A NC 750X Honda está uma uma nova campanha de recall no Brasil. A fabricante anunciou que 2.241 unidades do modelo, tanto nas versões MT quanto DCT, produzidas entre julho de 2024 e março de 2025, precisam passar por inspeção devido a um problema identificado no pneu dianteiro.
NC 750X Honda: recall do pneu dianteiro da linha 2025 – Divulgação
A falha detectada não oferece risco imediato à segurança, segundo a própria Honda. No entanto, a marca alerta que, caso o pneu seja utilizado além do limite indicado pelo TWI (indicador de desgaste da banda de rodagem), podem ocorrer deformações que comprometem o conforto e a estabilidade da pilotagem. O recall, segundo a fabricante, é uma medida preventiva que reforça o compromisso da marca com a segurança dos seus clientes.
A partir de 31 de julho, os proprietários da NC 750X Honda podem agendar o atendimento gratuito nas concessionárias autorizadas da marca. A substituição do pneu dianteiro, caso necessária após inspeção, será feita sem custos a partir de 4 de agosto de 2025. O agendamento pode ser feito tanto pelo site oficial da Honda quanto pela Central de Atendimento.
NC 750X Honda – Modelos afetados
Estão incluídas na campanha todas as NC 750X Honda produzidas no período especificado. A relação completa dos chassis envolvidos pode ser conferida no site oficial da Honda. É importante que os proprietários verifiquem se suas motocicletas estão entre as unidades afetadas.
Modelo
Ano
Chassis não sequenciais
Data de Produção
De
Até
De
Até
NC 750X MT
2025
9C2RC9100SR000151
9C2RC9100SR001650
24/07/24
17/03/25
NC 750X DCT
2025
9C2RC9110SR000121
9C2RC9110SR000870
02/08/24
14/03/25
NC 750X Honda: recall do pneu dianteiro da linha 2025 – Divulgação
Como agendar o serviço
O agendamento pode ser feito online, através do endereço www.honda.com.br/recall, ou pelo telefone 0800-701-3432, disponível de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h. O serviço nas concessionárias será iniciado em 4 de agosto, e não há previsão de término até o momento.
Mesmo sem risco imediato, a Honda destaca que o recall da NC 750X Honda é uma ação de precaução, que demonstra a preocupação da marca com a integridade dos seus consumidores. A empresa reforça que todos os procedimentos serão realizados com rapidez e sem qualquer custo para os proprietários.
A NC 750X Honda, modelo crossover reconhecida por seu desempenho urbano e versatilidade, agora passa por esse chamado para garantir que todos os padrões de qualidade e segurança sejam mantidos. Para quem possui o modelo, o ideal é não adiar o agendamento e seguir as recomendações do fabricante.
O Brasil está entre os finalistas do Triumph Originals 2025, concurso internacional de customização promovido pela Triumph Motorcycles. A representante brasileira é a Gaijin, uma Speed Twin 1200 transformada em uma café racer de visual marcante, criada pelo estúdio Shibuya Garage, de São Paulo.
Gaijin: uma Speed Twin 1200 transformada em café racer – Divulgação
O projeto nacional conquistou uma das cinco vagas na final da competição, que neste ano tem como tema “Ícones da Originalidade Britânica”. A proposta do evento é estimular equipes Triumphde diversos países a colaborarem com customizadores locais para dar vida a versões únicas de motos da linha Bonneville.
Inspirada pela fusão entre tradição britânica e identidade nacional, a Speed Twin 1200 da Shibuya Garage chama atenção pelo acabamento refinado e pela proposta estética. O projeto traz elementos visuais únicos, incluindo referências ao piloto Ayrton Senna (faixa verde e amarela no tanque) e ao mapa do Brasil na lateral.
Speed Twin com alma brasileira – Divulgação
Speed Twin com alma brasileira
Desenvolvida praticamente toda à mão, a Gaijin combina o design contemporâneo da Speed Twin com soluções personalizadas, como a carenagem com pintura em escamas, rabeta redesenhada e tanque com vinco esculpido. Segundo Teydi Shibuya, criador do projeto, o objetivo é expressar movimento e energia mesmo quando a moto está estática, destacando a potência emocional e visual que uma motocicleta pode carregar.
A escolha da Speed Twin 1200 como base do projeto não foi por acaso. Para o customizador, o modelo representa uma plataforma com equilíbrio ideal entre modernidade e tradição, permitindo intervenções criativas sem perder a essência da marca. Para aprimorar o comportamento dinâmico, a suspensão foi ajustada com o encurtamento dos garfos dianteiros e rebaixamento da traseira, garantindo uma pegada mais esportiva e baixa.
Homenagem simbólica a Ayrton Senna – Divulgação
No design, a homenagem a Senna não é apenas decorativa, mas simbólica. O piloto brasileiro é visto como uma figura que representa ousadia, técnica e autenticidade. Além disso, a presença do mapa do Brasil reforça a intenção de exaltar a identidade nacional em um palco internacional.
A escolha da Speed Twin 1200 como base da Gaijin reflete o potencial do modelo dentro do universo custom. Com um motor potente e visual clássico, ela oferece versatilidade para projetos que buscam equilíbrio entre performance e estilo.
Representatividade na cena global
Triumph Speed Twin 1200 customizada como café racer – Divulgação
O Triumph Originals é um evento que celebra a customização como forma de expressão e arte. A edição 2025 reúne projetos de cinco países: Brasil, França, Itália, Tailândia e Reino Unido. Cada equipe teve liberdade para reinterpretar a linha Bonneville com criatividade, mantendo o respeito às origens da Triumph e aplicando um olhar local sobre o design.
A Gaijin é a única representante da América Latina entre os finalistas e disputa o título de melhor customização do ano ao lado de motos desenvolvidas por customizadores consagrados na Europa e Ásia. A avaliação será feita por um júri internacional formado por nomes importantes da cena custom, como Quique Berna, Ricardo Pessoa, Kengo Kimura e Steve Sargent.
Gaijin: uma Speed Twin 1200 transformada em café racer – Divulgação
A competição avalia critérios como estilo, fidelidade ao tema proposto, artesanato e inovação. Para a equipe brasileira, apenas chegar à final já representa um reconhecimento importante, mas vencer o concurso significaria consolidar o Brasil como uma referência global em design e personalização de motocicletas.
O resultado final será anunciado em 12 de agosto de 2025.
A CFMoto 450CL-C já tem data para chegar ao mercado nacional: primeiro semestre de 2026. A custom em estilo moderno, foi confirmada pela marca nesta terça, 29 de julho, durante o Capital Moto Week 2025, em Brasília.
CFMoto 450CL-C sendo apresentada por Urano Carvalho – Foto: Guilherme Augusto
Segundo informações da marca, a 450CL-C foi a segunda moto mais votada em uma pesquisa de preferência recente, realizada no Festival Interlagos 2025, só perdendo para a Ibex 450, confirmada durante o evento. “É uma moto para ser admirada, feita para quem quer curtir a estrada com estilo, sem abrir mão da segurança”, destaca Urano Carvalho, head de motocicletas da CFMOTO.
A CFMoto tem adotado uma abordagem participativa no mercado brasileiro, envolvendo o público na decisão de quais modelos devem ser comercializados por aqui. E a CFMoto 450CL-C é mais um modelo que, apesar de estar em processo homologação, tem previsão de chegada no início de 2026.
CFMoto 450CL-C -Divulgação
Sobre a CFMoto 450CL-C
A CFMoto 450CL-C aposta em uma pegada custom clássica, mas com toques modernos. A aparência lembra a atual Honda Shadow, comercializada nos Estados Unidos. O assento largo e rebaixado, o visual minimalista com para-lamas curtos e a traseira limpa são elementos que definem a estética da moto. A iluminação é full LED e o painel, apesar de minimalista é em TFT colorido.
Segundo a fabricante, um dos diferenciais do modelo é a facilidade de pilotagem para pessoas com menor estatura. A altura do banco permite colocar ambos os pés no chão, aumentando a confiança na condução. A expectativa é que até 20% dos compradores da nova 450CL-C sejam mulheres.
CFMoto 450CL-C – detalhe do painel TFT – Foto: Guilherme Augusto
Mecânica moderna e desempenho equilibrado
A CFMoto 450CL-C é equipada com um motor bicilíndrico de 449 cm³, que entrega 40,7 cavalos de potência e 4,2 kgfm de torque. O câmbio de seis marchas e a injeção eletrônica garantem uma entrega suave e progressiva, enquanto a velocidade máxima estimada fica em 153 km/h.
A suspensão dianteira é invertida e a traseira, monoshock. O peso seco da moto é de 180 quilos. Outros recursos incluem embreagem assistida e deslizante, freios ABS de canal duplo, controle de tração e conectividade por Bluetooth.
CFMoto 450CL-C – Foto: Guilherme Augusto
Preço e expectativa de mercado
O preço estimado da CFMoto 450CL-C no Brasil deve ficar entre R$ 37 mil e R$ 39 mil, conforme divulgado pela marca. Esse valor poderá variar conforme o cenário econômico no momento do lançamento.
Gabriel Maschietto, CEO da CFMoto no Brasil, destaca que a 450CL-C preenche uma lacuna existente no mercado nacional. “É uma porta de entrada para o segmento custom, com qualidade e preço competitivo”, afirmou durante o anúncio oficial.
Votação aberta no CMW
A CFMoto segue colhendo votos para decidir qual será o próximo modelo a chegar ao país. Os visitantes do Capital Moto Week (CMW) podem participar presencialmente em totens eletrônicos espalhados pelo evento, enquanto o público em geral também pode votar online pelo site oficial: cfmoto.com.br/pqs.
O evento que reúne até 1 milhão de pessoas e mais de 300 mil motos, e se tornou um evento referência do mundo duas, segue até o dia 02 de agosto.
Quem pilota moto sabe que, às vezes, basta um detalhe mínimo para comprometer a estabilidade. E um dos fenômenos mais assustadores nesse sentido é a shimada — também conhecida como shimmy.
A chamada “shimada” tende a acontecer em alta velocidade – Divulgação
Trata-se de um movimento brusco e involuntário da roda dianteira, que faz o guidão oscilar violentamente de um lado para o outro, obviamente sem aviso. A situação pode acontecer em linha reta, mesmo em piso aparentemente bom, e tem potencial para causar quedas graves.
A shimada acontece quando há perda de contato ou instabilidade na roda dianteira. Um pequeno desvio — causado por uma pedra, buraco ou até uma mudança de direção do guidão — pode iniciar esse processo. A roda tenta se realinhar com a trajetória central, mas o faz com exagero, provocando uma sequência de correções alternadas que vão se intensificando – assista o vídeo abaixo.
O perigo aumenta em motos de alta cilindrada. Isso porque, em velocidades elevadas, há transferência de peso para a parte traseira da moto, aliviando a dianteira. Com isso, a roda da frente se torna mais suscetível a oscilações. Embora o fenômeno também possa ocorrer em motos menores, ele é mais comum em modelos esportivos ou de grande porte, especialmente os com suspensão dianteira mais rígida ou sem amortecedor de direção.
A shimada é provocada por uma combinação de fatores – Divulgação
O que causa a shimada?
O fenômeno da shimada é provocado por uma combinação de fatores mecânicos e dinâmicos. Em geral, começa com uma pequena interferência na roda dianteira — como um impacto leve ou mudança de trajetória. A resposta da moto é uma tentativa de correção, mas, sem controle adequado, o movimento se transforma em oscilação lateral crescente.
Essa situação é agravada em velocidades elevadas, quando o peso do conjunto se concentra na traseira da moto. A roda dianteira, mais leve, perde aderência e estabilidade. A geometria do quadro, o ângulo do caster (inclinação da suspensão dianteira) e até o tipo de pneu podem influenciar na propensão ao fenômeno.
Além disso, motos com entre-eixos mais curtos e assentos mais altos tendem a ser mais sensíveis a esse tipo de instabilidade. Já motocicletas com ângulos de caster mais abertos e entre-eixos mais longos oferecem mais resistência à shimada.
Como evitar a shimada?
Um dos principais aliados contra o fenômeno é o amortecedor de direção. Esse componente é fixado entre a mesa e o guidão e serve para absorver movimentos bruscos, suavizando a resposta da frente da moto.
Com o amortecedor instalado, a tendência de oscilação do guidão diminui. Ele oferece mais rigidez ao sistema de direção, o que evita que a roda dianteira reaja com exagero a pequenos impactos. É importante destacar que o amortecedor não elimina totalmente o risco, mas reduz significativamente a chance de a shimada de moto acontecer.
Outras medidas preventivas incluem manter os pneus calibrados corretamente, revisar suspensão e alinhamento da moto com frequência, e evitar acelerar bruscamente em pisos irregulares. Adotar postura correta durante a pilotagem também contribui para a estabilidade, principalmente em velocidades mais altas.
A 500SR da CFMoto já vem de fábrica com amortecedor de direção – Divulgação
O que fazer se a shimada acontecer?
Antes de mais nada: esteja equipado ou equipada da cabeça aos pés! Evidentemente, com materiais de qualidade! Muitos dos que passaram pela shimada de moto e voltaram para contar história, estavam muito bem equipados!
O porquê dos equipamentos de segurança? Porque por mais você leia atentamente os “conselhos” pode ser que não se lembre ou não tenha tempo de colocar absolutamente nada em prática! Mas vamos lá, alguns conselhos de especialistas:
1 – Manter a calma (se puder!) é essencial. A primeira orientação é desacelerar suavemente — tirar a mão do acelerador de forma abrupta ou frear com força pode piorar a situação!
2 – Simultaneamente, trave o tanque da moto com as pernas e tente se posicionar de forma a “abraçar” o tanque com os joelhos e cotovelos. Essa postura ajuda a centralizar o corpo e reduzir a amplitude da oscilação.
3 – Outra técnica – Mas essa somente se você possui uma pilotagem mais avançada! – Consiste em levantar ligeiramente do assento e aplicar pressão nos pedais com o peso do corpo. Isso ajuda a baixar o centro de gravidade e transferir peso para a dianteira, o que pode melhorar a aderência da roda dianteira ao solo e estabilizar a moto.
Amortecedor de direção – Compra parcelada no ML
Além de equipamentos de proteção, como mencionamos e o amortecedor de direção, o principal é o fator humano! Conhecer a própria moto, entender sua dinâmica em diferentes situações e manter a postura correta ao pilotar são atitudes que contribuem para minimizar os riscos.
Treinamentos de pilotagem defensiva e prática em ambientes controlados também podem fazer grande diferença no momento em que um evento como esse ocorrer.
Lembre-se: a reação correta em segundos pode evitar, ou ao menos suavizar quedas sérias! Boa sorte, boas estradas e proteja-se!
A Nova BMW R 18 2025 foi oficialmente apresentada ao público brasileiro durante o Capital Moto Week 2025, em Brasília. A cruiser de estilo clássico, lançada no Brasil em 2022, chega em nova versão novo acabamento escurecido e tecnologia atualizada.
A nova BMW R 18 2025 chega às lojas em agosto – Divulgação
A nova versão da R 18 foi apresentada mundialmente pela BMW Motorrad em janeiro deste ano. A linha completa, abrange além do modelo original (disponibilizado no em nosso mercado), as versões Classic, Roctane, R18B e Transcontinental, que ao que tudo indica, não chegarão a ser lançadas no Brasil.
Com motor boxer de 1.802 cc — o maior já desenvolvido pela marca —, a BMW R 18 entrega 91 cavalos de potência a 4.750 rpm. Seu torque foi ampliado de 15,8 para 16,3 kgf.m a 3.000 rpm, disponível já em baixas rotações.
Motor boxer de 1.802 cc — o maior já desenvolvido pela marca – Divulgação
A robustez mecânica se alia a um design que combina elementos vintage e toques modernos, como as rodas raiadas, que reforçam o DNA artesanal e personalizado do modelo. O assento de 720 mm de altura e o peso total de 345 kg fazem parte da proposta de uma cruiser confortável para longos trajetos.
BMW R 18 2025 chega às lojas em agosto
Disponível no novo acabamento “blacked out”, com detalhes escurecidos e identidade visual forte, a BMW R 18 chega às concessionárias da marca com preço sugerido de R$ 135.900 (sem frete incluso).
Durante os dias de festival, os visitantes pudem conhecer de perto não apenas a nova BMW R 18 2025, mas também outros modelos do portfólio da BMW Brasil, como a nova F 900 R 2026. A estrutura montada no Capital Moto Week oferece ao público, até o dia 02 de agosto, a chance de observar de perto os modelos, tirar dúvidas com especialistas da marca e se aproximar da experiência de pilotar uma motocicleta BMW.
A nova BMW R 18 2025 chega às lojas em agosto – Divulgação
O destaque fica por conta da possibilidade de realizar test rides com diversos modelos da marca. Além da nova R 18, o público pôde pilotar a recém-lançada R 1300 GS Adventure. As atividades de pilotagem foram organizadas pela BMW Motorrad Eurobike Brasília, garantindo suporte técnico especializado e segurança em cada saída.
A BMW R 18 2025 é uma releitura moderna das clássicas cruisers da marca alemã. O novo pacote visual escurecido adiciona ainda mais personalidade ao modelo, mantendo seu compromisso com o desempenho e o conforto em viagens de longa distância.
BMW R 18 2025 – Divulgação
A transmissão final por eixo cardã, a posição de pilotagem relaxada e os acabamentos refinados mostram o cuidado da BMW com cada detalhe.
Para Matheus Pereira, CEO da BMW Motorrad no Brasil, a escolha do Capital Moto Week como local para o lançamento foi estratégica. Segundo ele, o evento vai além da exibição de motos, sendo um espaço de encontro entre cultura, liberdade e inovação. “A nova BMW R 18 representa não apenas potência e engenharia, mas também personalidade e estilo. Estar nesse ambiente reforça nosso compromisso com experiências únicas sobre duas rodas”, afirmou.
A Haojueanunciou oficialmente a retirada de quatro motocicletas do seu portfólio no Brasil. A decisão, comunicada pela J.Toledo/JTZ Motos, representante da marca no país, afeta os modelos Chopper Road 150, DK 150, Lindy 125 e VR 150. Todos estão sendo descontinuados por não atenderem aos requisitos do Promot 5, a nova fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares.
Haojue Chopper Road 150: um dos modelos aposentados – Divulgação
A medida, segundo o comunicado oficial, é para que só sejam comercializados pela Haojue, modelos que se adequem às diretrizes ambientais em vigor desde janeiro. Embora as motos saiam de cena, a fabricante assegura que os proprietários continuarão contando com suporte completo, incluindo peças de reposição, assistência técnica e pós-venda. Aliás, os 4 modelos nem aparecem mais no site da marca.
A empresa também revelou que novos projetos já estão em desenvolvimento, com foco em eficiência energética e menor impacto ambiental.
Enquanto a Haojue encerra o ciclo de motos bastante conhecidas no mercado brasileiro, ela também prepara o terreno para apresentar novas opções mais modernas e alinhadas com os padrões de emissão exigidos pelas legislações futuras.
Modelos Haojue que saem de linha
Chopper Road 150
Chopper Road 150 – Divulgação
A Chopper Road 150 é uma das mais conhecidas da Haojue no Brasil, especialmente entre os fãs do estilo custom. Considerada por muitos como a sucessora “não oficial” da Suzuki Intruder 125, o modelo tem um visual clássico com linhas arredondadas, banco em dois níveis e guidão elevado, reforçando o apelo retrô.
Seu motor monocilíndrico de 149 cm³, alimentado por carburador, entrega 11,27 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 1,16 kgf.m a 6.000 rpm. Transmissão manual, com câmbio de cinco marchas. Entre os equipamentos, a Chopper conta com rodas de liga leve, freios a disco nas duas rodas com sistema combinado (CBS), painel analógico com marcador de combustível e indicador de marchas, além de lampejador do farol alto — item útil para alertas rápidos no trânsito.
Voltada para quem busca conforto em trajetos urbanos e interurbanos, a Chopper Road 150 atraiu principalmente motociclistas iniciantes ou aqueles que desejavam uma custom acessível e de manutenção simples.
DK 150
Haojue DK 150 – Divulgação
A DK 150 é uma moto do segmento street, com proposta voltada ao uso diário na cidade, mas com um toque de robustez que permite encarar pequenas viagens. Compartilha o mesmo motor da Chopper Road 150 — um monocilíndrico carburado de 149 cm³ — porém com características e ergonomia mais voltadas à mobilidade urbana.
Visualmente, a DK 150 tem linhas mais agressivas e modernas, com tanque musculoso e carenagens anguladas. Equipada com rodas de liga leve de 18 polegadas, freio dianteiro a disco e traseiro a tambor (com sistema CBS), oferece boa estabilidade e segurança no uso cotidiano. A DK 160 já estava sendo vendida em conjunto, e seria sua sucessora natural.
O painel é digital, com conta-giros, hodômetro, marcador de combustível e indicador de marcha, um diferencial para a categoria. A DK 150 chegou a estar entre as 10 motos street mais vendidas do 1º semestre de 2025, com 1.958 unidades emplacadas, segundo a Fenabrave.
Lindy 125
Haojue Lindy 125
O Lindy 125 é o representante da Haojue no segmento de scooters compactos. Voltado para a mobilidade urbana, oferece praticidade e economia para quem precisa de um veículo ágil e fácil de pilotar no dia a dia.
Seu motor monocilíndrico de 124 cm³, com alimentação por carburador, gera 8,4 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 0,92 kgf.m a 6.000 rpm. O câmbio é automático do tipo CVT, o que facilita muito o uso em centros urbanos com trânsito intenso.
Entre os destaques, o Lindy traz freio a disco na roda dianteira com sistema combinado, rodas de 10 polegadas, além de espaço sob o assento e bauleto de série, aumentando a capacidade de carga. O piso plano e o gancho porta-sacolas também são atrativos para o uso cotidiano.
VR 150
Suzuki HaoJue VR 150
O VR 150 é um scooter mais robusto e encorpado, com proposta voltada ao uso urbano, mas com mais potência e conforto que o Lindy. Seu motor é um monocilíndrico de 150 cm³ com injeção eletrônica, o que garante um funcionamento mais eficiente e adequado às normas de emissão anteriores ao Promot 5.
Ele entrega cerca de 9,3 cv de potência e torque de 1,0 kgf.m, e também conta com câmbio automático CVT, facilitando a condução. As rodas menores — 12 polegadas na dianteira e 10 na traseira — privilegiam a estabilidade em trajetos urbanos, embora comprometam o desempenho em vias irregulares.
Vem equipado com bauleto de série, espaço sob o assento, lanterna traseira em LED e freio a disco na frente com tambor na traseira. O VR 150 era uma opção interessante para quem buscava um scooter com visual mais robusto, melhor desempenho e praticidade para a rotina urbana, com uma pegada mais premium dentro da linha Haojue.
A Honda Rebel 300 foi uma das presenças que mais chamaram a atenção no estande da Hondadurante o Capital Moto Week 2025, em Brasília. A pequena custom despertou curiosidade entre os visitantes e reacendeu a discussão sobre uma possível estreia do modelo no Brasil. Será que agora vem?
Honda Rebel chamando a atenção no estande da Honda em Brasília – Divulgação
Honda Rebel surge em Brasília
Apesar do destaque dado à Honda Rebel no evento, a fabricante ainda trata a motocicleta como um conceito. Segundo explicação da marca, a exibição tem caráter estratégico, funcionando como uma sondagem para medir o interesse do público brasileiro.
No evento do ano passado, a Honda já havia testado a aceitação do modelo com uma pesquisa informal. Na ocasião, uma versão da Rebel com motor refrigerado a ar foi utilizada. Já em 2025, a montadora afirmou que esse projeto foi descartado, focando agora na motorização com refrigeração líquida, semelhante à vendida no exterior.
Honda Rebel chamando a atenção no estande da Honda em Brasília – Divulgação
O que se sabe sobre a Rebel 300
Embora a Honda não tenha divulgado detalhes técnicos da Rebel apresentada no Brasil, a versão comercializada em mercados como Estados Unidos e Japão já é bem conhecida. A motocicleta é equipada com motor monocilíndrico de 286 cm³, refrigeração líquida e potência próxima dos 26 cv. O câmbio é de seis marchas e inclui embreagem assistida e deslizante.
As rodas de 16 polegadas calçam pneus de medidas 130/90 na dianteira e 150/80 na traseira. O modelo conta com freios a disco nas duas rodas e altura do assento bastante acessível, com apenas 690 mm do chão, o que torna a pilotagem mais segura para motociclistas de menor estatura.
Honda Rebel chamando a atenção no estande da Honda em Brasília – Divulgação
Público pode definir futuro da Honda Rebel no país
A exibição da Rebel 300 no Capital Moto Week 2025 não confirma sua chegada ao Brasil, mas deixa claro que a marca está monitorando o interesse do consumidor nacional pelo modelo.
A linha Rebel representa uma proposta de certa forma, acessível dentro do universo custom, segmento que ainda é pouco explorado no mercado brasileiro, especialmente com opções de menor cilindrada. Ultimamente praticamente dominado pelos modelos Royal Enfield.
Rebel 300 – Divulgação
A Rebel chegou a ser divulgada no Brasil em 2017, na ocasião era a Rebel 500. Mas a “bobber” nunca chegou a ser lançada por aqui.
Por enquanto, a Rebel segue sendo um modelo disponível apenas no exterior, mas sua aparição no principal evento de motos da América Latina pode ser um prenúncio de novidades que vêm por aí. Será?
A CB 650R E-Clutch 2026 marca um novo capítulo na linha de motos naked da Honda, já disponível na Europa e agora chegando ao Brasil. Mantendo o visual neo café racer, o modelo ganha fôlego com a introdução do sistema E-Clutch, tecnologia que dispensa o uso manual da embreagem nas trocas de marcha.
Honda CB 650R E-Clutch 2026 – Divulgação
Com previsão de chegada às lojas na segunda quinzena de agosto, a naked será oferecida em três opções de cor e preço sugerido a partir de R$ 58.270,00 (sem frete ou seguro).
O modelo anterior, CB 650R 2025, teve seu último preço sugerido de R$ 52.590. A diferença é de R$ 5.680, de uma versão para outra.
CB 650R E-Clutch 2026: clássica e moderna
O design Neo Sports Café, lançado em 2019 com a CB 1000R, permanece como base visual, mas agora apresenta linhas mais refinadas, com farol dianteiro redesenhado, traseira elevada e nova lanterna em LED. A CB 650R E-Clutch inclui painel TFT colorido de 5 polegadas e comandos retroiluminados no punho esquerdo.
O grande destaque, é o sistema E-Clutch, que permite trocas de marcha sem necessidade de acionar a embreagem manualmente. Isso oferece mais conforto no uso urbano e maior precisão na condução esportiva. A tecnologia amplia a acessibilidade da pilotagem, beneficiando tanto novatos quanto experientes.
A carenagem lateral do radiador, a nova rabeta e o banco, segundo a Honda, foram redesenhados. O tanque continua sendo o elemento central do design, realçando o motor tetracilíndrico.
O novo painel digital TFT, de alta visibilidade mesmo sob luz solar intensa, traz três modos de exibição: Circular, Barra e Simples. Já os comandos no punho esquerdo, agora retroiluminados e com seletor multifunção de quatro direções, permitem ajustes rápidos sem comprometer a condução.
Toda a iluminação é em LED, incluindo o farol dianteiro, piscas e a nova lanterna traseira. A altura do assento permanece em 810 mm.
O motor da CB 650R E-Clutch é o tetracilíndrico DOHC de 649 cm³, refrigerado a líquido, que entrega 86,7 cv a 12.000 rpm e 5,8 kgf.m de torque a 9.500 rpm. Nesse caso, de acordo com as adaptações ao Promo5, aconteceu uma perda de potência. O motor da versão anterior entregava 88,4 cv a 11.500 rpm e torque máximo de 6,13 kgf.m a 8.000 rpm. Já o escapamento, continua padrão “quatro-em-um”.
Entre os avanços técnicos, estão velas de irídio, dutos de ar duplos e pistões com saias assimétricas que reduzem o atrito. A embreagem assistida e deslizante ajuda nas reduções bruscas e melhora a suavidade nas trocas de marcha, enquanto o Honda Selectable Torque Control (HSTC) permite gerenciamento da tração da roda traseira, podendo ser desativado conforme preferência do piloto.
Detalhe do motor da Honda CB 650R E-Clutch 2026 – Divulgação
A arquitetura do motor é compacta, com cilindros inclinados a 30°, câmbio de seis marchas posicionado na parte superior e tecnologias voltadas à eficiência térmica e redução de peso e atrito.
Ciclística
A estrutura da CB 650R E-Clutch utiliza chassi de aço tipo Diamond com duplo berço, otimizando rigidez e leveza. A suspensão dianteira Showa SFF-BP invertida de 41 mm e o monoshock traseiro com ajuste de pré-carga garantem conforto e precisão nas curvas.
Os freios contam com pinças radiais de quatro pistões na dianteira, atuando em discos flutuantes de 310 mm, enquanto a traseira utiliza disco de 240 mm com pinça de pistão único. O sistema ABS de dois canais reforça a segurança nas frenagens. As rodas de alumínio calçam pneus 120/70-ZR17 na frente e 180/55-ZR17 atrás.
Honda CB 650R E-Clutch 2026 – Divulgação
Tecnologia E-Clutch: trocas de marcha sem embreagem
A estrela da CB 650R E-Clutch é seu novo sistema de embreagem eletrônica, que dispensa o uso da alavanca manual para subir ou reduzir marchas. Desenvolvido a partir das soluções Quickshifter e DCT da própria Honda, o E-Clutch é leve (2 kg) e pode ser ativado ou desativado conforme o gosto do piloto.
Com sensores e atuadores que monitoram velocidade, rotação do motor, ângulo do acelerador e pressão no pedal, o sistema permite trocas suaves e evita o desligamento do motor em situações de baixa velocidade ou trânsito intenso. A alavanca de embreagem permanece disponível para uso convencional, e o painel indica a transição entre os modos automático e manual.
Outro ponto interessante é a possibilidade de ajustar a força necessária para o acionamento do pedal, com três níveis de resposta: Hard, Medium e Soft. Em determinadas situações, o sistema alerta o condutor sobre a necessidade de reduzir marchas, otimizando a condução.
Vermelho Perolizado
Azul Perolizado
Preço, cores e disponibilidade
A CB 650R E-Clutch 2026 estará disponível nas concessionárias Honda a partir da segunda quinzena de agosto, com garantia de três anos e assistência Honda Assistance válida em seis países da América do Sul. O preço sugerido é de R$ 58.270,00, base São Paulo, sem incluir frete ou seguro.
As opções de cores são Cinza Fosco, Azul Perolizado e Vermelho Perolizado. O intervalo de manutenção é de 6.000 km, após a revisão inicial com 1.000 km.
Ficha Técnica — Honda CB 650R E-Clutch 2026
Categoria
Especificações
Motor
Tipo
DOHC, Quatro cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida
A Twister 2026 foi lançada pela Hondae continua como uma das principais apostas da marca no segmento das nakeds de média cilindrada no Brasil. A CB 300F, relançada em 2023, já soma mais de 140 mil unidades vendidas em território nacional, de acordo com dados da FENABRAVE entre janeiro de 2023 e junho de 2025.
Honda Twister 2026: nova cor – Divulgação
O modelo segue fiel ao projeto urbano que também é comercializado na Índia e até na Argentina, somente com o nome de CB 300F. Porém com a diferença de que nesses mercados, a naked conta com suspensão invertida e até bengala douradas. O modelo está previsto para chegar às lojas da marca em agosto.
Honda Twister 2026 – Conjunto mecânico inalterado
A parte motriz da Twister 2026 segue com o motor monocilíndrico de 293,5 cm³, com tecnologia FlexOne e comando de válvulas simples (SOHC). A potência máxima se mantém em 24,7 cv a 7.500 rpm, enquanto o torque é de 2,67 kgf.m a 5.500 rpm. O câmbio de seis marchas conta com embreagem assistida e deslizante, entregando suavidade nas trocas e maior controle em frenagens mais intensas.
Honda Twister 2026 – Divulgação
Tanto a versão equipada com freios ABS quanto a CBS compartilham essa mesma configuração. A proposta da Honda foi manter a eficiência do conjunto que já se mostrou confiável em uso urbano e rodoviário.
Suspensão e chassi seguem sem mudanças
O quadro do tipo Diamond tubular de aço, já conhecido por sua boa rigidez e controle, também está presente na Twister 2026. Na dianteira, permanece a suspensão telescópica com tubos de 41 mm e 130 mm de curso. Na traseira, o sistema monoshock com mola dupla e balança de aço oferece 120 mm de curso.
Honda Twister 2026 comparativo com a cor 2025 – Divulgação
Preços e disponibilidade nas lojas
A CB 300F Twister 2026 estará disponível nas concessionárias da Honda a partir da segunda quinzena de agosto. O modelo já está no site oficial da fabricante. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.
A diferença de preços em relação à linha 2025 é de R$ 567, em ambos os modelos. Os preços são sugeridos e não levam em consideração taxas de frete ou impostos.
No quesito visual, a CB 300F Twister 2026 aparece com novas combinações de cores que reforçam seu apelo esportivo. O Azul Perolizado, na versão ABS, substitui o Azul Metálico da linha 2025. As linhas agressivas continuam destacadas no tanque, na carenagem frontal minimalista e na rabeta. O banco em dois níveis também ajuda a compor o estilo do modelo.
As rodas de liga-leve com pneus radiais ajudam na segurança, especialmente em curvas ou superfícies de baixa aderência. Já no pacote tecnológico, o painel blackout com tela LCD, iluminação full-LED e porta USB-C continuam presentes — embora sem novidades para este ano.
Painel – Honda Twister 2026 – Divulgação
A Honda manteve as duas opções de frenagem para a Twister 2026. A versão com ABS conta com cáliper dianteiro de dois pistões, enquanto o modelo CBS traz cáliper de três pistões, com acionamento combinado nas duas rodas.
Ambas as versões utilizam discos de freio com os mesmos tamanhos: 276 mm na dianteira e 220 mm na traseira. O sistema, embora conhecido, segue oferecendo segurança nas frenagens e facilidade para o piloto.
Com o aumento e instabilidade dos preços dos combustíveis no Brasil, a busca por veículos econômicos tornou-se prioridade, pelo menos para a maioria. As motos, por sua natureza, já consomem menos que os carros, mas alguns modelos se destacam por oferecer um consumo excepcional, alcançando ou superando a marca de 50 km por litro – sempre a gasolina.
Motos mais econômicas no Brasil: a AZ1 da Avelloz está na lista – Divulgação
Neste artigo, exploramos cinco motos que fazem 50 km por litro ou mais, disponíveis no Brasil em 2025, com especificações resumidas, consumo e preços. Estas motocicletas são perfeitas para quem busca economia, praticidade e eficiência no dia a dia.
As 5 motos mais econômicas do Brasil em 2025
As motos que fazem 50 km por litro são ideais para deslocamentos urbanos, especialmente em cidades congestionadas, onde a agilidade e o baixo custo de manutenção são essenciais. Modelos como CUBs e scooters dominam essa categoria devido às suas baixas cilindradas e tecnologias voltadas para a eficiência. Além disso, essas motos oferecem um excelente custo-benefício, com preços acessíveis e despesas reduzidas com combustível e revisões.
Seja para ir ao trabalho, à faculdade ou para realizar entregas, motos que fazem próximo de 50 km por litro proporcionam uma solução prática e econômica. Abaixo, respondemos às principais perguntas sobre esses modelos, destacando suas características e por que eles são escolhas inteligentes para 2025.
Motos mais econômicas – A nova Biz 125 chega a 62,8 km por litro – segundo o Instituto Mauá. – Divulgação
Além da questão da economia por quilômetro rodado, muitas delas são equipadas com tecnologias como injeção eletrônica e sistemas start-stop, que otimizam ainda mais o consumo. Para quem usa a moto diariamente, essas características fazem uma grande diferença no orçamento.
Lista das motos mais econômicas de 2025
Abaixo, apresentamos cinco modelos que se destacam por seu consumo excepcional, todos disponíveis no mercado brasileiro em 2025. Cada moto foi selecionada com base em dados confiáveis, como os fornecidos pelo Instituto Mauá, e oferece um equilíbrio entre economia, desempenho e preço acessível.
ATENÇÃO: Todos os preços foram pesquisados a partir dos sites oficiais das marcas, em julho de 2024. O site Tudo de Motos apenas faz a pesquisa e informa. Não faz vendas e não controla os preços.
1. Honda Biz 125
O que faz da Honda Biz 125 uma das motos mais econômicas?
Honda Biz 125 – Divulgação
A Honda Biz 125 é um ícone no Brasil, conhecida por sua praticidade e economia. Desde seu lançamento em 1998, já vendeu mais de 4,7 milhões de unidades, sendo a segunda moto mais popular do país, atrás apenas da CG 160. A Biz 125 continua a ser uma das principais escolhas entre as motos mais econômicas do país.
Motorização: Equipada com um motor OHC monocilíndrico de 123,9 cc, a Biz 125 entrega 9,53 cv de potência a 7.000 rpm e 1,0 Kgfm de torque a 5.000 rpm. A transmissão semiautomática de quatro marchas elimina a necessidade de embreagem, facilitando a pilotagem.
Consumo: Segundo testes do Instituto Mauá, a Biz 125 alcança um impressionante consumo de 62,8 km por litro, tornando-a uma das motos mais econômicas do mercado brasileiro.
Preço: O preço inicial da Honda Biz 125 2025 parte de R$ 12.600 – na versão ES. O frete não está incluso.
Com um design compacto, a Biz 125 é ideal para o trânsito urbano, oferecendo agilidade e baixo custo de manutenção. Seu novo sistema de freios, com manete no guidão em vez de pedal, aproxima a experiência de pilotagem das scooters, aumentando a segurança e a praticidade.
2. Honda Elite 125
Por que a Honda Elite 125 é uma boa escolha para economia?
Motos mais econômicas: Honda Elite 125 – Divulgação
A Honda Elite 125 é a scooter de entrada da marca, perfeita para quem busca motos que fazem 50 km por litro com a praticidade de um câmbio automático. Em 2025, a Elite passou por uma renovação, ganhando um novo motor e design mais moderno.
Motorização: O motor monocilíndrico de 123,9 cc, com tecnologia eSP (Enhanced Smart Power), produz 8,2 cv a 6.250 rpm e 1,06 kgfm de torque a 5.000 rpm. O câmbio automático CVT garante uma condução suave.
Consumo: Oficialmente, a a média oficial é de 49,9 km por litro. Praticamente 50 km/L.
Preço: O preço sugerido para a Honda Elite 125 2025 é de R$ 13.880, sem incluir frete.
A Elite 125 conta com painel digital, sistema start-stop e um compartimento para capacete, tornando-a uma opção prática para o dia a dia. Suas rodas de 12 polegadas na dianteira e 10 na traseira oferecem boa estabilidade em ruas urbanas.
3. Avelloz AZ1
Como a Avelloz AZ1 se destaca na economia de combustível?
Motos mais econômicas no Brasil: cinquentinha AZ1 da Avelloz – Divulgação
A Avelloz AZ1, uma “cinquentinha” de 50cc, é uma opção acessível para quem busca motos que fazem 50 km por litro. Apesar de menos conhecida, a AZ1 tem ganhado espaço no mercado brasileiro, com mais de 14 mil unidades vendidas em 2024.
Motorização: O motor monocilíndrico de 50 cc entrega 2,7 cv a 8.000 rpm e 0,25 Kgfm de torque a 5.000 rpm. A transmissão é de quatro velocidades, com partida elétrica.
Consumo: A AZ1 alcança até 50 km por litro, ideal para deslocamentos curtos em ambientes urbanos.
Preço: O preço da Avelloz AZ1 2025 é de R$ 10.490, sem incluir frete.
Por ser um ciclomotor, a AZ1 exige apenas a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC), sendo uma escolha prática para iniciantes ou para quem busca economia extrema. Seu design simples e robusto é ideal para trajetos curtos.
4. Yamaha Fluo Hybrid Connected
O que torna a Yamaha Fluo Hybrid uma moto econômica e moderna?
Motos mais econômicas no Brasil: Yamaha Fluo Hybrid – Divulgação
A Yamaha Fluo Hybrid é a primeira scooter híbrida do Brasil, combinando um motor a combustão com um sistema elétrico auxiliar. Lançada em 2025, ela substitui a Neo 125 e se destaca por sua tecnologia e eficiência.
Motorização: O motor monocilíndrico de 125 cc gera 8,3 cv a 7.000 rpm e 1 kgfm de torque a 5.000 rpm. O sistema híbrido leve (Power Assist) auxilia em acelerações e subidas.
Consumo: A Fluo Hybrid alcança cerca de 49,3 km por litro, muito próximo da marca de 50 km por litro, com uma melhoria de 12% em relação ao modelo anterior. Então, chega como uma das motos mais econômicas do país.
Preço: O preço sugerido é de R$ 16.690, sem frete.
Equipada com freios ABS, painel digital com conectividade via smartphone e sistema start-stop, a Fluo Hybrid é uma opção moderna para quem busca motos que fazem 50 km por litro com tecnologia avançada.
5. Honda Pop 110i ES
Por que a Honda Pop 110i ES é uma motos mais econômicas?
Pop 110i entre as motos mais econômicas no Brasil – Divulgação
A Honda Pop 110i ES é a moto mais barata da marca, ideal para quem busca motos que fazem 50 km por litro com um preço acessível. Em 2025, ela ganhou partida elétrica e câmbio semiautomático, aumentando sua praticidade.
Motorização: O motor monocilíndrico de 109,5 cc entrega 8,43 cv a 7.250 rpm e 0,945 kgfm de torque a 5.000 rpm. A transmissão semiautomática de quatro marchas facilita a pilotagem.
Consumo: A Pop 110i ES registra 49,1 km por litro, muito próximo dos 50 km por litro, segundo testes do Instituto Mauá.
Preço: O preço sugerido parte de R$ 10.080, sem frete.
Simples e robusta, a Pop 110i ES é perfeita para iniciantes ou para quem usa a moto como ferramenta de trabalho, como entregadores. Seu design funcional e baixo custo de manutenção a tornam uma escolha popular.
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