Marca chinesa Benda chega ao Brasil? Listamos 5 motos que gostaríamos de ver por aqui

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A Benda já registrou a marca no INPI e tem excelentes opções de motos que podem chegar ao Brasil. Quem sabe teremos esses modelos ainda 2026?

Benda pode estar se preparando para entrar no mercado brasileiro. A fabricante chinesa já registrou oficialmente sua marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), passo que garante proteção jurídica no país, mas não confirma início imediato das operações.

Marca chinesa Benda chega ao Brasil? - Divulgação
Marca chinesa Benda chega ao Brasil? – Divulgação

O procedimento foi realizado pela Hangzhou Saturn Power Technology Co., Ltd., empresa responsável pela produção das motocicletas da Benda. Esse tipo de registro é comum entre marcas que estudam expansão internacional.

Informações divulgadas pelo canal de Youtube Papo na Moto indicam que a Benda poderia apresentar seus modelos no Festival Interlagos, previsto para agosto de 2026. Porém até o momento, não encontramos confirmação oficial.

Registro da BENDA no INPI - Reprodução
Registro da BENDA no INPI – Reprodução

Registro da marca e contexto

O registro da Benda no INPI é o único documento oficial relacionado à possível chegada ao Brasil. Ele assegura o uso da marca em território nacional, mas não significa, automaticamente, comercialização.

Destaque no último EICMA, Salão de Milão 2025, a Benda tem uma linha de motos em sua maior parte voltada ao publico custom moderno.

Benda no EICMA 2025 - Divulgação
Benda no EICMA 2025 – Divulgação

Caso avance no processo de entrada no país, a Benda ainda precisará cumprir etapas como homologação junto aos órgãos reguladores, definição de estratégia comercial e estrutura de pós-venda.

Vamos conhecer algumas possíveis motos, caso a marca realmente chegue ao Brasil.

Rock 250

A Rock 250 surge como possível modelo de entrada da marca no Brasil.

Rock 250 - Divulgação
Rock 250 – Divulgação

Equipada com motor V-Twin de 249 cc, entrega 25,8 cv a 9.000 rpm e torque de 2,5 kgf.m a 5.500 rpm. A transmissão é por correia.

O modelo conta com freios ABS nas duas rodas, suspensão dianteira invertida e painel digital. Há versões com câmbio CVT voltadas ao uso urbano.

NapoleonBob 250

A NapoleonBob 250 segue a proposta bobber dentro da linha Benda.

NapoleonBob 250 - Divulgação
NapoleonBob 250 – Divulgação

Utiliza motor V-Twin de 249 cc, com 25,5 cv de potência e torque de 2,5 kgf.m a 5.500 rpm. A velocidade máxima declarada é de 120 km/h.

O modelo se destaca pelo assento flutuante baixo e pneus de grandes dimensões, além de garfo telescópico frontal.

NapoleonBob 500

A NapoleonBob 500 amplia a oferta da Benda em cilindrada intermediária.

NapoleonBob 500 - Divulgação
NapoleonBob 500 – Divulgação

O motor é um V2 de 448 cc, com 50 cv de potência e 4,2 kgf.m de torque. A velocidade máxima informada é de 145 km/h.

O conjunto mantém o estilo bobber, com assento curto flutuante, garfo estilo scabbard e guidão Flying Wing.

Dark Flag 500

Entre os modelos de maior apelo técnico da Benda está a Dark Flag 500.

Dark Flag 500 - Divulgação
Dark Flag 500 – Divulgação

Ela utiliza motor V4 de 496,4 cc, 16 válvulas e refrigeração líquida. A potência declarada é de 54,4 cv a 10.000 rpm, com torque de 4,2 kgf.m a 7.500 rpm.

A velocidade máxima chega a 165 km/h. O modelo também conta com sistema de suspensão eletrônica adaptativa.

LFC 700

A LFC 700 é um dos modelos de maior repercussão internacional da Benda.

LFC 700 - Divulgação
LFC 700 – Divulgação

Equipada com motor de quatro cilindros em linha de 676 cc, entrega 85 cv a 10.300 rpm e torque de 6,1 kgf.m a 8.600 rpm.

Um dos diferenciais técnicos é o pneu traseiro de 310 mm de largura. O modelo inclui suspensão KYB, freios Brembo e painel TFT.

Próximos passos

Até o momento, a Benda não anunciou oficialmente a sua chegada, rede de concessionárias ou cronograma de lançamento no Brasil.

Rock 250 - Divulgação
Rock 250 – Divulgação

Se confirmada a operação, os modelos apresentados se mostram como opção para compor o portfólio inicial da marca no país, ampliando a oferta no segmento custom e cruiser de média cilindrada.

Cara de anos 80! Caloi amplia linha de entrada com modelos 29 e design saudosista

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Caloi confirma a chegada das novas 29 Sport e 29 Comp neste mês de fevereiro de 2026. Modelos trazem inspiração nos anos 1980, quadro em alumínio 6061, suspensão de 100 mm, componentes Shimano e preços entre R$ 2.190 e R$ 2.690.

A Caloi amplia seu portfólio no segmento de entrada com o lançamento das novas 29 Sport e 29 Comp modelo 2026. As bicicletas chegam ao mercado brasileiro até o final de fevereiro com proposta voltada ao uso urbano e trilhas leves, mas já integrando sua linha de mountain bike.

Caloi 29 Comp - Divulgação
Caloi 29 Comp – Divulgação

Segundo a marca, os dois modelos foram desenvolvidos para atender iniciantes e intermediários que buscam versatilidade no dia a dia. A proposta contempla deslocamentos urbanos, pedaladas recreativas em parques, ciclovias e percursos em estradas de terra, combinando especificações técnicas atualizadas e preço competitivo.

A Caloi faz questão de ressaltar que a novas bicicletas têm inspiração direta na estética vibrante dos anos 80, mas mantendo identidade visual. Priorizam estrutura técnica adequada ao segmento recreativo. A ampliação da linha também integra o plano da fabricante de fortalecer sua presença no varejo.

Caloi 29 Sport - Divulgação
Caloi 29 Sport – Divulgação

Estrutura e proposta técnica

As novas 29 Sport e 29 Comp utilizam quadro em alumínio 6061 conformado, com gancheira removível e ponteiras forjadas para freio a disco. O material é amplamente empregado no segmento por oferecer equilíbrio entre resistência estrutural e peso reduzido.

29 Sport - Divulgação
29 Sport – Divulgação

Ambos os modelos contam com suspensão dianteira mecânica com 100 mm de curso. O componente é responsável por absorver impactos em terrenos irregulares, contribuindo para maior controle em pisos urbanos deteriorados e trilhas leves.

As rodas 29 utilizam aros de alumínio parede dupla com 32 furos e válvula Presta. Os cubos Shimano TX506 com blocagem rápida acompanham os dois modelos, assim como pneus Vee Rubber Pro MT100 nas medidas 29×2.20.

Detalhe do câmbio Shimano - Divulgação
Detalhe do câmbio Shimano – Divulgação

A proposta da Caloi é ampliar o acesso ao ciclismo com uma configuração que permita utilização variada, sem direcionamento exclusivo ao uso competitivo.

Caloi - Compra parcelada no Mercado Livre
Caloi – Compra parcelada no Mercado Livre

Transmissão e diferenças entre as versões

A principal distinção entre os modelos está no conjunto de transmissão e no sistema de freios.

A 29 Sport é equipada com transmissão Shimano de 21 velocidades. O câmbio traseiro é o Shimano Tourney TY500 de 7 velocidades, enquanto o dianteiro é o Shimano TY300 de 3 velocidades. O sistema utiliza roda livre de 7 velocidades com relação 14-34 dentes.

Caloi 29 Comp - adesivos com grafismos anos 80 - Divulgação
Caloi 29 Comp – adesivos com grafismos anos 80 – Divulgação

Já a 29 Comp adota configuração de 24 velocidades. O câmbio traseiro é o Shimano Tourney TX800 de 8 velocidades, combinado ao dianteiro Shimano TY700 de 3 velocidades. O cassete é o Shimano CS-HG200 de 8 velocidades, com relação 12-34 dentes. Os passadores são Shimano Altus M315.

Sistema de freios e condução

No sistema de frenagem também há diferenciação técnica.

A 29 Sport utiliza freios a disco mecânicos Logan JSDB09 com rotores de 160 mm. Já a 29 Comp conta com freios a disco hidráulicos Logan M500, também com rotores de 160 mm.

O sistema hidráulico tende a proporcionar acionamento mais progressivo e menor esforço nas manetes, enquanto o sistema mecânico mantém proposta de manutenção simplificada e custo reduzido.

O conjunto é complementado por pedivela Shimano FC-TY301 com coroas 42, 34 e 24 dentes, corrente KMC Z8.3 e movimento central Feimin B908 68×122,5 mm em ambas as versões.

Design e opções de cores

A 29 Comp será comercializada nas cores cinza quente, preto e azul lagoa. A 29 Sport estará disponível nas cores cinza quente, vermelha e preta.

Os modelos seguem identidade visual com adesivos em cores contrastantes aplicados ao quadro, mantendo a proposta inspirada na década de 1980, conforme informado pela fabricante.

O guidão em alumínio possui variação de largura conforme o tamanho do quadro: 700 mm no tamanho P, 720 mm no M e 740 mm no G. O suporte de guidão também varia entre 70 mm no tamanho P e 80 mm nos tamanhos M e G.

Ficha técnica — 29 Sport

ComponenteEspecificação
QuadroAlumínio 6061 conformado
SuspensãoMecânica Caloi, 100 mm
Transmissão21 velocidades
Câmbio traseiroShimano Tourney TY500 (7V)
Câmbio dianteiroShimano TY300 (3V)
CasseteRoda livre 7V 14-34T
FreiosDisco mecânico Logan JSDB09 (160 mm)
PneusVee Rubber Pro MT100 29×2.20
Preço sugeridoR$ 2.190,00

Ficha técnica — 29 Comp

ComponenteEspecificação
QuadroAlumínio 6061 conformado
SuspensãoMecânica Caloi, 100 mm
Transmissão24 velocidades
Câmbio traseiroShimano Tourney TX800 (8V)
Câmbio dianteiroShimano TY700 (3V)
CasseteShimano CS-HG200 8V 12-34T
FreiosDisco hidráulico Logan M500 (160 mm)
PneusVee Rubber Pro MT100 29×2.20
Preço sugeridoR$ 2.690,00

Disponibilidade

As novas 29 Sport e 29 Comp chegam ao mercado brasileiro até o final de fevereiro de 2026, conforme cronograma divulgado pela fabricante. Os preços sugeridos são de R$ 2.190 para a versão Sport e R$ 2.690 para a versão Comp.

As especificações técnicas podem sofrer alterações sem aviso prévio, segundo a empresa.

Big trail 900 e mais três modelos: como a chinesa Voge estreia no Brasil

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Voge inicia operações no Brasil neste primeiro semestre de 2026, com produção em Manaus via CKD e quatro modelos já confirmados, incluindo big trail de 895 cm³ e scooters de média cilindrada.

A Voge está mais que confirmada no Brasil, com o início de suas operações no primeiro semestre de 2026. A marca chinesa, integrante do grupo Loncin Motor Co. Ltd., já definiu quatro modelos para o lançamento inicial e estruturou sua operação industrial em Manaus (AM), em parceria com a Dafra Motos da Amazônia Ltda.

Voge DS525X - Divulgação
Voge DS525X – Divulgação

A chegada ao país faz parte do plano de expansão internacional da fabricante, que atua em mais de 60 países. No Brasil, a estratégia envolve montagem local no Polo Industrial de Manaus, utilizando o sistema CKD (Completely Knocked Down), no qual as motocicletas chegam desmontadas para montagem nacional.

A expectativa da empresa é disponibilizar cerca de seis modelos nos dois primeiros anos de atuação. As motos da Voge previstas para o mercado brasileiro contemplam cilindradas entre 200 cm³ e 900 cm³, distribuídas em diferentes segmentos.

Produção em Manaus

A montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD. Nesse formato, os conjuntos e componentes são importados separadamente e montados localmente, atendendo às exigências técnicas e regulatórias brasileiras.

Segundo a fabricante, a operação em Manaus tem como objetivo estruturar logística, distribuição e rede de pós-venda no país. A parceria com a Dafra será responsável pelo processo industrial e pela consolidação da marca no mercado nacional.

Montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD - Divulgação
Montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD – Divulgação

A primeira fase de lançamentos está prevista para o primeiro semestre de 2026, quando quatro modelos serão apresentados oficialmente. Outros dois devem ser incorporados ao portfólio de forma progressiva até o fim do segundo ano de atuação da Voge no Brasil.

Voge DS900X

Entre os modelos confirmados está a DS900X, posicionada no segmento big trail. O modelo utiliza motor bicilíndrico refrigerado a líquido, com 895 cm³ de cilindrada.

DS900X
Voge DS900X – Divulgação

A potência declarada é de 95 cv a 8.250 rpm, com torque máximo de 9,6 kgf.m a 6.250 rpm. A motocicleta oferece quatro modos de condução: road, rain, sport e enduro.

A lista de equipamentos inclui quick shifter, radar traseiro de alerta de colisão e câmera frontal em HD. O modelo também conta com para-brisa com regulagem, faróis auxiliares, protetores de carenagem e de motor.

Entre os itens adicionais estão assentos e manoplas aquecidos, além de iluminação full LED. O preço da DS900X ainda não foi divulgado para o mercado brasileiro.

Voge SR4 Max

Outro modelo confirmado é o SR4 Max, scooter de médio porte voltado ao uso urbano e rodoviário. Ele utiliza motor monocilíndrico de quatro válvulas, refrigerado a água, com 349,8 cm³.

SR4 Max - Divulgação
Voge SR4 Max – Divulgação

A potência informada é de 34 cv a 7.500 rpm, com torque de 3,5 kgf.m a 6.000 rpm. De acordo com dados divulgados pela fabricante, o modelo acelera de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos.

O SR4 Max conta com freios dianteiros duplos com pinças J.Juan, sistema ABS e controle de tração. Entre os itens de série estão para-brisa elétrico, câmera frontal HD, além de assentos e manoplas aquecidos.

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Voge SR3

O SR3 amplia a atuação da Voge no segmento de scooters voltados ao uso urbano e deslocamentos de média distância. O modelo traz motor monocilíndrico de 244,3 cm³, com refrigeração líquida.

Voge SR3 - Divulgação
Voge SR3 – Divulgação

A potência máxima é de 25,5 cv, com torque de 2,3 kgf.m. A transmissão é automática do tipo CVT. O tanque de combustível tem capacidade para 14 litros.

Entre os recursos de segurança estão freios com ABS de duplo canal, controle de tração (TCS) e monitoramento da pressão dos pneus. O painel é TFT de 7 polegadas, com conectividade Bluetooth e navegação turn-by-turn.

O modelo também oferece câmera frontal Full HD (1080p), sistema keyless, para-brisa ajustável, punhos aquecidos e freio de estacionamento. O compartimento sob o assento comporta dois capacetes, segundo a fabricante.

Voge DS525X

A DS525X representa a proposta da Voge para o segmento adventure touring de média cilindrada. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 494 cm³, quatro tempos, DOHC, oito válvulas e refrigeração líquida.

A potência declarada é de 53,8 cv a 8.500 rpm, com torque de 5,14 kgf.m a 7.000 rpm. O câmbio é de seis marchas, com embreagem deslizante.

DS525X - Divulgação
Voge DS525X – Divulgação

Na parte ciclística, a motocicleta conta com suspensão dianteira invertida (USD) e monoamortecedor traseiro ajustável, ambos fornecidos pela KYB. O sistema de freios utiliza discos duplos na dianteira e disco simples na traseira, com componentes Nissin.

O modelo também dispõe de ABS Bosch e controle de tração. O painel é LCD colorido de 7 polegadas, com conectividade e navegação turn-by-turn.

Entre os equipamentos estão iluminação full LED, protetores de mão e motor, para-brisa regulável, cavalete central, tomadas 12V e USB e rack traseiro. No Brasil, a DS525X será oferecida nas cores Night Black e Titanium Gold.

Preços e próximos anúncios

Até o momento, a empresa não divulgou valores nem datas exatas para o início das vendas. A apresentação oficial dos quatro primeiros modelos ocorrerá no primeiro semestre de 2026.

A ampliação do portfólio está prevista para acontecer de forma gradual ao longo dos dois primeiros anos de operação. Novas informações sobre versões, preços e rede de concessionárias deverão ser anunciadas nos próximos comunicados oficiais envolvendo as motos da Voge no Brasil.

Crosser 150 2026: Yamaha lança no Brasil com motor 150 cc BlueFlex e novos grafismos; preços permanecem os mesmos

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Crosser 150 2026 mantém o conjunto mecânico 150 cc BlueFlex, atualiza grafismos cores, segue em versões S ABS e Z ABS com consumo declarado de até 43,1 km/l. Os preços continuam os mesmos da linha 2025.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão S - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão S – Divulgação

A Crosser 150 2026 foi oficialmente lançada pela Yamaha Brasil nesta sexta-feira, 20 de fevereiro. A nova linha chega às concessionárias com atualizações visuais concentradas nos grafismos, mantendo o conjunto mecânico já conhecido do modelo.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão Z - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão Z – Divulgação

A Crosser 150 2026 segue oferecida nas versões S ABS e Z ABS. Segundo informações divulgadas pela fabricante, os preços públicos sugeridos permanecem os mesmos praticados na linha anterior.

Os valores partem de R$ 22.790 para a versão S ABS e chegam a R$ 22.990 na versão Z ABS, sem incluir frete. As mudanças concentram-se no design gráfico, enquanto a base técnica foi preservada.

Crosser 150 2026 - sem mudanças no motor - Divulgação
Crosser 2026 – sem mudanças no motor – Divulgação

Motor e desempenho

A Crosser 150 2026 continua equipada com motor 150 cc BlueFlex. O propulsor entrega até 11,7 cavalos de potência a 7.250 rpm quando abastecido com etanol e 11,4 cv com gasolina.

O torque máximo é de 1,3 kgf.m a 6.000 rpm. O tanque de combustível tem capacidade para 12 litros.

Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos - Divulgação
Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos – Divulgação

De acordo com dados informados pela fabricante, o consumo pode alcançar 43,1 km/l. Nessas condições, a autonomia pode superar 500 quilômetros, dependendo do modo de condução e do tipo de percurso.

Os  dados obtidos por testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, simulando o uso em circuito urbano e realizado em condições e ambiente controlados.

Conjunto ciclístico e freios

No conjunto ciclístico, a Crosser 150 2026 mantém garfo telescópico na dianteira com 180 mm de curso. Na traseira, o sistema é do tipo monocross com link, oferecendo 160 mm de curso.

O sistema de freios utiliza discos nas duas rodas. O ABS atua na roda dianteira, conforme especificação da linha.

Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos - Divulgação
Crosser 2026: mudanças pontuais nos grafismos – Divulgação

Entre os equipamentos, a motocicleta oferece conjunto óptico com projetor de LED e luz de posição, além de lanterna traseira em LED e lampejador de farol.

O painel é 100% digital no padrão blackout. Entre as funções estão relógio, indicador de marchas, conta-giros, tomada 12V e indicador ECO, que sinaliza condições de pilotagem com menor consumo.

Diferenças entre as versões

Em relação às versões, sem mudança, mas para quem não conhece, vamos reforçar aqui.

  • A Yamaha Crosser 150 S ABS adota para-lama dianteiro baixo e acabamento do motor e da balança na cor preta, com proposta direcionada ao uso urbano.
  • Já a Yamaha Crosser 150 Z ABS traz para-lama dianteiro elevado e motor na cor prata, característica associada ao estilo trail (leve).

Preços e cores

A versão S ABS 2026 está disponível nas cores Black Eclipse (preto sólido) e Fire Red (vermelho sólido), com preço público sugerido de R$ 22.790, sem frete.

A versão Z ABS 2026 é oferecida nas cores Competition Blue (azul sólido), Army Green (verde sólido) e Fire Red (vermelho sólido), com preço sugerido de R$ 22.990, também sem incluir frete.

Yamaha Crosser 150 2026 - versão S - Divulgação
Yamaha Crosser 150 2026 – versão S – Divulgação

A linha conta com garantia de três anos e programa de Revisão Preço Fixo, conforme informado pela fabricante. A Crosser 150 2026 já está disponível nas lojas da marca, no mercado brasileiro, mantendo preços e especificações da geração anterior.

Triumph Brasil confirma as Tiger 900 e 1200 Alpine e Desert 2026; Saiba quando será o lançamento

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A Triumph lança oficialmente no próximo dia 28 de fevereiro as novas Tiger 900 e Tiger 1200 Alpine e Desert Edition 2026. As versões chegam com novos itens de série, motor 1.160 cc nas 1200 e preços entre R$ 82.690 e R$ 107.990.

A Triumph Brasil anunciou a chegada das novas Tiger Alpine Edition e Desert Edition 2026 ao mercado nacional. O lançamento oficial será realizado em 28 de fevereiro, durante o Tiger Day, evento simultâneo em todas as concessionárias da Triumph no país.

Triumph Tiger Alpine Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Alpine Edition – Divulgação

As novas edições contemplam as linhas Tiger 900 e Tiger 1200, com atualizações técnicas, novos equipamentos e identidade visual própria. Segundo a fabricante, a proposta é reforçar a presença da família no segmento adventure premium.

Sobre a Tiger 900, já haviam adiantado o lançamento anteriormente. Agora, o foco se volta principalmente para os modelos 1200, que concentram as principais informações divulgadas nesta etapa do lançamento.

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Tiger 1200 Alpine e Desert 2026

Nas versões 1200, a Tiger Alpine Edition e a Tiger Desert Edition passam a oferecer novos itens de série voltados a conforto e segurança.

Triumph Tiger 1200 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Desert Edition – Divulgação

Entre os equipamentos confirmados estão bancos aquecidos para piloto e garupa. As motocicletas equipadas com tanque de 20 litros também passam a contar com Assistente de Ponto Cego e Assistente de Mudança de Faixa como itens de série.

O conjunto mecânico permanece inalterado nas versões 1200. As motos mantêm o motor tricilíndrico de 1.160 cc com virabrequim T-Plane.

Os números declarados são 150 cv de potência a 9.000 rpm e torque máximo de 13,26 kgf.m a 7.000 rpm.

Triumph Tiger 1200 e 900 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 e 900 Desert Edition – Divulgação

Identidade visual das edições

A Alpine Edition adota combinação de cores inspirada em paisagens montanhosas e ambientes de altitude.

Já a Desert Edition utiliza tonalidades associadas a cenários áridos e terrenos de areia.

Segundo a Triumph, as diferenciações visuais estão disponíveis tanto nas versões 900 quanto nas 1200, mantendo coerência estética dentro da linha.

Triumph Tiger 1200 Desert Edition - Divulgação
Triumph Tiger 1200 Desert Edition – Divulgação

Ciclística e pacote eletrônico

Entre os destaques técnicos estão suspensões de alta performance, freios Brembo e rodas compatíveis com diferentes tipos de terreno, variando conforme a proposta GT ou Rally.

O pacote eletrônico inclui assistências voltadas à condução em estrada e fora de estrada, reforçando a versatilidade das versões dentro da gama Triumph.

Tiger 900 Rally Pro Desert - Divulgação
Tiger 900 Rally Pro Desert – Divulgação

Os preços sugeridos, sem frete ou seguro, são os seguintes:

Tiger 900 GT Pro Alpine – R$ 82.690
Tiger 900 Rally Pro Desert – R$ 85.690
Tiger 1200 GT Pro Alpine – R$ 99.990
Tiger 1200 Rally Pro Desert – R$ 107.990

O lançamento oficial da linha Tiger Alpine e Desert Edition 2026 acontece em 28 de fevereiro, durante o Tiger Day, em todas as concessionárias da Triumph no Brasil.

Fim do mistério: Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil; veja preços

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Nova Kawasaki Z1100 2027 desembarca com motor quatro cilindros 1.099 cm³, pacote eletrônico com IMU, duas versões e preço sugerido a partir de R$ 74.990

A chegada da Z1100 ao Brasil foi confirmada oficialmente pela Kawasaki, com lançamento marcado para 24 de fevereiro e chegada às concessionárias ainda neste mês de fevereiro. A previsão era para a segunda quinzena de março, mas foi antecipada pela Kawasaki.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação
Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil – Divulgação

O modelo assume o topo da linha Z no país, trazendo um conjunto que mistura motor de grande capacidade, chassi em alumínio e um pacote eletrônico pensado para controle em curvas e mais segurança em diferentes superfícies.

Os preços públicos sugeridos são de R$ 74.990 para a versão padrão e R$ 84.990 para a versão SE, ambos acrescidos de frete, conforme informação divulgada pela Kawasaki.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação
Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil – Divulgação

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Motor quatro cilindros de 1.099 cm³

O principal destaque técnico da Kawasaki Z1100 2027 é o novo propulsor de quatro cilindros em linha, com 1.099 cm³ de deslocamento.

De acordo com os dados divulgados para a versão europeia, a potência máxima é de 136 cavalos a 9.000 rpm, enquanto o torque máximo atinge 11,5 kgfm a 7.600 rpm. A expectativa é que os números da configuração brasileira sejam mantidos.

Motor da Z1100 2027 - Divulgação
Motor da Z1100 2027 – Divulgação

A fabricante informa ainda que as relações de transmissão foram revisadas, com foco na entrega de torque em baixas e médias rotações. Com essa configuração, a Kawasaki Z1100 2027 se torna o modelo de maior deslocamento já produzido pela marca dentro da linha Z aspirada.

Chassi em alumínio e conjunto ciclístico

A estrutura da supernaked utiliza quadro de alumínio do tipo twin-tube, desenvolvido para equilibrar rigidez estrutural e flexibilidade controlada.

Na dianteira, a motocicleta conta com suspensão SFF-BP. Na traseira, o sistema adota o conjunto Horizontal Back-link.

Z1100 2027 - Divulgação
Z1100 2027 – Divulgação

Versão SE

Além da versão padrão, a Kawasaki Z1100 2027 será comercializada na configuração SE, que incorpora componentes voltados a uma condução mais esportiva.

Entre as diferenças está o amortecedor traseiro Öhlins, com maior capacidade de ajuste. O sistema de freios dianteiro também recebe atualização, com discos, pastilhas e pinças Brembo.

Kawasaki Z1100 SE 2027 - Divulgação
Kawasaki Z1100 SE 2027 – Divulgação

Pacote eletrônico baseado em IMU

A Kawasaki Z1100 2027 incorpora um pacote eletrônico integrado que opera por meio de uma IMU (Unidade de Medição Inercial). O sistema monitora continuamente a orientação do chassi.

Entre os recursos está o KCMF (Kawasaki Cornering Management Function), que coordena motor e chassi durante curvas. O modelo também oferece KTRC, controle de tração com três níveis selecionáveis e possibilidade de desligamento.

O KIBS, sistema inteligente de freios, ajusta a pressão de frenagem conforme múltiplas variáveis de pilotagem. A motocicleta conta ainda com modos de potência Full e Low, permitindo adaptar a entrega de força às condições de uso.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação
Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil – Divulgação

Outro recurso disponível é o controle de cruzeiro eletrônico. O modelo também oferece Quick Shifter bidirecional (KQS), que possibilita trocas de marcha ascendentes e descendentes sem acionamento da embreagem.

Painel TFT e conectividade

O painel da Kawasaki Z1100 2027 é composto por tela TFT colorida de 5 polegadas, com ajuste automático de brilho.

Detalhe do painel da Z1100 2027 - Divulgação
Detalhe do painel da Z1100 2027 – Divulgação

A motocicleta oferece conectividade com smartphone por meio do aplicativo RIDEOLOGY, que permite acesso a dados de pilotagem, registros de uso e personalização das telas.

O conjunto inclui ainda iluminação full LED, integrando os recursos tecnológicos apresentados para a linha 2027.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação
Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil – Divulgação

Lançamento e disponibilidade

O lançamento oficial da Kawasaki Z1100 2027 está marcado para 24 de fevereiro. As vendas terão início nas concessionárias autorizadas a no final de fevereiro – a Kawasaki antecipou a chegada.

Os preços públicos sugeridos são de R$ 74.990 para a versão padrão e R$ 84.990 para a versão SE, ambos acrescidos de frete.

KTM fecha 2025 dívida líquida cortada para 798 milhões e primeiros indícios de recuperação

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Após ajustes operacionais e corte de custos, a KTM encerra 2025 com receita de 1 bilhão de euros, vendas de 209.704 motocicletas e dívida líquida de 798 milhões

A KTM registrou queda de 46% no faturamento em 2025, mas apresenta sinais de estabilização após um ano de reestruturação intensa.

KTM mostra os primeiros indícios de recuperação com balanço divulgado pela Bajaj - Divulgação
KTM mostra os primeiros indícios de recuperação com balanço divulgado pela Bajaj – Divulgação

A empresa reportou ajustes no portfólio, corte de custos e redução de quadros, medidas que impactaram produção e vendas ao longo do exercício.

No balanço preliminar, a controladora – agora Bajaj Mobility AG –  destaca desalavancagem e normalização da cadeia de suprimentos como passos chave para a recuperação.

Redução da dívida - Divulgação
Redução da dívida – Divulgação

Redução da dívida e fluxo de caixa

Um dos principais pontos do balanço foi a queda significativa da dívida líquida. Em 31 de dezembro de 2025, o endividamento da KTM estava em 798 milhões de euros, menos da metade do valor registrado no encerramento de 2024.

De acordo com a Bajaj Mobility, o fluxo de caixa diário tornou-se positivo no segundo semestre de 2025. A controladora atribui esse resultado à implementação das medidas de ajuste financeiro e operacional ao longo do ano.

O quadro de funcionários da KTM passou de 5.310 para 3.782 empregados - Divulgação
O quadro de funcionários da KTM passou de 5.310 para 3.782 empregados em 2025 – Divulgação

A melhora nos indicadores patrimoniais é apontada como parte do processo de estabilização econômica iniciado após o período de maior pressão no início do exercício.

Reestruturação e ajustes internos

O processo de reestruturação da KTM envolveu cortes em custos fixos, revisão da estrutura administrativa e redução do portfólio de negócios considerados não centrais.

O quadro de funcionários passou de 5.310 para 3.782 empregados ao longo de 2025. Em janeiro de 2026, foi anunciada uma nova etapa do plano, com o desligamento de aproximadamente 500 funcionários adicionais.

Outro ponto destacado foi a normalização da cadeia de suprimentos e dos níveis de estoque. Ao longo de 2025, o volume total de motocicletas armazenadas foi reduzido em 101.153 unidades.

KTM dá indícios de recuperação - Divulgação
KTM dá indícios de recuperação – Divulgação

No fim de 2024, o grupo mantinha 248.580 motocicletas em estoque. Ao final de 2025, esse número caiu para 147.427 unidades, refletindo ajuste na produção e na distribuição.

Como parte do realinhamento estratégico, foram descontinuadas operações consideradas fora do foco principal. Entre elas estão as atividades da KTM Sportcar/X-BOW, o cancelamento da participação na MV Agusta e o encerramento do segmento de bicicletas.

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Resultados nas competições

Mesmo em um ano de reestruturação, o comunicado destacou desempenho esportivo expressivo. Ao todo, foram conquistados 29 títulos de campeonatos em diferentes categorias ao longo de 2025.

A temporada de 2026 também começou com resultados relevantes. Luciano Benavides venceu o Rally Dakar 2026 pela equipe Red Bull KTM Factory Racing. Lukas Höllbacher conquistou o título mundial de Supermoto no início do calendário.

Luciano Benavides da KTM comemora o título do Dakar 2026 - Divulgação
Luciano Benavides da KTM comemora o título do Dakar 2026 – Divulgação

Foco estratégico

Segundo a Bajaj Mobility AG, a estratégia passa a concentrar esforços no segmento de motocicletas premium. A definição de foco ocorre após a revisão das áreas de negócio e ajustes operacionais realizados ao longo de 2025.

O balanço divulgado é preliminar e integra o processo de reorganização iniciado no ano passado. A empresa não detalhou projeções futuras no comunicado.

Triumph Brasil lança campanha com desconto de até R$ 6.200 e primeira parcela em até 90 dias

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Triumph Brasil inicia uma nova campanha comercial que combina redução de preços em diversos modelos e condições especiais de financiamento. A ação é realizada em parceria com o banco Santander e prevê entrada mínima de 30%, saldo parcelado em até 48 vezes e primeira parcela com vencimento em até 90 dias.

A iniciativa contempla motocicletas das linhas 400cc, Modern Classics, adventure e naked esportiva. O desconto chega a R$ 6.200 no caso da Speed Twin 1200 RS, ampliando as opções para diferentes perfis de consumidores.

Scrambler 400 X - parte das promoções pela Triumph Brasil - Divulgação
Scrambler 400 X – parte das promoções pela Triumph Brasil – Divulgação

De acordo com a Triumph Brasil, a campanha é válida por tempo determinado e está sujeita à disponibilidade nas concessionárias participantes. Todas as condições estão vinculadas à aprovação de crédito pela instituição financeira parceira.

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Linha 400cc

Na linha de entrada, a Speed 400 tem preço sugerido de R$ 29.990. A Scrambler 400 X parte de R$ 33.990, enquanto a Scrambler 400 XC tem preço sugerido de R$ 37.990. Os valores não incluem frete.

Os três modelos contam com as duas primeiras revisões pelo valor de R$ 100 cada. A condição de financiamento segue o padrão da campanha, com entrada mínima de 30% e primeira parcela em até 90 dias.

Triumph Speed 400 linha 2026 na cor branca - Pearl Metallic White - Divulgação
Triumph Speed 400 linha 2026 na cor branca – Pearl Metallic White – Divulgação

No caso da Scrambler 400 XC, apresentada recentemente, a fabricante informa intervalos de manutenção a cada 16 mil quilômetros. O modelo oferece garantia de dois anos, sem limite de quilometragem, e custo total de R$ 200 em revisões até 32 mil quilômetros.

Tiger 900 Rally Pro

A Tiger 900 Rally Pro também participa da campanha. O modelo pode ser adquirido com as mesmas condições de financiamento, incluindo a possibilidade de pagar a primeira parcela após 90 dias.

Nova Tiger 900 GT 2024 - Versão Rally Pro
Nova Tiger 900 GT – Versão Rally Pro

Segundo a fabricante, a motocicleta é posicionada para uso urbano, viagens e trajetos fora de estrada. A campanha não altera as especificações técnicas do modelo.

Família Bonneville 1200 tem redução de até R$ 6.200

Entre os modelos da linha Modern Classics, a Speed Twin 1200 teve o preço reduzido de R$ 78.190 para R$ 74.990. Já a Speed Twin 1200 RS passou de R$ 91.190 para R$ 84.990, o que representa redução de R$ 6.200.

Speed Twin 1200 RS e Speed Twin 1200 - redução de preço pela Triumph Brasil - Divulgação
Speed Twin 1200 RS e Speed Twin 1200 – redução de preço pela Triumph Brasil – Divulgação

Ambos os modelos podem ser financiados com entrada mínima de 30% e pagamento da primeira parcela em até 90 dias, conforme as regras da campanha vigente.

Bonneville 900 e Street Triple 765 RS

Na família 900, a Scrambler 900 e a Bonneville T100 também tiveram os preços reduzidos de R$ 57.190 para R$ 54.990.

Street Triple 765 RS - Divulgação
Street Triple 765 RS – Divulgação

A Street Triple 765 RS também integra a ação comercial e conta com carência de até 90 dias para o início do pagamento, seguindo as mesmas condições de entrada e parcelamento.

A Triumph Brasil informa que o financiamento pode ser feito em até 48 parcelas, com entrada mínima de 30% e aprovação de crédito. A disponibilidade depende do estoque das concessionárias participantes. Ao final do período promocional, as condições comerciais poderão ser alteradas pela Triumph Brasil.

MV Agusta: a lenda italiana que já fez aviões, retorna enfim à estabilidade em 2026

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Após décadas de trocas de controle e crises, a história da MV Agusta se renova sendo “devolvida” pela KTM e com planos de expansão técnica, desde o fim de 2025.

A MV Agusta encerrou em julho de 2025 mais um capítulo de sua trajetória empresarial, com o retorno oficial ao controle da Art of Mobility S.A., ligada à família russa Sardarov.

A mudança ocorreu após a saída da Pierer Mobility (atualmente Bajaj Mobility), controladora da KTM, que havia adquirido 25,1% em novembro de 2022 e assumido a gestão integral no ano seguinte.

Giovanni Agusta S.A - fabricante de aeronaves - Divulgação
Giovanni Agusta S.A – fabricante de aeronaves – Divulgação

Origem ligada à aviação no pós-guerra

A história da MV Agusta começa em janeiro de 1945, na Itália, fundada pelo Conde Domenico Agusta sob o nome Meccanica Verghera Agusta. A empresa surgiu como ramificação da Costruzioni Aeronautiche Giovanni Agusta S.A., fabricante de aeronaves próxima a Milão.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Itália foi proibida de produzir aviões. Diante do novo cenário, Domenico Agusta (filho de Giovanni Agusta – já no controle) direcionou a estrutura industrial para a fabricação de motocicletas, atendendo à necessidade de mobilidade em um país em reconstrução.

MV Agusta - MV 98 de 1945 - Divulgação
MV Agusta – MV 98 de 1945 – Divulgação

O primeiro protótipo utilizava motor monocilíndrico de 98 cm³ e foi montado com peças contrabandeadas, em razão da escassez de componentes no período. O modelo tinha estrutura tubular, rodas de 19 polegadas e tanque com as letras “M” e “V”.

Inicialmente batizada de “Vespa 98”, a moto teve o nome alterado para “MV 98” após disputa comercial com a Piaggio. A produção em série começou em 1946, com duas versões: uma com caixa de duas marchas e outra, de perfil mais esportivo, com três velocidades. Cerca de 50 unidades foram produzidas naquele primeiro ano.

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Foco nas pistas e expansão industrial

Desde os primeiros anos, a MV Agusta direcionou parte significativa de seus recursos para as competições. As vendas das motos de rua ajudavam a financiar o desenvolvimento das máquinas de corrida.

Em 1947, a marca participou de sua primeira prova oficial, com o piloto Franco Bertoni. A partir daí, consolidou presença no cenário esportivo internacional.

MV Agusta: foco em competições - Divulgação
MV Agusta: foco em competições – Divulgação

Na década de 1950, a empresa retomou atividades na aviação. Em 1955, adquiriu da norte-americana Bell os direitos de produção de helicópteros na Itália. O conhecimento técnico aplicado na fabricação de aeronaves passou a influenciar também o desenvolvimento das motocicletas, especialmente nas áreas de fundição, forjamento e usinagem.

Paralelamente, a companhia produziu caminhões leves e triciclos de carga, ampliando seu portfólio industrial. No segmento de duas rodas, os motores dois tempos evoluíram para atender principalmente regiões montanhosas do norte da Itália. Em 1952, foi lançado o MV Agusta 175, primeiro modelo quatro tempos da marca.

MV Agusta 175 de 1952 - Divulgação
MV Agusta 175 de 1952 – Divulgação

DNA esportivo e títulos mundiais

Nos anos seguintes, as versões esportivas ganharam protagonismo e ajudaram a definir o posicionamento da marca no mercado. A chamada posição de pilotagem “de sapo”, com pedaleiras recuadas e joelhos projetados para fora, tornou-se característica das motos da fabricante.

Em 1965, o piloto Giacomo Agostini venceu o Tourist Trophy com uma MV Agusta de 500 cm³ equipada com motor de quatro cilindros, um dos primeiros da marca nessa configuração.

Giacomo Agostini: lenda do motociclismo mundial - Divulgação
Giacomo Agostini: lenda do motociclismo mundial – Divulgação

Ao longo de sua trajetória com a equipe, Agostini conquistou 311 vitórias, 13 campeonatos mundiais e 18 títulos italianos. A MV Agusta acumulou 37 campeonatos mundiais de construtores.

Crise, encerramento e renascimento

Com a morte de Domenico Agusta, em 1971, a empresa enfrentou dificuldades financeiras crescentes. Após vender mais de 260 mil motocicletas ao longo de sua primeira fase, a fabricante deixou o mercado de motos em 1980.

Claudio Castiglioni ressuscitou a MV Agusta nos anos 1990 - Divulgação
Claudio Castiglioni ressuscitou a MV Agusta nos anos 1990 – Divulgação

O renascimento ocorreu na década de 1990. Claudio Castiglioni e seu irmão Giovanni, fundadores da Cagiva em 1978, demonstraram interesse na marca ainda nos anos 1980. A aquisição foi concluída apenas em 1992, permitindo a retomada das atividades no setor de motocicletas.

Na época, o grupo também controlava marcas como Ducati, Moto Morini e Husqvarna, além da operação italiana da Harley-Davidson. Em 1999, a MV Agusta tornou-se a principal marca do grupo, com Cagiva e Husqvarna assumindo papel subsidiário.

Mudanças de controle: da Harley à KTM

A partir dos anos 2000, novas crises financeiras resultaram em mudanças societárias sucessivas. Em 2008, a marca foi vendida à Harley-Davidson. Dois anos depois, em 2010, retornou ao controle da família Castiglioni.

Timur Sardarov: atual controle da marca italiana - Divulgação
Timur Sardarov: atual controle da marca italiana – Divulgação

Em 2018, a empresa passou para a família russa Sardarov. Em novembro de 2022, a Pierer Mobility, controladora da KTM, adquiriu participação de 25,1% na MV Agusta e assumiu o controle integral no ano seguinte.

A permanência sob a gestão da Pierer Mobility foi breve. Em 31 de janeiro, a KTM anunciou oficialmente a venda da marca. O processo foi concluído em julho de 2025, quando a propriedade retornou à Art of Mobility S.A., ligada à família Sardarov.

Novos projetos e perspectivas

Ao que tudo indica, aparentemente a MV Agusta atualmente parece ter conseguido se estabilizar.

MV Agusta Rush Titanio 2026 – Divulgação
MV Agusta Rush Titanio 2026 – Divulgação

Após a reorganização societária, a empresa anunciou o lançamento da Rush Titanio, modelo de luxo em edição limitada apresentado em janeiro de 2026.

Além disso, foi revelado o projeto de um motor de cinco cilindros, com potência estimada de até 240 cv. O motor foi um dos destaques do EICMA 2025, em novembro de 2025.

Motor "cinquecilindri" da MV Agusta - Divulgação
Motor “cinquecilindri” da MV Agusta – Divulgação

As informações indicam um momento de estabilização administrativa após anos de reestruturações. A produção segue concentrada na Itália, mantendo o foco em modelos de alto desempenho e séries limitadas.

No Brasil, o Grupo Lelis (Lelis MotoSport), de Campinas (SP), chegou a representar a marca em 2022. Mas ao que acompanhamos pelas redes, o grupo deixou a representação. Ficamos na expectativa, quem sabe com a nova estabilidade conquistada, a MV Agusta, volte ao mercado brasileiro.

Shineray New Jet 2026 é lançada como uma versão atualizada do modelo mais vendido da marca

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A Shineray New Jet 2026 é a nova versão da cub no Brasil, com preço sugerido de R$ 11.490,00, além de R$ 880,99 referentes a frete e seguro de frete.

O modelo já aparece no site oficial da Shineray do Brasil e vem sendo divulgado nas redes sociais da marca. A atualização mantém a base mecânica conhecida, mas incorpora mudanças visuais e novos equipamentos.

Shineray New Jet 2026 - Divulgação
Shineray New Jet 2026 – Divulgação

O valor anunciado é inferior ao da Jet 125SS EFI, atualmente oferecida por R$ 12.990,00, também acrescida de R$ 880,99 de frete e seguro de frete.

Iluminação e atualização visual

A Shineray New Jet 2026 passa a contar com conjunto óptico full LED. O farol, as setas e a lanterna traseira adotam a nova tecnologia.

O modelo também recebeu alterações no desenho frontal e na parte traseira. O banco foi redesenhado e deixa de ser liso. A nova cor bege é, até o momento, a única disponível no site oficial.

Shineray New Jet 2026 - Divulgação
Shineray New Jet 2026 – Divulgação

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Motorização e especificações técnicas

A Shineray New Jet 2026 mantém motor monocilíndrico, 4 tempos, 2 válvulas, OHC, com 123,67 cm³ de cilindrada.

De acordo com os dados divulgados, a potência máxima declarada é de 7,2 cv a 7.500 rpm. O torque máximo informado é de 0,8 kgf.m a 6.000 rpm.

Shineray New Jet 2026 - Divulgação
Shineray New Jet 2026 – Divulgação

Painel digital e conectividade

Entre as atualizações, a Shineray New Jet 2026 incorpora painel 100% digital. O display reúne informações como nível de combustível, marcha engatada, indicador de farol alto, velocímetro e odômetro.

O modelo também passa a oferecer controlador de mídia no punho. O sistema permite trocar músicas e atender ou recusar chamadas sem retirar as mãos do guidão. Isso, segundo informações no site oficial.

Shineray New Jet 2026 - Divulgação
Shineray New Jet 2026 – Divulgação

A lista de equipamentos inclui ainda porta USB de 5V para carregamento de dispositivos, gancho para bolsa, protetor de escapamento, cavalete central e descanso lateral.

Rodas, freios e dimensões

A New Jet 2026 utiliza rodas de liga leve com aro 17 polegadas na dianteira e aro 14 polegadas na traseira. O freio dianteiro é a disco.

O compartimento sob o banco oferece espaço para documentos, objetos pessoais e capacete, embora a capacidade em litros não tenha sido informada oficialmente.

Shineray New Jet 2026 - Divulgação
Shineray New Jet 2026 – Divulgação

Preço e disponibilidade

O preço sugerido da New Jet 2026 parte de R$ 11.490,00, com acréscimo de R$ 880,99 referentes a frete e seguro de frete.

De acordo com a divulgação nas redes sociais da marca, o modelo começa a chegar às concessionárias da Shineray em diferentes regiões do país.

As condições de comercialização, prazos de entrega e disponibilidade podem variar conforme a localidade.