Em Goiânia, Pierluigi vence e interrompe sequência de vitórias de Matthieu Lussiana

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O francês Matthieu Lussiana, liderou quase toda a corrida, quebrou record da pista, mas errou na última volta.
Foto: Rodrigo Ruiz/Grelak Comunicação
Disputa intensa entre os dois provoca quebra do recorde da pista na última volta da GP 1000
Após disputa emocionante, o argentino Diego Pierluigi, da JC Racing Team, quebrou a sequência de vitórias do francês Matthieu Lussiana, da BMW Motorrad Petronas Racing, assumindo a primeira colocação no pódio da GP 1000, principal categoria do Moto 1000 GP, neste domingo (28), no Autódromo Ayrton Sena, em Goiânia.
Em briga apertada, Pierluigi que havia pressionado o francês em outros momentos da competição, voltou a atacar nas duas últimas voltas e na abertura da última volta “roubou” o primeiro lugar. “Foi uma boa corrida, tanto a do Matthieu quanto a minha. Nós dois erramos em um algum momento da corrida, primeiro eu atrás dele e depois, ele errou na abertura da última volta. A corrida poderia ter sido vencida por qualquer um dos dois”, afirmou o vencedor do GP Michelin, na categoria GP 1000. Ele também afirmou estar feliz pela vitória, “Nunca havia passado tanto tempo sem ganhar uma corrida no campeonato, mas segui trabalhando duro junto com a equipe”. 
Na segunda volta o argentino bateu o recorde na pista em 1min24s161. Esse mesmo recorde foi quebrado por Matthieu Lussiana na última volta quando tentava recuperar, em vão, a primeira posição. O francês fez o menor tempo em 1min23s968
Vencedor da etapa goiana disputada em 2014 e das duas primeiras provas deste ano, Matthieu Lussiana afirmou não estar muito bem com a moto, mas feliz por ter terminado a corrida. “O importante é o campeonato. Infelizmente não me senti muito bem com a moto, não estava com um bom sentimento. Errei na abertura da última volta e quase consegui passar de novo”. 
A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade foi marcada também por forte disputa pelo terceiro lugar que ficou com o português Miguel Praia, da Center Moto Racing Team. Durante a prova, a posição foi disputada também pelos brasileiros Wesley Gutierrez, da Motonil Motors – PDV Brasil e Danilo Lewis, da Tecfil Racing Team
Praia afirmou que considerou a corrida muito difícil fisicamente. “Não sabíamos muito bem qual seria o comportamento da nossa moto na segunda metade da corrida e não foi muito bom,” lamentou o português. 
O piloto conta também que perdeu muito grip depois da sexta volta e não conseguiu virar em 1min24s e então passou a fazer tempos em 1min25s. “A partir daí apareceu o Gutierrez e depois o Lewis, mas conseguimos defender bem a posição. Fiquei um pouco desapontado porque não consegui manter o ritmo do Lussiana e o Pierluigi,” finalizou Miguel Praia. 
GP MICHELIN – GOIÂNIA – GP 1000
(Resultado final da terceira etapa após 18 voltas – 5 primeiros)
1º) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, GP 1000, com 25min34s959
2º) Matthieu Lussiana (FRA/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, GP 1000, a 0s055
3º) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing Team), Honda, GP 1000, a 15s400
4º) Danilo Lewis (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, GP 1000, a 15s625
5º) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, GP 1000, a 23s363
NÃO COMPLETOU
Victor Moura (PR/M2B Racing), BMW, GP 1000 Evo
NÃO LARGOU
Sebastian Porto (ARG/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, GP 1000
Melhor Volta: Lussiana, na 18ª, 1min23s968, média de 163,777
Após três etapas, a classificação do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade na categoria GP 1000 é a seguinte: 1º) Lussiana, 74; 2º) Pierluigi, 53; 3º) Praia, 47; 4º) Gutierrez, 40; 5º) Lewis, 32; 6º) Porto, 29; 7º) Zerbo, 27; 8º) M. Solorza, 19; 9º) Mt. Solorza e Iatauro, 16; 11º) Pretel, 14; 12º) Thiriet, 13; 13º) Moura, 9; 14º) Andrade, 6; 15º) Salles, 5; 16º) Testa, 4; 17º) Fittipaldi, 3.

GP 600: Sem surpresa, Granado vence de ponta a ponta

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Pódio da GP 600 em Goiânia com Granado, Da Silva e Oliveira – Foto: Rodrigo Ruiz/Grelak Comunicação
Eric Granado, da GST Honda Mobil Super Moto, comemorou mais uma vez o primeiro lugar no Moto 1000 GP, na categoria GP 600. Em prova disputada neste domingo (28) em Goiânia. Joelsu Silva, piloto da Paulinho Superbikes e Matheus Oliveira, da Tecfil Racing Team, ocuparam o segundo e terceiro lugar respectivamente. Granado, que venceu as duas primeiras etapas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, fez também a volta mais rápida da corrida em 1min27s739. “Quero agradecer minha equipe. Em relação à prova, tive um problema com a tração na parte traseira da moto e não conseguir baixar de 1min27 alto”, afirmou o paulista.

GP Light: Rafael Nunes vence de ponta a ponta em Goiânia

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Comemoração de Rafael Nunes com a equipe Tema Suzuki PRT – Foto: Rodrigo Ruiz/Grelak Comunicação
Com ampla vantagem sobre os demais pilotos, o pole position Rafael Nunes, da Team Suzuki PRT, foi vencedor de ponta a ponta. “Deu tudo certo, fiz uma boa largada e consegui manter o ritmo da corrida”, disse o piloto. Nunes que continua líder do campeonato com 67 pontos atribuiu à vitória, em boa parte, ao trabalho de sua equipe. O brasiliense Henrique Castro, da City Service BSB Motor Racing, não conseguiu acompanhar o ritmo de Nunes e terminou a corrida da terceira etapa do Moto 1000 GP, válida pelo Campeonato Brasileiro de Motovelocidade na mesma posição que largou, a segunda O terceiro lugar no pódio ficou para Marcelo Dahmer, piloto da K Racing que havia largado da nona posição. A queda de Marcos Prata, piloto da Target Race Superbike Team, causou à interrupção da corrida. O piloto foi conduzido pelo médico do evento, Dr. Carlos Wahle, ao Hospital de Urgência de Goiás – HUGO. Ele estava clinicamente estável e consciente, com suspeitas de fratura de bacia. 

GPR 250: Ton Kawakami vence disputa apertada no GP Michelin 

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Pódio da GPR 250 em Goiânia com T. Kawakami, Munoz e Brito – Foto: Rodrigo Ruiz/Grelak Comunicação
Disputa intensa e inédita na GPR 250 fechou o domingo (28) de competições do GP Michelin, terceira etapa do Brasileiro de Motovelocidade, em Goiânia (GO). O líder Ton Kawakami, da Playstation-PRT, protagonizou uma disputa acirrada com a piloto Indy Munoz, da City Service BSB Motor Racing, estreante. Ela ficou em segundo e Guilherme Brito, da Team Estrella Galicia 0,0 Alex Barros, em terceiro.. “Os pilotos estavam caindo, o piso estava escorregando. Usei a cabeça e deixei tudo pra última volta”, contou Kawakami Munoz que largou em décimo bateu o recorde na pista com 1min48s517, superando a marca de 1min49s471, estabelecida por Herbert Pereira, equipe Motonil Motors-PDV Brasil, no ano passado. Já Guilherme Brito, da Team Estrella Galícia Racing, foi terceiro. O pole Brian David, pela Team Estrella Galícia Racing, caiu após se chocar com Meikon Kawakami, da Playstation-PRT, que também caiu e saiu da prova. 
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Foto: Rodrigo Ruiz/Grelak Comunicação
Com informações: Grelak Comunicação

Yamaha apresenta novas Lander 250 e Fazer 150 2016

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Fotos: Divulgação
A Yamaha vai começar a disponibilizar em julho na sua rede de concessionárias as versões 2016 da XTZ 250 Lander BlueFlex e Fazer 150 com preço público sugerido de R$14.150,00 e R$8.960,00, respectivamente. Confira as principais alterações:

Nova Lander 250 BlueFlex

O modelo 2016 da Lander 250 conta com a nova geração do sistema BlueFlex, que permite abastecer a motocicleta com gasolina, etanol ou com a mistura dos dois combustíveis. Além disso, a Lander 250 recebeu novo painel, piscas cristal e uma atualização em seus grafismos. Com preço sugerido de R$14.150, a Lander 250 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha a partir da segunda quinzena de julho.
A Lander 250 continua equipada com motor monocilíndrico de 249,45 cm³ com comando simples no cabeçote (SOHC) e arrefecimento misto, uma vez que conta com o auxílio de um radiador de óleo. O motor é capaz de gerar até 20,7 cv quando alimentado com gasolina e 20,9 cv com etanol, ambos atingidos a 8.000 rpm. O torque máximo é de 2,10 kgf.m com etanol e 2,09 kgf.m com gasolina, disponíveis a 6.500 giros.
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A nova geração da Lander traz um novo painel totalmente digital com iluminação em LED vermelho e uma novidade: indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.
Com isso, a Lander 250 passa a adotar a luz BlueFlex no painel. Esta, quando acesa de maneira permanente, indica que o Sistema Yamaha de Segurança está em funcionamento. Nessa situação, o condutor deverá aguardar que a luz BlueFlex se apague para engatar uma marcha. Caso o mesmo engate uma marcha com a luz acesa o motor será desligado automaticamente pelo sistema.
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Nova Yamaha Fazer 150

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Fotos: Divulgação
Lançada em 2013 no Brasil, a Fazer 150 chega com uma nova posição de pilotagem para 2016, mais esportiva, devido ao novo guidão mais baixo e as novas pedaleiras mais recuadas, e também conta com a tecnologia BlueFlex da Yamaha. Outras novidades são os contrapesos nas pontas do guidão, os espelhos, herdados da sua “irmã” de 250 cc, e as novas cores magenta e azul, que chegam para somar às opções branca e preta com cinza fosco, já disponíveis. As partes do motor, garfo dianteiro e alça da garupa receberam a cor preta, combinando com os novos grafismos que reforçam a proposta mais agressiva da nova street.
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A proposta também se estende para o novo desenho da chave, mais moderno e as pedaleiras com protetor em alumínio, material usado também nas alças de apoio da garupa. O painel ganhou relógio, função fuel trip, lampejador de farol alto e indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.
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O motor da Fazer 150 é um monocilíndrico de 149,3 cm³ com comando único no cabeçote (SOHC) e de arrefecimento a ar. Pode ser abastecido com gasolina, etanol ou com a mistura de ambos em qualquer proporção. O motor é capaz de gerar até 12,2 cv, quando alimentado com gasolina e 12,3 cv com etanol, ambos atingidos a 7.500 rpm. O torque máximo é de 1,285 kgf.m com gasolina e 1,295 kgf.m com etanol, disponível em a 5.500 giros.
O modelo também será contemplado pela exclusiva Revisão com Preço Fixo Yamaha, na qual o cliente sabe exatamente quanto pagará desde a primeira até a sétima revisão (até os 30.000 quilômetros. Com preço sugerido de R$8.960, a Fazer 150 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha a partir da segunda quinzena de julho.

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Cor magenta e azul são inéditas!

Com informações Moto.com.br

Brasileiro cria sistema que faz moto andar 500km com um tanque… De água!

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Saline Bird Concept – projeto de moto a ar comprimido por designers europeus que “morreu na casca.” – motociclistabr
Andar até 500 quilômetros sem uma gota de gasolina. E, ao reabastecer, conseguir encher o tanque de graça, em qualquer torneira. Não, não se trata do sonho de um motoboy. Esse é o resultado de um sistema, desenvolvido pelo funcionário público Ricardo Azevedo, 56, capaz de fazer com que motocicletas utilizem o hidrogênio obtido através da água como combustível.
Nomeado Moto Power H²O, o sistema utiliza os princípios da propulsão por hidrogênio, já conhecido da indústria automobilística. A inovação foi fazer o sistema ser acoplado a uma motocicleta. “Essa tecnologia pode ser adaptada em caminhões, ônibus, carros, enfim, qualquer veículo. E é muito eficiente”, ressalta ele. 
Azevedo, que já foi mecânico e preparador de motos de corrida, desenvolveu seu produto na garagem de casa, em Itu (SP), onde mora, em momentos de folga, especialmente nas madrugadas. Ele explica que o sistema é composto por um reservatório de água, colocado na parte traseira da moto. Esse reservatório é ligado, por um cano, a um recipiente que fica ao lado da roda traseira onde Azevedo acoplou uma série de placas metálicas negativas e positivas, com canais de diferentes diâmetros e ranhuras intercalados.
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NX 200 adaptada
Foto: Fernando de Souza /Staff News
As placas são alimentadas por uma bateria de carro, acoplada próximo à roda traseira. Com a eletricidade, ocorre a separação do hidrogênio da molécula de água. Através de um outro cano, o hidrogênio, altamente explosivo, é enviado a um outro recipiente, acoplado por Azevedo próximo ao reservatório, que envia o combustível para o carburador da moto, onde ocorre a combustão.
“Eu utilizei um craqueador, que separa as partículas de hidrogênio e de oxigênio da água. O hidrogênio vai para o carburador e, de lá, é utilizado pelo motor como combustível. Já o oxigênio é liberado para a atmosfera”, disse ele, ressaltando que o hidrogênio tem um poder de combustão quase três vezes superior ao da gasolina.
O inventor explica ainda que, embora o hidrogênio seja um gás com alto poder de combustão, o fato de a produção de hidrogênio ser utilizada imediatamente pela moto, sem o armazenamento, diminui a chance de explosão.
De acordo com o professor de Química Ernesto Gonzalez, professor da USP (Universidade de São Paulo) em São Carlos e cientista que está na lista dos mais citados do mundo em sua área, o sistema desenvolvido pelo inventor de Itu se baseia no processo de eletrólise. “Com a bateria de carro, ele consegue efetivamente separar, pela eletricidade, o hidrogênio da água. A quantidade gerada pode realmente fazer um veículo como uma moto se movimentar. É um sistema relativamente simples“, informa.
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Ricardo Azevedo na moto adaptada – Foto: Fernando de Souza /Staff News

Diferenciais

Entre os diferenciais do sistema está a não emissão de poluentes, já que apenas o vapor d’água é eliminado pelo escapamento. Além disso, a economia em relação à gasolina é outro diferencial, já que Azevedo relata que é possível fazer até 500 quilômetros com um único litro de água. As motos convencionais raramente fazem mais de 50 quilômetros por litro.
Segundo Azevedo, ele gastou, até o momento, R$ 6 mil no projeto, que começou a ser desenvolvido há seis meses. Ele informou ainda que, para uma possível utilização industrial, o projeto ainda precisa de adaptações, mas que considera que “70% do produto está desenvolvido“. “Mas usei muita coisa que quebrou, materiais que, se fosse fabricar hoje, não seriam usados. O custo para fazer um sistema desses, hoje, seria bem menor”, disse.
Azevedo conta ainda que esperou um estágio adequado de evolução de suas pesquisas para divulgar os resultados que conseguiu. “Eu testei na minha moto, uma NX 200 cilindradas, e ando com ela sem problemas. Trabalho em São Paulo, e viajei todos os dias com essa moto, movida a água, durante o desenvolvimento do produto”, conta.

Qualquer água

Embora tenha ressaltado que a utilização de água destilada dá maior eficiência ao sistema, Azevedo informa que qualquer fonte de água pode ser utilizada. Ele afirma que já chegou a abastecer a moto com água do rio Tietê, que corta a cidade.
“Toda água, por mais poluída que seja, é composta por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio. Então, a moto pode ser abastecida em qualquer torneira”, disse.
Azevedo informou ainda que está à procura de investidores que possam se interessar em participar do projeto. “Eu faço isso de acordo com minhas possibilidades, e sou funcionário público. Claro que um parceiro poderia acelerar muito o desenvolvimento”, disse. 
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Cineasta Leande Holanda com a adaptação da moto movida a água – Foto: G1

Projetos Alternativos

Embora pareça novo e revolucionário, outros “aventureiros” já tentaram formas alternativas de combustível. Há cerca de 2 anos, o cineasta acreano Lelande Holanda fez uma adaptação de moto movida a água, com um funcionamento parecido com a invenção de Azevedo. A moto de Holanda, uma CG, fazia 60km por litro de água.
Outro projeto, dessa vez na Europa, prometia uma moto que seria desenvolvida para alcançar altas velocidades e seria movida a ar comprido. O projeto Saline Bird Concept foi notícia há 4 anos e nunca mais se falou no assunto.
Vamos torcer para que o projeto de Azevedo “sobreviva” e nesses tempos de crise, ganhe força, independente dos interesses do mercado de combustível.

Com informações: Notícias UOL, G1 e Motociclistabr

Exército americano irá desenvolver suas próprias “motos voadoras”

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HoverBike - Moto voadora muito parecida com os atuais "drones" - Fotos: Divulgação
HoverBike – Moto voadora muito parecida com os atuais “drones” – Fotos: Divulgação

Não era segredo que a Malloy Aeronautics, uma startup criada por um engenheiro australiano, estava desenvolvendo uma hoverbike, uma espécie de moto flutuante.

A empresa usou até o Kickstarter para arrecadar cerca de 300 mil reais, que foram usados na pesquisa e desenvolvimento do veículo. Mas parece que o projeto ganhou outra direção.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (22) um acordo com a Malloy para que a empresa desenvolva hoverbikes especialmente para o Exército americano.

As Forças Armadas americanas se interessaram na tecnologia porque ela é segura: as turbinas da hoverbike ficam protegidas por uma carenagem, não correndo o risco de cortar fora a perna de algum desavisado.

Além disso, as motos voadoras são mais baratas e práticas que helicópteros e podem ser autônomas.

hoverbike imgp4017 largeOs fabricantes da hoverbike disseram a Reuters que consideram o veículo ideal para buscas e resgate de vítimas ou reabastecimento de suprimentos em zonas de conflito.

Ele também pode ser usado para missões de vigilância. A versão final do veículo terá uma espécie de robô humanoide com uma câmera instalada na cabeça.

Quando a Malloy terminar a primeira versão da hoverbike, o Departamento de Defesa americano irá desenvolver protótipos de uso militar.

Enquanto isso, a startup britânica poderá continuar a desenvolver modelos para uma versão comercial da motocicleta voadora. Sim, o sonho da sua hoverbike própria ainda está vivo.

Informações: Gabriel Garcia, de INFO Online – Fonte: Reuters

Assista a HoverBike em ação:

 

Kawasaki define os preços das novidades Z300 e Vulcan S

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Z300 foi apresentada no Salão de Milão no final do ano passado. – Foto: eatsleepride.com
Após dois meses da apresentação dos modelos 2016, quando a Z 300 foi mostrada, a Kawasaki finalmente anunciou hoje o preço público sugerido da naked de 300cc: R$ 17.990 para a versão standard e R$ 19.990 para o modelo equipado com freios ABS. A Z 300 estará disponível somente a partir de julho nas cores verde, laranja e cinza. A z 300 ABS será vendida apenas na roupagem verde, tradicional da marca. Vale ressaltar que esses são preços públicos sugeridos pela fabricante japonesa e não incluem o valor do frete e seguro. O preço final certamente será maior do que o anunciado.
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Foto: Divulgação
Apresentada ao público no final do ano passado durante o Salão de Milão 2014, o design da Z 300 segue as mesmas linhas agressivas e modernas da Z 800, que inclui a rabeta minimalista, um conjunto óptico dianteiro compacto e estiloso coberto por uma pequena carenagem. A naked traz também um painel de instrumentos esportivo, que mescla informações digitais com analógicas.
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Vulcan S – Roxa – Foto: Divulgação
A inédita Vulcan S, que chega às concessionárias com preço sugerido a partir de R$ 25.990.
O preço básico é válido para as versões sem freios ABS e apenas nas cores branco ou preto. Quem quiser o sistema de frenagem antibloqueio, terá que desembolsar R$ 2 mil a mais e se contentar com a cor roxa apenas.

Investida

Mesmo com o mercado em baixa, a Kawasaki aposta em 5 lançamentos no Brasil em 2015, que vão desde a superesportiva Ninja H2, de 210 cavalos, até a renovação da linha Versys
Com informações Infomoto e Auto Esporte Motos

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Adicionar legendaFoto: Divulgação

Recall da Ducati atinge modelos das famílias Multistrada e Panigale

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Color SBK 1199 Panigale
A Ducati do Brasil informa que, priorizando a segurança e a satisfação de seus consumidores, está convocando o recall das motocicletas:
Multistrada 1200 modelos de 2010 à 2014;
1199 Panigale S, S Senna, R e 1199 Superleggera dos modelos 2014 e 2015.

Multistrada 1200 (todas as versões)

Modelos: Multistrada 1200 (todas as versões)
Ano: 2010 e 2011
Chassi: de ZDMA200ACAB000568 a ZDMA200ABBB011420

Modelos: Multistrada 1200 (todas as versões)
Ano: 2013 e 2014
Chassi: de ZDMA300AADB003744 a ZDMA300AADB007717

Modelos: Multistrada 1200 (todas as versões)
Ano: 2014
Chassi: de 95VA100AAEM000002 a 95VA100AAEM000247

1199 Panigale R, Superleggera, S e S Senna

Modelos: 1199 Panigale R e 1199 Superleggera
Ano: 2014 e 2015
Chassi: de ZDMH800ABEB017656 a ZDMH806AAEB023605

Modelos: 1199 Panigale S e 1199 Panigale S Senna
Ano: 2014 e 2015
Chassi: de 95VH100AAEM000004 a 95VH100AAFM000453


Testes de qualidade realizados pela Ducati Holding spa., na Itália, indicaram um problema no controle do acelerador da Multistrada 1200 (2010 – 2014) que impede o seu fechamento completo – possibilidade de a capa interna do cabo do acelerador de abertura se desengatar obstruindo o acelerador na fase de fechamento.
No caso das Panigale S, S Senna e R, e 1199 Superleggera foi detectada a possibilidade de um problema no amortecedor traseiro Öhlins TTX. Em algumas motocicletas desses modelos, constatou-se a probabilidade de haver torque inadequado na porca interna do amortecedor traseiro que pode afetar o desempenho, como falta na rigidez do curso da suspensão, podendo gerar perda do controle da motocicleta.
Nos três casos, os clientes devem procurar os concessionários autorizados Ducati para agendar a verificação, substituição e, caso necessário, o reparo:
  • Em relação à Multistrada 1200 haverá a substituição gratuita da semi-cobertura superior do acelerador por uma peça reprojetada que inibe a possibilidade de desengate da capa interna do acelerador. O tempo de reparo é de 10 minutos.

  • Quanto aos modelos 1199 Panigale S, S Senna e R e 1199 Superleggera, caso constatado lote específico, haverá a remoção gratuita do conjunto do amortecedor traseiro Öhlins TTX, enviando-o a Öhlins Brasil para reparo e retornando o amortecedor para os concessionários. O tempo estimado de reparo é de até 7 dias úteis.

A campanha de recall se inicia no dia 18 de junho de 2015. Toda a Rede de Concessionários Ducati permanecerá, por tempo indeterminado, à disposição dos respectivos consumidores para que providenciem a verificação e substituição gratuita do componentes afetados.
Para comodidade, sugerimos que a visita seja agendada diretamente com o Credenciado Autorizado Ducati ou Oficina Autorizada Ducati de sua preferência, onde deverá ser realizado a verificação e/ou correção. Os endereços dos Credenciados, das Oficinas Autorizadas e mais informações ao cliente estão disponíveis pelo telefone 0800 738 2284, no site www.ducati.com.br ou pelo e-mail atendimentobrasil@ducati.com.
Informações e fotos: Ducati/Divulgação

Terceira etapa do Arena Cross Brasil 2015 acontece neste sábado, em Ilha Comprida – SP

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Carlos Campano venceu a última etapa do Brasileiro de Motocross, mas está em 3º no Arena Cross – Foto: Mau Haas
Ilha Comprida (SP) – Estreante na lista das cidades-sede do Arena Cross, Ilha Comprida recebe no próximo sábado (20) a terceira etapa da temporada 2015 da competição, que já está na 17ª edição. Cerca de 120 pilotos nacionais e internacionais disputarão provas em cinco categorias: Pró, MX2, Júnior, 65cc e 50cc. Uma estrutura de oito mil metros quadrados está sendo montada na Avenida Beira Mar e a programação começa às 14h, com os treinos. As corridas acontecem a partir das 19h30
A disputa pode marcar a reação de pretendentes ao título como o espanhol Carlos Campano, atual campeão e terceiro colocado na temporada 2015 com 58 pontos, e o inglês Adam Chatfield, com a mesma pontuação, figurando na quarta posição. Caso isso não ocorra, a situação pode ficar irreversível para os dois, já que o português Paulo Alberto venceu todas as baterias do campeonato e lidera a disputa com 81 pontos após duas etapas.
Paulo Alberto segue firme e forte na liderança do Arena Cross – Foto: Marcello Zambrana/VIPCOMM
Quem ganhou fôlego na disputa foi o brasileiro Jean Ramos, que venceu o duelo 1×1, além de ter conquistado o segundo lugar geral (2-2) em Jundiaí, São Paulo, na segunda rodada. Com esses resultados, ele assumiu a vice-liderança da temporada, com 63 pontos, é o principal rival do português na caçada pela taça.
– O ritmo do Paulo (Alberto) é muito forte, mas após Jundiaí, creio que estamos chegando – disse Jean Ramos.

– Não tem segredo, é trabalhar bastante. Tenho uma equipe muito eficiente que me proporciona esses resultados. Espero manter esse rendimento – comentou Paulo Alberto.
Na categoria MX2, a disputa está muito equilibrada, com os pilotos João Ribeiro e Dudu Lima empatados com 33 pontos. João Ribeiro conquistou uma difícil vitória em Jundiaí, na segunda etapa, enquanto Dudu Lima triunfou em Bertioga, na abertura.

Ao Vivo

A terceira etapa terá transmissão ao vivo pela internet e na televisão. A transmissão online começa às 19h, no site brmtv.com.br. O canal Sportv 3 transmite a partir das 21h deste sábado.

Classificação do Arena Cross 2015

Pró
1. Paulo Alberto – 81 pontos
2. Jean Ramos – 63 pontos
3. Carlos Campano – 58 pontos
4. Adam Chatfield – 58 pontos
5. Wellington Garcia – 44 pontos
MX2
1. João Ribeiro – 33 pontos
2. Dudu Lima – 33 pontos
3. Enzo Lopes – 25 pontos
4. Fábio Santos – 22 pontos
5. Caio Lopes – 21 pontos
Júnior
1. Leonardo Cassarotti – 37 pontos
2. Renato “Muguinho” Paz – 37 pontos
3. Renan Goto – 26 pontos
4. Thiago Brenner – 25 pontos
5. Iuri Beltrão – 23 pontos
Com informações: BRMX – Agencia Vipcomm – Grupo Geração

Jorge Lorenzo vence a quarta seguida e cola em Rossi na briga pela liderança

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Dobradinha Lorenzo – Rossi mais uma vez! – Foto: crash.net
Com a vitória na Catalunha, piloto espanhol fica a apenas um ponto de Valentino Rossi, atual líder do Mundial. Próxima etapa será no dia 27, na Holanda
Correndo em casa, o espanhol Jorge Lorenzo venceu, neste domingo, o GP da Catalunha do Mundial de MotoGP. É a quarta vitória seguida do piloto nesta temporada, que colou no italiano Valentino Rossi na briga pela liderança do campeonato. Com o resultado, Lorenzo chega aos 137 pontos e fica a apenas um ponto de Rossi, seu companheiro na equipe Yamaha. A próxima etapa será na Holanda, no próximo dia 27 de junho.
Jorge Lorenzo largou em terceiro lugar, mas rapidamente superou Aleix Espargaró e Maverick Viñalespara para assumir a liderança da corrida. Marc Marquez, atual campeão mundial, tentou pressionar Lorenzo, mas o piloto da Honda acabou caindo e abandonou a prova. 
Nas últimas voltas, Valentino Rossi tentou se aproximar e roubar o primeiro lugar. Mas Jorge Lorenzo soube administrar a vantagem e venceu por 1.288s. 
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Jorge Lorenzo comemora a vitória no GP da Catalunha  (Foto: REUTERS/Albert Gea)
– Consegui manter o foco o tempo todo e não cometi nenhum erro – disse Jorge Lorenzo sobre a pressão final de Valentino Rossi em busca pela liderança. 
Resultado final do Grande Prêmio da Catalunha (5 primeiros):
1: Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha)
2: Valentino Rossi (ITA/Yamaha)
3: Daniel Pedrosa (ESP/Honda)
4: Andrea Iannone (ITA/Ducati)
5: Bradley Smith (ING/Tech 3 Yamaha)
Informações: GloboEsporte.com

Na segunda etapa do Brasileiro de Motocross, Campano e Hector Assunção fazem a festa no Rio.

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Carlos Campano vence e lidera o Brasileiro de Motocross – Foto: Mau Haas
Em um domingo de muito sol e calor em Paty do Alferes, Rio de Janeiro, rolou a segunda etapa do Brasileiro de Motocross 2015. E o dia foi perfeito para os atuais campeões brasileiros nas categorias MX1 e MX2. Carlos Campano ganhou as duas baterias da MX1 e assumiu a liderança do campeonato. Hector Assunção também venceu as duas baterias na MX2, retomando o caminho das vitórias na classe das 250. O paulista ainda pulou da terceira para a segunda colocação no campeonato.
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Pódio da MX1 – Foto: Mau Haas
Apesar das vitórias duplas dos atuais campeões, houve muita disputa nas duas categorias. Campano teve a companhia de Jean Ramos e Paulo Alerto na briga pelo primeiro lugar nas duas provas. Os três imprimiram um ritmo muito forte, abrindo vantagem dos demais. Na segunda bateria, Paulo Alberto sofreu uma queda, e assim a disputa se centralizou nos pilotos Yamaha. Destaque também para as largadas de Jean Ramos, que fez o holeshot em ambas as corridas.
Hector Assunção venceu as duas baterias da MX2 – Foto: César Araújo/VIPCOMM
Na MX2, cinco pilotos se destacaram na ponta. Além de Hector, subiram no pódio Gustavo Pessoa, Pepê Bueno, Fabio “Moranguinho” Santos e Enzo Lopes, que fizeram grandes provas. Enzo, o mais jovem deles, teve um desempenho acima da sua média na MX2 e mostrou que está cada vez mais adaptado à 250. O atleta largou mal na primeira bateria e mesmo assim chegou em terceiro, e na segunda liderou boa parte da prova, até sucumbir a Hector.
O destaque negativo ficou por conta da queda de Dudu Lima na primeira bateria e a de Rodrigo Lama na segunda. Dudu machucou a mão e correu com dificuldades também na segunda prova do dia, enquanto Lama teve mais azar: deslocou o ombro e precisou de cirurgia para sarar a lesão.
A terceira etapa do Brasileiro de Motocross 2015 será em Canelinha, Santa Catarina, nos dias 1 e 2 de agosto.

Resultados – 2ª Etapa do Brasileiro de Motocross 2015

Local: Horto do Avelar, em Paty do Alferes(RJ)
MX1 
1. Carlos Campano (1-1)
2. Jean Ramos (2-2)
3. Paulo Alberto (3-4)
4. Jetro Salazar (9-3)
5. Wellington Garcia (6-5) 

MX2
1. Hector Assunção (1-1)
2. Enzo Lopes (3-2)
3. Gustavo Pessoa (2-3)
4. Pepê Bueno (5-4)

5. Fábio Santos (4-8)

MX3
1) Duda Parise | Escuderia X
2) Milton Becker
3) Willian Guimarães
4) Richard Berois
5) Stefany Serrão 

Júnior
1. Leonardo de Almeida
2. Renato “Muguinho” Paz
3. Renan Goto
4. Thiago Brenner
5. Leonardo Nunes

Classificação após duas etapas

MX1
1 – CARLOS CAMPANO – 95
2 – PAULO ALBERTO – 85
3 – JEAN RAMOS – 82
4 – JETRO SALAZAR – 68
5 – WELLINGTON GARCIA – 62
6 – ADAM CHATFIELD – 58 
MX2
1 – GUSTAVO PESSOA – 89
2 – HECTOR ASSUNÇAO – 85
3 – DUDU LIMA – 76
4 – ENZO LOPES – 70
5 – PEDRO HENRIQUE ROSA BUENO – 67
11 – CAIO LOPES – 31 
MX3
1 – DUDA PARISE – 50 pontos
2 – MILTON BECKER – 44
3 – WILLIAN GUIMARAES – 34
4 – RICHARD BERMUDEZ – 34
5 – ANDRÉ STOCOVICH – 32
6 – STEFANY SERRAO – 31
Com informações BRMX e Mundo Press

Motocross – Pilotos desembarcam no Rio para etapa carioca do Campeonato Brasileiro

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Paulo Alberto defende a liderança do Brasileiro de Motocross – Foto: Luiz Pires/VIPCOMM
Os melhores pilotos do País desembarcam esta semana no Estado do Rio de Janeiro para participarem da 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross PRÓ, considerada a maior competição da modalidade na América Latina. As disputas serão neste fim de semana, 13 de 14 de junho, em Paty do Alferes (RJ), a cerca de 100 quilômetros da Capital.
A entrada para o público é gratuita. A expectativa é de que aproximadamente 30 mil pessoas compareçam ao evento.  Este será o segundo ano consecutivo que a cidade recebe uma rodada do Campeonato. Em 2014, Paty do Alferes recebeu a prova, após quatro anos sem uma etapa no Estado do Rio de Janeiro. O local das disputas será o mesmo, no Horto de Avelar. A pista com cerca de 1.800 metros, fica em meio às belezas naturais da cidade e pode ser considerada uma das mais tradicionais do Motocross, pelas características do local.
Na etapa estarão em disputa as principais categorias da modalidade: MX1 (motos até 450cc, pilotos de 17 a 55 anos), MX2 (motos até 250cc, pilotos de 14 a 23 anos), MX3 (motos até 450cc, pilotos homens com idade a partir de 35 anos e mulheres a partir de 17 anos), Junior (motos até 150cc, pilotos homens de 11 a 15 anos e mulheres até 17 anos).
Em 2014, o espanhol e atual campeão brasileiro, Carlos Campano levou a melhor em Paty do Alferes, vencendo as duas baterias da MX1. Já na MX2 quem levou a vitória foi o português Paulo Alberto, que agora subiu para a categoria MX1, a principal do Campeonato. Davis Guimarães que anunciou a aposentadoria após o título em 2014 venceu a prova da MX3 na etapa do ano passado no RJ. Na Junior, Enzo Lopes que agora disputa a MX2 subiu no lugar mais alto do pódio da rodada fluminense.
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Jean Ramos é o brasileiro melhor colocado –  Foto: Mau Haas
A abertura do Campeonato foi realizada no mês de maio em Limeira (SP). O português Paulo Alberto estreante na MX1 saiu na frente, superando o atual campeão brasileiro, o espanhol Carlos Campano. Jean Ramos é o melhor brasileiro na terceira colocação do Campeonato. Na MX2, Gustavo Pessoa e Dudu Lima estão na ponta da tabela com 47 pontos cada um. Na MX3, Douglas Parise venceu o primeiro confronto e é líder na competição. Já na categoria Junior, Leonardo de Almeida liderou a prova de abertura de ponta a ponta e saiu com os 25 pontos.
A etapa terá transmissão ao vivo pelo site da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo site oficial da cbm – www.cbm.esp.br) e a SporTV 3 transmite a emoção da 2ª bateria da MX1 às 14h30. O Campeonato Brasileiro de Motocross Pró 2015 é organizado pela CBM e tem o patrocínio da Honda, Yamaha, Levorin, Petrobrás, Lubrax e IMS. A etapa conta com patrocínio da Prefeitura de Paty do Alferes, Secretaria de Esporte e Lazer do município, Governo do Rio de Janeiro, Liga Forte, Linave, Cia do Produtor, Concor, Bramil, Selectlatina, Obra Prima, RGTX, UP e Arcozelo. A produção é da SEVEJA.
Fonte: CBM

Classificação do Campeonato

MX1
1. Paulo Alberto – 47 pontos
2. Carlos Campano – 45 pontos / Yamaha Grupo Geração
3. Jean Ramos – 38 pontos / Yamaha Grupo Geração
4. Jetro Salazar – 36 pontos
5. Adam Chatfield – 32 pontos
MX2
1. Gustavo Pessoa – 47 pontos
2. Dudu Lima – 47 pontos
3. Hector Assunção – 35 pontos
4. Pepê Bueno – 33 pontos
5. João Ribeiro – 31 pontos / Yamaha Grupo Geração
Júnior
1. Leonardo Almeida – 25 pontos
2. Tallys Nathan – 22 pontos
3. Renato “Muguinho” Paz – 20 pontos / Yamaha Grupo Geração
4. Joseildo Ferreira – 18 pontos
5. Thiago Brenner – 16 pontos / Yamaha Grupo Geração

Programação do evento

SÁBADO – 13 de junho
8h às 9h15 – Vistoria técnica
TREINOS LIVRES
9h30 às 9h50 – MX3
10h às 10h20 – Júnior
10h30 às 11h – MX1
11h10 às 11h40 – MX2
TREINOS CRONOMETRADOS
13h às 13h20 – MX3
13h30h às 13h50 – Júnior
14h às 14h30 – MX1
14h40 às 15h10- MX2
PROVA
15h40 – MX3 – 20min. + 2 voltas
16h20 – Pódio
DOMINGO – 14 de junho
WARM UP
9h às 9h20 – Júnior
9h30 às 9h50 – MX1
10h às 10h20 – MX2
PROVAS
11h20 – Júnior – 20 min. + 2 voltas
11h50 – Pódio categoria: Júnior
12h – Cerimonial
12h30 – MX1 – 1ª Bateria – 30 min. + 2 voltas
13h20 – MX2 – 1ª Bateria – 30min. + 2 voltas
14h30 – MX1 – 2ª Bateria – 30min. + 2 voltas
15h10 – Pódio categoria: MX1
15h30 – MX2 – 2ª Bateria – 30min. + 2 voltas
16h20 – Pódio categoria: MX2