Minimoto CFMoto XO Papio Racer ganha visual de Moto2, carenagem integral e mini winglets e potência 9,53 cv

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CFMoto atualiza a minimoto XO Papio Racer com carenagem completa, grafismo inspirado nas motos da MotoGP com mini winglets integrados

A CFMoto revelou a nova configuração de sua minimoto, que adota um visual mais esportivo e elementos estéticos herdados das motos da marca no Campeonato Mundial de Motovelocidade.

CFMoto atualiza a minimoto XO Papio Racer - Divulgação
CFMoto atualiza a minimoto XO Papio Racer – Divulgação

A XO Papio Racer passa a contar com carenagem integral e mini winglets, mantendo a base técnica já conhecida da família Papio, voltada ao uso urbano.

As mudanças reforçam a proposta de imagem de competição, sem alterar motor, chassi ou os sistemas de segurança, conforme informação divulgada pela CFMoto.

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Visual e inspiração das pistas

A principal novidade da versão Racer é o conjunto estético, com carenagem completa que aproxima a minimoto das motos que a CFMoto leva ao Mundial, nas categorias Moto2 e Moto3, com a equipe Aspar.

Moto da equipe Aspar CFMoto - Divulgação
Moto da equipe Aspar CFMoto – Divulgação

O grafismo segue o padrão empregado pela equipe oficial em competições, e a fabricante incorporou mini winglets integrados à carenagem para acentuar a identidade esportiva do modelo.

Na prática, a aparência ficou mais próxima das pistas, com pneus pensados para uso predominantemente em asfalto, diferenciando-se da proposta da versão Trail.

Minimoto XO Papio Racer - Divulgação
Minimoto XO Papio Racer – Divulgação

Motor, desempenho e medidas

A atualização estética não alterou a mecânica, a XO Papio Racer mantém o motor monocilíndrico de 126 cc já conhecido na linha.

A potência declarada é de 9,53 cv a 8.250 rpm, com torque máximo de 0,92 kgf.m a 6.500 rpm, dados fornecidos pela própria fabricante.

O peso em ordem de marcha é de 114 kg, e o tanque tem capacidade para 7 litros, preservando a proposta de deslocamentos curtos e uso urbano.

Minimoto XO Papio Racer - Divulgação
Minimoto XO Papio Racer – Divulgação

Ciclística, freios e eletrônica

No conjunto ciclístico, a Racer adota garfos invertidos na dianteira e monoamortecedor na traseira, mantendo a base estruturada da família Papio.

Os freios usam pinças de dois pistões nas duas rodas, com disco dianteiro de 210 mm e traseiro de 190 mm. O modelo vem equipado com ABS de dois canais e controle de tração.

Minimoto XO Papio Racer - painel - Divulgação
Minimoto XO Papio Racer – painel – Divulgação

O painel combina uma tela digital de três polegadas com um ponteiro mecânico, seguindo o padrão técnico já visto nas minimotos da marca.

Preço e disponibilidade

A XO Papio Racer tem preço base informado equivalente a 1.900 euros, valor que, em conversão direta, corresponde a aproximadamente R$ 11.700, sem considerar taxas ou impostos.

Minimoto XO Papio Racer - Divulgação
Minimoto XO Papio Racer – Divulgação

As minimotos da família Papio já chegaram a ser incluídas em uma consulta pública promovida pela CFMoto no Brasil no ano passado, e o link de votação permanece ativo no site da fabricante.

A marca não confirmou oficialmente a minimoto XO Papio Racer, nem a XO Papio Trail para o mercado brasileiro. Os modelos confirmados são a Ibex 450, CL-C 450, CL-C 450 Bobber e Ibex 700. Os lançamentos deverão acontecer ainda no primeiro semestre de 2026.

Lançamento: Ducati Formula 73 revive ícone café racer em série limitada

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A Ducati Formula 73 foi lançada como uma edição limitada criada para marcar o centenário da fabricante italiana. Inspirada na 750 Super Sport Desmo de 1973, a nova café racer terá produção restrita a 873 unidades numeradas, com chegada às concessionárias europeias prevista para o primeiro semestre de 2026.

Ducati Formula 73 - Divulgação
Ducati Formula 73 – Divulgação

A proposta da cafe racer Ducati Formula 73 é reinterpretar um dos modelos históricos da marca, combinando referências visuais da década de 1970 com soluções técnicas atuais. A iniciativa também resgata o legado da primeira motocicleta de rua da fabricante equipada com sistema de distribuição desmodrômica.

Inspiração histórica e contexto esportivo

A Ducati Formula 73 remete diretamente à 750 Super Sport Desmo lançada após a vitória de Paul Smart e Bruno Spaggiari nas 200 Milhas de Imola de 1972. A competição foi a primeira na Europa dedicada a motocicletas derivadas de produção, formato que influenciou posteriormente o surgimento do Superbike.

Ducati 750 Super Sport Desmo - 1973 - Divulgação
Ducati 750 Super Sport Desmo – 1973 – Divulgação

A conquista em Imola marcou o início de uma trajetória consistente da fabricante em competições com motos de produção. Desde então, a marca acumula mais de 400 vitórias, 16 títulos de pilotos e 21 títulos de construtores em campeonatos mundiais.

Segundo a Ducati, a Ducati Formula 73 busca reinterpretar esse período histórico sob uma perspectiva contemporânea, mantendo elementos visuais clássicos, mas adaptando o conjunto às exigências atuais de segurança e desempenho.

Ducati Formula 73 - Divulgação
Ducati Formula 73 – Divulgação

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Design com referências à década de 1970

O projeto visual da Ducati Formula 73 adota carenagem curta, rabeta afilada e guidões do tipo clip-on com espelhos nas extremidades, reforçando o conceito Urban Café Racer.

A pintura em prata e verde água foi desenvolvida a partir de pesquisas no acervo histórico da fabricante. A faixa dourada vertical no tanque faz referência à área sem pintura da 750 Imola Desmo original, que permitia visualizar o nível de combustível.

Formula 73 - edição limitada - Divulgação
Formula 73 – edição limitada – Divulgação

O modelo Formula 73 utiliza rodas raiadas de 17 polegadas combinadas com pneus Pirelli Diablo Rosso IV. O chassi treliçado em aço, pintado em verde água, integra o conjunto estrutural e estético.

Componentes usinados em alumínio incluem manetes de freio e embreagem com reservatórios integrados, pedaleiras e tampa de combustível fornecida pela Rizoma. Cada Formula 73 traz o nome do modelo e o número de série gravados na mesa de direção.

Formula 73 - numeração - Divulgação
Formula 73 – numeração – Divulgação

Todas as unidades acompanham certificado de autenticidade e uma caixa especial com imagens e esboços históricos produzidos pelo Centro Stile Ducati.

Motor Desmodue de 803 cc e 73 cv

A Ducati Formula 73 é equipada com o motor Desmodue de 803 cc, configuração L-twin com duas válvulas e distribuição desmodrômica. A potência declarada é de 73 cv a 8.250 rpm.

Ducati Formula 73 - Divulgação
Ducati Formula 73 – Divulgação

De acordo com a fabricante, o conjunto prioriza entrega progressiva de potência e mantém a característica mecânica associada aos modelos clássicos da marca.

O modelo é equipado com sistema Ride-by-Wire. O escapamento foi desenvolvido em parceria com a Termignoni e recebeu acabamento específico para esta edição limitada.

Pacote eletrônico e ciclística

Apesar da inspiração na década de 1970, a Ducati Formula 73 incorpora recursos eletrônicos atuais. Entre eles estão controle de tração Ducati Traction Control (DTC), ABS Cornering e sistema Ducati Quick Shift.

Detalhe Formula 73 - Divulgação
Detalhe Formula 73 – Divulgação

A motocicleta oferece dois modos de pilotagem, permitindo ajustar parâmetros conforme o tipo de uso, seja em deslocamentos urbanos ou em trajetos rodoviários.

O conjunto ciclístico combina o chassi treliçado em aço com rodas de 17 polegadas, solução que busca equilibrar estabilidade e dirigibilidade dentro da proposta café racer.

Formula 73 - Divulgação
Formula 73 – Divulgação

Produção e preço

A Ducati Formula 73 será produzida em série limitada de 873 unidades numeradas. Cada exemplar terá identificação individual gravada na mesa de direção.

O preço anunciado no Reino Unido é de 15.095 libras. Em conversão direta, o valor corresponde a aproximadamente R$ 107.100, sem considerar impostos, taxas de importação ou variações cambiais.

A Ducati Brasil não informou se teremos essa nova café racer no mercado nacional.

Rua das Motos em Curitiba: aprovada a criação de Polo Motociclista

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A rua João Negrão é aprovada pela Câmara de Vereadores da capital, como Polo Motociclista de Curitiba, com isenção de EstaR para motos um sábado por mês e previsão de melhorias urbanas. Ou seja, poderá se tornar a Rua das Motos de Curitiba.

A rua João Negrão em Curitiba foi oficialmente aprovada pela Câmara Municipal como Polo Motociclista da capital. O projeto de lei delimita o trecho da Rua João Negrão entre as ruas Engenheiros Rebouças e Chile e prevê medidas para organizar o espaço e incentivar o setor.

Rua João Negrão, a nova rua das motos de Curitiba - Divulgação
Rua João Negrão, a nova rua das motos de Curitiba – Jr Rodrigues – Tudo de Motos

A proposta estabelece ações voltadas ao turismo, à cultura e ao comércio ligados ao motociclismo. Entre os pontos previstos estão melhorias na iluminação pública, organização do trânsito e medidas para combater poluição sonora e visual na área central.

Outro ponto aprovado é a isenção do Estacionamento Regulamentado (EstaR) para motocicletas em um sábado por mês. A medida busca estimular encontros, eventos e ampliar a circulação de público na região aos fins de semana.

Segundo a autora do projeto, vereadora Delegada Tathiana Guzella (União), a iniciativa envolve aspectos de mobilidade, cultura e desenvolvimento econômico relacionados ao motociclismo.

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Delimitação do Polo Motociclista

A rua das motos ficará concentrada no trecho da Rua João Negrão entre as ruas Engenheiros Rebouças e Chile, no centro da cidade. O texto aprovado reconhece a vocação já existente da região, que reúne bares e estabelecimentos frequentados por motociclistas.

De acordo com a justificativa apresentada, o objetivo é organizar o uso do espaço urbano diante do fluxo constante de motociclistas e visitantes. A proposta também busca criar condições para realização de eventos e encontros de motoclubes de forma estruturada.

A votação em plenário contou com a presença do deputado estadual Tito Barichello (União), além de representantes de motoclubes, comerciantes e empresários ligados aos setores motociclístico, turístico e cultural.

Rua João Negrão, a nova rua das motos de Curitiba - Jr Rodrigues - Tudo de Motos
Rua João Negrão, a nova rua das motos de Curitiba – Jr Rodrigues – Tudo de Motos

Isenção de EstaR e medidas previstas

Um dos principais pontos da nova regulamentação da rua das motos é a isenção do EstaR para motocicletas em um sábado por mês. A regra valerá exclusivamente para motos e tem como foco incentivar a presença do público na região em datas específicas.

Além da questão do estacionamento, o projeto prevê melhorias na infraestrutura urbana. Entre elas estão reforço na iluminação pública, organização do tráfego e ações para reduzir poluição sonora e visual.

A intenção, conforme o texto aprovado, é adequar a área ao grande fluxo de motociclistas e frequentadores, promovendo equilíbrio entre atividade comercial, convivência urbana e mobilidade.

 Criação do Polo Motociclista de Curitiba visa valorizar e fomentar o comércio local. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
Criação do Polo Motociclista de Curitiba visa valorizar e fomentar o comércio local. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)

Tramitação e próximos passos

O projeto que cria o Polo Motociclista de Curitiba recebeu parecer favorável da Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal. Também passou pelas comissões de Constituição e Justiça, Economia e Urbanismo.

Com a aprovação legislativa, a proposta segue agora para sanção do prefeito da cidade, Eduardo Pimentel. Caso seja sancionada, a lei entrará em vigor formalizando a “rua das motos” na João Negrão e estabelecendo as regras previstas para funcionamento do novo polo na região central da capital paranaense.

Viagem de moto no feriado: revisão, equipamentos e direção defensiva; confira as dicas

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Para uma boa viagem de moto durante o feriadão, as dicas são: cuidados com a motocicleta, atenção aos equipamentos de proteção e direção defensiva diante do aumento do tráfego e do consumo de álcool nas rodovias.

A sua viagem de moto demanda planejamento e atenção diante do aumento do fluxo nas rodovias durante o feriado. A Yamaha Brasil orienta motociclistas a realizarem inspeção completa da motocicleta e adotarem conduta responsável para reduzir riscos de acidentes.

Viagem de moto no feriado - Divulgação
Viagem de moto no feriado – Divulgação

O período é marcado por deslocamentos mais longos e maior circulação de veículos nas estradas. Segundo a fabricante, a combinação entre tráfego intenso e consumo de bebidas alcoólicas amplia as situações de risco.

De acordo com Cintia Faccin, gerente da Universidade Yamaha, o Carnaval em específico, é um momento de lazer, mas também de maior exposição a ocorrências no trânsito. A orientação é que a viagem comece com a motocicleta em boas condições e seja conduzida com responsabilidade do início ao fim.

Orientações da Universidade Yamaha - Divulgação
Orientações da Universidade Yamaha – Divulgação

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O que verificar antes de sair para a viagem

Antes de iniciar a viagem de moto, a recomendação é realizar uma inspeção pré-pilotagem completa. Entre os itens que devem ser checados estão a pressão e o estado dos pneus, observando desgastes, cortes ou deformações.

Também é necessário verificar o funcionamento dos freios, incluindo manetes e pedal, além de acelerador e embreagem. O sistema de iluminação deve estar em pleno funcionamento, com farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina operando corretamente.

Verifique a pressão e o estado dos pneus - Divulgação
Verifique a pressão e o estado dos pneus – Divulgação

A conferência dos níveis de óleo e demais fluidos é outro ponto indicado, assegurando que não haja vazamentos. Corrente, chassi e suspensão devem ser avaliados quanto à lubrificação, tensão e fixações. A leitura do manual do proprietário é recomendada para seguir as especificações de cada modelo.

Conduta do piloto

Durante a viagem de moto, o comportamento do condutor é apontado como fator determinante para a segurança. O uso de equipamentos de proteção completos é considerado essencial. Capacete certificado, jaqueta, luvas, calça, botas e protetor de coluna ajudam a reduzir lesões em caso de queda.

Dicas de segurança: Equipamentos - Divulgação
Dicas de segurança: Equipamentos – Divulgação

Manter postura defensiva e atenção constante ao entorno são práticas indicadas para lidar com o tráfego mais intenso. O uso correto dos retrovisores contribui para antecipar situações de risco, assim como evitar distrações, especialmente o uso de celular durante a pilotagem.

Outra orientação é trafegar com o farol aceso, inclusive durante o dia, para ampliar a visibilidade da motocicleta. Ao circular próximo a veículos de grande porte, é necessário cautela redobrada devido aos pontos cegos mais amplos.

Viagem de moto - Divulgação
Viagem de moto – Divulgação

Respeitar os limites de velocidade, manter distância segura do veículo à frente e ter atenção especial em cruzamentos e ultrapassagens aumentam o tempo de reação e o espaço para frenagens de emergência.

Orientações da Universidade Yamaha - Divulgação
Orientações da Universidade Yamaha – Divulgação

Álcool só como combustível!

Entre as recomendações, a principal é não realizar a viagem de moto após o consumo de bebida alcoólica. A combinação compromete reflexos, percepção de risco e capacidade de tomada de decisão.

A adoção das medidas indicadas pode contribuir para uma viagem de moto mais segura ao longo do feriado.

Shineray é investigada no Ministério da Justiça após denúncia da Abraciclo

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A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) notificou a Shineray a prestar esclarecimentos em 20 dias, com base em artigo do Código de Defesa do Consumidor.

A Shineray é alvo de um processo administrativo no Ministério da Justiça e Segurança Pública, após representação formal apresentada pela Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, entidade que representa fabricantes do setor de duas rodas no país, localizada em Manaus.

Shineray - atualmente a 3ª marca de motos mais vendida no Brasil - Divulgação
Shineray – atualmente a 3ª marca de motos mais vendida no Brasil – Divulgação

O procedimento foi instaurado em novembro de 2025, mas o caso só se tornou público neste fevereiro de 2026, quando a associação divulgou comunicado confirmando a representação contra a fabricante.

A apuração foi instaurada com fundamento no artigo 55, §4º, do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), no Decreto nº 2.181/1997 e na Portaria MJ nº 905/2017, que tratam da atuação administrativa em defesa do consumidor.

Fabrica da Shineray na Região Metropolitana do Recife - Divulgação
Fabrica da Shineray na Região Metropolitana do Recife – Divulgação

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O que a Abraciclo alega

No documento encaminhado às autoridades, a Abraciclo afirma ter recebido alertas de associadas sobre possíveis irregularidades em motocicletas comercializadas no mercado brasileiro.

De acordo com a denúncia, as supostas falhas poderiam envolver riscos ao consumidor, impactos ao meio ambiente, prejuízo à concorrência leal e reflexos na segurança viária.

A entidade destaca três pontos centrais na representação contra a Shineray:

  • Possível ausência de catalisador;
  • Possível ausência de cânister;
  • Possível ausência de sistema de ventilação do cárter.
Denúncia da Abraciclo: possível ausência de catalisador - Divulgação
Denúncia da Abraciclo: possível ausência de catalisador – Divulgação

Segundo a Abraciclo, o catalisador é componente relacionado ao controle de emissões de poluentes, enquanto o cânister atua na retenção de vapores de combustível. Já a ventilação do cárter está ligada ao controle de gases internos do motor.

Na avaliação apresentada na denúncia, a eventual ausência desses dispositivos poderia representar descumprimento de normas ambientais e exposição a compostos potencialmente nocivos.

JET 125 SS EFI - Divulgação
JET 125 SS EFI – Divulgação

Notificação e requisitos de esclarecimento

A Secretaria Nacional do Consumidor, Senacon, notificou a Shineray para prestar esclarecimentos técnicos, concedendo prazo de 20 dias corridos a partir do recebimento da intimação.

Entre os pontos que a empresa deverá abordar estão a existência ou não de riscos à saúde e à segurança dos consumidores, o cumprimento dos limites de emissões de poluentes e ruído, a conformidade dos modelos com normas técnicas e ambientais vigentes e a precisão das informações fornecidas ao mercado.

O processo segue em fase inicial, e a apuração depende da análise das informações técnicas que serão apresentadas pela fabricante, cabendo à Senacon determinar diligências adicionais ou solicitar documentos complementares.

Fabrica da Shineray - Divulgação
Fabrica da Shineray – Divulgação

Posicionamento da Shineray

Em contato com a reportagem, a assessoria da Shineray informou que a marca “não irá se manifestar publicamente neste momento sobre os questionamentos apresentados”.

Em um e-mail à imprensa, a empresa declarou que “seus produtos seguem os padrões técnicos, normativos e legais exigidos pelos órgãos competentes e que estão plenamente regulares” e que as informações sobre os modelos comercializados e respectivas especificações técnicas estão disponíveis ao público em seu site oficial.

SBM: parceria com a QJ Motor - Divulgação
SBM: parceria com a QJ Motor – Divulgação

Veja a nota na íntegra:

“Informamos que a Shineray opta por não se manifestar sobre os questionamentos.

Reforçamos que os produtos da Shineray do Brasil seguem rigorosamente os padrões técnicos, normativos e legais exigidos pelos órgãos competentes, estando plenamente regulares.

Esclarecemos que todas as informações oficiais relativas ao portfólio da marca, incluindo modelos comercializados e respectivas especificações técnicas, encontram-se publicamente disponíveis e atualizadas no site oficial da montadora.”

Não há, por enquanto, decisão final nem sanções aplicadas à marca chinesa. Neste momento, a Shineray ocupa a 3ª posição no ranking de vendas de motos no país, só atrás de Honda e Yamaha.

Triumph confirma chegada da Tiger 900 Alpine e Desert no Brasil, já com os preços de lançamento

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Edições especiais baseadas em GT Pro e Rally Pro chegam com cores e grafismos exclusivos, escapamento Akrapovič de série, e preços a partir de R$ 82.590

A Triumph confirmou através de suas redes sociais, a chegada ao Brasil das edições especiais Tiger 900 Alpine e Tiger 900 Desert, ampliando a família Tiger 900 no mercado nacional.

Triumph Tiger 900 Desert - Divulgação
Triumph Tiger 900 Desert – Divulgação

As novas versões são derivadas das GT Pro e Rally Pro, e trazem equipamentos extras, atualizações visuais e componentes exclusivos para diferenciar as edições especiais das versões convencionais. Como as versões nacionais ainda não foram lançadas, nossa base em relação aos acessórios, são do modelo europeu. 

Visual e grafismos para montanha e deserto

A Triumph adotou esquemas de cores distintos para cada edição, reforçando a proposta temática das motos. A Tiger 900 Alpine vem com pintura Snowdonia White, combinada com Sapphire Black e acentos em Aegean Blue, enquanto a Tiger 900 Desert usa Urban Grey e Sapphire Black, com pontos em Baja Orange.

Além das cores, as motos receberam grafismos exclusivos e novos logotipos que fazem referência a ambientes de montanha e deserto, buscando reforçar a identidade visual das edições especiais.

Triumph Tiger 900 Alpine - Divulgação
Triumph Tiger 900 Alpine – Divulgação

Motor e desempenho mantidos, com foco em tração e versatilidade

As edições especiais mantêm o conjunto mecânico da linha Tiger 900, ou seja, o motor três cilindros de 888 cc, com potência máxima de 106,2 cv a 9.500 rpm e torque de 9,17 kgf.m a 6.850 rpm. A Triumph declara consumo médio de 21,2 km/l com base no ciclo WMTC, embora o consumo real no Brasil possa variar.

O motor usa o sistema T-plane crank, solução da Triumph para melhorar a tração em baixas rotações, mantendo a entrega de potência em regimes altos, buscando equilíbrio entre estrada e uso fora de asfalto.

Tiger 900 Desert - Divulgação
Tiger 900 Desert – Divulgação

Equipamentos, suspensão e freios, com Akrapovič de série

Entre os diferenciais de série, a marca incluiu o escapamento Akrapovič nas duas versões. A Tiger 900 Alpine traz barras de proteção do motor, enquanto a Tiger 900 Desert incorpora barras de proteção do tanque, pensadas para uso mais intenso em trilhas.

O painel TFT de 7 polegadas e o sistema de conectividade MyTriumph permanecem como equipamentos de série em toda a linha, mantendo o nível tecnológico já conhecido da família Tiger 900.

Tiger 900 Alpine - Divulgação
Tiger 900 Alpine – Divulgação

Na suspensão e rodas, as duas edições se diferenciam, a Alpine recebendo conjunto Marzocchi com curso de 180 mm na dianteira e 170 mm na traseira, e a Desert adotando Showa com maior curso, 240 mm na frente e 230 mm atrás. Os freios usam componentes Brembo, com discos duplos de 320 mm na dianteira e ABS otimizado para curvas, enquanto as rodas são de liga leve na Alpine e raiadas na Desert.

Preços, lançamento e disponibilidade

A Triumph informou que os valores são preços especiais de lançamento. A Tiger 900 GT Pro Alpine parte de R$ 82.590, enquanto a Tiger 900 Rally Pro Desert tem preço inicial de R$ 85.690, ambos valores sugeridos, sem taxa de frete.

A marca ainda não divulgou a lista final de acessórios específicos para o Brasil, mas as versões nacionais devem seguir o padrão apresentado no lançamento europeu, com detalhes e vendas oficiais previstos para a próxima semana.

Bajaj Brasil cresce 74% em janeiro e registra 3.006 emplacamentos; linha 400 cc é a mais vendida

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A Bajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro, crescimento de 74% sobre 2025. A linha 400 cc e a Dominar 250 lideraram o desempenho da marca no período.

A Bajaj Brasil começou o ano com um bom aumento em suas vendas, resultado de oferta renovada e maior presença no mercado nacional.

Bajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro - Divulgação
Bajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro – Divulgação

O movimento é apoiado por um portfólio que ganhou demanda especialmente nas motos de média cilindrada e na família 400 cc.

Desempenho em janeiro

A marca registrou 3.006 unidades emplacadas em janeiro, número que representa alta de 74% em relação ao mesmo mês de 2025.

O resultado também indica um avanço de 28% quando comparado à média mensal de emplacamentos registrada ao longo de 2025, reforçando a trajetória de crescimento da empresa.

Bajaj Dominar 400 - Divulgação
Bajaj Dominar 400 – Divulgação

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Produção e rede de vendas

Desde o início das operações comerciais, a Bajaj Brasil já soma 47.524 motocicletas emplacadas em território nacional.

No mesmo período, cerca de 45 mil unidades foram produzidas na fábrica própria da marca, localizada em Manaus, no Amazonas, evidenciando o papel da produção nacional na estratégia de expansão.

Pulsar N150 - Divulgação
Pulsar N150 – Divulgação

Modelos que se destacaram

Entre os destaques do mês está a Dominar 250, que em janeiro alcançou a marca acumulada de 5 mil unidades emplacadas desde o lançamento no Brasil.

A linha 400 cc segue como principal referência da Bajaj Brasil no mercado nacional, somando Dominar 400 e Dominar NS400Z que ultrapassaram 20 mil unidades emplacadas no acumulado desde o lançamento, considerando o fechamento de 2025.

A Dominar NS400Z, lançada em outubro de 2025, já apresenta impacto direto nos números iniciais de 2026.

Dominar NS200 - Divulgação
Dominar NS200 – Divulgação

Modelos mais vendidos da Bajaj Brasil em janeiro

O desempenho da Bajaj Brasil no mês foi distribuído entre diferentes segmentos. Confira os números por modelo:

Dominar 400
Com 650 unidades emplacadas, permaneceu como o modelo mais vendido da Bajaj Brasil no mercado brasileiro.

Pulsar N150
Registrou 564 unidades emplacadas. O modelo segue em processo de consolidação, sem base comparativa com janeiro de 2025.

Dominar NS160
Alcançou 537 unidades, crescimento de 46% em relação às 368 motos emplacadas no mesmo mês do ano passado.

Dominar NS400Z - Divulgação
Dominar NS400Z – Divulgação

Dominar NS400Z
Somou 528 unidades em janeiro. O modelo foi lançado no último trimestre de 2025.

Dominar NS200
Emplacou 365 unidades, avanço de 18% frente a janeiro de 2025, quando registrou 310 unidades.

Dominar 250
Totalizou 362 unidades, crescimento de 34% sobre janeiro do ano anterior, que teve 270 emplacamentos.

Kawasaki Brasil prepara lançamento para fevereiro; teaser indica hiper naked acima de 1000 cc

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Teaser divulgado nas redes da Kawasaki Brasil alimenta expectativa. O filme mostra uma hyper naked, com visual que lembra a Z1100 2026. Será ela? A marca já confirmou que a novidade chega ao mercado nacional em fevereiro.

A Kawasaki Brasil confirmou que apresentará um novo modelo em fevereiro, sem revelar o nome ou a data exata.

Kawasaki Brasil prepara lançamento em fevereiro. Qual será? - Divulgação
Kawasaki Brasil prepara lançamento em fevereiro. Qual será? – Divulgação

O material liberado nas redes sociais traz imagens e um vídeo curtos, que já permitem eliminar algumas opções.

As peças divulgadas têm elementos que remetem diretamente ao visual da Z1100 2026, aumentando as especulações.

O que o teaser mostra e por que fãs apostam em uma naked

As imagens publicadas sugerem linhas agressivas e conjunto frontal que não combinam com motos carenadas como a Ninja ZX-10RR 2026, nem com a trail KLE 500.

O vídeo destaca detalhes do tanque, do farol e de painéis laterais com grafismos que lembram a identidade visual da Z1100 2026 apresentada internacionalmente no EICMA 2025, o Salão de Milão.

Por ora, a Kawasaki Brasil mantém o lançamento em sigilo, mas o material oficial reforça a possibilidade de uma naked de alta cilindrada no portfólio nacional.

Contexto e histórico recente da Kawasaki Brasil

A eventual chegada da Z1100 2026 ao Brasil representaria o retorno ao segmento de naked acima de 1000 cc, após o fim da produção da Z1000 nacional em 2023.

A marca já comercializa no país modelos com a nova plataforma 1100 cc, como a Versys 1100 e a Versys 1100 SE Grand Tourer, o que mostra viabilidade técnica para uma naked equipada com o mesmo conjunto mecânico.

Kawasaki Z1100 SE 2026 no EICMA 2025 - Divulgação
Kawasaki Z1100 SE 2026 no EICMA 2025 – Divulgação

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Motorização e desempenho

A Z1100 2026, apresentada internacionalmente, usa motor de quatro cilindros em linha, com aumento no curso dos pistões de 56 mm para 59 mm, e a cilindrada passou de 1.043 cm³ para 1.099 cm³.

Apesar do ganho de cilindrada, a potência máxima foi reduzida de 142 cv para 136 cv, uma alteração ligada à adequação às normas globais de emissões, como o Euro 5+, equivalente ao Promot 5 no Brasil.

Kawasaki Z1100 SE 2026 - Divulgação
Kawasaki Z1100 SE 2026 – Divulgação

Tecnologia, assistências e versões possíveis

A Z1100 2026 traz recursos avançados, como acelerador eletrônico, unidade de medição inercial, IMU de seis eixos, ABS otimizado para curvas, controle de tração e quickshifter bidirecional.

O modelo oferece quatro modos de pilotagem, Sport, Road, Rain e Rider, painel TFT colorido com conectividade para smartphone e piloto automático, itens que aumentam a atratividade para compradores de motos premium.

Kawasaki Z1100 SE 2026 - Divulgação
Kawasaki Z1100 SE 2026 – Divulgação

No exterior há também a versão SE, com componentes como bengalas douradas, freios Brembo com mangueiras aeroquip e amortecedor traseiro Öhlins S46 com ajuste remoto de pré-carga, enquanto a versão padrão usa suspensões Showa SFF-BP.

Até a divulgação oficial, a Kawasaki Brasil não confirmou quais versões, especificações finais ou preços serão oferecidos no país, e as informações completas devem ser apresentadas no anúncio formal ao longo deste mês de fevereiro.

Lembrando que a Kawasaki não confirmou que seu lançamento será a Z1100 2026. Isso é apenas uma “provável suspeita”.

Consórcio Honda completa 45 anos; confira simulações para CG 160 Titan, CB 300F Twister e NXR 160 Bros

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O consórcio Honda completou 45 anos de atuação no Brasil em janeiro de 2026, consolidando-se como uma das principais modalidades de compra planejada de motocicletas no país. Criado em janeiro de 1981, o sistema tornou-se uma alternativa amplamente utilizada por consumidores que buscam adquirir veículos de forma programada.

Desde o início das operações, o consórcio Honda motos acumula mais de 21 milhões de cotas comercializadas. Apenas em 2025, foram mais de 1,1 milhão de cotas vendidas no segmento de motocicletas, segundo dados oficiais divulgados pela empresa.

Consórcio Honda: mais de mais de 1,1 milhão de cotas em 2025 - Divulgação
Consórcio Honda: mais de mais de 1,1 milhão de cotas em 2025 – Divulgação

Ao longo dessas quatro décadas e meia, mais de 8,3 milhões de motocicletas 0 km foram entregues aos clientes brasileiros por meio do consórcio Honda. Atualmente, a modalidade responde por cerca de um terço das vendas de motos Honda novas no Brasil.

Segundo Rodrigo Gondo, presidente da Honda Serviços Financeiros, a operação foi criada com o objetivo de facilitar o acesso aos produtos da marca. De acordo com ele, ao longo de 45 anos, milhares de clientes utilizaram o consórcio Honda para adquirir seu primeiro veículo.

Fábrica da Honda no Brasil - Divulgação
Fábrica da Honda no Brasil – Divulgação

Números do consórcio Honda

O consórcio Honda é responsável por uma parcela significativa das vendas de motos novas no país. O modelo se destaca pela ausência de juros, substituídos por taxa administrativa e seguro, quando contratado, conforme as regras da modalidade.

O crescimento do consórcio Honda acompanha a demanda por motocicletas como meio de transporte e ferramenta de trabalho, especialmente em um cenário de busca por planejamento financeiro e previsibilidade de custos.

Consórcio Honda completa 45 anos - Divulgação
Consórcio Honda completa 45 anos – Divulgação

Simulações do consórcio Honda para motos 2026

Fizemos simulações para três modelos da linha Honda 2026: CG 160 Titan, CB 300F Twister ABS e NXR 160 Bros ABS. As simulações estão disponíveis através deste link, no site oficial da empresa.

Os valores apresentados consideram crédito, parcelas mensais, prazos e a inclusão opcional de seguro, sem previsão de frete ou documentação, conforme informado pela Honda. As simulações foram feitas no mês de fevereiro de 2026.

1 – CG 160 Titan – simulação

Na simulação da CG 160 Titan, modelo mais completo da linha CG, o consórcio Honda oferece planos com duração de até 80 meses. No exemplo divulgado, a opção considerada foi de 48 parcelas.

CG 160 Titan - Divulgação
CG 160 Titan – Divulgação

O preço público sugerido da CG 160 Titan 2026 é de R$ 20.310, sem incluir frete ou seguro. Pelo consórcio Honda, o valor do crédito foi definido em R$ 22.297.

Com prazo de 48 meses, a parcela mensal com seguro incluído é de R$ 591,39. Quando adicionada a documentação, o valor da parcela passa para R$ 638,70, mantendo o mesmo número de pagamentos.

2 – CB 300F Twister ABS – simulação

Para a CB 300F Twister ABS, a simulação considerou um plano de 60 meses, com possibilidade de contratação em até 80 parcelas.

CB 300F Twister  - Divulgação
CB 300F Twister – Divulgação

O preço sugerido da CB 300F Twister ABS 2026 é de R$ 26.150, sem frete ou seguro. No consórcio Honda, o valor do crédito utilizado na simulação foi de R$ 28.284.

Nesse cenário, a parcela mensal com seguro incluído ficou em R$ 609,05 durante 60 meses. Com a inclusão da documentação, o valor sobe para R$ 648,64, também em 60 parcelas.

3 – NXR 160 Bros ABS – simulação

A NXR 160 Bros ABS, modelo de topo da linha Bros, teve simulação com prazo de 60 meses, podendo chegar a 80 parcelas conforme escolha do cliente.

Honda NXR 160 Bros - Divulgação
Honda NXR 160 Bros – Divulgação

O preço público sugerido da Bros 160 ABS 2026 é de R$ 22.930, sem frete ou seguro. O crédito considerado no consórcio Honda foi de R$ 25.100.

Com seguro incluído, a parcela mensal ficou em R$ 540,49 por 60 meses. Ao acrescentar a documentação, o valor mensal passa para R$ 583,73, mantendo o mesmo prazo.

Observações sobre consórcios

A Honda informa que as condições de seu consórcio estão sujeitas a alterações. Os preços e valores das parcelas podem ser reajustados em função de mudanças no valor dos modelos, atualização de taxas administrativas e do seguro de vida prestamista, quando contratado.

Honda ADV 160 - Divulgação
Honda ADV 160 – Divulgação

As simulações apresentadas têm caráter informativo e foram realizadas com base nas informações oficiais disponíveis no momento da consulta. Interessados devem verificar prazos, regras e disponibilidade diretamente nos canais oficiais do consórcio da Honda.

Mantendo os pagamentos das parcelas em dia, o consorciado concorrerá mensalmente nas assembleias e tem a possibilidade de ser contemplado na modalidade sorteio ou então na modalidade lance, e consequentemente a possibilidade de retirada do modelo de sua preferência. Por outro lado, se o consorciado deixar de pagar duas parcelas, a cota será automaticamente cancelada e o participante perde tudo o que foi pago até então. Pense se realmente é para você!

As 15 motos mais vendidas em janeiro de 2026 no Brasil; confira o ranking

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Este é o  ranking das motos mais vendidas em janeiro de 2026. São os 15 modelos com maior número de emplacamentos, reforçando o crescimento do setor de duas rodas no Brasil.

As motos mais vendidas em janeiro de 2026 confirmam o bom início do mercado brasileiro de duas rodas. Dados oficiais da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram quais modelos lideraram os emplacamentos no primeiro mês do ano.

Mercado duas rodas segue em alta - Divulgação
Mercado duas rodas segue em alta – Divulgação

Ao todo, foram registradas 178.537 motocicletas emplacadas em janeiro. O volume representa retração de 7,5% em relação a dezembro de 2025, movimento considerado típico para o período.

Na comparação com janeiro de 2025, quando foram licenciadas 151.955 unidades, o crescimento foi de 17,4%, reforçando a relevância das motos mais vendidas como indicador do comportamento do consumidor.

Ranking das 15 motos mais vendidas em janeiro de 2026

O levantamento da Fenabrave aponta domínio dos modelos de baixa e média cilindrada entre as motos mais vendidas do país. A lista é liderada pela Honda CG 160, que manteve ampla vantagem sobre as concorrentes.

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Confira o ranking completo das motos mais vendidas em janeiro de 2026:

1 – Honda CG 160 – 37.671 unidades

Honda CG 160 - Divulgação
Honda CG 160 – Divulgação

2 – Honda Biz – 21.024 unidades

Honda Biz - entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 - Divulgação
Honda Biz – entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 – Divulgação

3 – Honda Pop 110i – 18.101 unidades

Nova Honda Pop 110i - Divulgação
Nova Honda Pop 110i – Divulgação

4 – Honda NXR 160 Bros – 15.101 unidades

Bros 160 - entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 - Divulgação
Bros 160 – entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 – Divulgação

5 – Yamaha YBR 150 – 6.738 unidades

Yamaha Nova Factor 150 - Divulgação
Yamaha Nova Factor 150 – Divulgação

6 – Mottu Sport 110i – 6.067 unidades

Mottu Sport 110i - Divulgação
Mottu Sport 110i – Divulgação

7 – Honda CB 300F – 5.785 unidades

Honda CB 300F Twister: entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 - Divulgação
Honda CB 300F Twister: entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 – Divulgação

8 – Honda PCX 160 – 4.753 unidades

Honda PCX 160
Honda PCX 160

9 – Honda XRE 190 – 4.114 unidades

Honda XRE 190 - Divulgação
Honda XRE 190 – Divulgação

10 – Yamaha Fazer 150 – 3.463 unidades

Fazer FZ15: a Fazer 150 cilindradas da Yamaha - Divulgação
Fazer FZ15: a Fazer 150 cilindradas da Yamaha – Divulgação

11 – Yamaha Fazer 250 – 3.451 unidades

Yamaha Fazer 250 – FZ25 - Divulgação
Yamaha Fazer 250 – FZ25 – Divulgação

12 – Yamaha XTZ 250 – 3.255 unidades

Yamaha XTZ 250 Lander
Yamaha XTZ 250 Lander

13 – Honda XRE 300 – 2.997 unidades

XRE 300 Sahara perdendo a briga com a Lander entre as mais vendidas de julho de 2024
XRE 300 Sahara

14 – Shineray Shi 175 – 2.912 unidades

Shineray SHI 175s EFI - entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 - Divulgação
Shineray SHI 175s EFI – entre as 15 motos mais vendidas de janeiro de 2026 – Divulgação

15 – Honda Elite 125 – 2.687 unidades

Honda Elite 125
Honda Elite 125

Participação das marcas no mercado

Além do desempenho individual dos modelos, a Fenabrave também divulgou os dados de participação por fabricante. A Honda liderou o mercado com 65,2% de participação em janeiro.

A Yamaha ficou na segunda colocação, com 14,1%, seguida pela Shineray, que alcançou 7,2%. Mottu e Avelloz registraram 3,4% e 1,8%, respectivamente. As demais marcas responderam, juntas, por cerca de 8% das vendas.

A Shineray alcançou 7,2% de participação no mercado nacional - Divulgação
A Shineray alcançou 7,2% de participação no mercado nacional – Divulgação

Mesmo sem presença no top 10, a Shineray apresentou um bom crescimento de participação em relação a 2025, quando fechou o ano com 5,94%.

O acompanhamento mensal das motos mais vendidas seguirá como referência para análise do desempenho do setor de duas rodas no Brasil.