Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo

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Entrega de 100 unidades da Suzuki V-Strom 800 à GCM amplia mobilidade e alcance das ações. As 50 primeiras já estão em operação na capital

A Prefeitura de São Paulo iniciou a renovação da frota da Guarda Civil Metropolitana com a incorporação da Suzuki V-Strom 800, modelo escolhido para reforçar o patrulhamento em áreas de difícil acesso.

Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana - Divulgação
Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana – Divulgação

As primeiras motocicletas foram entregues em evento na zona sul, e a previsão é completar as 100 unidades até a primeira quinzena de abril.

Segundo a administração municipal, a novidade deve aumentar a capacidade de resposta e a mobilidade das equipes em locais de grande fluxo e vias estreitas, conforme informação divulgada pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana.

Entrega e adaptação das motos

As primeiras 50 unidades da V-Strom 800 já foram disponibilizadas na última quarta-feira (25), em evento realizado em Santo Amaro, na zona sul da cidade. A entrega foi feita por uma concessionária autorizada da marca, e as motocicletas receberam adaptações para uso policial, incluindo sistemas de sinalização de emergência e compartimentos para itens operacionais.

Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana - Divulgação
Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana – Divulgação

O modelo selecionado para a corporação é a V-Strom 800DE, voltada ao uso em diferentes tipos de terreno, com rodas raiadas, maior vão livre e protetor de motor, características que facilitam o patrulhamento em locais com piso irregular.

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Especificações técnicas e preço

O modelo é equipado com motor bicilíndrico paralelo de 776 cm³, que entrega 84 cv a 8.500 rpm e 7,9 kgf.m de torque máximo em 6.800 rpm. Essas características dão ao veículo força e versatilidade para deslocamentos urbanos e fora de estrada leves.

Para referência, O preço público sugerido atual é de R$ 67.500, sem frete ou impostos. As motos destinadas à GCM receberam equipamentos específicos de segurança e comunicação para uso institucional.

Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana - Divulgação
Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana – Divulgação

Impacto na capacidade operacional

A iniciativa integra um programa maior de renovação da frota, com o objetivo de ampliar o patrulhamento preventivo e reduzir o tempo de resposta a ocorrências. Segundo a Prefeitura, 100 motocicletas serão entregues até a primeira quinzena de abril.

A secretaria também informou que, Nos últimos cinco anos, a frota de motocicletas da GCM aumentou de 71 para 270 unidades. A inclusão das V-Strom 800 contribui para esse crescimento e para a maior mobilidade das equipes em meio ao trânsito paulistano.

Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana - Divulgação
Suzuki V-Strom 800 chega à Guarda Civil Metropolitana – Divulgação

Fornecimento a órgãos públicos e cenário nacional

A entrega das V-Strom 800 à GCM paulista não é isolada no país. Em outras ações recentes, em janeiro, 32 unidades da V-Strom 650XT foram destinadas ao Departamento de Trânsito do Distrito Federal. No ano anterior, 129 unidades do modelo GSX-S1000 foram entregues à Polícia do Paraná.

Essas aquisições, segundo representantes da fabricante, indicam a continuidade de contratos com instituições públicas em diferentes estados, e mostram como a Suzuki V-Strom 800 e outros modelos da marca têm sido adotados para uso institucional.

As 5 motos mais econômicas no Brasil em 2026; ranking com consumo oficial de fabricantes e IMT

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Confira o ranking das 5 motos mais econômicas, com dados públicos de consumo, preços sugeridos e foco no uso urbano, incluindo Honda, Yamaha e Mottu

A alta nos preços dos combustíveis reacendeu a busca por opções mais econômicas para deslocamentos diários, trabalho e entregas. A escolha de uma moto pode reduzir custos e aumentar a autonomia, especialmente em trajetos urbanos.

Honda Pop 110i: entre as motos mais econômicas do Brasil - Divulgação
Honda Pop 110i: entre as motos mais econômicas do Brasil – Divulgação

Neste artigo apresentamos as motos que mais se destacam em consumo em 2026, com foco em modelos acima de 110 cm³ e com dados públicos divulgados por fabricantes e instituições.

Os números apresentados foram reunidos a partir de informações oficiais, conforme informações divulgadas por fabricantes e pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Todos os preços divulgados são sugeridos pelas fabricantes, sem incluir taxas de frete ou impostos.

Ranking das 5 motos mais econômicas

1 – Mottu Sport 110i ESD – consumo de 65 km/l

Mottu Sport 110i ESD - Divulgação
Mottu Sport 110i ESD – Divulgação

Segundo dados da Mottu, a autonomia pode chegar a 650 km com tanque de 10 litros. O motor tem 109,7 cm³ e o modelo é oferecido principalmente para locação, com foco em frotas de entregadores.

2 – Honda Biz 125 – consumo de 62,8 km/l

Honda Biz 125 - Divulgação
Honda Biz 125 – entre as motos mais econômicas do Brasil – Divulgação

Motor de 123,9 cm³, potência aproximada de 9,53 cv, câmbio rotativo sem embreagem e compartimento sob o banco. O preço público sugerido parte de R$ 13.240 na versão ES, e o modelo se mantém entre as preferidas para uso urbano.

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3 – Yamaha Factor 150 – consumo de 55,3 km/l

Yamaha Factor 150 - Divulgação
Yamaha Factor 150 – Divulgação

Motor flex de 149 cm³, potência próxima de 12 cv, câmbio de cinco marchas e tanque de 15,4 litros. O preço inicial sugerido é de R$ 18.490, oferecendo equilíbrio entre economia e desempenho.

4 – Yamaha R15 2026 – consumo de 54,7 km/l

Yamaha R15 - Divulgação
Yamaha R15 – entre as motos mais econômicas do Brasil – Divulgação

Esportiva carenada com motor monocilíndrico de 155 cm³, refrigeração líquida e sistema de válvula variável, potência máxima de 18,8 cv a 10.000 rpm, torque de 1,5 kgf.m a 8.500 rpm, e câmbio de seis marchas. O preço sugerido é de R$ 23.490.

5 – Honda Pop 110i – consumo de 49,1 km/l

Honda Pop 110i - Divulgação
Honda Pop 110i – Divulgação

Motor de 109,5 cm³, potência de 8,43 cv e câmbio semiautomático de quatro marchas. Voltada ao uso urbano, tem preço inicial sugerido de R$ 10.380, e figura entre as motos mais econômicas disponíveis no mercado nacional.

Destaques e aplicações

Entre as cinco, há propostas distintas, com destaque para uso em frotas e entregas no caso da Mottu Sport 110i ESD, e para deslocamento urbano cotidiano nas cubs e modelos de baixa cilindrada da Honda e Yamaha. A presença de opções carenadas, como a Yamaha R15, pode ser um das maiores surpresas da lista, porém reforçamos que estamos trabalhando somente com dados divulgados. 

É importante lembrar que “Nem todas as fabricantes divulgam esses números, sob a justificativa de variações conforme pilotagem e condições de uso, o que pode impactar diretamente nos resultados”. Consumo real varia com estilo de pilotagem, manutenção, carga e tráfego, portanto as cifras oficiais servem como referência, e não garantia absoluta.

Yamaha Factor 150 - Divulgação
Yamaha Factor 150 – entre as motos mais econômicas do Brasil – Divulgação

Como os dados foram selecionados

Foram consideradas apenas motos com informações públicas de consumo e com motorização acima de 110 cm³, seguindo o critério de desempenho adequado para grandes centros. A lista prioriza modelos voltados ao uso cotidiano, incluindo trabalho e deslocamentos diários.

CFMoto oficializa consórcio de motos no Brasil com planos a partir de R$ 529,98

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CFMoto antecipa entrada no mercado brasileiro com consórcio ativo de modelos touring e custom. A operação já começou no país.

A CFMoto oficializou o lançamento do seu consórcio de motocicletas no Brasil, antecipando a comercialização de seus modelos em duas rodas nas lojas, prevista para ocorrer até o fim do primeiro semestre de 2026.

CFMoto oficializa consórcio de motos no Brasil - 450 CL-C - Divulgação
CFMoto oficializa consórcio de motos no Brasil – 450 CL-C – Divulgação

A operação já está disponível no país e integra a estratégia da marca para alinhar sua entrada no segmento de motos, oferecendo alternativas de pagamento antes do início das vendas em ponto físico.

No primeiro momento, o consórcio contempla as Ibex 450 e Ibex 700, voltadas ao segmento touring e crossover, além das custom 450 CL-C e 450 CL-C Bobber, conforme informação divulgada pela própria CFMoto.

CFMoto Ibex 450 - Divulgação
CFMoto Ibex 450 – Divulgação

Modelos e valores anunciados

O consórcio da CFMoto inclui os modelos que devem estrear no Brasil no primeiro semestre de 2026, com planos e custos iniciais divulgados pela própria marca. Em oferta, estão as Ibex 450, Ibex 700, 450 CL-C e 450 CL-C Bobber.

Os planos do consórcio CFMoto partem de R$ 529,98, no caso da 450 CL-C. Já a 450 CL-C Bobber e a Ibex 450 têm parcelas iniciais de R$ 557,14. A Ibex 700 aparece com valores a partir de R$ 720,22.

No caso da Ibex 450, por exemplo, o preço sugerido deverá ficar entre R$ 39 mil e R$ 42 mil, sendo esse valor médio da carta, segundo a fabricante. A CFMoto destaca que o valor contratado corresponde à carta de crédito, e não diretamente ao produto.

CFMoto 450 CL-C Bobber - Divulgação
CFMoto 450 CL-C Bobber – Divulgação

Como funciona o processo para participar

A adesão ao consórcio CFMoto acontece por meio do site oficial disponibilizado pela marca no Brasil. Após o contato, um consultor apresenta planos, prazos e condições.

1. Acesso ao canal oficial, primeiro passo para conhecer as opções.

2. Apresentação das propostas, com valores de parcelas, prazos e condições.

3. Adesão ao grupo mediante pagamento da primeira parcela.

4. Participação nas assembleias mensais, onde são realizados sorteios e lances.

5. Contemplação, que pode ocorrer por sorteio ou lance, conforme as regras do plano contratado.

Caso o valor da carta seja superior ao da moto escolhida, o saldo pode ser usado em acessórios.

Ibex 700 - Divulgação
Ibex 700 – Divulgação

Expansão da operação

A CFMoto já operava consórcios no setor off-road antes de ampliar para motocicletas. Segundo a empresa, o programa movimentou cerca de R$ 120 milhões em cartas de crédito nos últimos seis anos.

Apenas em 2025, o volume comercializado foi de aproximadamente R$ 38 milhões, representando crescimento de cerca de 90% em relação a 2024. Nos dois primeiros meses de 2026, o montante já ultrapassa R$ 13 milhões.

Para a nova fase voltada às motocicletas, a CFMoto projeta movimentar cerca de R$ 10 milhões por mês em cartas de crédito, sinalizando ambição no mercado brasileiro de duas rodas.

450 CL-C Bobber - Divulgação
450 CL-C Bobber – Divulgação

Parceria operacional

A operação do consórcio será realizada em parceria com a Âncora Administradora de Consórcios, responsável pela gestão das cotas e dos grupos. O modelo segue o formato tradicional de consórcio, sem cobrança de juros, mas com taxa administrativa.

Após a contemplação, se o participante optar por não usar imediatamente a carta, o valor pode permanecer aplicado com rendimento atrelado à taxa Selic, conforme informado pela CFMoto. A empresa ainda não detalhou o número total de parcelas disponíveis nos planos iniciais.

Com o consórcio ativo, a CFMoto antecipa oferta e demanda, oferecendo alternativas de financiamento para quem deseja comprar uma moto da marca assim que os modelos chegarem ao mercado brasileiro.

Aerox 160 assume liderança entre as scooters mais vendidas da Yamaha no Brasil

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A Aerox 160 ganhou força nas vendas em menos de três meses, com preço mais baixo contribuindo para 1.690 unidades vendidas até o dia 24 de março, conforme dados da Fenabrave

A Aerox 160 chegou ao mercado brasileiro em janeiro de 2026 e, em poucos meses, já virou a principal scooter da Yamaha no país.

Aerox 160 passa a ser a scooter mais vendida da Yamaha - Divulgação
Aerox 160 passa a ser a scooter mais vendida da Yamaha – Divulgação

O crescimento foi gradual e acelerado, reduzindo a diferença para a NMax 160 até a virada registrada durante este mês de março.

Os números que sustentam essa mudança foram compilados a partir de levantamentos oficiais, conforme informação divulgada pela Fenabrave.

Vendas e trajetória comercial em 2026

A trajetória da Aerox 160 começou com apenas 29 unidades emplacadas em janeiro de 2026, enquanto a NMax 160 registrou 1.930 unidades no mesmo mês.

Aerox 160 passa a ser a scooter mais vendida da Yamaha - Divulgação
Aerox 160 passa a ser a scooter mais vendida da Yamaha – Divulgação

No mês seguinte, as diferenças diminuiu, com a Aerox marcando 941 emplacamentos e a NMax somando 1.458 unidades.

Em março, no recorte até o dia 24, a Aerox atingiu 1.690 unidades vendidas, acima da NMax, que registrou 1.501 emplacamentos, uma vantagem de 189 unidades de diferença, segundo a Fenabrave.

Especificações, preço e posicionamento

A Aerox 160 tem preço sugerido de R$ 18.990, sem frete, e adota um motor de 155 cc, com cilindro em DiASil e sistema de válvula variável, VVA.

O conjunto entrega 15,1 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 1,4 kgf.m a 6.500 rpm, com transmissão automática do tipo CVT, números semelhantes aos da NMax 160.

Aerox - Divulgação
Aerox – Divulgação

Entre os itens de série, a Aerox 160 traz iluminação em LED, painel digital blackout, Smart Key e conectividade pelo aplicativo Y-Connect, além de assento em dois níveis e design inspirado na linha esportiva da Yamaha.

Em comparação, a NMax 160 é oferecida por R$ 23.290, sem frete, o que reforça o posicionamento de preço como diferencial da Aerox dentro da mesma categoria.

Aerox - Divulgação
Aerox – Divulgação

Possível impacto nas vendas

Um elemento que pode ter influenciado o desempenho da Aerox em março foi uma ação comercial realizada no dia 7, quando o modelo foi oferecido com condições especiais de financiamento e seguro gratuito em concessionárias da marca pelo Brasil.

A campanha pode ter impulsionado emplacamentos naquele mês, embora ainda não seja possível quantificar com precisão o impacto total da iniciativa.

Aerox - Divulgação
Aerox – Divulgação

A liderança da Aerox 160 em março representa uma mudança relevante entre as scooters da Yamaha no Brasil, mas a consolidação dessa posição depende do comportamento do mercado nos meses seguintes, e de ações comerciais futuras.

Será necessário acompanhar os dados de abril para verificar se a Aerox 160 mantém o ritmo ou se o resultado de março foi influenciado por fatores pontuais, como a promoção realizada em redes de concessionárias.

Aerox - Divulgação
Aerox – Divulgação
Ficha Técnica – Aerox 160
Motor
TipoSOHC, 4 válvulas, 4 tempos, refrigeração líquida
Cilindrada155 cc
Diâmetro x curso58,0 x 58,7 mm
Taxa de compressão11,6:1
AlimentaçãoInjeção eletrônica
Potência máxima15,4 cv a 8.000 rpm
Torque máximo1,4 kgf.m a 6.500 rpm
Tipo de embreagemSapata centrífuga, seca
Transmissão
TipoAutomática CVT
Transmissão finalEngrenagens
Dimensões
Comprimento total1.980 mm
Largura total710 mm
Altura total1.170 mm
Altura do assento790 mm
Entre-eixos1.350 mm
Distância mínima do solo145 mm
Peso em ordem de marcha127 kg
Capacidade do tanque5,5 L (reserva de 1,1 L)
Suspensão
DianteiraGarfo telescópico
Curso dianteiro100 mm
TraseiraMotor-balança
Curso traseiro86 mm
Freios
DianteiroDisco hidráulico com ABS, 230 mm
TraseiroDisco hidráulico, 230 mm
Pneus
Dianteiro110/80 – 14M/C 53P
Traseiro140/70 – 14M/C 62P

Consórcio de motos off-road: MXF Motors fecha parceria para ampliar crédito e vendas

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Nova opção de consórcio de motos off-road busca facilitar a compra de motocicletas off-road da MXF, com parcelas programadas e prazos mais longos

A MXF Motors anunciou um novo canal de venda para seu portfólio off-road por meio de um consórcio operado em parceria com a administradora Âncora Consórcios.

consórcio de motos off-road da MXF Motors - Divulgação
consórcio de motos off-road da MXF Motors – Divulgação

A proposta é entregar uma alternativa planejada de aquisição, voltada a consumidores que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento, em especial por se tratar de veículos não emplacados.

O modelo pretende ampliar o alcance da marca e facilitar a entrada de novos públicos no segmento off-road, incluindo quadriciclos.

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Estratégia e cenário de mercado

A parceria adota o formato white label, com a administração do consórcio a cargo da Âncora e a oferta assinada pela MXF, o que deve combinar a experiência da administradora com o posicionamento da montadora no segmento off-road.

consórcio de motos off-road da MXF Motors - Divulgação
consórcio de motos off-road da MXF Motors – Divulgação

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC) indicam que, em 2025, as vendas de cotas de consórcio para motocicletas cresceram 8,3% em relação a 2024. No mesmo período, o volume de créditos comercializados avançou 18,1%.

A MXF Motors espera aproveitar esse momento positivo do setor de consórcios para expandir sua base de clientes, aumentar a capilaridade nacional por meio da rede de administradora e conquistar participação relevante na divisão de consórcios de motocicletas em até três anos.

Consórcio de motos off-road

O produto já está disponível na rede de parceiros e revendedores da marca, e também pode ser consultado no site oficial, com cotas, valores e prazos definidos contratualmente.

consórcio de motos off-road da MXF Motors - Divulgação
consórcio de motos off-road da MXF Motors – Divulgação

Os participantes concorrem a contemplações em assembleias mensais, que ocorrem por sorteio ou por meio de lance, conforme as regras do grupo. Após a contemplação, o crédito pode ser usado para adquirir motocicletas off-road da MXF.

Um dos principais argumentos da MXF Motors é que o consórcio de motos off-road supera restrições do financiamento tradicional, já que muitas instituições não oferecem linhas específicas para veículos sem emplacamento.

O consórcio propõe parcelas programadas, sem incidência de juros, e prazos mais longos, o que pode facilitar o acesso de consumidores que hoje só conseguem comprar à vista ou no cartão, com custos e limitações maiores.

Ducati Monster V2 2026 ganha nova cor Sport Livery inspirada na Monster S4, com 111 cv e controle de cruzeiro

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Nova opção visual Sport Livery para a Ducati Monster V2 2026 combina cinza e rodas vermelhas, chega em abril de 2026 e pode ser escolhida na versão Plus, mas por enquanto, somente na Europa.

A Ducati lançou para a linha 2026 da naked esportiva uma nova cor chamada Sport Livery, que resgata referências da histórica Monster S4 dos anos 2000.

Ducati Monster V2 2026 - nova cor Sport Livery - Divulgação
Ducati Monster V2 2026 – nova cor Sport Livery – Divulgação

A pintura combina tonalidade cinza com rodas em vermelho Racing e detalhes no banco, para-brisa, rabeta e tanque, e poderá ser combinada com a versão Plus, que adiciona carenagem frontal e capa de banco de passageiro.

A nova opção chega às concessionárias europeias em abril de 2026, integrando a gama que já inclui as opções Ducati Red e Iceberg White, e reforça o caráter esportivo da Ducati Monster V2 2026, conforme informação divulgada pela própria Ducati.

As outras cores da Monster V2 2026: Ducati Red e Iceberg White - Divulgação
As outras cores da Monster V2 2026: Ducati Red e Iceberg White – Divulgação

Visual e inspiração histórica

A nova cor Sport Livery inspira-se na Monster S4, primeiro modelo da família com motor de quatro válvulas que teve forte presença entre 2001 e 2007.

A combinação de cinza com detalhes em vermelho aparece nas rodas e em elementos da carroceria, criando contraste com tanque, assento e rabeta, e realçando o perfil esportivo da motocicleta.

Ducati Monster V2 2026 - nova cor Sport Livery - Divulgação
Ducati Monster V2 2026 – nova cor Sport Livery – Divulgação

Motor, chassi e desempenho

A Ducati Monster V2 2026 segue com o motor V2 que entrega potência máxima de 111 cv a 9.000 rpm, e torque declarado de 9,29 Kgf.m a 7.250 rpm.

Segundo a fabricante, mais de 80% do torque máximo permanece disponível entre 4.000 e 10.000 rpm, garantindo resposta ampla em faixas médias e altas.

Ducati Monster V2 2026 - nova cor Sport Livery - Divulgação
Ducati Monster V2 2026 – nova cor Sport Livery – Divulgação

Na construção, a Monster adota um chassi monocoque de alumínio derivado das Superbikes da Ducati, com subestrutura traseira em tecnopolímero combinada a uma treliça, solução que reduz peso mantendo rigidez.

O projeto da nova geração permitiu, segundo a Ducati, uma redução total de 4 kg em relação à geração anterior, reforçando a filosofia de construção voltada para leveza e dirigibilidade.

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Tecnologia, ergonomia e preço

A ergonomia da Ducati Monster V2 2026 privilegia fácil apoio e controle, com altura do assento de 815 mm e laterais estreitas que facilitam o apoio dos pés, além de posicionamento de pedaleiras e guidão pensado para equilibrar esportividade e conforto.

No pacote eletrônico, a Monster traz ABS em curvas, controle de tração, controle de empinada, controle de freio motor, e quatro modos de pilotagem que ajustam potência e eletrônica conforme a situação.

Ducati Monster V2 2026 - nova cor Sport Livery - Divulgação
Ducati Monster V2 2026 – nova cor Sport Livery – Divulgação

Entre os sistemas presentes estão DTC (Ducati Traction Control), DWC (Ducati Wheelie Control), EBC (Engine Brake Control), ABS em curvas e o recurso Ducati Power Launch, para auxiliar largadas rápidas.

A moto exibe informações em uma tela TFT colorida de 5 polegadas, com integração ao Ducati Multimedia System para conexão com smartphone e navegação curva a curva, e pela primeira vez na linha há a opção de controle de cruzeiro.

Monster S4: inspiração - Divulgação
Monster S4: inspiração – Divulgação

A nova pintura Sport Livery estará disponível nas concessionárias europeias a partir de abril de 2026, e os preços informados pela fabricante são 13.390 euros para a versão padrão e 13.890 euros para a versão Plus, o que em conversão direta equivale a, em torno de, R$ 80.340 para a versão básica e R$ 83.340 para a configuração Plus.

No momento, a Ducati não disponibiliza a Monster no Brasil, o modelo não aparece entre os produtos listados no site da marca.

Do futuro: scooter com IA tem condução autônoma e autoequilíbrio

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A scooter com IA OMO-X marca a entrada de novas tecnologias no segmento de duas rodas ao incorporar sistemas de equilíbrio automático e condução autônoma. Desenvolvida pela startup Omoway, a proposta amplia o conceito tradicional de scooters elétricas ao integrar sensores, inteligência artificial e recursos de automação.

A scooter elétrica foi projetada para operar com funções que dispensam intervenção direta do condutor em determinadas situações. Entre elas estão o deslocamento autônomo e o estacionamento automatizado, alinhando-se a tendências já observadas no setor automotivo.

Scooter com IA OMO-X - Divulgação
Scooter com IA OMO-X – Divulgação

Segundo a fabricante, a OMO-X será a primeira motocicleta elétrica autoequilibrada produzida em escala comercial. A pré-venda está prevista para o final de abril na Indonésia, com lançamento oficial programado para maio.

Tecnologia de autoequilíbrio

O principal destaque da scooter com IA está na arquitetura chamada OMO-ROBOT, que integra hardware e software para manter o veículo estável. O sistema utiliza sensores e câmeras para captar o ambiente em tempo real, enquanto processadores analisam os dados e ajustam o comportamento da moto.

Scooter com IA OMO-X - Divulgação
Scooter com IA OMO-X – Divulgação

Um dos componentes centrais é o giroscópio de momento de controle, tecnologia já aplicada em setores como aeroespacial. Esse dispositivo atua no controle do equilíbrio, ajustando o momento angular para manter a scooter na posição vertical.

Na prática, isso permite que o modelo permaneça em pé mesmo parado, eliminando a necessidade de apoio lateral em diversas situações. O recurso também contribui para maior estabilidade em manobras de baixa velocidade.

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Design e configurações

A scooter com IA OMO-X pode ser configurada em três variações de forma manual: Scooter, Street e GT. Apesar das diferenças em acessórios e proposta de uso, o design geral segue o mesmo padrão.

O modelo apresenta linhas angulares, carenagens laterais e para-brisa integrado. A iluminação é Full LED, com uma faixa frontal contínua que compõe a identidade visual do veículo.

Scooter com IA OMO-X - Divulgação
Scooter com IA OMO-X – Divulgação

Mesmo com características visuais, talvez fora do padrão tradicional, a proposta mantém elementos voltados ao uso urbano, como ergonomia e praticidade no dia a dia.

Desempenho e autonomia

Entre os dados técnicos divulgados, a OMO-X alcança velocidade máxima superior a 110 km/h. A autonomia estimada segue o padrão WMTC, com alcance aproximado de 200 quilômetros por carga.

Informações como potência do motor e capacidade da bateria ainda não foram detalhadas oficialmente. O preço do modelo também não foi divulgado até o momento.

Scooter com IA OMO-X - Divulgação
Scooter com IA OMO-X – Divulgação

Recursos autônomos e segurança

A fabricante dia que o modelo incorpora o sistema HALO Pilot, que reúne funções de assistência e automação. Entre os recursos disponíveis estão estacionamento acionado por um botão, controle de cruzeiro adaptativo e função de convocação, que permite que o veículo se desloque sozinho até o condutor, através de um app no celular.

O pacote de segurança inclui monitoramento constante do entorno por meio de câmeras. O sistema identifica obstáculos, alerta sobre veículos em ponto cego e pode acionar frenagem automática em situações de risco.

Outros recursos incluem suporte em curvas e prevenção de derrapagens, especialmente em superfícies molhadas. Todas as funções são gerenciadas por uma tela de 10,25 polegadas no painel.

Lançamento e disponibilidade

A Omoway confirmou que a pré-venda da scooter com IA terá início no final de abril, inicialmente na Indonésia. O lançamento oficial está previsto para o final de maio.

Até o momento, não há confirmação sobre a comercialização em outros mercados nem definição de preços. A empresa informou que novas informações serão divulgadas conforme o cronograma avançar, mantendo a scooter com IA como uma das apostas tecnológicas recentes no segmento de mobilidade elétrica.

Himalayan 450 Phantom é uma edição especial focada no off-road e rally

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A Himalayan 450 Phantom foi lançada como uma edição especial da Royal Enfield, com modificações voltadas ao uso off-road e produção limitada. O modelo foi desenvolvido pela concessionária britânica Cooperb Motorcycles e tem preço inicial de 10.299 libras, cerca de R$ 72 mil em conversão direta.

A proposta da Royal Enfield Himalayan 450 Phantom não partiu diretamente da fabricante indiana. A preparação foi realizada pela revenda inglesa, que utilizou a base original e incorporou uma série de componentes técnicos voltados para trilhas e uso em rally.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação
Royal Enfield Himalayan 450 Phantom – Divulgação

O resultado é uma versão exclusiva, com mudanças estruturais e mecânicas, posicionada em uma faixa de preço significativamente superior à da linha convencional da Himalayan 450.

Diferença de preço

No mercado britânico, a Himalayan 450 Phantom apresenta um valor consideravelmente mais alto em comparação às versões originais. A versão padrão Hanie Black custa 6.300 libras (aproximadamente R$ 44 mil), enquanto a Mana Black é vendida por 6.400 libras (cerca de R$ 44.600).

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação
Royal Enfield Himalayan 450 Phantom – Divulgação

A edição especial custa 3.899 libras a mais que a versão Mana Black, o que representa uma diferença aproximada de 60,9%. Esse aumento está diretamente ligado aos componentes adicionais e à preparação específica voltada ao off-road.

No Brasil, as versões topo de linha da Himalayan 450, como Hanie Black e Kamet White, têm preço sugerido de R$ 31.990, com frete incluso, segundo a marca.

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Modificações para uso off-road

A Himalayan 450 Phantom recebeu uma série de alterações com foco em desempenho fora de estrada. Entre os principais itens estão opções de amortecedor traseiro das marcas K-Tech ou Hagon, ambos com ajustes de pré-carga e compressão.

O modelo também conta com risers de guidão (com função de elevar ou reposicionar o guidão) desenvolvidos pela própria Cooperb, além de um kit de reposicionamento da mangueira de freio dianteira. O conjunto inclui ainda para-lama inferior frontal e pedaleiras articuladas Pivot Pegz.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação
Royal Enfield Himalayan 450 Phantom – Divulgação

Tanque ampliado

A preparação incorpora diversos componentes da fabricante Acerbis. Entre eles estão protetores de mão, protetores superiores do garfo, gaiters curtos, guia de corrente e protetor de cárter.

Um dos principais destaques da Himalayan 450 Phantom é o tanque de combustível ampliado, com capacidade para 23 litros. O modelo original possui tanque de 17 litros, o que indica um aumento significativo na autonomia.

O pacote inclui ainda proteção de radiador em malha metálica, carcaças de motor X-Power e banco do tipo Rally Seat com unidade traseira específica.

Motor mantido com ajustes complementares

Apesar das modificações, a base mecânica da Himalayan 450 Phantom permanece a mesma do modelo de produção. A motocicleta utiliza o motor Sherpa monocilíndrico de 452 cc.

O conjunto entrega 40 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 4,0 kgf.m a 5.500 rpm. No entanto, a versão especial recebe um sistema de escape completo HP Corse e o kit de admissão DNA Combo Induction.

Outro item incluído é o módulo eletrônico Fuel X Pro Plus, responsável pelo gerenciamento da mistura de combustível.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação
Royal Enfield Himalayan 450 Phantom – Divulgação

Produção limitada

De acordo com a Cooperb Motorcycles, a Himalayan 450 Phantom está disponível exclusivamente no Reino Unido e é comercializada em produção limitada.

A venda é realizada diretamente pela concessionária responsável pela preparação. Não há informações oficiais sobre distribuição em outros mercados.

No Brasil, como diferencial, a marca garantiu a chegada da versão Mana Black, apresentada em novembro do ano passado durante Salão de Milão.

Moto Morini projeta faturamento de R$ 150 milhões em 2026 no Brasil

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Moto Morini projeta um crescimento relevante no mercado brasileiro de motocicletas premium, com expectativa de faturar R$ 150 milhões em 2026. A meta ocorre após um ano de consolidação da operação no país, marcado pela expansão da rede de concessionárias e fortalecimento da presença regional.

No ano passado, a Moto Morini concentrou esforços na estruturação de sua base no Brasil. A estratégia envolveu a abertura de novas lojas e a formação de parcerias alinhadas ao posicionamento da marca no segmento premium, com foco em médio e longo prazo.

Moto Morini Seiemmezzo 650cc - Divulgação
Moto Morini Seiemmezzo 650cc – Divulgação

As vendas do modelos da Moto Morini ainda não aparece nos rankings de emplacamentos divulgados pela Fenabrave, mas a empresa afirma que o período inicial foi dedicado ao posicionamento e à construção de mercado.

Estratégia de crescimento até 2030

A Moto Morini estabeleceu metas progressivas para os próximos anos. Além do faturamento previsto de R$ 150 milhões em 2026, a empresa projeta alcançar R$ 300 milhões anuais até 2030.

Outro objetivo é atingir 15% de participação no segmento de motocicletas entre 600 e 700 cilindradas até 2026. A estratégia envolve a consolidação da rede de concessionárias e o fortalecimento da marca no país.

Segundo a empresa, o planejamento prioriza consistência operacional e expansão gradual, com foco em regiões estratégicas.

Loja Curitiba (PR) - Divulgação
Loja Curitiba (PR) – Divulgação

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Investimentos e desempenho

Na Região Sul, a Moto Morini investiu R$ 6 milhões em 2025 para ampliar sua presença. Foram inauguradas duas concessionárias: em Florianópolis (SC), em 4 de outubro, e em Curitiba (PR), em 12 de novembro.

Para 2026, a expectativa é de faturamento de R$ 15 milhões por unidade, totalizando R$ 30 milhões na região. O desempenho dessas lojas é considerado parte relevante da estratégia nacional.

Loja Florianópolis - Divulgação
Loja Florianópolis – Divulgação

Expansão da rede no Brasil

Atualmente, a Moto Morini conta com sete lojas no país. Além das unidades no Sul, a marca está presente em Santo André (SP), Salvador (BA), Vitória (ES), Brasília (DF) e Goiânia (GO).

Para 2026, estão previstas novas aberturas em cidades como Belo Horizonte (MG), São Paulo (capital), Rio de Janeiro (capital), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Fortaleza (CE) e em uma cidade do interior paulista.

A expansão da rede é apontada como um dos principais pilares para sustentar o crescimento projetado. A Moto Morini reforça que a estratégia seguirá baseada em presença regional e fortalecimento da marca no segmento premium no Brasil.

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Loja Florianópolis - Divulgação
Loja Florianópolis – Divulgação

Diogo Moreira lança capacete inspirado em Ayrton Senna para o MotoGP Brasil 2026

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Diogo Moreira apresentou um capacete temático para o Grande Prêmio do Brasil de MotoGP 2026. O modelo presta homenagem a Ayrton Senna e será utilizado durante a etapa nacional da categoria.

Diogo Moreira - capacete inspirado em Ayrton Senna - Divulgação
Diogo Moreira – capacete inspirado em Ayrton Senna – Divulgação

O design incorpora as cores verde e amarela, além de um elemento visual com o rosto do tricampeão mundial de Fórmula 1 no topo do capacete. A revelação nesta quinta, em evento diretamente dno MotoGP, em Goiânia.

Referência na carreira

Diogo Moreira afirmou que Ayrton Senna é uma das principais referências em sua trajetória no esporte. O piloto destacou a identificação com o caminho percorrido pelo tricampeão, que construiu carreira internacional.

Capacete inspirado em Ayrton Senna - Divulgação
Capacete inspirado em Ayrton Senna – Divulgação

A homenagem reflete essa inspiração, com elementos visuais que remetem diretamente ao legado deixado por Senna no automobilismo mundial.

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Etapa histórica no Brasil

A corrida de 2026 marca a primeira vez desde 2004 que um brasileiro compete em casa no MotoGP. Na ocasião, Alex Barros participou da etapa realizada no Rio de Janeiro.

Com a realização do GP em Goiânia, a expectativa é de grande presença de público e maior visibilidade para o motociclismo no país.

Diogo Moreira - Divulgação
Diogo Moreira – Divulgação

Desempenho e preparação

Diogo Moreira chega ao Brasil após sua participação na etapa da Tailândia, onde terminou na 13ª posição, a cerca de cinco segundos do melhor piloto da Honda.

Mesmo com a atenção gerada pelo evento e pela homenagem, o piloto afirmou que pretende manter a concentração durante todo o fim de semana, priorizando o desempenho em pista.

Diogo Moreira - Divulgação
Diogo Moreira – Divulgação

Programação do GP do Brasil

Sexta-feira — 20 de março de 2026

Moto3
Treino 1: 9h00 – 9h45
Treino 2: 13h15 – 14h00

Moto2
Treino 1: 10h00 – 10h50
Treino 2: 14h15 – 15h05

MotoGP
Treino Livre: 11h05 – 12h05
Treino: 15h20 – 16h35

Sábado — 21 de março de 2026

Moto3
Treino 3: 8h40 – 9h10
Qualificação 1: 12h45 – 13h00
Qualificação 2: 13h10 – 13h25

Moto2
Treino 3: 9h25 – 9h55
Qualificação 1: 13h40 – 13h55
Qualificação 2: 14h05 – 14h20

MotoGP
Treino Livre: 10h10 – 10h40
Qualificação 1: 10h50 – 11h05
Qualificação 2: 11h15 – 11h30

Corrida Sprint: 15h00

Domingo — 22 de março de 2026

MotoGP
Warm Up: 10h40 – 10h50

Moto3
Corrida: 12h00

Moto2
Corrida: 13h15

MotoGP
Corrida principal: 15h00