Nova SBM 250 Trail deverá chegar às concessionárias SBM ainda nos primeiros meses de 2026, pelo preço sugerido de R$ 24.990, com motor monocilíndrico DOHC, de 31 cv, ABS de dois canais, e rodas 19/17.
A Shineray através de Thomas Medeiros, diretor comercial e de produtos, confirmou a chegada da SBM 250 Trail ao mercado brasileiro, com preço definido e previsão de lançamento no começo de 2026.
SBM 250 Trail deverá chegar às concessionárias SBM ainda nos primeiros meses de 2026 – Divulgação
A moto surge para disputar o segmento de uso misto na faixa de 250/300 cc, com proposta técnica agressiva e configuração diferente das rivais.
Preço e lançamento
A SBM 250 Trail terá preço sugerido de lançamento de R$ 24.990, segundo a fabricante, e a chegada às lojas está estimada ainda nos primeiros meses de 2026.
O modelo será comercializado nas concessionárias SBM, a nova marca da Shineray do Brasil, e pretende disputar um mercado concorrido com modelos como Honda Sahara 300 e Yamaha Lander 250.
SBM 250 Trail – motor monocilíndrico de 250cc – Divulgação
Motor, potência e câmbio
A todo terreno da SBM traz motor de 1 cilindro, DOHC, com refrigeração líquida. A Shineray divulgou os números de performance, já considerados oficiais.
A potência máxima é de 31 cavalos a 9.000 rpm, e 2,6 Kgf.m de torque a 7.000 rpm, e a transmissão é feita por um câmbio de 6 marchas.
Chassi, suspensões e eletrônica
A SBM 250 Trail adota suspensão dianteira invertida, do tipo USD, e amortecedor traseiro, o que sugere foco em resposta e estabilidade em pisos variados.
SBM 250 Trail -painel totalmente digital – Divulgação
As rodas são raiadas, com 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, e a moto conta com ABS de dois canais e freios a disco nas duas rodas.
O conjunto óptico é FULL LED e o painel é 100% digital em LCD.
Segundo a Shineray do Brasil, o peso seco é de 130 kg e o tanque tem capacidade para 13 litros.
SBM 250 Trail – parceria com a QJ Motor – Divulgação
As medidas informadas são 2.050 mm (comprimento), 870 mm (largura) e 1.250 mm (altura), com assento a 850 mm e altura mínima do solo de 280 mm. A distância entre-eixos é de 1.280 mm.
Sobre a origem do projeto, a empresa confirmou que a SBM 250 Trail tem base de parceria com a QJ Motor, como outros modelos já lançados da mesma SBM Shineray.
Motos 2026: o que vem por aí! No mercado aquecido do país, com mais de 2 milhões de motocicletas emplacadas, as marcas anunciam scooters, trails, naked, cafe racer e big trails para o próximo ano.
O calendário das duas rodas para 2026 já tem nomes confirmados, e a variedade impressiona. As marcas vêm anunciando modelos pensados tanto para quem usa a moto no dia a dia, quanto para quem busca desempenho e tecnologia em estradas e pistas.
CB 1000 Hornet SP: entre as motos 2026 aguardadas por aqui – Divulgação
Segundo dados da Fenabrave, mais de 2 milhões de motocicletas foram vendidas no Brasil em 2025. Diante desse contexto, as marcas aceleraram seus cronogramas e confirmaram uma série de lançamentos voltados a diferentes perfis de consumidores.
Todos os modelos citados a seguir fazem parte da lista com base exclusivamente em informações oficiais divulgadas pelas próprias fabricantes, em eventos, comunicados institucionais ou apresentações técnicas. Não há previsões de datas, nem dados especulativos incluídos.
Dafra ADX 150
Entre as motos 2026 de perfil urbano, a Dafra ADX 150 se destaca no segmento de scooters com proposta aventureira. Apresentada ao público durante o Festival Interlagos 2025, o modelo chamou atenção pelo visual robusto, que lembra scooters já consolidados no mercado.
Dafra ADX 150 – Divulgação
A ADX 150 está praticamente certa para disputar espaço com modelos como Honda ADV 160 e Shineray Urban 150. A proposta é atender quem busca praticidade no dia a dia, aliada a uma posição de pilotagem elevada e visual mais agressivo, tendência crescente entre as motos 2026 de baixa cilindrada.
CF Moto Ibex 450
A CF Moto confirmou oficialmente a chegada da Ibex 450 ao Brasil no primeiro trimestre de 2026. O modelo integra a estratégia da marca chinesa de ampliar sua presença no país, especialmente no segmento de trails de média cilindrada.
Motos 2026 no Brasil – Ibex 450 – Divulgação
Entre as motos 2026, a Ibex 450 é voltada ao uso misto, com foco em versatilidade tanto no asfalto quanto fora dele, atendendo um público que busca equilíbrio entre desempenho e custo.
CF Moto 450CL-C e 450CL-C Bobber
CF Moto 450CL-C – Divulgação
A linha custom da marca também aparece entre as motos 2026. A CF Moto 450CL-C traz motor bicilíndrico de 449 cm³, potência de 40,7 cv e torque de 4,2 kgfm, com câmbio de seis marchas e injeção eletrônica. A velocidade máxima estimada é de 153 km/h.
450CL-C Bobber – Divulgação
A versão Bobber mantém a mesma base mecânica, mas se diferencia pelo estilo, com rodas de 16 polegadas, assento mais baixo, suspensão dianteira invertida e guidão elevado. Ambas estão previstas para o primeiro semestre de 2026.
CF Moto Ibex 700
Fechando o pacote da marca entre as motos 2026, a Ibex 700, também conhecida como 700MT, traz motor bicilíndrico DOHC de 693 cm³, com 68 cv a 9.500 rpm e torque de 6,1 kgf.m a 6.000 rpm.
CF Moto Ibex 700 – motos 2026 – Divulgação
O modelo conta ainda com suspensão dianteira invertida, monoamortecedor traseiro ajustável, iluminação full LED e painel TFT de 5 polegadas com proteção contra água e poeira. A chegada também está prevista para o primeiro semestre de 2026.
BMW R12 G/S
A BMW Motorrad Brasil confirmou a produção nacional da R12 G/S, apresentada globalmente em março de 2025. A motocicleta passa a integrar a lista de motos 2026 fabricadas no país.
BMW R12 G/S no Brasil – Divulgação
Inspirada nas motos clássicas de enduro, a R12 G/S combina rodas raiadas, para-lama dianteiro elevado e carenagem compacta, mantendo uma proposta visual retrô aliada a tecnologias atuais.
Honda CB 1000 Hornet
A Honda apresentou a CB 1000 Hornet no Brasil, durante o Festival Interlagos 2025. O modelo chega ao nosso mercado em duas versões, Standard e SP, ambas com motor derivado da CBR 1000 RR Fireblade.
Honda CB 1000 Hornet – Grand Prix Red – Divulgação
Entre as motos 2026, a Hornet 1000 se destaca pela potência de até 157 cv e torque máximo de 10,6 kgfm, posicionando-se como uma das naked mais potentes previstas para o período. Sem falar que é um dos lançamentos mais aguardados dos últimos anos.
A Triumph confirmou a chegada das Tracker 400e Thruxton 400 no primeiro semestre de 2026. Ambas as motos 2026 utilizam o motor TR-Series monocilíndrico de 398 cm³, agora recalibrado para entregar 42 cv a 9.000 rpm, com torque de 3,7 kgf.m.
Thruxton 400 – Divulgação
A Thruxton 400 adota visual café racer, com carenagem frontal, enquanto a Tracker 400 é voltada ao estilo dirt track, ampliando a variedade estética da linha.
Royal Enfield Bear 650 e Classic 650
A Royal Enfield poderá ter pelo menos dois lançamentos importantes entre as motos 2026. A Bear 650, apresentada globalmente em outubro de 2024, teve seu cronograma ajustado e agora está confirmada para o Brasil em 2026.
Royal Enfield Bear 650 – Divulgação
Já a Classic 650 foi revelada durante o EICMA 2024 e utiliza o conhecido motor bicilíndrico da família Twin 650, já presente em modelos como Interceptor, Continental GT e Super Meteor.
Royal Enfield Classic 650 é apresentada no Salão de Milão 2024
Voge DS900X
A Voge DS900X figura entre as motos 2026 com proposta premium. Trata-se de uma big trail equipada com recursos como quickshifter, radar traseiro de alerta de colisão, para-brisa ajustável e manoplas aquecidas.
Voge DS900X – Divulgação
O modelo foi apresentado oficialmente em 2025 e reforça a estratégia da marca chinesa em competir em segmentos mais elevados do mercado brasileiro.
SBM 250 Trail
A SBM 250 Trail integra a divisão premium da Shineray e chega como uma das motos 2026 voltadas ao uso versátil. O modelo pesa 130 kg a seco e conta com suspensão dianteira invertida, traseira monoshock e ABS nas duas rodas.
SBM 250 Trail – Divulgação
As rodas são de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira, reforçando o perfil misto da motocicleta.
Moto Morini Alltrhike 450
Revelada durante o Festival Interlagos 2025, a Alltrhike 450 é uma das motos 2026 da sino-italiana Moto Morini. O modelo pesa 170 kg a seco e utiliza motor bicilíndrico de 450 cilindradas, com 44 cv de potência e 4,4 kgfm de torque.
Alltrhike 450 – Divulgação
Avelloz AZ170 Bravo
Fechando a lista de lançamentos de motos 2026, a Avelloz AZ170 Bravo marca a estreia da fabricante pernambucana no segmento street. Desenvolvida em parceria com a chinesa Loncin, a motocicleta mira concorrentes consolidados como nova Yamaha Factor e Honda CG 160.
Avelloz AZ170 Bravo – Divulgação
A proposta é atender o uso urbano, com foco em robustez e funcionalidade para o trânsito das grandes cidades.
Com confirmações oficiais já divulgadas, as motos 2026 mostram que o próximo ano será marcado por uma ampla variedade de lançamentos no Brasil. Os modelos devem chegar ao mercado ao longo de 2026, conforme os cronogramas anunciados por cada fabricante.
A Thruxton 400, nova café racer da família 400 da Triumph, se apresenta com uma semi-carenagem, ergonomia esportiva e previsão de desembarque no 1º semestre de 2026.
A Triumph Thruxton 400 está confirmada para o Brasil como parte da expansão da linha 400 da marca britânica, trazendo proposta inspirada nas clássicas café racers.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
O modelo combina visual esportivo, ergonomia mais inclinada e ajustes mecânicos voltados ao desempenho em rotações mais elevadas, diferenciando-se das demais 400.
A confirmação do lançamento nacional e a janela de chegada, ainda sem data exata, foram divulgadas pela marca Triumph Brasil.
A nova Thruxton 400 adota uma frente com semi-carenagem, tanque de linhas clássicas e painéis laterais redesenhados, reforçando o estilo retrô esportivo.
A rabeta foi redesenhada, com para-lama traseiro curto e lanterna compacta, enquanto o assento ganhou novo formato e vem com capa de banco de série, enfatizando a proposta de pilotagem mais inclinada.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Estrutura e ergonomia revisadas
Além do visual, a Thruxton 400 traz mudanças na estrutura, incluindo subquadro traseiro exclusivo, guidões do tipo clip-on e pedaleiras mais recuadas, para uma posição de pilotagem mais agressiva.
A suspensão recebeu ajustes para maior firmeza e estabilidade dinâmica, priorizando condução esportiva em altas rotações, e diferenciando a Thruxton das demais 400 da gama.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Motor e desempenho
A Thruxton 400 usa o motor TR-series de 398 cm³, monocilíndrico e com refrigeração líquida, já presente na linha 400, mas com ajustes específicos nesta versão.
Com essas alterações, o propulsor entrega 42 cv de potência a 9.000 rpm e 3,8 Kgf.m de torque a 7.500 rpm, números superiores aos da Speed 400, com a qual compartilha a base mecânica.
Thruxton 400 – café racer da família 400 – Divulgação
Mercado, cores e expectativa para o Brasil
No mercado indiano, a Triumph Thruxton 400 2026 foi precificada em 274 mil rúpias, indicando posicionamento acima da Speed 400 e abaixo da linha Scrambler 400.
A motocicleta é produzida em parceria com a Bajaj na Índia, assim como as demais 400 da marca britânica, e a Triumph confirmou quatro opções de cores: Lava Red Gloss, Pearl Metallic White, Phantom Black e Metallic Racing Yellow.
Com a confirmação oficial para o Brasil, a expectativa agora é pelo posicionamento de preço, especificações finais e calendário detalhado de lançamento para o mercado nacional, informações que a fabricante ainda não divulgou.
A Yadea Keeness já está disponível no mercado brasileiro com visual naked, produção local em Manaus e desempenho semelhante a uma 125cc.
A chinesa Yadea, maior fabricante mundial de motos elétricas, chegou ao Brasil discretamente no Festival Interlagos Motos 2025. Da mesma forma, segue trazendo seus modelos e inaugurando lojas. Já são 15 concessionárias espalhadas pelo Brasil, sendo 8 no estado de São Paulo. Entre motos e scooters autopropelidos, são 6 modelos disponíveis por aqui.
Yadea Keeness – desempenho similar ao de uma 125cc – Divulgação
O destaque, sem dúvida é a Yadea Keeness. O modelo é voltado para quem busca alternativa urbana com desempenho similar a uma 125cc, e vem com recursos como bateria removível e painel digital.
O lançamento já aparece nas lojas e na rede de concessionárias da marca, ampliando a oferta de elétricas no país.
Yadea Keeness – é elétrica, mas nem parece – Divulgação
Design e produção nacional
A Yadea Keeness tem visual inspirado em aviões caças, com linhas nítidas e superfícies bem definidas, e recebeu o prêmio de design Red Dot em 2023.
O modelo é produzido em Manaus (AM), já está disponível nas lojas, com três opções de cores: branca, preta e cobre.
O motor elétrico central é um dos destaques da Yadea Keeness, com potência nominal de 5500 W e pico de 11000 W (equivalente a cerca de 14,9 cv), oferecendo desempenho próximo ao de uma 125cc.
Segundo a fabricante, a Keeness acelera de 0 a 50 km/h em três segundos e sua velocidade máxima é de 100 km/h. A Yadea não disponibilizou o seu peso total.
Yadea Keeness – Divulgação
Bateria e autonomia
A motocicleta traz espaço de armazenamento com capacidade para 16 litros e pode levar duas baterias removíveis de íons de lítio, o que amplia a versatilidade no uso diário.
Yadea Keeness – espaço de de 16 litros, onde seria o tanque – Divulgação
A Yadea afirma que a Keeness entrega autonomia de 129 quilômetros e que as baterias removíveis de íons de lítio pesam cerca de 20% a menos do que as de chumbo, além de reaproveitar a energia da frenagem para estender a autonomia.
Chassi e equipamentos
No conjunto ciclístico, a Yadea Keeness tem ergonomia de moto naked, com rodas de 17 polegadas e pneus sem câmara, e freios, a disco em ambas as rodas, tem sistema de frenagem combinado (CBS).
O pacote inclui iluminação full-LED, painel totalmente digital e chave de presença.
Yadea Keeness – painel totalmente digital – Divulgação
Preço
A Keeness chega ao mercado com preço sugerido de R$ 28.900, valor que a posiciona acima de populares 150cc e 160cc, e em patamar de valores parecido com alguns modelos de 250cc e 300cc.
Yadea Keeness – é elétrica, mas nem parece – Divulgação
Apesar do custo inicial mais alto, a Yadea justifica que a ausência de combustível e a menor manutenção podem compensar o investimento, dependendo do uso e da quilometragem diária.
A partir de 1º de janeiro de 2026, ciclomotores passam a exigir registro, emplacamento e uso de capacete de moto, alterando fiscalização e o seu uso urbano.
A nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito redefine quem pode usar e onde podem circular os ciclomotores, com impacto direto na rotina de quem depende desses veículos.
Entre os ciclomotores (cinquentinha) Jet 50s é um dos modelos mais vendidos da Shineray – Divulgação
As mudanças tocam habilitação, equipamento obrigatório e classificação de modelos elétricos, e devem influenciar desde a fiscalização até o mercado de vendas e aluguel.
As regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2026, conforme informação divulgada pelo Contran. O período de adaptação previsto contempla entre entre 1° de novembro de 2023 e 31 de dezembro de 2025.
O que muda na prática para quem anda de ciclomotores
Os proprietários de ciclomotores terão de registrar e emplacar os veículos, e os condutores precisarão usar capacete motociclístico e portar ACC ou CNH categoria A.
A exigência vale para veículos com motor elétrico de até 4 kW e velocidade máxima de até 50 km/h, que agora são formalmente tratados como ciclomotores.
Além disso, fica proibida a circulação dessas máquinas em locais destinados a bicicletas e pedestres, mudança que busca reduzir conflitos e acidentes nas vias urbanas.
Outra cinquentinha bastante vendida no Brasil: AZ1 da Avelloz – Divulgação
O que acontece com as bicicletas elétricas
As bicicletas elétricas mantêm isenção de placa e habilitação apenas se forem de pedal assistido, sem acelerador próprio, e não excederem 32 km/h e até 1 kW.
Modelos com acelerador poderão ser reclassificados conforme potência (acima de 1 kW), e se enquadrarem como ciclomotores, passarão a seguir as mesmas regras de registro e habilitação.
Devido à potência e forma de aceleração não será necessário o emplacamento – Divulgação
Para Wendel Lazko, Gerente Geral de Negócios da Shineray do Brasil, a norma traz avanços importantes, e ele destaca que, “As novas regras representam um avanço necessário para tornar o trânsito mais seguro e organizado. A regulamentação ajuda a orientar o uso responsável dos ciclomotores e evita que veículos inadequados circulem em locais destinados a bicicletas e pedestres”, afirma Wendel Lazko.
Entre os efeitos práticos esperados estão maior padronização do uso de capacete e habilitação, redução de acidentes em ciclovias e calçadas, melhor organização das vias, e estímulo para fabricantes seguirem padrões técnicos e de segurança.
A Yamaha Neo´s é considerado ciclomotor, com potência de 2,4 W – Divulgação
O que o usuário deve fazer
Quem já tem um ciclomotor precisa antecipar a regularização, verificando documentação, requisitos de emplacamento e se a habilitação é adequada, ACC ou CNH A.
Consumidores que consideram comprar bicicletas elétricas devem checar se o modelo tem acelerador ou só pedal assistido, pois isso define a exigência de registro e habilitação.
Com a nova norma, a expectativa é de tráfego mais organizado e maior clareza sobre responsabilidades, mas a transição exigirá adaptações de usuários, vendedores e órgãos fiscalizadores.
Recém chegada, Yadea DT3, se encaixa na faixa de “autopropelido” pela potência e velocidade máxima – Divulgação
Resumo: definições do Contran sobre ciclomotores, bicicletas elétricas e autopropelidos
Veículo
Exigências
Equipamento autopropelido
Equipamentos: • Indicador de velocidade
• Campainha
• Sinalização noturna (dianteira, traseira e lateral) Registro: dispensado Habilitação: não exigida
Bicicleta elétrica
Equipamentos: • Indicador de velocidade
• Campainha
• Sinalização noturna (dianteira, traseira, lateral e nos pedais)
• Espelho retrovisor esquerdo
• Pneus em condições de segurança Registro: dispensado Habilitação: não exigida
Ciclomotores
Equipamentos: • Espelhos retrovisores (ambos os lados)
• Farol dianteiro (branco ou amarelo)
• Lanterna traseira (vermelha)• Velocímetro e buzina
• Pneus em boas condições
• Controle de ruído do motor
• Capacete e vestuário de proteção Registro: obrigatório Habilitação: ACC ou categoria A
Motocicleta e motoneta
Equipamentos: • Mesmas exigências do ciclomotor, acrescidas de:– Iluminação da placa traseira– Lanterna de freio vermelha– Indicadores de direção dianteiro e traseiro Registro: obrigatório Habilitação: categoria A
Guia rápido sobre revisão da moto, prazos de manutenção, itens que não podem faltar e cuidados diários para manter garantia e segurança nas ruas e estradas.
Manter a revisão da moto em dia é a principal forma de garantir desempenho e segurança, além de preservar a garantia oferecida pelo fabricante.
Revisão da moto – dicas de cuidados – Divulgação
Em modelos novos, a revisão deve ser feita na rede de concessionárias autorizadas, para evitar perda da garantia e assegurar que os serviços sigam o padrão da marca.
No dia a dia, pequenas verificações ajudam a identificar problemas cedo e reduzem custos, mantendo a motocicleta pronta para uso.
Por que a revisão da moto é obrigatória na garantia?
Durante o período de garantia, o proprietário precisa realizar a revisão da moto nas concessionárias autorizadas, isso evita a perda da garantia e garante que todas as verificações previstas sejam executadas conforme os padrões da marca.
Revisão da moto – Divulgação
Fora da garantia, oficinas independentes podem executar a revisão, mas é fundamental respeitar as especificações do manual, especialmente em relação ao óleo do motor e aos itens listados por quilometragem.
Quais serviços não podem faltar na revisão da moto?
A revisão da moto envolve troca do óleo e do filtro de óleo do motor, troca do filtro de ar, verificação e possível troca das velas de ignição, revisão do filtro de combustível e checagem das pastilhas ou lonas de freio.
Revisão da moto – calibrar os pneus – Divulgação
Também é preciso lubrificar cabos de acelerador e embreagem, fazer regulagem de válvulas conforme quilometragem, verificar aperto dos raios em rodas raiadas, ajustar, limpar e lubrificar o kit relação, avaliar o estado dos pneus, revisar a parte elétrica e os comandos no guidão, e reapertar parafusos com o torque especificado.
Esses itens estruturam a revisão da moto nas oficinas qualificadas e devem constar na tabela de serviços por quilometragem e tempo.
Prazos de manutenção, dados e recomendações práticas
Há motos que exigem manutenção a cada 3 mil, 5 mil, 8 mil ou 10 mil quilômetros, enquanto versões mais recentes já trabalham com intervalos estendidos, como 16 mil quilômetros.
Revisão da moto – lubrificar a corrente – Divulgação
Seguir o manual do fabricante é a orientação, independentemente do intervalo adotado pelo modelo, para manter a garantia e o funcionamento correto do veículo.
Além das revisões programadas, adotar cuidados simples prolonga a vida útil dos componentes e evita falhas precoces.
Cuidados complementares que fazem diferença
Calibrar os pneus semanalmente, sempre com eles frios, manter combustível recente no tanque, lubrificar periodicamente o kit relação e conferir iluminação e funcionamento dos piscas antes de sair, são ações que ajudam muito.
Revisão da moto – dicas de cuidados – Divulgação
Evitar deixar a moto exposta ao tempo, lavar quinzenalmente e aplicar produtos de proteção contribuem para conservar acabamentos e componentes elétricos.
Seguir as recomendações do manual, respeitar os prazos de quilometragem e combinar revisões em concessionária durante a garantia, asseguram o desempenho adequado da motocicleta, preservam a garantia e aumentam a segurança nas ruas e estradas.
Confira todas as motos da Honda disponíveis em dezembro de 2025, incluindo lançamentos, categorias e preços oficiais divulgados pela marca.
Todas as motos da Hondacomercializadas no Brasil em dezembro de 2025 abrangem cinco grandes categorias — Street, Adventure, Off-Road, Sport e Touring — com modelos que vão de motos urbanas de baixa cilindrada até motocicletas de alto desempenho e turismo de longa distância.
Confira todas as motos da Honda disponíveis em dezembro de 2025 – Divulgação
O levantamento com todas as motos da Honda considera informações oficiais publicadas no site da fabricante, com valores atualizados até dezembro de 2025. Os preços são sugeridos, sem inclusão de frete e impostos, e podem variar conforme a concessionária e a região.
Entre os destaques recentes estão a chegada da NX 500, da CB 500 Hornet, da CB 750 Hornet e o retorno da XL 750 Transalp ao mercado brasileiro. Além disso, a Honda confirmou o lançamento da CB 1000 Hornet para o primeiro trimestre de 2026, ampliando ainda mais a linha de médias e altas cilindradas.
Portfólio da Honda no Brasil em 2025
O portfólio de todas as motos da Honda reflete uma estratégia de atuação ampla no mercado brasileiro. Ao longo de 2025, a marca promoveu atualizações de linha, introduziu novos modelos e manteve versões consagradas.
Honda NX500 – Branco Pérola Horizon
As categorias são divididas da seguinte forma:
Street (City, Scooter e Naked)
Adventure (Trail, Crossover e Big Trail)
Off-Road
Sport
Touring
A seguir, o detalhamento completo de modelos e preços.
A categoria Street concentra os modelos mais voltados ao uso urbano e cotidiano, representando uma parcela significativa das vendas da marca no Brasil.
Honda Pop 110i – uma das mais vendidas da marca – Divulgação
Todos os valores são preços públicos sugeridos, sem frete e impostos.
Honda PCX 160 – Divulgação
Preços das scooters Honda
Honda Elite 125 2026: R$ 13.880,00
Honda PCX 160 CBS 2026: R$ 18.340,00
Honda PCX 160 ABS 2026: R$ 20.170,00
Honda PCX 160 DLX ABS 2026: R$ 20.640,00
Honda ADV 2026: a partir de R$ 25.020,00
Honda X-ADV 2025: a partir de R$ 93.500,00
Honda CB 300F Twister – Divulgação
Preços das motos Honda Naked
Honda CB 300F Twister 2026: a partir de R$ 24.657,00
Honda CB 300F Twister ABS 2026: a partir de R$ 25.637,00
Honda CB 500 Hornet: a partir de R$ 43.040,00
Honda CB 650R E-Clutch: a partir de R$ 58.270,00
Honda CB 750 Hornet: a partir de R$ 53.694,00
Honda CB 1000R: a partir de R$ 78.870,00
Honda CB 1000R Black Edition: a partir de R$ 87.730,00
Motos Honda Adventure: Trail, Crossover e Big Trail
A linha Adventure reúne modelos projetados para uso misto, combinando asfalto e fora de estrada, com diferentes níveis de capacidade e tecnologia.
Nova linha Sahara 300 2026 – Divulgação
Preços das motos Honda Trail
Honda NXR 160 Bros CBS 2026: a partir de R$ 21.320,00
Honda NXR 160 Bros ABS 2026: a partir de R$ 22.260,00
Honda XR 300L Tornado 2025: a partir de R$ 30.840,00
Honda Sahara 300 ABS 2026: a partir de R$ 30.385,00
Honda Sahara 300 Rally 2026: a partir de R$ 31.053,00
Honda Sahara 300 Adventure 2026: a partir de R$ 32.108,00
Honda XRE 190 Standard 2026: a partir de R$ 23.580,00
Honda XRE 190 Adventure 2026: a partir de R$ 24.110,00
Honda XL 750 Transalp: a partir de R$ 65.545,00
Confira todas as motos da Honda disponíveis em dezembro de 2025 – Divulgação
Preços das motos Honda Crossover
Honda NX 500: a partir de R$ 45.800,00
Honda NC 750X MT 2026: a partir de R$ 56.621,00
Honda NC 750X DCT 2026: a partir de R$ 61.948,00
Preços das motos Honda Big Trail
Honda CRF 1100L Africa Twin MT 2026: a partir de R$ 85.500,00
Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure DCT ES 2026: a partir de R$ 96.346,00
Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports DCT ES 2026: a partir de R$ 116.513,00
Honda CRF 300F – Divulgação
Motos Honda Off-Road
A linha Off-Road é voltada exclusivamente para uso fora de estrada e competições, não sendo homologada para vias públicas.
Honda CRF 300F 2026: a partir de R$ 24.027,00
Honda CRF 250R 2025: a partir de R$ 71.163,00
Honda CRF 250RX 2025: a partir de R$ 73.998,00
Honda CRF 450R 2025: a partir de R$ 74.878,00
Honda CRF 450RX 2025: a partir de R$ 77.126,00
Confira todas as motos da Honda disponíveis em dezembro de 2025 – Divulgação
Motos Honda Sport
Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP 2024: a partir de R$ 189.174,00
Motos Honda Touring
Honda GL 1800 Gold Wing Tour: a partir de R$ 304.450,00
Os valores apresentados neste levantamento de todas as motos da Honda são preços públicos sugeridos pela fabricante, de modelos novos, com base em informações oficiais atualizadas até dezembro de 2025. Frete, impostos, seguro e emplacamento não estão incluídos. A disponibilidade pode variar conforme a concessionária e a região do Brasil, e novos reajustes podem ocorrer sem aviso prévio.
A big trail chinesa Vogue DS900X está confirmada para o primeiro semestre de 2026. Será montada em Manaus em sistema CKD, traz motor bicilíndrico 895 cm³ e pacote eletrônico com IMU Bosch e ABS em curvas.
A chegada da Vogue DS900X ao Brasil está confirmada para o primeiro semestre de 2026, marcando a entrada da marca chinesa no segmento de big trails no país.
Vogue DS900X chega ao Brasil em 2026 – Divulgação
O modelo será produzido localmente, em Manaus, e chega com conjunto mecânico e eletrônica que prometem disputar espaço com rivais já consolidadas.
Além do motor e dos equipamentos, a Vogue DS900X aposta em conectividade e assistências ao piloto para reforçar seu apelo, conforme informação divulgada pela Voge Brasil.
Conjunto mecânico
A Vogue DS900X é equipada com motor bicilíndrico paralelo, refrigerado a líquido, com 895 cm³. A potência declarada é de 95 cv a 8.250 rpm, enquanto o torque máximo chega a 9,6 kgf.m a 6.250 rpm.
DS900X chega ao Brasil em 2026 – Divulgação
Os números são praticamente equivalentes aos da BMW F 900 GS, com leve variação favorável à Voge, mas lembrando que esses dados são preliminares e ainda podem passar por ajustes técnicos durante o processo de homologação para o mercado brasileiro.
Eletrônica e segurança
Entre os destaques eletrônicos da Vogue DS900X está a unidade inercial Bosch de seis eixos, que permite o funcionamento do ABS em curvas, com atuação que considera a inclinação da motocicleta.
O pacote inclui controle de tração, radar de monitoramento de ponto cego e sistema de alerta de tráfego de emergência.
A Vogue DS900X traz quatro modos de condução, road, rain, sport e enduro, além de quick shifter, radar traseiro de alerta de colisão, câmera frontal em HD e para-brisa com ajuste de altura.
Também há espelhamento de smartphone no painel, iluminação full LED, faróis auxiliares, protetores de carenagem e de motor, e manoplas e assentos aquecidos, itens que reforçam o pacote para longas viagens.
Vogue DS900X chega ao Brasil em 2026 – Divulgação
Segundo Rodrigo Moutinho, gerente geral da VOGE Brasil, a Vogue DS900X será montada em Manaus (AM) no sistema CKD, em parceria com a Dafra Motos da Amazônia Ltda. Dos seis modelos previstos para o país, quatro serão lançados já na primeira etapa, programada para o primeiro semestre de 2026.
Concorrência
No mercado brasileiro, a Vogue DS900X deve disputar clientes com modelos como a Triumph Tiger 900 e a BMW F 900 GS, contando ainda com a relação industrial entre o GrupoLoncin (proprietário da Voge) e a BMW, que produz motores da linha 900 cc desde 2005.
A marca divulgará informações sobre versões, preços e início das vendas conforme o cronograma oficial de lançamento.
Projeto Island Hopper, da Red Bull, propôs um desafio de 700 metros de extensão, com 15 saltos em um conjunto de ilhas. Mistura de engenharia, treino e riscos.
O piloto de FMX Tyler Bereman levou às últimas consequências a ideia de saltar ilhas, em um projeto que uniu engenharia e preparação física.
Desavio Red Bull: 15 saltos consecutivos em ilhas da Flórida, Estados Unidos – Divulgação
A execução exigiu preparação extensa, treinos em réplica e soluções flutuantes para pontos de aterrissagem que não existiam antes.
Como nasceu o projeto
A ideia surgiu há dois anos, durante um workshop de atletas no GP de Miami de Fórmula 1, quando o wakeboarder Parks Bonifay apontou um trecho de água com pequenas ilhas e perguntou se aquilo poderia ser pulado de moto.
Em vez de descartar a sugestão, Tyler Bereman e seu colaborador de longa data, Jason Baker, começaram a estudar como transformar a proposta em realidade, dando início a um processo que levou 18 meses.
Para minimizar riscos, toda a pista foi reproduzida em terra na Califórnia, onde Bereman passou 3 semanas treinando diariamente até acertar velocidade, tempo e linhas de visão.
Algumas ilhas ficavam pouco acima da água, outras bem acima, e vários pontos de aterrissagem sequer existiam, o que exigiu a engenharia de barcaças flutuantes capazes de suportar o impacto de uma motocross em velocidade.
Além disso, a preparação incluiu técnicas de escape subaquático e exercícios de apneia, com orientação do veterano Robbie Maddison, pois o maior desconhecido era justamente a água, e um erro significaria ficar preso sob uma moto de 100kg em água salgada.
Desavio Red Bull: 15 saltos consecutivos em ilhas da Flórida, Estados Unidos – Divulgação
Island Hopper
No dia da tentativa, Bereman desacelerou a respiração e partiu, completando uma sequência de 15 decolagens e pousos sem falhas ao longo de 700 metros entre seis ilhas e plataformas.
Segundo a documentação do projeto, a construção na Florida consumiu cerca de 1.500 horas de trabalho.
Uma vez concluída a travessia, Bereman saiu do outro lado, finalizando algo inédito no freeride motocross e ampliando os limites das ações da Red Bull além de competições tradicionais.
O Island Hopper soma-se a iniciativas como Red Bull Straight Rhythm e Imagination, demonstrando como a Red Bull tem apoiado projetos que misturam esporte, engenharia e espetáculo.
7ª Edição do Meu Trenó é Diferente supera expectativas com arrecadação expressiva e participação de 523 motocicletas. Ação contou com apoio da Kawasaki Brasil.
A 7ª edição do evento Meu Trenó é Diferente, realizada em 2025 e apresentada pela Kawasaki, demonstrou mais uma vez o poder da solidariedade em movimento. A iniciativa reuniu nada menos que 523 motocicletas na cidade de São Paulo.
7ª Edição do Meu Trenó é Diferente – apoio da Kawasaki Brasil – Divulgação
O evento já está se consolidando no calendário motociclístico, não apenas pela quantidade de participantes, mas principalmente pelo impacto social gerado, conseguiu arrecadar 4 toneladas de alimentos não perecíveis. Tudo destinado a famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso do evento com a transformação de realidades.
A ação, organizada pelo Instituto Trenó, contou pelo segundo ano consecutivo com o apoio da Kawasaki, fortalecendo a corrente do bem que impulsiona o projeto.
7ª Edição do Meu Trenó é Diferente – apoio da Kawasaki Brasil – Divulgação
Espírito de União
Sonia Harue Ando, diretora comercial e de marketing da Kawasaki, ressaltou a importância da parceria e do engajamento da marca. “Estar mais um ano ao lado do Meu Trenó é Diferente é reafirmar nosso compromisso com as pessoas e com as causas que realmente importam. Ver a mobilização dos motociclistas e o impacto gerado nos enche de orgulho e reforça que juntos somos capazes de transformar realidades”, afirmou.
A piloto e embaixadora da Kawasaki, Moara Sacilotti, compartilhou o sentimento de privilégio em participar. “O Meu Trenó é Diferente representa união, empatia e responsabilidade social. Fazer parte dessa corrente do bem, ao lado da Kawasaki e de tantas pessoas engajadas, é um privilégio e uma grande motivação para seguir usando o esporte como ferramenta de transformação”, declarou.
7ª Edição do Meu Trenó é Diferente – apoio da Kawasaki Brasil – Divulgação
O piloto e embaixador da Kawasaki, Caio Lopes, destacou a essência do motociclismo. “O espírito do motociclismo está na união e no apoio mútuo. Ver centenas de motos reunidas por uma causa solidária mostra a força que temos quando aceleramos juntos pelo bem”, pontuou.
A jornada deste ano teve um significado especial, partindo do Pacaembu, na Praça Charles Miller, um local emblemático de São Paulo, e tendo como destino final o Lar Tia Edna, uma das instituições beneficiadas. Essa rota simbolizou a transformação de quilômetros rodados em esperança e alimento.
7ª Edição do Meu Trenó é Diferente – apoio da Kawasaki Brasil – Divulgação
Plauto Covre, presidente do Instituto Trenó, expressou sua gratidão a todos os envolvidos. “A cada edição, o Meu Trenó é Diferente mostra que solidariedade também se constrói em movimento. Nosso agradecimento a todos que acreditam, participam e ajudam a fortalecer essa corrente do bem que cresce ano após ano”, concluiu, evidenciando o sucesso do evento.
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