A Bajaj encerrou 2025 com crescimento nas vendas no mercado nacional, alcançando 28.875 motocicletas emplacadas, segundo dados oficiais da Fenabrave.
Bajaj cresce 160% em 2025 – Divulgação
A Bajajfechou 2025 com um novo recorde de vendas no mercado brasileiro de motocicletas. De acordo com números divulgados pela Fenabrave, a fabricante indiana registrou 28.875 emplacamentos entre janeiro e dezembro, somando todos os modelos atualmente comercializados no país.
O resultado representa um crescimento de 160% em relação a 2024, quando a Bajaj havia emplacado 11.087 unidades. A evolução está diretamente associada à ampliação do portfólio ao longo de 2025, com lançamentos e atualizações de modelos já existentes.
Pulsar N150 – Divulgação
Além do avanço em volume, a Bajaj também melhorou sua posição no ranking nacional de vendas. A marca subiu do 10º lugar em 2024 para a 7ª colocação em 2025, considerando o acumulado anual apurado pela Fenabrave.
Modelos mais vendidos
Mais uma vez, a Dominar 400 foi a motocicleta mais emplacada em 2025. O modelo encerrou o ano com 10.703 unidades registradas, mantendo a liderança interna da marca no Brasil.
Dominar 400: a mais vendida da marca indiana – Divulgação
Na segunda posição aparece a Dominar NS160, que somou 5.099 emplacamentos. Em terceiro lugar ficou a Dominar NS200, com 4.497 unidades. Para fins de consolidação dos dados, foram considerados os volumes das versões anteriores da Dominar 160 e Dominar 200, atualizadas oficialmente em abril de 2025.
A Dominar 250 também teve participação relevante, com 3.729 unidades emplacadas ao longo do ano. A Pulsar N150, lançada em maio de 2025, alcançou 3.233 registros. Já a Dominar NS400Z, apresentada ao mercado brasileiro em outubro, fechou o período com 1.614 emplacamentos.
Dominar NS400Z: muito aguardada – Divulgação
Comparação com 2024
Os números mostram a dimensão do crescimento da Bajaj no país. Só a Dominar 400, em 2025, teve volume de vendas próximo ao total de todas as motocicletas da marca comercializadas em 2024. A diferença entre os dois resultados foi de 383 unidades.
Segundo dados institucionais divulgados pela própria empresa, a Bajaj já soma 43.984 motocicletas emplacadas no Brasil desde o início de suas operações no país.
Dominar NS200 e NS160 – Divulgação
Fábrica no Brasil e expansão da rede
A Bajaj Brasil opera a primeira fábrica da marca fora da Índia. A unidade foi inaugurada com capacidade produtiva de 20 mil motocicletas por ano e recebeu investimento adicional em 2025, ampliando o potencial para até 48 mil unidades anuais.
Ampliação da capacidade de produção no Brasil em 2025 – Divulgação
A planta de Manaus opera no regime CKD (Completely Knock Down), com processos que incluem preparação de kits, montagem de motores, montagem final das motocicletas, controle de qualidade, embalagem e expedição. Mais de 200 profissionais atuam direta ou indiretamente na operação.
No varejo, a Bajaj encerrou 2025 com 62 concessionárias em funcionamento no Brasil. O número representa o dobro das 31 lojas existentes ao final de 2024 e reforça a estratégia de expansão da Bajaj no mercado nacional.
A Yamaha R1 2026 está sendo lançada no Japão e América do Norte, com um novo motor de 997 cc, 4 cilindros e 200 cv. Sem previsão para o Brasil.
A Yamaha R1 2026 foi oficialmente lançada em produção no Japão, sendo comercializada também nos Estados Unidos e Canadá. A confirmação contraria especulações sobre o encerramento definitivo da linha e reforça que a superesportiva segue ativa fora da Europa, e sem previsão de chegada ao Brasil.
Yamaha R1 2026: mais viva do que nunca – Divulgação
A Yamaha R1 2026 chega em um momento de mudanças importantes na estratégia esportiva da fabricante japonesa. O cenário inclui a introdução da Yamaha R9, equipada com motor de 900 cc, além de alterações regulatórias na MotoGP e das normas ambientais internacionais.
Mesmo diante desse contexto, a Yamaha R1 2026 continua disponível em países que adotam legislações ambientais diferentes das vigentes na União Europeia e no Brasil. Nesses mercados, a Yamaha mantém a produção do motor de quatro cilindros em linha de 997 cc.
Yamaha R1 2026: motor de quatro cilindros em linha de 997 cc – Divulgação
Yamaha YZF-R1 e mudanças recentes
A Yamaha YZF-R1 deixou de ser comercializada oficialmente na Europa em 2024, em função das exigências ambientais mais rigorosas adotadas pelo bloco. No Brasil, a última versão vendida de forma oficial foi a linha 2016, encerrando a presença da superesportiva no portfólio nacional da marca.
A ausência da R1, principalmente no mercado europeu, alimentou rumores sobre o possível fim global do modelo, inclusive pela imprensa especializada japonesa. O lançamento da Yamaha R1 2026, no entanto, confirma que a motocicleta segue ativa.
A Yamaha não divulgou cronogramas, volumes de produção globais ou estratégias de exportação adicionais. Apenas que serão 3 versões.
Versões da nova Yamaha R1 2026
A linha Yamaha R1 2026 é composta por três versões distintas. Todas compartilham o mesmo conjunto mecânico, mas apresentam diferenças em acabamento, materiais utilizados e posicionamento dentro da gama esportiva da marca.
Yamaha YZF-R1 ABS
A versão de entrada da R1 2026 é a YZF-R1 ABS. O modelo é equipado com motor de quatro tempos, DOHC, quatro cilindros em linha, com 997 cc de cilindrada, refrigeração líquida e virabrequim crossplane, uma das principais características técnicas da R1.
Yamaha YZF-R1 ABS – Divulgação
Nos Estados Unidos, o preço inicial da YZF-R1 ABS é de 19.199 dólares. Na conversão direta, o valor corresponde a aproximadamente R$ 103 mil, sem considerar impostos, taxas de importação ou variações cambiais.
A motocicleta é oferecida na cor Deep Purplish Blue Metallic C, mesma tonalidade utilizada também nas motos de competição da Yamaha atualmente.
Yamaha YZF-R1 70th Anniversary Edition
A edição comemorativa da Yamaha R1 2026 celebra os 70 anos da Yamaha Motor, fundada em 1955. Baseada na versão standard, a 70th Anniversary Edition adota a combinação de cores Branco Pérola Azulado 1 e vermelho.
O grafismo faz referência à RD56, motocicleta que conquistou o primeiro título mundial da Yamaha na categoria 250 cc, em 1964. No Japão, essa edição da R1 2026 é limitada a 200 unidades. Para Estados Unidos e Canadá, a fabricante confirmou apenas que se trata de uma série limitada, sem divulgar o número total de motos produzidas.
O preço anunciado nos Estados Unidos é de 19.699 dólares, o que equivale a cerca de R$ 105.700 na conversão direta do dia, sem incluir impostos.
Yamaha YZF-R1M ABS
No topo da linha está a Yamaha R1 2026 na versão YZF-R1M ABS. O modelo se diferencia pela carenagem em fibra de carbono e por componentes voltados ao uso em pista. Trata-se de uma versão numerada, com produção mais restrita.
Yamaha YZF-R1M ABS 2026 – Divulgação
A pintura mantém a textura Carbon em preto metálico. Nos Estados Unidos, o preço da YZF-R1M ABS é de 27.899 dólares, aproximadamente R$ 150 mil na conversão direta, também sem a inclusão de impostos ou custos adicionais.
Yamaha YZF-R1M ABS 2026 – detalhe da numeração – Divulgação
Motorização e desempenho
Todas as versões da Yamaha R1 2026 utilizam o mesmo conjunto mecânico. O motor de 997 cc entrega potência máxima de 200 cv a 13.500 rpm e torque máximo de 11,5 kgfm a 11.500 rpm. A transmissão é manual de seis velocidades.
R1 2026 – detalhe do motor – Divulgação
Esse conjunto mantém a arquitetura tradicional da R1 e não apresenta alterações de potência em relação às versões anteriores comercializadas fora da Europa, preservando as características conhecidas do modelo.
Aerodinâmica e ciclística
A Yamaha R1 2026 incorpora soluções aerodinâmicas derivadas da MotoGP. Todas as versões contam com (asas) winglets, projetados para gerar downforce e contribuir para a estabilidade em acelerações, frenagens e curvas.
Yamaha R1 2026 – winglets ‘asas’ da MotoGP- Divulgação
O chassi Deltabox de alumínio busca equilíbrio entre rigidez longitudinal, lateral e torcional. As rodas de magnésio fundido auxiliam na redução da massa não suspensa, enquanto o sistema de freios Brembo Stylema utiliza pinças monobloco e cilindro mestre radial.
Tecnologia embarcada
A eletrônica da Yamaha R1 2026 é gerenciada por uma IMU de seis eixos, responsável por monitorar os movimentos da motocicleta em tempo real. O sistema Yamaha Ride Control integra controle de tração, controle de deslizamento, controle de elevação da roda dianteira, controle de largada e controle de freio em inclinação.
Yamaha Ride Control – Divlgação
Esses recursos atuam de forma integrada, permitindo ajustes de acordo com as condições de pilotagem e o perfil do usuário.
Yamaha R1 no Brasil
No mercado brasileiro, a Yamaha R1 2026 não tem previsão de lançamento. Como dissemos, a última R1 comercializada oficialmente no país foi em 2016. De acordo com consulta à Tabela Fipe realizada em 20 de janeiro de 2026, o preço médio desse modelo é de R$ 58.959,00.
Para 2026, fabricantes anunciam modelos modelos todo terreno com foco em médias de 250 a 525 cc, ampliando oferta e opções para motos trail no Brasil.
As motos trail continuam ocupando espaço relevante no mercado brasileiro e seguem entre os segmentos mais procurados pelos consumidores.
Voge DS525X novidade entre as motos trail que devem chegar ao Brasil – Divulgação
Dados da Fenabraveindicam que as motos trail responderam por 19,60% das vendas acumuladas de motocicletas no país durante o ano de 2025.
Alguns modelos trail já tiveram chegada confirmada oficialmente ao Brasil, enquanto outras seguem sem anúncio formal, mas ganharam visibilidade após lançamentos internacionais recentes e movimentações das marcas no país.
A seguir, confira sete motos trail que são aguardadas para 2026 no Brasil, porém nem todas confirmadas. A lista reúne dados oficiais divulgados pelas fabricantes ou dados técnicos apresentados em eventos internacionais, sem projeções comerciais.
Crescimento no Brasil
O avanço das motos trail está diretamente ligado à versatilidade desses modelos, que atendem tanto ao uso urbano quanto a trajetos em estradas de terra. Essa característica tem atraído desde novos motociclistas até usuários experientes, impulsionando a presença das motos trail nas linhas das principais montadoras.
A trail de 250 cc da Shineray SBM é um dos modelos aguardados em 2026 – Divulgação
Para 2026, o cenário indica uma ampliação da oferta, principalmente nas faixas de média cilindrada, com motores entre 250 cc e 525 cc. Esse movimento reforça a disputa entre marcas tradicionais e fabricantes que buscam maior espaço no mercado brasileiro de motos trail.
1 – CFMoto Ibex 450
Entre as motos trail com chegada garantida, a CFMoto Ibex 450 já teve lançamento confirmado para o Brasil no primeiro trimestre de 2026. O modelo será posicionado na categoria de média cilindrada.
CFMoto Ibex 450: confirmadíssima para este ano – Divulgação
A Ibex 450 utiliza motor bicilíndrico paralelo de 449 cc, com potência de 44 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 4,4 kgfm a 6.250 rpm. O virabrequim com ângulo de 270° busca melhor controle em diferentes condições de uso. O conjunto inclui freios a disco nas duas rodas com ABS Bosch de duplo canal.
As rodas raiadas aceitam pneus sem câmara, com medidas 90/90 R21 na dianteira e 140/70 R18 na traseira, configuração comum em motos trail voltadas ao uso misto. O preço estimado informado pela marca varia entre R$ 39 mil e R$ 41 mil.
2 – Moto Morini Alltrhike 450
Outra entre as motos trail já confirmadas é a Moto Morini Alltrhike 450. A fabricante italiana informou oficialmente que o modelo será lançado no Brasil em 2026, mas ainda não divulgou o preço.
Moto Morini Alltrhike 450 – apresentada durante o Festival Interlagos 2025 – Divulgação
O modelo traz motor bicilíndrico de 450 cm³ com potência declarada de 44 cv. O peso seco informado é de 170 kg. A suspensão é fornecida pela KYB, com curso de 210 mm na dianteira e 190 mm na traseira.
As rodas raiadas utilizam aro de 21 polegadas na frente e 17 polegadas atrás. O painel é totalmente digital e conta com navegação integrada. O sistema de freios possui ABS com possibilidade de desligamento para uso fora de estrada, característica comum em motos trail voltadas ao off-road.
3 – Shineray SBM 250 Trail
A Shineray confirmou oficialmente a chegada da SBM 250 Trail ao Brasil. O modelo já aparece como “lançamento em breve” no site da linha SBM, com expectativa de estreia ainda neste no início de 2026.
Shineray SBM 250 Trail – Divulgação
Entre as motos trail de menor cilindrada, a SBM 250 Trail utiliza motor monocilíndrico DOHC com refrigeração líquida. A potência máxima informada é de 31 cv a 9.000 rpm, com torque de 2,6 kgf.m a 7.000 rpm, associado a um câmbio de seis marchas.
A proposta é disputar espaço em um segmento que concentra grande volume de vendas no mercado nacional de motos trail.
4 – Royal Enfield Himalayan Mana Black
A Royal Enfield apresentou no EICMA 2025 a Himalayan 450 Mana Black Edition, nova versão da trail, que agora se tornou um dos modelos mais vendidos da marca por aqui. Segundo informações divulgadas, o modelo está confirmado para o Brasil, mas ainda não possui data de lançamento nem preço definidos.
Himalayan 450 Mana Black Edition – Divulgação
A base mecânica segue a mesma da nova geração da Himalayan. O motor é monocilíndrico de 451,65 cm³, com refrigeração líquida, duplo comando e quatro válvulas por cilindro. Entrega 40 cv a 8.000 rpm e torque de 4,0 kgf.m a 5.500 rpm.
Entre os recursos estão acelerador eletrônico, injeção eletrônica e câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante, reforçando a presença da marca no segmento de motos trail.
5 – Voge DS525X
A Voge DS525X é outra entre as motos trail confirmadas para o Brasil. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 494 cm³, com potência de 53,8 cv a 8.500 rpm e torque de 5,14 kgf.m a 7.000 rpm.
A Voge DS525X está entre as motos trail confirmadas para o Brasil em 2026 – Divulgação
O conjunto inclui câmbio de seis marchas e embreagem deslizante. A suspensão é composta por garfo invertido e monoamortecedor traseiro ajustável, ambos da KYB. Os freios utilizam componentes Nissin, com ABS Bosch e controle de tração.
No mercado brasileiro, a DS525X será oferecida nas cores Night Black e Titanium Gold. O preço ainda não foi divulgado.
6 – Kawasaki KLE 500
Apresentada no EICMA 2025, a Kawasaki KLE 500 já teve vendas confirmadas em mercados como Europa e Estados Unidos. No Brasil, porém, não há confirmação oficial sobre a chegada da moto trail.
Kawasaki KLE 500 – Divulgação
Na configuração internacional, a KLE 500 utiliza motor bicilíndrico paralelo de 451 cm³, com potência de 51,6 cv a 10.000 rpm e torque de 4,4 kgfm a 7.500 rpm. Até o momento, a Kawasaki não divulgou informações sobre planos para o mercado brasileiro de motos trail.
7 – Hero Xpulse 210
A Hero Xpulse 210 colocamos na lista, mas graças a uma possível chegada da Hero Motosao Brasil. Não existe nenhuma confirmação de que o modelo possa chegar. Mas também, não é impossível!
Hero Xpulse 210 – Divulgação
A trail da Hero modelo utiliza motor DOHC de 210 cc, com refrigeração líquida, potência de 24,5 cv e torque de 2,0 kgf.m.
A suspensão dianteira possui 210 mm de curso e a traseira, 205 mm. O conjunto inclui ABS com modos intercambiáveis, câmbio de seis marchas, embreagem assistida e painel TFT. A possível chegada do modelo está condicionada a decisões futuras da Hero no Brasil.
Tabela com os preços públicos sugeridos das motos Yamaha em janeiro de 2026, organizada por categoria, modelos, versões e observações sobre frete e impostos
O catálogo da Yamahapara janeiro de 2026 traz a atualização dos preços de toda a linha vendida no Brasil. A variação atinge scooters, street, trail, esportivas e a Série MT, com modelos que mantiveram valores e outros que sofreram reajuste.
A nova Factor foi a moto mais vendida da Yamaha em 2025 no Brasil – Divulgação
Para quem está pesquisando, acompanhar os valores oficiais ajuda a comparar cilindradas, versões e propostas de uso antes de fechar o negócio. A decisão pode mudar conforme opções de financiamento, acessórios e custos locais.
De acordo com a Yamaha Brasil, os valores divulgados são preços públicos sugeridos, válidos para janeiro de 2026, Não estão incluídos custos adicionais como frete, impostos ou seguro, que podem variar conforme a localidade e a concessionária.
ATENÇÃO: Todos os preços foram pesquisados a partir do site oficial da Yamaha Brasil, em janeiro de 2026. O site Tudo de Motos apenas faz a pesquisa e informa. Não faz vendas e não controla os preços. Os preços são sugeridos, e não incluem frete, seguro ou impostos.
Scooters e Ciclomotor
NOVA NEO’S CONNECTED 2026: R$ 33.990,00
Neo’s Ciclomotor elétrico da Yamaha – Divulgação
YAMAHA FLUO ABS HYBRID CONNECT 2026: a partir de R$ 16.790,00
Preços das motos Yamaha – R15 versão 2026 – Divulgação
YAMAHA R3 ABS Connected 2026: a partir de R$ 37.190,00
YAMAHA MT-03 CONNECTED 2026: a partir de R$ 34.190,00
YAMAHA MT-07 CONNECTED 2026: a partir de R$ 57.990,00
Todos os modelos com preço público sugerido. Frete não incluso. Impostos não inclusos.
O que considerar antes da compra
Os preços das motos Yamaha apresentados neste levantamento foram consultados no mês de janeiro de 2026 e podem ser alterados pela fabricante sem aviso prévio, A recomendação é que o consumidor consulte uma concessionária autorizada para confirmar disponibilidade, valores finais e condições comerciais.
Além do preço sugerido, é importante checar custos adicionais, como frete, impostos e seguro, opções de garantia e disponibilidade de cores e acessórios. Essas variáveis podem alterar significativamente o valor final da compra.
Aguardado leilão de motos clássicas! A casa de leilões Bonhams realiza a sua ‘Stafford Spring Sale’ em abril de 2026, com 16 lotes de motos “históricas”. Veja como participar, estimativas de preço e alertas sobre taxas e fretes.
A tradicional casa de leilões britânica Bonhams vai oferecer uma seleção de motocicletas históricas, algumas com mais de 100 anos, em um evento que busca reunir ícones das origens do setor de duas rodas.
Leilão de motos clássicas – Harley-Davidson de 1910 – Divulgação
Entre os dias 26 e 27 de abril de 2026, a Bonhams apresentará 16 lotes na chamada ‘Stafford Spring Sale‘, com exemplares que retratam a evolução mecânica e tecnológica da indústria.
O acervo vem de uma mesma coleção e traz modelos descritos como verdadeiras peças de museu, com estimativas de preço que, segundo a casa, podem representar oportunidades para colecionadores, porém com custos adicionais por conta do comprador, como todo leilão.
Norton Nº 9 com motor de 490 cc, fabricada em 1921 – Divulgação
Quem são os compradores
Segundo Ben Walker, diretor do Departamento Internacional da Bonhams, existe uma afinidade geracional clara entre colecionadores, “Os fãs dessas motocicletas têm entre 50 e 60 anos, Eles não se interessam pelas motocicletas da sua geração, nem mesmo pelas da geração dos seus pais, Eles se interessam pelas motocicletas da geração dos seus avós, E, sabe, eles têm uma verdadeira paixão pelo desenvolvimento, pela mecânica e pela tecnologia envolvida.”
A declaração traduz o perfil do público alvo, que busca peças com história, originalidade e valores mecânicos que contem a trajetória do setor ao longo do século passado.
Leilão de motos clássicas – Harley-Davidson de 1910 – Divulgação
Harley-Davidson de 1910 está entre os destaques
Entre os modelos confirmados no leilão de motos clássicas está uma Harley-Davidson Modelo 6A, fabricada em 1910. O exemplar possui motor de 494 cc e está entre os mais antigos da marca norte-americana ainda disponíveis no mercado de colecionadores.
Segundo o catálogo da Bonhams, o preço estimado da Harley-Davidson varia entre 38 mil e 48 mil libras esterlinas, o que corresponde aproximadamente a valores entre R$ 280 mil e R$ 350 mil, considerando somente conversão direta.
Leilão de motos clássicas – MV Agusta Sport CS 175 cc, de 1957 – Divulgação
Outro destaque do leilão de motos clássicas é a Bradbury 250 cc, fabricada em 1902. Considerada uma das motocicletas mais antigas do evento, ela tem estimativa de venda entre 5 mil e 8 mil libras, cerca de R$ 36 mil a R$ 58 mil.
O catálogo do leilão de motos clássicas inclui ainda outros modelos relevantes da história das duas rodas. Entre eles estão uma MV Agusta Sport CS 175 cc, de 1957, e uma Norton Nº 9 com motor de 490 cc, fabricada em 1921.
Triumph Metisse T140 Racing 1969 – Divulgação
Participação internacional e custos adicionais
O leilão de motos clássicas da Bonhams, a princípio, é aberto a compradores de diferentes países. A plataforma da casa de leilões permite visualizar os valores estimados convertidos para a moeda local, incluindo o real.
No entanto, normalmente os custos adicionais não estão incluídos no valor do lance.Impostos, taxas administrativas, transporte internacional e eventuais encargos locais são de responsabilidade do comprador e podem representar uma parcela significativa do investimento final.
O regulamento completo, bem como a lista oficial de lotes, datas e condições de participação, estão disponíveis no site da Bonhams. O encerramento do evento ocorre no dia 27 de abril de 2026, marcando mais uma edição internacional do leilão de motos clássicas.
A Honda Africa Twin 2026 ganha nova paleta de cores e grafismos na Europa, mas sem mudanças mecânicas, mantendo transmissões convencional e DCT e versão Adventure Sports
A Hondaapresentou a atualização visual da big trail para o mercado europeu, focando apenas em cores e grafismos, sem tocar no conjunto mecânico ou estrutural.
Honda Africa Twin 2026 ganha novas cores na Europa – Divulgação
A linha continua oferecendo as mesmas versões e alternativas de transmissão, incluindo a opção com Dual Clutch Transmission, que tem grande procura entre os europeus.
Lembrando que essa atualização é somente para o mercado europeu. A versão 2026 vendida no Brasil ainda carrega os grafismos anteriores à essa atualização.
Visual e novas cores
A atualização é exclusivamente estética, com a versão padrão disponível em três opções, Vermelho Grand Prix, Preto Matt Ballistic Metallic e Branco Pearl Glare, todas com quadro revisto e novos grafismos.
A variante Adventure Sports terá duas opções, Cinza Matt Iridium Metallic e Branco Pearl Glare, esta última com nova interpretação do esquema tricolor inspirado na HRC (racing) e rodas douradas.
Segundo a marca, desde 2016, a CRF1100L Africa Twin acumula mais de 121 mil unidades vendidas na Europa, figurando entre os modelos de maior volume da Honda no segmento.
A linha preserva todas as características que consolidaram o modelo no mercado, incluindo as opções de versões e transmissões.
Honda CRF 1100L Africa Twin 2026 – Divulgação
Motorização, eletrônica e desempenho
A moto segue equipada com o motor bicilíndrico paralelo de 1.084 cm³. Na especificação europeia, o conjunto entrega potência máxima de 101 cv e torque de 11,4 kgf.m.
No Brasil, por conta da adequação ao Promot 5, os números são ligeiramente inferiores, 99,3 cv a 7.500 rpm e 10,9 kgf.m a 5.250 rpm, conforme a documentação técnica da marca.
Não há mudanças nos modos de pilotagem, nem nos sistemas eletrônicos, mantendo-se a mesma configuração já conhecida, incluindo IMU de seis eixos, ABS de curva, HSTC com sete níveis, Wheelie Control com três níveis, freio-motor ajustável e 6 modos de pilotagem.
Honda CRF 1100L Africa Twin 2026 Adventure Sportes – Divulgação
A frente mantém a suspensão Showa invertida de 45 mm, totalmente ajustável, com 230 mm de curso, enquanto a traseira Showa oferece ajustes de pré-carga e extensão, com 220 mm de curso.
A versão Adventure Sports segue como opção para quem busca maior autonomia, com tanque de 24,8 litros e autonomia estimada de 508 km, contra 385 km da versão padrão, segundo a Honda Europa.
Essa versão utiliza roda dianteira de 19 polegadas (assim como a versão brasileira) e inclui o sistema Showa Electronically Equipped Ride Adjustment, EERA, que permite ajustes eletrônicos do amortecimento e da pré-carga traseira em movimento.
Honda CRF 1100L Africa Twin 2026 Adventure Sportes – Divulgação
Chegada à Europa e situação no Brasil
A nova linha Africa Twin 2026 deverá chegar nos próximos dias ao mercado europeu, sem preço definido até o momento, de acordo com o comunicado da fabricante.
No Brasil, as versões atualmente oferecidas e seus preços sugeridos são:
Africa Twin MT (Preto), R$ 85.500.
Africa Twin DCT (Branco Perolizado), R$ 96.346.
Africa Twin Adventure Sports DCT (Cinza Fosco e Branco Perolizado), R$ 116.513, sem as novas cores e grafismos da linha 2026 europeia.
Vamos ver quais foram as 20 motos mais vendidas no Brasil em 2025. Dados oficiais mostram um setor aquecido, com domínio de modelos tradicionais e a presença crescente de marcas menos conhecidas do grande público.
O desempenho das motos mais vendidas no Brasil reflete a expansão da mobilidade individual, especialmente em centros urbanos e no uso profissional. Além das líderes consolidadas, o ranking anual trouxe mudanças relevantes em posições intermediárias, indicando diversificação da oferta e da demanda.
A CG 160 continua líder entre as motos mais vendidas no Brasil – Divulgação
Entre as motos mais vendidas, modelos de baixa e média cilindrada seguem predominando, impulsionados por custos mais acessíveis, manutenção simplificada e ampla rede de distribuição em todo o país.
Crescimento do mercado brasileiro de motos em 2025
O mercado brasileiro de motocicletas, motonetas e scooters fechou 2025 com 2.197.308 unidades emplacadas. O volume representa um crescimento de 17,1% em relação às 1.875.890 unidades licenciadas em 2024, alcançando o melhor resultado desde 2011. Os números foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em 13 de janeiro.
Mottu Sport 110i – quase 100 mil motos vendidas só em 2025 – Divulgação
O mês de dezembro contribuiu de forma decisiva para o resultado anual. Foram 193.163 unidades emplacadas, alta de 6,9% frente a novembro, que registrou 180.599 unidades, e crescimento de 27,1% na comparação com dezembro de 2024, quando foram licenciadas 151.919 motos.
Liderança consolidada
Entre as motos mais vendidas, a Honda CG 160 manteve a liderança absoluta também em 2025, com 478.930 unidades emplacadas. O modelo segue como referência no mercado nacional e concentrou sozinho mais de 20% do volume total registrado no ano.
Outros modelos da Honda também aparecem nas primeiras posições do ranking, como Biz, Pop 110i e NXR 160 Bros, reforçando a forte presença da marca japonesa entre as motos mais vendidas no país.
Avelloz AZ1 entre as mais emplacadas do Brasil – Divulgação
Surpresas no ranking das motos mais vendidas
O ranking de 2025 também apresentou novidades. A Mottu Sport 110i alcançou 99.454 unidades emplacadas, superando com ampla margem a Yamaha Factor 150, que somou 71.847 registros. Outro destaque foi a Shineray XY 125, com 40.517 unidades, posicionando-se à frente de modelos tradicionais como Honda Elite 125 e Yamaha NMax 160.
A presença de marcas como Shineraye Avelloz entre as motos mais vendidas indica uma maior diversificação do mercado, especialmente em segmentos de entrada e uso urbano.
A nova Factor 150 foi a moto mais vendida da Yamaha – Divulgação
OBS: Os dados são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Nesses dados, não existe identificação do modelo extado entre as CG 160, por exemplo. A distinção e rankeamento do órgão acontece de acordo como os modelos são registrados na Senatran – Secretaria Nacional de Trânsito.
Ranking das 20 motos mais vendidas no Brasil em 2025
1 – Honda CG 160 com 478.930 unidades vendidas
Honda CG 160 – Divulgação
2 – Honda Biz com 267.051 unidades vendidas
Honda Biz – entre as 20 motos mais vendidas de 2025 – Divulgação
3 – Honda Pop 110i com 236.519 unidades vendidas
Nova Honda Pop 110i – Divulgação
4 – Honda NXR 160 Bros com 199.067 unidades vendidas
Bros 160 – entre as Motos Mais Vendidas de 2025 – Divulgação
5 – Mottu Sport 110i com 99.454 unidades vendidas
Mottu Sport 110i – Divulgação
6 – Yamaha Nova Factor 150 com 71.847 unidades vendidas
Yamaha Nova Factor 150 – Divulgação
7 – Honda CB 300F Twister com 66.461 unidades vendidas
Honda CB 300F Twister: 20 motos mais vendidas de 2025 – Divulgação
8 – Honda PCX 160 com 53.728 unidades vendidas
Honda PCX 160
9 – Yamaha Fazer 250 – FZ25 com 46.173 unidades vendidas
Yamaha Fazer 250 – FZ25 – Divulgação
10 – Honda XRE 190 com 43.750 unidades vendidas
Honda XRE 190 – Divulgação
11 – Honda XRE 300 Sahara com 43.683 unidades vendidas
XRE 300 Sahara
12 – Yamaha XTZ 250 Lander com 42.842 unidades vendidas
Yamaha XTZ 250 Lander
13 – Shineray Jet 125 com 40.517 unidades vendidas
20 motos mais vendidas de 2025 – Shineray Jet 125
14 – Yamaha Fazer 150 com 40.445 unidades vendidas
Fazer FZ15: a Fazer 150 cilindradas da Yamaha – Divulgação
15 – Honda Elite 125 com 32.839 unidades vendidas
Honda Elite 125
16 – Shineray SHI 175 com 31.891 unidades vendidas
20 motos mais vendidas de 2025– Shineray SHI 175s EFI
17 – Yamaha Crosser 150 com 29.891 unidades vendidas
Yamaha Crosser 150 – Divulgação
18 – Yamaha NMax 160 com 24.447 unidades vendidas
Yamaha NMax 160 – Divulgação
19 – Shineray Jet 50 com 18.497 unidades vendidas
20 motos mais vendidas de 2025 – Shineray Jet 50
20 – Avelloz AZ1 com 18.162 unidades vendidas
Avelloz AZ1 – fecha lista das 20 motos mais vendidas de 2025 – Divulgação
Os dados de emplacamentos de 2025 reforçam a relevância das motos mais vendidas como indicador do comportamento do consumidor e da dinâmica do setor de duas rodas no Brasil.
A Fenabrave informou ainda que a expectativa para 2026 é de continuidade da expansão do mercado, com crescimento estimado em 10% e volume próximo de 2,4 milhões de motocicletas comercializadas.
Com 33.095 emplacamentos em 2025, a Avelloz ampliou seu portfólio com AZ125 Alfa e AZ160 Xtreme. Para 2026 prepara a AZ170 Bravo e confirma mais outros 2 lançamentos.
A Avelloz encerrou 2025 consolidada entre as cinco marcas mais emplacadas do país, em um movimento que reforça sua presença no mercado brasileiro de motos.
Avelloz AZ1: entre as 20 motos mais emplacadas em 2025 – Divulgação
No ano, a marca atingiu 33.095 emplacamentos, avanço que a coloca em posição de protagonismo, mesmo sem atuação em grandes praças e sem um portfólio completo nas categorias de maior volume.
Nos próximos meses, a Avelloz promete acelerar a estratégia de expansão com pelo menos três lançamentos planejados, incluindo a street AZ170 Bravo em 2026, informação confirmada oficialmente pela marca pernambucana.
AZ160 Xtreme: segundo modelo mais vendido da marca – Divulgação
Números e resultados
O resultado de 33.095 unidades vendidas mostra consistência na execução comercial e operacional da empresa. De acordo com o consolidado divulgado pela Fenabrave, a Avelloz encerra o ano entre as cinco marcas mais emplacadas do Brasil, posição alcançada mesmo sem atuação em grandes praças como São Paulo.
O desempenho também é reflexo do fortalecimento da rede de concessionárias, hoje com mais de 440 pontos de venda no país, e da competitividade do portfólio em segmentos estratégicos, como as cubs e as trail.
Um dos destaques de vendas em 2025 foi a presença da AZ1 entre as 20 motos mais vendidas do país. Segundo a entidade, foram mais 18 mil unidades vendidas da cinquentinha.
Em 2025, a marca ampliou sua gama com a AZ125 Alfa, nova cub que se soma à AZ1, e com a AZ160 Xtreme, modelo voltado ao segmento trail. Essas apostas ampliaram o alcance da Avelloz para diferentes perfis de consumo.
A empresa também lançou o Consórcio Avelloz, iniciativa criada para ampliar o acesso à marca e facilitar a aquisição da moto zero quilômetro por mais brasileiros, fortalecendo a proposta de valor junto ao consumidor final.
Segundo Jayme Siqueira, CEO da Avelloz, a consolidação entre as cinco maiores marcas do país é fruto de um trabalho contínuo. “Chegar à quinta posição em emplacamentos no Brasil é um marco importante, mas o mais relevante é como esse resultado foi construído. Ele vem de decisões consistentes, execução diária e parcerias fortes. A Avelloz cresce aprendendo com o mercado, ajustando rápido e mantendo uma visão clara de longo prazo”, afirma.
A Avelloz inicia 2026 focada na ampliação da presença nacional, com prioridade para as regiões Sul e Sudeste, onde pretende ganhar participação e fortalecer sua rede de concessionárias.
O plano prevê aumento da capilaridade de vendas, melhoria do pós-venda e continuidade na diversificação de produtos, com o objetivo de sustentar crescimento em volume e margem ao longo do próximo ciclo.
Após quase duas semanas de disputa intensa, o Dakar motos 2026 foi decidido no detalhe. A rivalidade entre KTM e Honda chegou ao limite quando Luciano Benavides aproveitou um erro de Ricky Brabec nos quilômetros finais e garantiu o título por apenas dois segundos.
O argentino Luciano Benavides, da KTM, conquistou seu primeiro título no evento ao superar o norte-americano Ricky Brabec, da Honda, na etapa final, encerrando uma das edições mais equilibradas da prova.
Comemoração de Luciano Benavides – Dakar motos 2026 foi decidido no detalhe – Divulgação A.S.O.
A edição do Dakar motos 2026 marcou o retorno de um cenário competitivo intenso na categoria, após um 2025 amplamente dominado por Daniel Sanders. Ao longo das 13 etapas disputadas, diversos pilotos se mantiveram na luta direta pela liderança, com alternância constante nas primeiras posições da classificação geral.
Mesmo com mudanças no roadbook e no desenho do percurso, que tornaram o Dakar motos 2026 mais veloz e técnico, a regularidade ao longo das etapas foi determinante para o resultado final. Benavides (Argentina) e Brabec (EUA) se destacaram por manterem desempenho consistente em diferentes tipos de terreno, desde dunas até trechos de navegação mais exigente.
Ricky Brabec, da Honda – incrédulo: por 2 segundos? – Divulgação A.S.O.
Disputa equilibrada desde o início
O Dakar motos 2026 começou com protagonismo dividido dentro da própria equipe KTM. Edgar Canet e Daniel Sanders chamaram atenção nas primeiras etapas, enquanto Luciano Benavides precisou de tempo para entrar definitivamente na disputa. Sua primeira vitória de etapa só veio na quinta especial, quando passou a figurar de forma constante entre os líderes.
Ricky Brabec, por sua vez, conquistou sua primeira vitória na edição apenas na etapa seguinte, em um dia marcado pela penalização de Sanders. O australiano recebeu seis minutos de punição por excesso de velocidade, caindo da liderança para a terceira posição e abrindo espaço para a aproximação dos rivais no Dakar motos 2026.
Daniel Sanders (KTM), campeão de 2025 – sofreu uma queda, mas completou em 5º – Divulgação
A disputa ganhou novo rumo na décima etapa, quando Sanders sofreu uma queda nas dunas, fraturou a clavícula e perdeu a liderança da classificação geral. Brabec assumiu o primeiro lugar, enquanto Benavides passou a ser o principal nome da KTM na briga direta pelo título do Dakar motos 2026.
Na 11ª etapa, Benavides adotou uma postura estratégica no Dakar motos 2026, reduzindo deliberadamente o ritmo no final do dia para garantir melhor posição de largada na etapa seguinte. A decisão se mostrou decisiva para o desfecho da competição.
Brabec respondeu com força na etapa 12, uma especial de 311 quilômetros até Yanbu. O piloto da Honda transformou uma desvantagem de 23 segundos em uma vantagem de 3 minutos e 20 segundos antes da etapa final, que teria apenas 105 quilômetros ao redor da cidade portuária.
Benavides (KTM), moto 77 comemora a vitória inédita – Divulgação
No entanto, o Dakar 2026 reservava um desfecho inesperado. Faltando apenas sete quilômetros para o fim da última especial, Brabec cometeu um erro de navegação raro, perdeu tempo e terminou a etapa apenas na nona posição.
Benavides aproveitou a oportunidade, finalizando a etapa em segundo lugar, atrás do companheiro de equipe Edgar Canet, resultado suficiente para garantir o título geral por uma margem mínima de dois segundos, após 13 dias de prova.
Marco pessoal e histórico da KTM
A vitória no Dakar motos 2026 representou o primeiro título de Luciano Benavides em nove participações no rally. O resultado também ampliou o histórico da KTM, que chegou à sua 21ª vitória na competição, mantendo a marca como a mais vitoriosa da história do evento.
O triunfo também teve significado familiar. Com a conquista de Luciano, os irmãos Benavides passaram a integrar um grupo seleto de campeões, já que Kevin Benavides venceu o Dakar em 2021 e 2023, também pela KTM. O Dakar motos 2026 consolidou, assim, a presença da família Benavides na história da prova.
Dakar motos 2026 – KTM conquista uma vitória que parecia improvável – Divulgação
Para Brabec, o resultado frustrou a tentativa de conquistar seu terceiro título no Dakar e de garantir a nona vitória da Honda na categoria motos. Ainda assim, o piloto norte-americano manteve desempenho competitivo durante toda a edição.
Pódio e desempenho dos principais
O terceiro lugar no Dakar motos 2026 ficou com o espanhol Tosha Schareina, que iniciou a prova como principal esperança da Honda. Apesar de contratempos ao longo do rally, incluindo uma penalização de 10 minutos na quinta etapa e erros de navegação na sétima, Schareina garantiu seu segundo pódio consecutivo no evento.
O companheiro de equipe Skyler Howes encerrou o Dakar motos 2026 na quarta posição. O piloto venceu uma etapa no final do rally, mas perdeu mais de 20 minutos na quinta especial, comprometendo suas chances de lutar pelo título.
Pilotos KTM na comemoração – Divulgação
Daniel Sanders, atual campeão, terminou o Dakar motos 2026 em quinto lugar. O australiano liderava a prova com vantagem de seis minutos quando sofreu uma queda na etapa entre Al Henakiyah e Bisha, fraturando a clavícula esquerda. Mesmo lesionado, completou a etapa 10 e seguiu no rally até o fim.
Adrien van Beveren ficou com a sexta posição no Dakar motos 2026, após liderar a etapa que marcou a queda de Sanders. Dois pilotos da Hero chegara no top 10: Ignacio Cornejo em sétimo e Ross Branch em oitavo.
Luciano Benavides e Ricky Brabec – comprimento dos adversários – Divulgação A.S.O.
A Zontes em 2025 alcançou um dos resultados mais relevantes desde sua chegada ao mercado brasileiro. A fabricante chinesa, representada oficialmente pelo grupo J.Toledo, divulgou um balanço que aponta seu crescimento no número de motocicletas emplacadas ao longo do ano.
De acordo com os dados oficiais, a Zontesem 2025 contabilizou 6.694 unidades emplacadas no Brasil. O volume representa um avanço de 189% em comparação com 2024.
Zontes em 2025 cresce 189% no Brasil – Scooter 350E – Divulgação
No mesmo período, o segmento de média cilindrada como um todo registrou crescimento de 18%, o que reforça a diferença de desempenho da marca em relação ao mercado.
O resultado em 2025 marca o maior volume anual da fabricante desde o início das operações no Brasil, em 2023. Atualmente, a empresa atua no país com um portfólio formado por sete modelos de 350 cilindradas, todos concentrados em um mesmo patamar técnico e de posicionamento de mercado.
Segundo a empresa, o desempenho reflete a consolidação da marca junto ao consumidor brasileiro e o amadurecimento da estratégia adotada nos últimos anos. A aproximação do terceiro ano de operação no país é apontada como um momento de avaliação positiva da aceitação dos produtos e da estrutura construída.
Zontes em 2025 cresce 189% no Brasil – Divulgação
Fernanda Toledo, diretora executiva do grupo J.Toledo, afirmou que o desempenho da Zontes em 2025 está diretamente ligado à confiança do consumidor. De acordo com a executiva, a estratégia da marca envolve investimentos contínuos na ampliação da rede de concessionárias, no fortalecimento do pós-venda e na adequação do portfólio às demandas específicas do mercado nacional.
Crescimento acima da média do segmento
O crescimento registrado pela Zontes em 2025 chama atenção principalmente pela diferença em relação ao restante do mercado. Enquanto a média do segmento de média cilindrada avançou 18%, a marca apresentou uma expansão mais de dez vezes superior, consolidando sua participação em um nicho altamente competitivo.
A empresa atribui esse desempenho à combinação entre oferta de modelos concentrados em uma faixa específica de cilindrada e à estratégia de distribuição adotada no Brasil. A ampliação gradual da rede de concessionárias tem sido um dos pilares da operação desde o início das atividades no país.
Zontes em 2025 cresce 189% no Brasil – Scooter 350E – Divulgação
Scooter 350E lidera os emplacamentos
Entre os modelos comercializados, o principal destaque da Zontes em 2025 foi a scooter 350E. Desde sua estreia no mercado brasileiro, o modelo se consolidou como o mais reconhecido da marca, reunindo uma base ativa de proprietários e grupos organizados em redes sociais.
Em 2025, a 350E respondeu por 37% de todos os emplacamentos da Zontes no Brasil, com 2.515 unidades registradas. O volume garantiu à scooter a liderança isolada no ranking interno da fabricante.
Zontes T350x – Divulgação
T350x e R350 completam o ranking anual
Na segunda posição entre os modelos mais vendidos da Zontes em 2025, aparece a crossover T350x, equipada com rodas raiadas. O modelo foi responsável por 25% dos emplacamentos da marca no ano, totalizando 1.673 unidades.
Já a streetfighter R350, posicionada como modelo de entrada da marca no país, ficou na terceira colocação, com 726 unidades emplacadas. O volume representou 11% do total anual registrado pela fabricante.
Zontes R 350 – Divulgação
Próximos passos da operação no Brasil
Além do balanço positivo de Zontes em 2025, a empresa confirmou que novas iniciativas estão previstas para 2026. Segundo o grupo J.Toledo, os planos envolvem a continuidade dos investimentos em estrutura, atendimento e expansão da marca no mercado brasileiro.
As informações divulgadas reforçam o momento de consolidação da operação e indicam que a estratégia adotada até aqui seguirá como base para os próximos ciclos, mantendo o foco no segmento de média cilindrada e no fortalecimento da presença nacional da Zontes em 2025.
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