Nova scooter da Yamaha tem 3 rodas e 1 airbag

0

A Tricity 300 2026, a nova scooter da Yamaha foi apresentada como a nova geração do seu modelo urbano de três rodas. O modelo incorpora atualizações em segurança, conectividade e design, além de melhorias voltadas ao uso diário.

Entre os principais destaques da nova scooter da Yamaha Tricity 300 2026 está a introdução de um sistema de airbag, recurso inédito em um modelo produzido em série pela marca. A scooter também passa a contar com ABS com função em curva, painel TFT conectado e novos recursos eletrônicos.

Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas - Divulgação
Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas – Divulgação

A Tricity 300 2026 mantém o conceito de mobilidade urbana baseado na arquitetura de três rodas com tecnologia Leaning Multi-Wheel (LMW). O sistema permite inclinação em curvas semelhante à de uma motocicleta convencional, ao mesmo tempo em que busca oferecer maior estabilidade.

O preço da Yamaha Tricity 300 2026 ainda não foi divulgado oficialmente. A fabricante informou que os valores serão revelados apenas no segundo bimestre do ano. No mercado britânico, a geração anterior da scooter tem preço inicial de 8.780 libras, o que corresponde a aproximadamente R$ 60 mil em conversão direta.

Tricity 300 2026 - Divulgação
Tricity 300 2026 – Divulgação

Airbag estreia na scooter de 3 rodas

Um dos principais recursos introduzidos na Yamaha Tricity 300 2026 é o sistema de airbag, nesse caso obviamente, voltado ao condutor. De acordo com a fabricante, trata-se do primeiro modelo da marca a receber esse tipo de equipamento em produção em série.

O sistema foi projetado para atuar em colisões frontais. O objetivo é reduzir a energia do impacto em situações em que o condutor é projetado para frente durante uma batida.

Airbag estreia na scooter de 3 rodas - Divulgação
Airbag estreia na scooter de 3 rodas – Divulgação

Na Tricity 300 2026, o airbag utiliza dois sensores de força G posicionados próximos ao centro da scooter. Esses sensores monitoram constantemente níveis de impacto e determinam quando o sistema deve ser acionado.

Ao ligar a scooter da Yamaha, uma luz de verificação no painel permanece acesa por cerca de seis segundos. Esse procedimento indica que o sistema está ativo e pronto para funcionamento. A fabricante também informa que o acionamento depende do ângulo e da intensidade da colisão.

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Sistema de ABS com função em curva

Outra atualização relevante da nova versão da Tricity 300 está no sistema de frenagem. A scooter passa a utilizar um novo ABS com função em curva.

Esse sistema utiliza dados de uma unidade de medição inercial (IMU) para analisar o comportamento da scooter durante a frenagem. A tecnologia monitora o ângulo de inclinação e a desaceleração para reduzir o risco de bloqueio das rodas quando o veículo está inclinado.

Sistema de ABS com função em curva - Divulgação
Sistema de ABS com função em curva – Divulgação

A nova scooter da Yamaha utiliza três discos de freio com 267 mm de diâmetro. O conjunto trabalha em conjunto com o UBS, sistema de travagem unificado da fabricante.

O recurso já é bem conhecido no Brasil e distribui automaticamente a força de frenagem entre as duas rodas dianteiras e a roda traseira. O modelo também conta com controle de tração (TCS), que atua para reduzir a possibilidade de perda de aderência da roda traseira durante aceleração.

Tecnologia de três rodas Leaning Multi-Wheel

A Yamaha Tricity 300 2026 utiliza a arquitetura Leaning Multi-Wheel, conhecida pela sigla LMW. O sistema é composto por duas rodas dianteiras que trabalham em conjunto com um mecanismo de inclinação.

O funcionamento ocorre por meio de um sistema em paralelogramo que mantém as rodas dianteiras alinhadas durante as curvas. Isso permite que ambas sigam trajetórias concêntricas enquanto permanecem em contato com o solo.

Segundo a fabricante, a tecnologia contribui para maior estabilidade durante a condução, especialmente em superfícies irregulares ou molhadas.

Iluminação em LED - Divulgação
Iluminação em LED – Divulgação

Design e iluminação em LED

Visualmente, a nova scooter da Yamaha de 3 rodas recebeu alterações no conjunto de carenagens. A nova estrutura frontal apresenta linhas mais estreitas e uma aparência mais compacta em relação à geração anterior.

A parte frontal passa a utilizar três elementos de iluminação em LED posicionados verticalmente. Na traseira, a scooter recebe uma nova lanterna horizontal também equipada com iluminação em LED.

O modelo também incorpora o sistema ESS (Emergency Stop Signal). Esse recurso aciona automaticamente os indicadores de direção dianteiros e traseiros durante frenagens de emergência, alertando outros veículos na via.

Nova scooter da Yamaha - Painel TFT com conectividade - Divulgação
Nova scooter da Yamaha – Painel TFT com conectividade – Divulgação

Painel TFT com conectividade

Outro destaque da nova scooter da Yamaha, Tricity 300 2026 é o novo painel de instrumentos. O conjunto é dividido em dois displays.

O painel principal é um display TFT colorido de 4,2 polegadas, localizado à direita do cockpit. Ao lado dele está um segundo display LCD de 2,8 polegadas, responsável por exibir informações adicionais de condução.

Com conexão ao smartphone por meio do aplicativo MyRide, permite visualizar notificações de chamadas, mensagens e e-mails diretamente no painel.

Motor de 292 cc

A nova nova scooter da Yamaha com 3 rodas, Tricity 2026 mantém o motor monocilíndrico de 292 cc com arrefecimento líquido e comando SOHC. O propulsor utiliza transmissão automática do tipo CVT.

Desenvolvido com a tecnologia Blue Core da fabricante, o motor entrega 28 cv de potência a 7.250 rpm e torque de 2,9 kgf.m a 5.750 rpm.

Entre as alterações está um novo silenciador com disposição revisada do catalisador. Segundo a marca, essa mudança contribui para reduzir emissões e também diminui o peso do conjunto em aproximadamente 800 gramas.

A scooter possui tanque de combustível com capacidade para 13 litros.

Espaço para dois capacetes integrais - Divulgação
Espaço para dois capacetes integrais – Divulgação

Espaço de carga e recursos

A Yamaha Tricity 300 2026 também recebeu recursos voltados ao uso cotidiano. Entre eles está o sistema Standing Assist, que ajuda a manter a scooter na posição vertical quando parada.

O modelo utiliza rodas de 14 polegadas, equipadas com pneus dianteiros 120/70-14 e pneu traseiro 140/70-14.

Sob o banco há um compartimento com capacidade de 45 litros. O espaço possui iluminação interna e pode acomodar dois capacetes integrais.

A scooter também inclui porta USB-C de 5V e 3A, sistema Smart Key para ignição sem chave e pré-instalação elétrica para acessórios de aquecimento, como punhos e assento aquecidos.

Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas - Divulgação
Tricity 300 2026: a nova scooter da Yamaha com 3 rodas – Divulgação

Versões, cores e disponibilidade

A nova geração será oferecida em duas versões: Tricity 300 e Tricity 300 Airbag. A segunda incorpora o sistema adicional de proteção para o condutor.

Entre as cores anunciadas para a nova scooter da Yamaha com 3 rodas, Tricity 300 2026 estão Milky White, Zen Green e Power Grey.

Os preços oficiais ainda não foram divulgados pela fabricante e devem ser anunciados após o mês de abril, para o mercado europeu. Até o momento, a Yamaha Brasil não confirmou a chegada da Yamaha Tricity 300 2026 ao mercado nacional.

Pra acabar com a falta de peças: Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico com 1,5 milhão de peças no Brasil

0

A Bajaj ampliou sua estrutura de pós-venda no Brasil com a consolidação de um centro de distribuição dedicado à gestão e ao envio de peças de reposição para concessionárias da marca. A iniciativa faz parte da estratégia da marca para acompanhar o crescimento da empresa no mercado brasileiro e garantir disponibilidade de componentes.

Localizado em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, o armazém concentra atualmente cerca de 1,5 milhão de peças da Bajaj. Os itens estão organizados em 3.408 códigos diferentes, o que permite atender demandas variadas da rede autorizada.

Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico - Divulgação
Bajaj investe R$ 15 milhões em centro logístico – Divulgação

A estrutura foi planejada para reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças para concessionárias em todo o território nacional. A empresa afirma que o objetivo é oferecer maior eficiência logística e melhorar o suporte pós-venda aos proprietários das motocicletas da marca.

Estrutura logística do centro de distribuição

O centro de distribuição da Bajaj ocupa uma área de aproximadamente 750 metros quadrados. A operação recebeu investimento estimado em cerca de R$ 15 milhões para instalação da infraestrutura, organização do estoque e implantação dos sistemas de gestão logística.

Dentro do armazém, a Bajaj opera com 1.082 posições de estoque. Esse sistema permite a localização e a separação rápida das peças solicitadas pelas concessionárias, agilizando o fluxo de pedidos e a preparação para envio.

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Atualmente, a operação conta com uma equipe de 10 colaboradores dedicados às atividades logísticas. A Bajaj informou que existe previsão de ampliar o quadro em aproximadamente 40% nos próximos dois meses, acompanhando o crescimento das operações da marca no Brasil.

Segundo a empresa, a expansão da estrutura de distribuição de peças é considerada um dos pilares da estratégia de atuação da Bajaj no país. A companhia afirma que a disponibilidade de componentes e a eficiência no atendimento pós-venda são fatores importantes para a consolidação da marca no mercado nacional.

Objetivo: reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças - Divulgação
Objetivo: reduzir prazos de atendimento e facilitar o fornecimento de peças – Divulgação

Fluxo de importação e reposição de peças

O abastecimento do estoque ocorre por meio de importações regulares a partir da matriz da empresa na Índia. Atualmente, a operação recebe em média dois contêineres por mês via transporte marítimo.

Além do transporte marítimo, a Bajaj também realiza cerca de quatro embarques mensais por via aérea. Esse modal é utilizado principalmente em situações que exigem maior rapidez no fornecimento de peças.

De acordo com a empresa, o transporte marítimo possui tempo médio de trânsito de aproximadamente 40 dias. Já o transporte aéreo permite que as peças cheguem ao Brasil em cerca de três dias.

O modal aéreo é utilizado principalmente em situações relacionadas a processos de garantia ou em casos em que motocicletas ficam imobilizadas aguardando componentes. Nesses cenários, a Bajaj busca reduzir o tempo de espera para a reposição das peças.

Centro logístico - Divulgação
Centro logístico em Barueri (SP) – Divulgação

Distribuição para concessionárias no país

Após a chegada ao centro logístico, as peças da Bajaj são distribuídas principalmente por meio de transporte rodoviário para concessionárias espalhadas pelo Brasil. Os prazos de entrega variam conforme a região de destino.

Internamente, a operação trabalha com uma meta de SLA (Service Level Agreement), que estabelece o tempo de resposta para processamento dos pedidos. Segundo a empresa, o prazo máximo definido é de até 72 horas para separação, conferência e expedição das peças solicitadas.

As concessionárias da Bajaj utilizam uma plataforma digital para realizar pedidos de componentes. O sistema permite consultar a disponibilidade de itens em estoque, registrar solicitações e acompanhar o andamento das entregas.

De acordo com a companhia, o modelo busca melhorar a comunicação entre a rede autorizada e a operação logística, além de aumentar a eficiência no fornecimento de peças.

Centro logístico - Divulgação
Centro logístico – Divulgação

Estratégia de suporte pós-venda

Com a operação do centro de distribuição em Barueri, a Bajaj afirma que pretende consolidar no Brasil uma estrutura voltada ao suporte pós-venda de suas motocicletas.

A empresa destaca que a disponibilidade de peças e a rapidez no atendimento às concessionárias são elementos importantes para garantir o funcionamento da rede autorizada e o atendimento aos clientes.

Volta aos anos 1980: Suzuki Katana lança série limitada com apenas 45 unidades

0

A Suzuki Katana passa a contar com uma nova edição especial com produção restrita. A fabricante japonesa apresentou oficialmente a Suzuki Katana Limited Edition, versão que terá apenas 45 unidades numeradas e destinadas ao mercado da Alemanha.

O modelo mantém a base mecânica, mas recebe alterações visuais e alguns itens adicionais. A proposta da Suzuki é oferecer uma variante mais exclusiva da Suzuki Katana, mantendo o design inspirado na motocicleta original lançada no início dos anos 1980.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Suzuki Katana Limited Edition – Divulgação

A Suzuki Katana Limited Edition chega às concessionárias alemãs com preço de 15.045 euros. Em conversão direta pela cotação média atual, o valor corresponde a aproximadamente R$ 92.000, sem considerar impostos, frete ou custos de importação.

A Katana foi lançada em 1981, e essa versão naked esportiva nunca chegou ao Brasil. O grupo J. Toledo chegou a lançar por aqui a Katana 125, em 1997, mas que nada tinha a ver com a Katana original.

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Série limitada e numerada

Um dos principais elementos da Suzuki Katana Limited Edition é a identificação individual de cada motocicleta. As unidades recebem numeração entre 1 e 45, que indica a posição do modelo dentro da produção total de 45 motos.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

A versão especial também inclui novos elementos estéticos. Entre eles estão um protetor de tanque com acabamento semelhante à fibra de carbono e sliders de proteção instalados no chassi.

Outro detalhe exclusivo é o conjunto gráfico chamado “The Edge”. O kit de adesivos combina cores preta e prata e foi desenvolvido para destacar as linhas angulares características da Katana.

A parte traseira da motocicleta também recebe acabamento escurecido, criando contraste com a pintura predominante do modelo.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Suzuki Katana Limited Edition – Divulgação

Escapamento Akrapovič diferencia a edição

Uma alteração técnica relevante da Suzuki Katana Limited Edition está no sistema de escapamento. A versão substitui o silenciador padrão por um modelo slip-on desenvolvido pela Akrapovič especificamente para essa motocicleta.

O restante do conjunto permanece igual ao da Suzuki Katana convencional. O motor é o quatro cilindros em linha de 999 cc derivado da esportiva Suzuki GSX-R1000.

Esse propulsor entrega potência declarada de 152 cavalos. No caso da Suzuki Katana, o ajuste privilegia desempenho em médias rotações, oferecendo respostas mais progressivas durante a pilotagem.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

Pacote eletrônico e ciclística

A Suzuki Katana Limited Edition preserva o mesmo pacote eletrônico da versão regular. O modelo utiliza acelerador eletrônico ride-by-wire e oferece três modos de pilotagem selecionáveis.

Também está presente o sistema de controle de tração STCS, tecnologia da Suzuki com cinco níveis de intervenção. O conjunto eletrônico inclui ainda quickshifter bidirecional de série para trocas de marcha sem o uso da embreagem.

Na parte ciclística, a estrutura continua baseada em um quadro de alumínio. A suspensão utiliza componentes da KYB, enquanto o sistema de freios conta com pinças Brembo montadas radialmente.

O painel é uma tela LCD acompanhada de indicadores laterais em LED. Todo o sistema de iluminação da Katana utiliza tecnologia LED.

Suzuki Katana Limited Edition - Divulgação
Katana Limited Edition – Divulgação

Itens extras

Além das mudanças visuais e do novo escapamento, os compradores da Suzuki Katana Limited Edition recebem alguns itens adicionais. Um deles é um tapete de garagem personalizado com o logotipo Katana.

A marca também inclui no pacote um exemplar do livro “Katana History”, publicação que apresenta a trajetória e o desenvolvimento do modelo ao longo de mais de quatro décadas.

Shineray Jef 150 2026 é lançada com novo farol em LED e painel digital; preço parte de R$ 14.790

0

A Shineray Jef 150 2026 foi lançada oficialmente com atualizações visuais e novos equipamentos. O modelo apareceu inicialmente nas redes sociais da fabricante e já está listado no site oficial da marca no Brasil.

A chegada da Shineray Jef 150 2026 ocorre após dúvidas sobre a continuidade da linha, especialmente depois da apresentação da SBM 150, que passou a ser chamada de New Jef 150. Mesmo com o novo produto no portfólio, a Shineray manteve a Jef 150 com uma atualização voltada principalmente ao design e tecnologia.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

De acordo com as informações no site pela fabricante, a Shineray Jef 150 2026 mantém a proposta de motocicleta urbana de baixa cilindrada, voltada ao uso cotidiano e deslocamentos nas cidades.

Novo conjunto óptico e mudanças no design

A principal alteração visual da Shineray Jef 150 2026 está concentrada na parte dianteira. O modelo passa a contar com um novo conjunto óptico formado por projetores em LED.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

O farol apresenta linhas mais anguladas em comparação com a geração anterior. No material divulgado pela marca não há confirmação sobre a presença de luz de circulação diurna (DRL).

Outros elementos do design foram mantidos. As carenagens laterais e o tanque seguem o formato já conhecido do modelo anterior, com pequenas mudanças nos grafismos.

Na parte traseira, não tivemos alterações. A lanterna, o para-lama traseiro, o banco em peça única e as alças laterais para o garupa permanecem com o mesmo desenho.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Painel digital e equipamentos

Entre as novidades da Shineray Jef 150 2026 também está o novo painel digital. O modelo passa a utilizar uma tela em LCD colorido.

Na geração anterior, a motocicleta já utilizava um painel digital, porém com display mais simples. O novo conjunto apresenta botões laterais para navegação das informações exibidas.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

Alguns equipamentos permanecem no modelo atualizado. Entre eles estão a tomada USB para carregamento de dispositivos móveis, rodas de liga leve de 17 polegadas e sistema de partida elétrica acompanhado de pedal auxiliar.

O conjunto de suspensão também segue sem alterações aparentes. Na dianteira, a motocicleta utiliza garfo telescópico convencional, enquanto na traseira permanece o sistema monochoque.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

No sistema de freios, a Shineray Jef 150 2026 utiliza disco de 235 mm na roda dianteira e freio a tambor de 128 mm na traseira.

Motor e especificações técnicas

Pelas imagens e informações disponíveis, o conjunto mecânico da Shineray Jef 150 2026 permanece o mesmo da versão anterior.

A motocicleta utiliza motor monocilíndrico SOHC de duas válvulas com 149 cm³ de cilindrada. A potência declarada é de 13,5 cv a 7.500 rpm, enquanto o torque máximo é de 1,4 kgf.m a 6.000 rpm.

As dimensões também permanecem inalteradas. A altura do assento é de 780 mm e o entre-eixos mede 1.330 mm.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Jef 150 2026 – Divulgação

O tanque de combustível possui capacidade para 12 litros. O peso declarado da motocicleta é de 122 kg.

Os pneus seguem nas medidas 90/90 na roda dianteira e 120/80 na traseira, ambos montados em rodas de 17 polegadas.

Preço e disponibilidade

No site oficial da fabricante, a Shineray Jef 150 2026 aparece com preço de R$ 14.790,00. Ao valor são adicionados R$ 990,15 referentes a frete e seguro de frete.

Shineray Jef 150 2026 - Divulgação
Shineray Jef 150 2026 – Divulgação

Com isso, o preço total anunciado para a Shineray Jef 150 2026 é de R$ 15.780,15.

O modelo já está listado no site da marca.

Jef 150 2026 – Ficha Técnica

MOTOR
Câmbio: 5 marchas
Tipo do motor: Monocilindrico, 4T, 2 válvulas, SOHC
Cilindrada: 149,48 cc
Potência máxima: 13,5 cv a 7.500 rpm
Torque máximo: 1,4 Kgf.m a 6000 rpm
Bateria: 12V / 7AH
Partida: Elétrica/Pedal

DIMENSÕES
Comprimento Total: 1990mm
Largura Total: 770mm
Altura Total: 1100mm
Altura do assento: 780mm
Distância do solo: 215mm
Distância entre eixos: 1330mm
Suspensão dianteira: Garfo Telescópico
Suspensão traseira: Balança monoamortecedora (monoshock)

CAPACIDADE
Peso líquido: 122kg
Peso em ordem de marcha: 135kg
Peso bruto total: 285kg
Capacidade máxima de carga: 150kg (piloto+passageiro+bagagem+acessórios)
Capacidade do tanque de combustível (incluindo reserva): 12L

RODAS E FREIOS
Roda dianteira/Aro: 90/90- 17”
Roda traseira/Aro: 120/80- 17”
Dianteiro: Disco (Ø=235mm) com acionamento hidráulico
Traseiro: Tambor (Ø=128mm) com acionamento mecânico

Motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026; confira o ranking e os preços

0

As motos trail mais vendidas continuam ocupando espaço relevante no mercado brasileiro de duas rodas. Em fevereiro de 2026, o segmento respondeu por 19,19% de todas as motocicletas emplacadas no país.

Os modelos trail são conhecidos pela versatilidade. Combinam características adequadas para o uso urbano com capacidade para enfrentar estradas de terra e vias não pavimentadas.

XRE 190 - entre as motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026 - Divulgação
XRE 190 – entre as motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026 – Divulgação

Por esse motivo, as motos trail seguem entre as preferidas de diferentes perfis de motociclistas. A lista mensal mostra tanto modelos tradicionais quanto novas opções que começam a ganhar participação no mercado nacional.

Ranking das motos trail mais vendidas em fevereiro de 2026

O levantamento das motos trail mais vendidas do país reúne motocicletas de baixa e média cilindrada. Os dados da Fenabrave refletem os emplacamentos registrados durante o último mês de fevereiro.

A novidades desde janeiro de 2026 são os modelos Shineray SHI 250 e a crossover Haojue DL 160, que praticamente tiraram da lista a BMW G310 GS e a outra Haojue, a NK 150.

Todos os preços são sugeridos e não incluem taxa de frete ou impostos.

1º – Honda NXR 160 Bros
Unidades vendidas: 13.453

Honda NXR 160 Bros - Divulgação
Honda NXR 160 Bros – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.960 (versão CBS)
Cilindrada: 162,7 cc
Potência: 14,3 cv a 8.500 rpm
Torque: 1,45 kgfm a 5.500 rpm

A Honda NXR 160 Bros segue na liderança entre as motos trail mais vendidas. O modelo mantém ampla vantagem em relação aos concorrentes e continua entre as motocicletas mais comercializadas da fabricante no Brasil.

2º – Honda XRE 190
Unidades vendidas: 4.082

Honda XRE 190 - Divulgação
Honda XRE 190 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 24.050 (versão Standard)
Cilindrada: 184,4 cc
Potência: 16 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,66 kgfm a 6.000 rpm

A XRE 190 aparece na segunda posição do ranking. O modelo conta com freio ABS na roda dianteira, painel blackout com indicador de marcha, iluminação Full LED e tomada USB-C.

3º – Honda XRE 300 Sahara
Unidades vendidas: 3.117

Honda XRE 300 Sahara - Divulgação
Honda XRE 300 Sahara – Divulgação

Preço sugerido: R$ 30.990 (versão Standard)
Cilindrada: 293,5 cc
Potência: 25,2 cv a 7.500 rpm
Torque: 2,74 kgfm a 5.750 rpm

A Sahara 300 ocupa a terceira posição entre as motos trail mais vendidas. O modelo representa a opção de média cilindrada da Honda dentro da categoria.

4º – Yamaha XTZ 250 Lander
Unidades vendidas: 2.842

Yamaha XTZ 250 Lander - Divulgação
Yamaha XTZ 250 Lander – Divulgação

Preço sugerido: R$ 29.290
Cilindrada: 249 cc
Potência: 20,9 cv a 8.000 rpm
Torque: 2,1 kgfm a 6.000 rpm

A XTZ 250 Lander aparece logo atrás da Sahara no ranking. A motocicleta é voltada para uso misto e mantém presença constante entre as motos trail mais vendidas no país.

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

5º – Shineray SHI 175
Unidades vendidas: 2.617

Shineray SHI 175 - Divulgação
Shineray SHI 175 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 15.490
Cilindrada: 175 cc
Potência: 14 cv a 7.500 rpm
Torque: 1,4 kgfm a 6.000 rpm

Entre os modelos com menor preço da lista está a SHI 175. A motocicleta vem registrando crescimento nas vendas e aparece entre as motos trail mais vendidas do mês.

6º – Yamaha Crosser 150
Unidades vendidas: 1.913

Yamaha Crosser 150 - Black Eclipse (preto sólido) - Divulgação
Yamaha Crosser 150 – Black Eclipse (preto sólido) – Divulgação

Preço sugerido: R$ 22.790 (versão S)
Cilindrada: 149 cc
Potência: 11,7 cv a 7.250 rpm
Torque: 1,3 kgfm a 6.000 rpm

A Crosser 150 permanece entre as principais representantes da Yamaha no segmento de baixa cilindrada.

7º – Honda XR 300L Tornado
Unidades vendidas: 1.211

Honda XR 300L Tornado - Divulgação
Honda XR 300L Tornado – Divulgação

Preço sugerido: R$ 31.540
Cilindrada: 293,5 cc
Potência: 24,8 cv a 7.500 rpm (etanol)
Torque: 2,74 kgfm a 5.750 rpm (etanol)

A XR 300L Tornado aparece entre as motos trail mais vendidas após o retorno do modelo ao mercado brasileiro.

8º – Avelloz AZ160 Xtreme 2025
Unidades vendidas: 957

Avelloz AZ160 Xtreme 2025 - Divulgação
Avelloz AZ160 Xtreme 2025 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 19.951
Cilindrada: 149 cc
Potência: 12 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,24 kgfm a 6.000 rpm

A presença da Avelloz no ranking indica a ampliação da concorrência dentro do segmento de motos trail no país.

9º – Shineray SHI 250
Unidades vendidas: 565

Shineray SHI 250 - Divulgação
Shineray SHI 250 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.490
Cilindrada: 249,6 cc
Potência: 19,3 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,83 kgfm a 6.000 rpm

O modelo conta com rodas raiadas, painel digital e iluminação full-LED, além de suspensão reforçada.

10º – Haojue DL 160
Unidades vendidas: 266

Haojue DL 160 - Divulgação
Haojue DL 160 – Divulgação

Preço sugerido: R$ 21.470
Cilindrada: 162,4 cc
Potência: 14,9 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,4 kgfm a 6.500 rpm

A DL 160 apresenta design inspirado em motocicletas de maior porte, com para-brisa elevado e conjunto óptico em LED.

Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades; maior volume em 15 anos

0

A produção de motos no Polo Industrial de Manaus (PIM) atingiu 348.732 unidades no primeiro bimestre de 2026. O volume representa crescimento de 1,7% em comparação com o mesmo período de 2025 e configura o melhor resultado registrado pelo setor nos últimos 15 anos.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). O levantamento considera apenas as fabricantes associadas à entidade que mantêm linhas de montagem instaladas no Polo Industrial de Manaus.

Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades no bimestre - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus soma 348 mil unidades no bimestre – Divulgação

Segundo a entidade, o desempenho da produção de motos ocorre em um cenário de demanda aquecida no mercado brasileiro. O ritmo de fabricação segue alinhado ao planejamento das montadoras, que ajustam a produção de acordo com o comportamento das vendas no varejo.

Produção de motos desacelera em fevereiro

No recorte exclusivo de fevereiro de 2026, a produção de motos somou 164.104 unidades. O volume representa queda de 7,1% na comparação com fevereiro de 2025.

Em relação a janeiro de 2026, quando as fábricas registraram ritmo mais intenso de atividade, a retração foi de 11,1%. De acordo com a Abraciclo, a redução já era esperada pelas empresas do setor.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

O principal fator apontado para a diminuição na produção de motos foi o menor número de dias úteis no mês. O feriado de Carnaval impactou o calendário industrial e reduziu o tempo disponível para a operação das linhas de montagem.

Apesar da queda mensal, o acumulado do ano segue positivo e mantém o setor com o melhor desempenho para o primeiro bimestre desde 2011.

Categorias Street e Trail lideram

A categoria Street permaneceu na liderança da produção de motos durante os dois primeiros meses de 2026. Entre janeiro e fevereiro, foram fabricadas 180.488 unidades desse tipo de motocicleta.

Esse volume representa 51,8% de toda a produção registrada no período. As motocicletas Street são tradicionalmente as mais procuradas no mercado brasileiro, principalmente por consumidores que utilizam o veículo para deslocamento urbano.

A segunda posição ficou com a categoria Trail. Esse segmento respondeu por 19,4% da produção de motos no bimestre.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Na sequência aparecem as motonetas, responsáveis por 13,3% do volume produzido nas fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus.

A mesma ordem foi mantida quando analisado apenas o desempenho do mês de fevereiro, o que confirma a predominância desses três segmentos dentro da produção nacional.

Alta cilindrada registra avanço no início do ano

Entre os destaques do levantamento está o crescimento da produção de motos de alta cilindrada. No primeiro bimestre de 2026, foram fabricadas 9.725 unidades dessa categoria.

O volume representa aumento de 22% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. Apesar da expansão, os modelos mais potentes ainda correspondem a uma parcela menor dentro da produção total.

A participação das motocicletas de alta cilindrada foi de 2,8% no conjunto da produção de motos registrada nos dois primeiros meses do ano.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Os modelos de baixa cilindrada continuam concentrando a maior parte da fabricação. Foram produzidas 270.919 motocicletas nessa faixa, o equivalente a 77,7% do total.

Já as motocicletas de média cilindrada ficaram em segundo lugar no ranking, com participação de 19,5% na produção de motos do período analisado.

No recorte exclusivo de fevereiro, a divisão seguiu praticamente a mesma. As motocicletas de baixa cilindrada representaram 76,9% da produção, as de média cilindrada 20,2% e as de alta cilindrada 2,9%.

Os dados utilizados no levantamento contemplam apenas empresas associadas à entidade que produzem dentro do Polo Industrial de Manaus. Isso significa que marcas que mantêm operações fora da Zona Franca de Manaus ou que não integram a associação não entram na contabilização oficial da produção de motos divulgada pela entidade.

Entre as fabricantes não incluídas nesse levantamento estão empresas como Shineray, Mottu, Avelloz e Watts.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Vendas no varejo

Além do crescimento da produção de motos, o levantamento também aponta expansão nas vendas no mercado brasileiro.

Entre janeiro e fevereiro de 2026, foram licenciadas 350.110 motocicletas em todo o país. O número representa aumento de 13,7% em comparação com o mesmo período de 2025.

Esse volume configura o maior número de emplacamentos já registrado para um primeiro bimestre no Brasil.

Considerando apenas o mês de fevereiro, os licenciamentos somaram 171.548 unidades. O resultado representa crescimento de 10% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Na comparação com janeiro de 2026, quando foram registrados 178.562 licenciamentos, houve retração de 3,9%.

Assim como ocorreu na produção de motos, a queda mensal foi atribuída ao menor número de dias úteis. O calendário passou de 21 dias de atividades em janeiro para 18 dias em fevereiro.

Produção de motos no Polo de Manaus - Divulgação
Produção de motos no Polo de Manaus – Divulgação

Mesmo com essa variação, a média diária de vendas no varejo permaneceu elevada. Durante fevereiro, foram comercializadas em média 9.530 motocicletas por dia no país.

Exportações de motocicletas crescem no bimestre

As exportações também registraram avanço no início de 2026. Nos dois primeiros meses do ano, as fabricantes embarcaram 8.015 motocicletas para o mercado internacional.

O volume representa crescimento de 43,1% em relação ao mesmo período de 2025.

Somente em fevereiro, foram exportadas 4.748 unidades. Esse número é 70% superior ao registrado em fevereiro do ano passado.

Na comparação com janeiro de 2026, quando foram exportadas 3.267 motocicletas, o crescimento foi de 45,3%.

Kawasaki abre loja no Recreio dos Bandeirantes – RJ

0

Kawasaki anunciou a abertura de uma nova concessionária no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A nova unidade amplia a rede autorizada da Kawasaki no estado e integra o plano de expansão da fabricante japonesa no mercado brasileiro.

Localizada na Avenida das Américas, a concessionária chega com estrutura alinhada aos padrões globais da Kawasaki. O espaço reúne showroom completo, atendimento especializado e serviços técnicos certificados para motociclistas da região.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Kawasaki Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

A inauguração também marca o início de uma sequência de novas unidades previstas pela Kawasaki no país, como parte da estratégia de crescimento da marca e fortalecimento da rede de concessionárias.

Nova unidade amplia presença da marca no Rio de Janeiro

A nova concessionária é operada pelo Grupo Real e passa a integrar oficialmente a rede autorizada da Kawasaki no estado do Rio de Janeiro.

Com a chegada da nova loja no Recreio dos Bandeirantes, a Kawasaki passa a contar com três operações na capital fluminense. As outras unidades ficam em Botafogo, com a concessionária Moto Flecha, e na Barra da Tijuca, com a Euroville (ex-Autocraft).

A presença das três concessionárias amplia a cobertura da Kawasaki em áreas estratégicas da cidade, atendendo motociclistas da Zona Sul, Barra da Tijuca e Zona Oeste. A estratégia busca facilitar o acesso aos produtos e serviços da marca.

Kawasaki Ninja ZX-4 RR - Divulgação
Ninja ZX-4 RR – Divulgação

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Lineup completo da Kawasaki

A nova unidade disponibiliza todo o portfólio de motocicletas da Kawasaki comercializado no Brasil. O lineup reúne modelos voltados para diferentes perfis de motociclistas, incluindo opções para mobilidade urbana, uso diário, turismo e esportividade.

Entre os principais diferenciais da concessionária estão o showroom com exposição de motocicletas, atendimento especializado e serviços técnicos autorizados pela Kawasaki. A estrutura segue os padrões de operação definidos globalmente pela fabricante japonesa.

Segundo a diretora comercial e de marketing da Kawasaki, Sonia Harue Ando, a inauguração representa um novo momento no planejamento de crescimento da empresa no país.

De acordo com a executiva, a unidade no Recreio dos Bandeirantes abre oficialmente a sequência de inaugurações prevista no plano de expansão no Brasil. A ampliação da presença no Rio de Janeiro também ocorre em parceria com o Grupo Real.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

Grupo Real assume operação da concessionária

A operação da nova concessionária fica sob responsabilidade do Grupo Real, empresa com mais de 60 anos de atuação no setor de reposição automotiva e duas rodas no Brasil.

O grupo é responsável por marcas como Real Duas Rodas e MIDE Parts, além de possuir experiência em logística, distribuição e atendimento no segmento de peças e acessórios.

Com a nova parceria, o Grupo Real passa a aplicar sua experiência operacional também na rede da Kawasaki, contribuindo para o atendimento e o suporte aos motociclistas no mercado carioca.

A expectativa é fortalecer o relacionamento com clientes da região e ampliar a oferta de serviços especializados de pós-venda por meio da nova concessionária.

Kawasaki Recreio dos Bandeirantes - RJ - Geraldo Correa/ VG Com - Divulgação
Grupo Real Recreio dos Bandeirantes – RJ – Geraldo Correa/ VG Com – Divulgação

Endereço e horário de funcionamento

Endereço: Avenida das Américas, 14.200 – Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro (RJ)

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira: das 9h às 18h
Sábado: das 9h às 15h
Domingos e feriados: fechado

BMW registra marca histórica 4 milhões de motos produzidas na fábrica de Berlim

0

BMW alcançou um novo marco industrial com a produção da motocicleta número quatro milhões em sua planta localizada em Berlim, na Alemanha. A unidade histórica produz motocicletas da marca desde 1969 e continua sendo o principal centro global de fabricação da BMW Motorrad.

O modelo que simboliza essa marca é uma BMW R 1300 GS Adventure. A unidade reúne processos industriais avançados e concentra parte significativa da produção mundial da BMW.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim – Divulgação

Com mais de 2.600 funcionários, a planta é considerada um dos polos industriais mais importantes da fabricante alemã. Ao longo das últimas décadas, a BMW investiu em modernização tecnológica, digitalização e expansão da capacidade produtiva da unidade.

Produção da BMW Berlim ao longo das décadas

A presença da BMW no local começou ainda em 1939, quando a empresa assumiu o controle da instalação em Berlim e passou a produzir componentes destinados às motocicletas da marca.

Trinta anos depois, em 1969, ocorreu a transferência completa da produção de motos de Munique para a capital alemã. Naquele período, cerca de 400 trabalhadores atuavam na planta, que produzia aproximadamente 30 motocicletas por dia.

Com o passar dos anos, a produção cresceu de forma constante e consolidou a unidade como referência dentro da BMW Motorrad.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim – Divulgação

Alguns marcos importantes na trajetória da planta incluem:

  • 1975: produção da motocicleta número 100 mil
  • 1980: volume total ultrapassa 250 mil unidades
  • 2001: fábrica atinge 1 milhão de motocicletas
  • 2011: produção alcança 2 milhões de unidades
  • 2019: saída da motocicleta número 3 milhões

Com a produção de 4 milhões unidades, a marca alemã amplia uma sequência de crescimento industrial iniciada há mais de cinco décadas.

Estrutura industrial e ritmo de fabricação

A planta de Berlim opera atualmente com alto nível de automação e integração digital. Esses processos fazem parte da estratégia da BMW de modernizar continuamente suas unidades industriais.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

Em períodos de maior demanda, uma motocicleta pode sair da linha de montagem a cada 60 segundos. Isso permite que a fábrica atinja volumes de até 900 motos produzidas diariamente.

A empresa também destaca que os investimentos em tecnologia incluem sistemas digitais de controle de produção, integração de dados industriais e processos de fabricação mais eficientes.

Segundo a BMW, a combinação entre inovação tecnológica e experiência da equipe tem papel fundamental na manutenção dos padrões de qualidade exigidos na produção das motocicletas.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Papel estratégico da planta na produção global

Dentro da rede internacional da BMW Motorrad, a fábrica de Berlim ocupa posição central. A unidade funciona como referência para processos industriais aplicados nas demais plantas da empresa.

Além da produção na Alemanha, a marca mantém fábricas próprias em países como Brasil e Tailândia. A empresa também possui produção realizada por parceiros industriais na China e na Índia.

Nesse sistema global, a planta alemã atua como base para desenvolvimento e implementação de novos processos produtivos, que posteriormente podem ser aplicados em outras unidades da marca.

Esse modelo permite que a BMW mantenha padrões industriais semelhantes em diferentes regiões do mundo.

BMW alcança 4 milhões de motos produzidas e celebra marco em Berlim - Divulgação
4 milhões de motos produzidas em Berlim – Divulgação

BMW R 1300 GS Adventure marca momento histórico

A motocicleta escolhida para representar o marco das quatro milhões de unidades produzidas foi a R 1300 GS Adventure. O modelo integra uma das linhas mais tradicionais do portfólio da BMW Motorrad.

A família GS possui presença consolidada em diversos mercados e representa uma parcela significativa das vendas globais da marca. Atualmente, a R 1300 GS Adventure é o modelo mais vendido da marca alemã no mundo inteiro.

Teve mudança? Honda X-ADV 2026 é lançada no Brasil

0

Detalhes, fotos e ficha técnica da Honda X-ADV 2026, desde o novo conjunto óptico com DRL ‘hidden eye’ até a transmissão DCT ajustada para facilitar manobras urbanas. Preço não mudou!

A nova linha X-ADV 2026 reafirma a proposta crossover da Honda, que mistura praticidade de maxiscooter com apelo aventureiro, oferecendo posição de pilotagem elevada e recursos eletrônicos avançados.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Divulgação

O modelo chega nas concessionárias brasileiras da marca a partir de abril de 2026, com preço público sugerido de R$ 93.500, base São Paulo, sem frete e seguro, mesmo valor da linha 2025.

Entre as novidades estão mudanças no design, melhorias na transmissão DCT e acabamento com garfos dourados para o mercado nacional, conforme informação divulgada pela Honda.

Design e equipamentos tecnológicos

A frente recebeu novo conjunto óptico com dois faróis em LED e luzes diurnas, integradas aos indicadores por meio da técnica chamada hidden eye, que escurece a área ao redor das lentes.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Divulgação

O painel é um display TFT colorido de 5 polegadas com nova interface gráfica e tecnologia de colagem entre vidro e display para reduzir reflexos em luz solar direta, oferecendo três estilos de visualização, Barra, Círculo e Simplificado.

O controle das funções passa por um comando retroiluminado de quatro vias no punho esquerdo, e a lista de equipamentos traz controle de cruzeiro integrado à transmissão DCT, compartimento sob o assento com 22 litros e iluminação em LED, e porta USB-C para recarga.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Divulgação

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Ergonomia e conveniência

O assento teve o formato revisto para facilitar o apoio dos pés no solo, a altura permanece em 820 mm e a densidade da espuma foi aumentada em 10% segundo a fabricante.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Divulgação

O guidão tem largura de 940 mm e o para-brisa foi redesenhado, permitindo ajuste em três posições com apenas uma mão, oferecendo variação de 139 mm entre as posições.

O modelo utiliza chave presencial Smart Key, que aciona abertura do tanque, destrava o assento e inclui função de localização por acionamento das setas, e sistema ESS, que ativa o pisca-alerta automaticamente em desacelerações bruscas a partir de 53 km/h.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Branco Perolizado – Divulgação

Motor e transmissão DCT

O conjunto mecânico manteve o motor bicilíndrico paralelo de 745 cc, 8 válvulas, com potência máxima de 58,6 cv a 6.750 rpm e torque máximo de 7,03 kgf.m a 4.750 rpm, com limitador de rotações atuando a 7.000 rpm.

O sistema Throttle By Wire oferece quatro modos de pilotagem pré-definidos, Sport, Standard, Gravel e Rain, além de dois modos do tipo User para personalização de preferência do piloto.

Honda X-ADV 2026 - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Divulgação

A transmissão DCT segue como destaque, com duas embreagens coaxiais, e recebeu ajustes eletrônicos que consideram dados de pressão hidráulica na câmara do pistão da embreagem, para arrancadas mais suaves e controle aprimorado em velocidades abaixo de 10 km/h.

As trocas podem ocorrer automaticamente ou manualmente por botões no guidão esquerdo, segundo a Honda, com mudanças ocorrendo em cerca de 70 milissegundos, sem interrupção perceptível da entrega de potência.

Honda X-ADV 2026 - Cinza Fosco - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Cinza Fosco – Divulgação

Preço, cores e garantia

A estrutura mantém o chassi tubular em formato Diamond, com tubos de espessuras variadas conectados por placas estampadas, suspensão dianteira invertida com tubos de 41 mm e ajuste de pré-carga e retorno, e sistema traseiro Pro-Link com monoamortecedor regulável em 10 níveis de pré-carga.

Honda X-ADV 2026 - Cinza Fosco - Divulgação
Honda X-ADV 2026 – Cinza Fosco – Divulgação

As rodas são raiadas, 17 polegadas na dianteira e 15 polegadas na traseira, com pneus 120/70-R17 na frente e 160/60-R15 atrás, calçados para uso misto. A frenagem conta com discos duplos dianteiros de 296 mm com pinças radiais de quatro pistões e disco traseiro de 240 mm.

O preço público sugerido para o mercado brasileiro é de R$ 93.500, base São Paulo, sem frete e seguro, e a X-ADV 2026 será oferecida nas cores Branco Perolizado e Cinza Fosco. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem, com assistência Honda Assistance durante o período.

O intervalo de manutenção indicado é de 6.000 quilômetros ou seis meses, sendo a primeira revisão aos 1.000 quilômetros ou seis meses.

Mulheres motociclistas ampliam presença nas estradas, cursos e competições no país

0

Mulheres motociclistas ampliam presença no cenário brasileiro em duas rodas e passam a ocupar cada vez mais espaço em um ambiente que historicamente foi dominado por homens. Nos últimos anos, o crescimento desse público tem sido observado tanto nas ruas quanto em eventos, cursos de pilotagem e competições.

Esse movimento também é percebido por empresas do setor. Na Kawasaki do Brasil, a diretora comercial e de marketing Sonia Harue Ando acompanha essa evolução ao longo de sua trajetória na empresa. Em 2024, ela completou 16 anos de atuação na companhia justamente no Dia Internacional da Mulher.

Sonia Harue Ando completa 16 anos de Kawasaki - Divulgação
Sonia Harue Ando completa 16 anos de Kawasaki – Divulgação

Segundo a executiva, mulheres motociclistas têm demonstrado maior interesse em estudar os modelos, participar de treinamentos e experimentar diferentes categorias de motocicletas, o que reflete um avanço no perfil das pilotas brasileiras.

Mulheres no motociclismo brasileiro

O aumento do número de mulheres motociclistas no país acompanha uma mudança cultural dentro do próprio universo das duas rodas. Cada vez mais mulheres buscam habilitação, cursos de aperfeiçoamento e participação em atividades relacionadas ao motociclismo.

De acordo com Sonia Harue Ando, o comportamento das novas motociclistas demonstra maior preparo e interesse técnico. Muitas passam a frequentar cursos de pilotagem e track days para aprimorar habilidades e conhecer melhor as motos que pilotam.

Mulheres motociclistas - Geise Pinheiro - Divulgação
Mulheres motociclistas – Geise Pinheiro – Divulgação

Esse cenário também reflete a diversidade de categorias exploradas pelas mulheres motociclistas, que hoje pilotam desde modelos urbanos até motocicletas esportivas e de alta cilindrada.

Quer Ficar por dentro do mundo Duas Rodas?
Entre para o nosso Grupo de Whats!

Histórias pessoais

Entre os exemplos desse crescimento está a trajetória de Geise Pinheiro Gobatto, de 42 anos. Moradora de José Bonifácio, no interior de São Paulo, ela teve os primeiros contatos com motos ainda na adolescência, quando pilotava escondido a motocicleta do pai ao lado da irmã.

Habilitada desde 2009, Geise realizou em 2022 o objetivo de adquirir uma motocicleta da marca Kawasaki. O primeiro modelo foi uma Ninja 400. Com o passar do tempo e a evolução na pilotagem, ela passou a conduzir uma Ninja ZX-4R.

A experiência com motocicletas se transformou em um estilo de vida. Ao lado do marido, que pilota uma ZX-6R 636, Geise participa de cursos de pilotagem e eventos de pista. Segundo ela, o envolvimento com o universo das motos aumentou à medida que se aproximava da prática.

Juliana Crepaldi, motociclista - Divulgação
Juliana Crepaldi, motociclista – Divulgação

Da garupa ao guidão

Outra trajetória que ilustra o crescimento das mulheres motociclistas é a da empresária Juliana Crepaldi, moradora de Jundiaí, no interior de São Paulo.

Durante anos, Juliana acompanhou o marido em viagens de motocicleta como passageira. As viagens eram realizadas em uma Kawasaki Vulcan 900. A mudança ocorreu após uma reflexão durante um desses trajetos.

A empresária decidiu que precisava aprender a pilotar para ter autonomia nas viagens. Depois de se habilitar, passou a conduzir a própria motocicleta, ampliando sua participação no motociclismo.

Casos como esse se tornaram mais comuns entre mulheres motociclistas, que muitas vezes iniciam o contato com o universo das motos como passageiras e posteriormente passam a assumir o guidão.

As Gurias da Kawa - Divulgação
As Gurias da Kawa – Divulgação

Grupos e redes de apoio entre motociclistas

O crescimento das mulheres motociclistas também ocorre por meio de iniciativas coletivas. Em diferentes regiões do país, grupos formados por pilotas têm incentivado a participação feminina no motociclismo.

Um exemplo é o grupo Gurias da Kawa, criado em 2021 no Rio Grande do Sul por Rebeca Flores, então com 24 anos. A proposta da iniciativa é reunir mulheres que pilotam motocicletas da marca e criar um ambiente de apoio entre as participantes.

Essas redes permitem a troca de experiências sobre pilotagem, manutenção das motos e participação em eventos. Além disso, contribuem para aumentar a visibilidade das mulheres motociclistas dentro do setor.

Stephany “Fany” - Divulgação
Stephany “Fany” – Divulgação

Presença feminina também cresce nas competições

A participação das mulheres motociclistas também se destaca em competições e eventos esportivos. Algumas atletas têm se tornado referência dentro do motociclismo nacional.

Entre elas está Moara Sacilotti, que em 2025 alcançou a marca de 25 anos competindo no Rally dos Sertões, uma das principais provas off-road do país. A trajetória consolidou seu nome como uma das representantes femininas do esporte.

Outra piloto que ganhou visibilidade é Stephany “Fany”, conhecida por atuações no wheeling e por participações em competições da modalidade. Ela também tem presença em eventos de motovelocidade ligados ao campeonato SuperBike.

Moara Sacilotti - 25 anos competindo no Rally dos Sertões - Divulgação
Moara Sacilotti – 25 anos competindo no Rally dos Sertões – Divulgação

Transformação gradual no setor

Para profissionais do setor, o aumento das mulheres motociclistas representa uma transformação estrutural no motociclismo brasileiro. O público feminino passou a ocupar diferentes espaços dentro desse universo, desde a pilotagem cotidiana até atividades esportivas e comunitárias.

A presença crescente também se reflete na diversidade de modelos pilotados. Hoje é possível encontrar mulheres motociclistas conduzindo desde motos clássicas e custom até esportivas de maior desempenho.

Esse cenário indica que a participação feminina nas duas rodas tende a se consolidar cada vez mais nos próximos anos, ampliando a diversidade do motociclismo no país e reforçando o papel das mulheres motociclistas.