 mm de curso.

Os pneus são de uso misto, com medidas 100/90-19 na dianteira e 140/80-17 na traseira. O sistema de freios tem discos nas duas rodas e ABS, com possibilidade de desligamento na roda traseira.

Bear 650 - tela TFT redonda - Divulgação
Bear 650 – tela TFT redonda – Divulgação

Entre os equipamentos de série estão iluminação Full LED, tomada USB-C e painel digital com tela TFT redonda, o mesmo sistema adotado nas Himalayan 450 e Guerrilla 450, com conectividade e espelhamento de smartphone.

As dimensões informadas são 2.216 mm de comprimento, 855 mm de largura, 1.160 mm de altura, entre-eixos de 1.460 mm, banco a 830 mm do solo, vão livre mínimo de 187 mm, e tanque com capacidade de 13,7 litros, conforme a fabricante.

MV Agusta pilotada por Giacomo Agostini vai a leilão; moto é avaliada em até R$ 1,5 milhão

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A MV Agusta 500GP pilotada pela lenda do motociclismo mundial, Giacomo Agostini na temporada de 1965, será leiloada. O modelo, ligado à estreia do piloto na 500cc, pode alcançar R$ 1,5 milhão.

O piloto italiano multicampeão, Giacomo Agostini terá uma de suas motocicletas mais emblemáticas colocada à venda em leilão internacional. A MV Agusta 500GP utilizada pelo piloto na temporada de 1965 será oferecida pela casa britânica Bonhams no dia 26 de abril de 2026.

MV Agusta 500GP pilotada por Giacomo Agostini em 1965 será leiloada em abril - Divulgação
MV Agusta 500GP pilotada por Giacomo Agostini em 1965 será leiloada em abril – Divulgação

O exemplar integra o primeiro lote de produção da 500GP naquele ano e está avaliado entre 160 mil e 220 mil libras esterlinas. Na conversão direta, o valor pode variar aproximadamente entre R$ 1,1 milhão e R$ 1,5 milhão, sem incluir taxas adicionais.

A venda ocorrerá durante o Stafford Spring Sale, tradicional evento de primavera promovido pela organizadora no Reino Unido. Impostos, custos administrativos e despesas de transporte não estão incluídos na estimativa inicial.

Histórico da MV Agusta 500GP

A MV Agusta 500GP é considerada um dos modelos centrais da trajetória de Giacomo Agostini no Campeonato Mundial de Motovelocidade. A temporada de 1965 marcou a estreia do piloto italiano na categoria principal, a 500cc.

MV Agusta 500GP pilotada por Giacomo Agostini em 1965 será leiloada em abril - Divulgação
MV Agusta 500GP pilotada por Giacomo Agostini em 1965 será leiloada em abril – Divulgação

Naquele momento, Giacomo Agostini atuava como segundo piloto da equipe oficial da MV Agusta, ao lado do britânico Mike Hailwood, que era o principal nome da estrutura esportiva.

Entre 1966 e 1973, já consolidado como protagonista, Giacomo Agostini conquistou sete títulos consecutivos na categoria 500cc com a MV Agusta. O período marcou uma sequência dominante do conjunto italiano na principal classe do Mundial.

Temporada de 1965

A primeira participação de Giacomo Agostini na 500cc com a MV Agusta 500GP ocorreu em 1965. Paralelamente, ele também competia na classe 350cc, onde obteve resultados expressivos.

MV Agusta 500GP - Divulgação
MV Agusta 500GP – Divulgação

A estreia na categoria principal aconteceu no circuito de Nürburgring, na Alemanha. De acordo com registros da época, Giacomo Agostini venceu a prova da 350cc com vantagem sobre Hailwood, que utilizava a versão anterior de quatro cilindros da equipe.

Ao fim daquela temporada, Hailwood transferiu-se para a Honda Racing. Com a mudança, Giacomo Agostini assumiu papel central no projeto esportivo da MV Agusta a partir de 1966.

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MV Agusta 500GP - Divulgação
MV Agusta 500GP – Divulgação

Nos anos seguintes, a 500GP passou por evolução técnica contínua, acompanhando o limite regulamentar de 500cc estabelecido para a categoria. O modelo tornou-se referência no período.

Especificações técnicas do modelo de 1965

A unidade que será leiloada possui números de chassi e motor 1109, conforme informações oficiais divulgadas. Trata-se de um exemplar identificado como parte do primeiro lote fabricado em 1965.

MV Agusta 500GP - Divulgação
MV Agusta 500GP – Divulgação

A MV Agusta 500GP desenvolvia mais de 80 cavalos de potência. O peso aproximado era de 118 kg, número considerado competitivo para a época.

A velocidade máxima superava 260 km/h, segundo dados históricos. O conjunto utilizava pneus radiais de 18 polegadas.

O sistema de freios contava com tambor central de 240 mm na dianteira e 230 mm na traseira. A suspensão era composta por garfo telescópico convencional na frente e dois amortecedores laterais na traseira.

MV Agusta 500GP - Divulgação
MV Agusta 500GP – Divulgação

O quadro tubular de aço, aliado à balança traseira convencional de dois braços, formava a base estrutural do modelo no início de sua trajetória nas pistas.

Valores e condições do leilão

A estimativa de venda da MV Agusta 500GP associada a Giacomo Agostini varia entre 160 mil e 220 mil libras esterlinas. Na conversão direta, o valor pode alcançar cerca de R$ 1,5 milhão.

MV Agusta 500GP - Divulgação
MV Agusta 500GP – Divulgação

O leilão está programado para 26 de abril de 2026, durante o evento de primavera promovido pela Bonhams. As condições de venda seguem as regras estabelecidas pela organizadora. Para os interessados, o link para participar é este.

Taxas administrativas da casa de leilões, impostos locais, custos de transporte internacional e eventuais despesas de importação não estão incluídos na estimativa divulgada. Ou seja, tudo na conta do arrematador felizardo!

Marca chinesa Benda chega ao Brasil? Listamos 5 motos que gostaríamos de ver por aqui

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A Benda já registrou a marca no INPI e tem excelentes opções de motos que podem chegar ao Brasil. Quem sabe teremos esses modelos ainda 2026?

Benda pode estar se preparando para entrar no mercado brasileiro. A fabricante chinesa já registrou oficialmente sua marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), passo que garante proteção jurídica no país, mas não confirma início imediato das operações.

Marca chinesa Benda chega ao Brasil? - Divulgação
Marca chinesa Benda chega ao Brasil? – Divulgação

O procedimento foi realizado pela Hangzhou Saturn Power Technology Co., Ltd., empresa responsável pela produção das motocicletas da Benda. Esse tipo de registro é comum entre marcas que estudam expansão internacional.

Informações divulgadas pelo canal de Youtube Papo na Moto indicam que a Benda poderia apresentar seus modelos no Festival Interlagos, previsto para agosto de 2026. Porém até o momento, não encontramos confirmação oficial.

Registro da BENDA no INPI - Reprodução
Registro da BENDA no INPI – Reprodução

Registro da marca e contexto

O registro da Benda no INPI é o único documento oficial relacionado à possível chegada ao Brasil. Ele assegura o uso da marca em território nacional, mas não significa, automaticamente, comercialização.

Destaque no último EICMA, Salão de Milão 2025, a Benda tem uma linha de motos em sua maior parte voltada ao publico custom moderno.

Benda no EICMA 2025 - Divulgação
Benda no EICMA 2025 – Divulgação

Caso avance no processo de entrada no país, a Benda ainda precisará cumprir etapas como homologação junto aos órgãos reguladores, definição de estratégia comercial e estrutura de pós-venda.

Vamos conhecer algumas possíveis motos, caso a marca realmente chegue ao Brasil.

Rock 250

A Rock 250 surge como possível modelo de entrada da marca no Brasil.

Rock 250 - Divulgação
Rock 250 – Divulgação

Equipada com motor V-Twin de 249 cc, entrega 25,8 cv a 9.000 rpm e torque de 2,5 kgf.m a 5.500 rpm. A transmissão é por correia.

O modelo conta com freios ABS nas duas rodas, suspensão dianteira invertida e painel digital. Há versões com câmbio CVT voltadas ao uso urbano.

NapoleonBob 250

A NapoleonBob 250 segue a proposta bobber dentro da linha Benda.

NapoleonBob 250 - Divulgação
NapoleonBob 250 – Divulgação

Utiliza motor V-Twin de 249 cc, com 25,5 cv de potência e torque de 2,5 kgf.m a 5.500 rpm. A velocidade máxima declarada é de 120 km/h.

O modelo se destaca pelo assento flutuante baixo e pneus de grandes dimensões, além de garfo telescópico frontal.

NapoleonBob 500

A NapoleonBob 500 amplia a oferta da Benda em cilindrada intermediária.

NapoleonBob 500 - Divulgação
NapoleonBob 500 – Divulgação

O motor é um V2 de 448 cc, com 50 cv de potência e 4,2 kgf.m de torque. A velocidade máxima informada é de 145 km/h.

O conjunto mantém o estilo bobber, com assento curto flutuante, garfo estilo scabbard e guidão Flying Wing.

Dark Flag 500

Entre os modelos de maior apelo técnico da Benda está a Dark Flag 500.

Dark Flag 500 - Divulgação
Dark Flag 500 – Divulgação

Ela utiliza motor V4 de 496,4 cc, 16 válvulas e refrigeração líquida. A potência declarada é de 54,4 cv a 10.000 rpm, com torque de 4,2 kgf.m a 7.500 rpm.

A velocidade máxima chega a 165 km/h. O modelo também conta com sistema de suspensão eletrônica adaptativa.

LFC 700

A LFC 700 é um dos modelos de maior repercussão internacional da Benda.

LFC 700 - Divulgação
LFC 700 – Divulgação

Equipada com motor de quatro cilindros em linha de 676 cc, entrega 85 cv a 10.300 rpm e torque de 6,1 kgf.m a 8.600 rpm.

Um dos diferenciais técnicos é o pneu traseiro de 310 mm de largura. O modelo inclui suspensão KYB, freios Brembo e painel TFT.

Próximos passos

Até o momento, a Benda não anunciou oficialmente a sua chegada, rede de concessionárias ou cronograma de lançamento no Brasil.

Rock 250 - Divulgação
Rock 250 – Divulgação

Se confirmada a operação, os modelos apresentados se mostram como opção para compor o portfólio inicial da marca no país, ampliando a oferta no segmento custom e cruiser de média cilindrada.

Cara de anos 80! Caloi amplia linha de entrada com modelos 29 e design saudosista

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Caloi confirma a chegada das novas 29 Sport e 29 Comp neste mês de fevereiro de 2026. Modelos trazem inspiração nos anos 1980, quadro em alumínio 6061, suspensão de 100 mm, componentes Shimano e preços entre R$ 2.190 e R$ 2.690.

A Caloi amplia seu portfólio no segmento de entrada com o lançamento das novas 29 Sport e 29 Comp modelo 2026. As bicicletas chegam ao mercado brasileiro até o final de fevereiro com proposta voltada ao uso urbano e trilhas leves, mas já integrando sua linha de mountain bike.

Caloi 29 Comp - Divulgação
Caloi 29 Comp – Divulgação

Segundo a marca, os dois modelos foram desenvolvidos para atender iniciantes e intermediários que buscam versatilidade no dia a dia. A proposta contempla deslocamentos urbanos, pedaladas recreativas em parques, ciclovias e percursos em estradas de terra, combinando especificações técnicas atualizadas e preço competitivo.

A Caloi faz questão de ressaltar que a novas bicicletas têm inspiração direta na estética vibrante dos anos 80, mas mantendo identidade visual. Priorizam estrutura técnica adequada ao segmento recreativo. A ampliação da linha também integra o plano da fabricante de fortalecer sua presença no varejo.

Caloi 29 Sport - Divulgação
Caloi 29 Sport – Divulgação

Estrutura e proposta técnica

As novas 29 Sport e 29 Comp utilizam quadro em alumínio 6061 conformado, com gancheira removível e ponteiras forjadas para freio a disco. O material é amplamente empregado no segmento por oferecer equilíbrio entre resistência estrutural e peso reduzido.

29 Sport - Divulgação
29 Sport – Divulgação

Ambos os modelos contam com suspensão dianteira mecânica com 100 mm de curso. O componente é responsável por absorver impactos em terrenos irregulares, contribuindo para maior controle em pisos urbanos deteriorados e trilhas leves.

As rodas 29 utilizam aros de alumínio parede dupla com 32 furos e válvula Presta. Os cubos Shimano TX506 com blocagem rápida acompanham os dois modelos, assim como pneus Vee Rubber Pro MT100 nas medidas 29×2.20.

Detalhe do câmbio Shimano - Divulgação
Detalhe do câmbio Shimano – Divulgação

A proposta da Caloi é ampliar o acesso ao ciclismo com uma configuração que permita utilização variada, sem direcionamento exclusivo ao uso competitivo.

Caloi - Compra parcelada no Mercado Livre
Caloi – Compra parcelada no Mercado Livre

Transmissão e diferenças entre as versões

A principal distinção entre os modelos está no conjunto de transmissão e no sistema de freios.

A 29 Sport é equipada com transmissão Shimano de 21 velocidades. O câmbio traseiro é o Shimano Tourney TY500 de 7 velocidades, enquanto o dianteiro é o Shimano TY300 de 3 velocidades. O sistema utiliza roda livre de 7 velocidades com relação 14-34 dentes.

Caloi 29 Comp - adesivos com grafismos anos 80 - Divulgação
Caloi 29 Comp – adesivos com grafismos anos 80 – Divulgação

Já a 29 Comp adota configuração de 24 velocidades. O câmbio traseiro é o Shimano Tourney TX800 de 8 velocidades, combinado ao dianteiro Shimano TY700 de 3 velocidades. O cassete é o Shimano CS-HG200 de 8 velocidades, com relação 12-34 dentes. Os passadores são Shimano Altus M315.

Sistema de freios e condução

No sistema de frenagem também há diferenciação técnica.

A 29 Sport utiliza freios a disco mecânicos Logan JSDB09 com rotores de 160 mm. Já a 29 Comp conta com freios a disco hidráulicos Logan M500, também com rotores de 160 mm.

O sistema hidráulico tende a proporcionar acionamento mais progressivo e menor esforço nas manetes, enquanto o sistema mecânico mantém proposta de manutenção simplificada e custo reduzido.

O conjunto é complementado por pedivela Shimano FC-TY301 com coroas 42, 34 e 24 dentes, corrente KMC Z8.3 e movimento central Feimin B908 68×122,5 mm em ambas as versões.

Design e opções de cores

A 29 Comp será comercializada nas cores cinza quente, preto e azul lagoa. A 29 Sport estará disponível nas cores cinza quente, vermelha e preta.

Os modelos seguem identidade visual com adesivos em cores contrastantes aplicados ao quadro, mantendo a proposta inspirada na década de 1980, conforme informado pela fabricante.

O guidão em alumínio possui variação de largura conforme o tamanho do quadro: 700 mm no tamanho P, 720 mm no M e 740 mm no G. O suporte de guidão também varia entre 70 mm no tamanho P e 80 mm nos tamanhos M e G.

Ficha técnica — 29 Sport

ComponenteEspecificação
QuadroAlumínio 6061 conformado
SuspensãoMecânica Caloi, 100 mm
Transmissão21 velocidades
Câmbio traseiroShimano Tourney TY500 (7V)
Câmbio dianteiroShimano TY300 (3V)
CasseteRoda livre 7V 14-34T
FreiosDisco mecânico Logan JSDB09 (160 mm)
PneusVee Rubber Pro MT100 29×2.20
Preço sugeridoR$ 2.190,00

Ficha técnica — 29 Comp

ComponenteEspecificação
QuadroAlumínio 6061 conformado
SuspensãoMecânica Caloi, 100 mm
Transmissão24 velocidades
Câmbio traseiroShimano Tourney TX800 (8V)
Câmbio dianteiroShimano TY700 (3V)
CasseteShimano CS-HG200 8V 12-34T
FreiosDisco hidráulico Logan M500 (160 mm)
PneusVee Rubber Pro MT100 29×2.20
Preço sugeridoR$ 2.690,00

Disponibilidade

As novas 29 Sport e 29 Comp chegam ao mercado brasileiro até o final de fevereiro de 2026, conforme cronograma divulgado pela fabricante. Os preços sugeridos são de R$ 2.190 para a versão Sport e R$ 2.690 para a versão Comp.

As especificações técnicas podem sofrer alterações sem aviso prévio, segundo a empresa.

Big trail 900 e mais três modelos: como a chinesa Voge estreia no Brasil

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Voge inicia operações no Brasil neste primeiro semestre de 2026, com produção em Manaus via CKD e quatro modelos já confirmados, incluindo big trail de 895 cm³ e scooters de média cilindrada.

A Voge está mais que confirmada no Brasil, com o início de suas operações no primeiro semestre de 2026. A marca chinesa, integrante do grupo Loncin Motor Co. Ltd., já definiu quatro modelos para o lançamento inicial e estruturou sua operação industrial em Manaus (AM), em parceria com a Dafra Motos da Amazônia Ltda.

Voge DS525X - Divulgação
Voge DS525X – Divulgação

A chegada ao país faz parte do plano de expansão internacional da fabricante, que atua em mais de 60 países. No Brasil, a estratégia envolve montagem local no Polo Industrial de Manaus, utilizando o sistema CKD (Completely Knocked Down), no qual as motocicletas chegam desmontadas para montagem nacional.

A expectativa da empresa é disponibilizar cerca de seis modelos nos dois primeiros anos de atuação. As motos da Voge previstas para o mercado brasileiro contemplam cilindradas entre 200 cm³ e 900 cm³, distribuídas em diferentes segmentos.

Produção em Manaus

A montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD. Nesse formato, os conjuntos e componentes são importados separadamente e montados localmente, atendendo às exigências técnicas e regulatórias brasileiras.

Segundo a fabricante, a operação em Manaus tem como objetivo estruturar logística, distribuição e rede de pós-venda no país. A parceria com a Dafra será responsável pelo processo industrial e pela consolidação da marca no mercado nacional.

Montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD - Divulgação
Montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD – Divulgação

A primeira fase de lançamentos está prevista para o primeiro semestre de 2026, quando quatro modelos serão apresentados oficialmente. Outros dois devem ser incorporados ao portfólio de forma progressiva até o fim do segundo ano de atuação da Voge no Brasil.

Voge DS900X

Entre os modelos confirmados está a DS900X, posicionada no segmento big trail. O modelo utiliza motor bicilíndrico refrigerado a líquido, com 895 cm³ de cilindrada.

DS900X
Voge DS900X – Divulgação

A potência declarada é de 95 cv a 8.250 rpm, com torque máximo de 9,6 kgf.m a 6.250 rpm. A motocicleta oferece quatro modos de condução: road, rain, sport e enduro.

A lista de equipamentos inclui quick shifter, radar traseiro de alerta de colisão e câmera frontal em HD. O modelo também conta com para-brisa com regulagem, faróis auxiliares, protetores de carenagem e de motor.

Entre os itens adicionais estão assentos e manoplas aquecidos, além de iluminação full LED. O preço da DS900X ainda não foi divulgado para o mercado brasileiro.

Voge SR4 Max

Outro modelo confirmado é o SR4 Max, scooter de médio porte voltado ao uso urbano e rodoviário. Ele utiliza motor monocilíndrico de quatro válvulas, refrigerado a água, com 349,8 cm³.

SR4 Max - Divulgação
Voge SR4 Max – Divulgação

A potência informada é de 34 cv a 7.500 rpm, com torque de 3,5 kgf.m a 6.000 rpm. De acordo com dados divulgados pela fabricante, o modelo acelera de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos.

O SR4 Max conta com freios dianteiros duplos com pinças J.Juan, sistema ABS e controle de tração. Entre os itens de série estão para-brisa elétrico, câmera frontal HD, além de assentos e manoplas aquecidos.

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Voge SR3

O SR3 amplia a atuação da Voge no segmento de scooters voltados ao uso urbano e deslocamentos de média distância. O modelo traz motor monocilíndrico de 244,3 cm³, com refrigeração líquida.

Voge SR3 - Divulgação
Voge SR3 – Divulgação

A potência máxima é de 25,5 cv, com torque de 2,3 kgf.m. A transmissão é automática do tipo CVT. O tanque de combustível tem capacidade para 14 litros.

Entre os recursos de segurança estão freios com ABS de duplo canal, controle de tração (TCS) e monitoramento da pressão dos pneus. O painel é TFT de 7 polegadas, com conectividade Bluetooth e navegação turn-by-turn.

O modelo também oferece câmera frontal Full HD (1080p), sistema keyless, para-brisa ajustável, punhos aquecidos e freio de estacionamento. O compartimento sob o assento comporta dois capacetes, segundo a fabricante.

Voge DS525X

A DS525X representa a proposta da Voge para o segmento adventure touring de média cilindrada. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 494 cm³, quatro tempos, DOHC, oito válvulas e refrigeração líquida.

A potência declarada é de 53,8 cv a 8.500 rpm, com torque de 5,14 kgf.m a 7.000 rpm. O câmbio é de seis marchas, com embreagem deslizante.

DS525X - Divulgação
Voge DS525X – Divulgação

Na parte ciclística, a motocicleta conta com suspensão dianteira invertida (USD) e monoamortecedor traseiro ajustável, ambos fornecidos pela KYB. O sistema de freios utiliza discos duplos na dianteira e disco simples na traseira, com componentes Nissin.

O modelo também dispõe de ABS Bosch e controle de tração. O painel é LCD colorido de 7 polegadas, com conectividade e navegação turn-by-turn.

Entre os equipamentos estão iluminação full LED, protetores de mão e motor, para-brisa regulável, cavalete central, tomadas 12V e USB e rack traseiro. No Brasil, a DS525X será oferecida nas cores Night Black e Titanium Gold.

Preços e próximos anúncios

Até o momento, a empresa não divulgou valores nem datas exatas para o início das vendas. A apresentação oficial dos quatro primeiros modelos ocorrerá no primeiro semestre de 2026.

A ampliação do portfólio está prevista para acontecer de forma gradual ao longo dos dois primeiros anos de operação. Novas informações sobre versões, preços e rede de concessionárias deverão ser anunciadas nos próximos comunicados oficiais envolvendo as motos da Voge no Brasil.

Crosser 150 2026: Yamaha lança no Brasil com motor 150 cc BlueFlex e novos grafismos; preços permanecem os mesmos

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Crosser 150 2026 mantém o conjunto mecânico 150 cc BlueFlex, atualiza grafismos cores, segue em versões S ABS e Z ABS com consumo declarado de até 43,1 km/l. Os preços continuam os mesmos da linha 2025.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão S - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão S – Divulgação

A Crosser 150 2026 foi oficialmente lançada pela Yamaha Brasil nesta sexta-feira, 20 de fevereiro. A nova linha chega às concessionárias com atualizações visuais concentradas nos grafismos, mantendo o conjunto mecânico já conhecido do modelo.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão Z - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão Z – Divulgação

A Crosser 150 2026 segue oferecida nas versões S ABS e Z ABS. Segundo informações divulgadas pela fabricante, os preços públicos sugeridos permanecem os mesmos praticados na linha anterior.

Os valores partem de R$ 22.790 para a versão S ABS e chegam a R$ 22.990 na versão Z ABS, sem incluir frete. As mudanças concentram-se no design gráfico, enquanto a base técnica foi preservada.

Crosser 150 2026 - sem mudanças no motor - Divulgação
Crosser 2026 – sem mudanças no motor – Divulgação

Motor e desempenho

A Crosser 150 2026 continua equipada com motor 150 cc BlueFlex. O propulsor entrega até 11,7 cavalos de potência a 7.250 rpm quando abastecido com etanol e 11,4 cv com gasolina.

O torque máximo é de 1,3 kgf.m a 6.000 rpm. O tanque de combustível tem capacidade para 12 litros.

Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos - Divulgação
Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos – Divulgação

De acordo com dados informados pela fabricante, o consumo pode alcançar 43,1 km/l. Nessas condições, a autonomia pode superar 500 quilômetros, dependendo do modo de condução e do tipo de percurso.

Os  dados obtidos por testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, simulando o uso em circuito urbano e realizado em condições e ambiente controlados.

Conjunto ciclístico e freios

No conjunto ciclístico, a Crosser 150 2026 mantém garfo telescópico na dianteira com 180 mm de curso. Na traseira, o sistema é do tipo monocross com link, oferecendo 160 mm de curso.

O sistema de freios utiliza discos nas duas rodas. O ABS atua na roda dianteira, conforme especificação da linha.

Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos - Divulgação
Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos – Divulgação

Entre os equipamentos, a motocicleta oferece conjunto óptico com projetor de LED e luz de posição, além de lanterna traseira em LED e lampejador de farol.

O painel é 100% digital no padrão blackout. Entre as funções estão relógio, indicador de marchas, conta-giros, tomada 12V e indicador ECO, que sinaliza condições de pilotagem com menor consumo.

Diferenças entre as versões

Em relação às versões, sem mudança, mas para quem não conhece, vamos reforçar aqui.

  • A Yamaha Crosser 150 S ABS adota para-lama dianteiro baixo e acabamento do motor e da balança na cor preta, com proposta direcionada ao uso urbano.
  • Já a Yamaha Crosser 150 Z ABS traz para-lama dianteiro elevado e motor na cor prata, característica associada ao estilo trail (leve).

Preços e cores

A versão S ABS 2026 está disponível nas cores Black Eclipse (preto sólido) e Fire Red (vermelho sólido), com preço público sugerido de R$ 22.790, sem frete.

A versão Z ABS 2026 é oferecida nas cores Competition Blue (azul sólido), Army Green (verde sólido) e Fire Red (vermelho sólido), com preço sugerido de R$ 22.990, também sem incluir frete.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão S - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão S – Divulgação

A linha conta com garantia de três anos e programa de Revisão Preço Fixo, conforme informado pela fabricante. A Crosser 150 2026 já está disponível nas lojas da marca, no mercado brasileiro, mantendo preços e especificações da geração anterior.

Triumph Brasil confirma as Tiger 900 e 1200 Alpine e Desert 2026; Saiba quando será o lançamento

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A Triumph lança oficialmente no próximo dia 28 de fevereiro as novas Tiger 900 e Tiger 1200 Alpine e Desert Edition 2026. As versões chegam com novos itens de série, motor 1.160 cc nas 1200 e preços entre R$ 82.690 e R$ 107.990.

A Triumph Brasil anunciou a chegada das novas Tiger Alpine Edition e Desert Edition 2026 ao mercado nacional. O lançamento oficial será realizado em 28 de fevereiro, durante o Tiger Day, evento simultâneo em todas as concessionárias da Triumph no país.

Triumph Tiger Alpine Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Alpine Edition – Divulgação

As novas edições contemplam as linhas Tiger 900 e Tiger 1200, com atualizações técnicas, novos equipamentos e identidade visual própria. Segundo a fabricante, a proposta é reforçar a presença da família no segmento adventure premium.

Sobre a Tiger 900, já haviam adiantado o lançamento anteriormente. Agora, o foco se volta principalmente para os modelos 1200, que concentram as principais informações divulgadas nesta etapa do lançamento.

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Tiger 1200 Alpine e Desert 2026

Nas versões 1200, a Tiger Alpine Edition e a Tiger Desert Edition passam a oferecer novos itens de série voltados a conforto e segurança.

Triumph Tiger 1200 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Desert Edition – Divulgação

Entre os equipamentos confirmados estão bancos aquecidos para piloto e garupa. As motocicletas equipadas com tanque de 20 litros também passam a contar com Assistente de Ponto Cego e Assistente de Mudança de Faixa como itens de série.

O conjunto mecânico permanece inalterado nas versões 1200. As motos mantêm o motor tricilíndrico de 1.160 cc com virabrequim T-Plane.

Os números declarados são 150 cv de potência a 9.000 rpm e torque máximo de 13,26 kgf.m a 7.000 rpm.

Triumph Tiger 1200 e 900 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 e 900 Desert Edition – Divulgação

Identidade visual das edições

A Alpine Edition adota combinação de cores inspirada em paisagens montanhosas e ambientes de altitude.

Já a Desert Edition utiliza tonalidades associadas a cenários áridos e terrenos de areia.

Segundo a Triumph, as diferenciações visuais estão disponíveis tanto nas versões 900 quanto nas 1200, mantendo coerência estética dentro da linha.

Triumph Tiger 1200 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Desert Edition – Divulgação

Ciclística e pacote eletrônico

Entre os destaques técnicos estão suspensões de alta performance, freios Brembo e rodas compatíveis com diferentes tipos de terreno, variando conforme a proposta GT ou Rally.

O pacote eletrônico inclui assistências voltadas à condução em estrada e fora de estrada, reforçando a versatilidade das versões dentro da gama Triumph.

Tiger 900 Rally Pro Desert - Divulgação
Tiger 900 Rally Pro Desert – Divulgação

Os preços sugeridos, sem frete ou seguro, são os seguintes:

Tiger 900 GT Pro Alpine – R$ 82.690
Tiger 900 Rally Pro Desert – R$ 85.690
Tiger 1200 GT Pro Alpine – R$ 99.990
Tiger 1200 Rally Pro Desert – R$ 107.990

O lançamento oficial da linha Tiger Alpine e Desert Edition 2026 acontece em 28 de fevereiro, durante o Tiger Day, em todas as concessionárias da Triumph no Brasil.