Marc Márquez conquistou neste domingo (28), no GP do Japão, seu nono título mundial no motociclismo, sendo o sétimo na MotoGP. Com o resultado, o espanhol iguala a marca de Valentino Rossi e coloca fim a um período de seis anos sem títulos, interrompido por uma série de lesões e cirurgias que comprometeram sua carreira desde 2020.
O piloto espanhol de número 93 precisou apenas da segunda colocação em Motegi para assegurar o campeonato de 2025. A vitória representa também o retorno de Márquez ao topo da categoria, consolidando sua trajetória de recuperação após quase três temporadas fora da disputa direta.

Entre 2013 e 2019, Márquez dominou a MotoGP, acumulando seis títulos, 56 vitórias, 95 pódios e 62 poles. No entanto, a fratura no braço sofrida em 2020 forçou uma longa pausa e alterou sua trajetória. O triunfo no Japão fecha um ciclo de superação e recoloca o piloto espanhol no patamar mais alto do esporte.
Igualdade histórica com Valentino Rossi
Com a conquista em Motegi, Marc Márquez passa a dividir com Valentino Rossi o status de maior campeão da era moderna. Ambos somam nove títulos mundiais, sendo sete na categoria principal. A marca reforça a rivalidade histórica entre os dois e projeta o espanhol como um dos pilotos mais vitoriosos da história do motociclismo.

“Cometi muitos erros na minha carreira, como voltar cedo demais após uma lesão, mas lutei e agora estou em paz comigo mesmo”, declarou Márquez após a prova, emocionado ao lado do irmão, Álex Márquez, e da equipe Ducati.
O italiano Francesco Bagnaia, que também subiu ao pódio no Japão, fez questão de parabenizar o campeão: “Parabéns a Marc, ele merece este título”.
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Festa na Ducati e homenagens
O clima de celebração também atingiu a Ducati. A fabricante anunciou que o Museu Ducati, em Bolonha, terá entrada gratuita em um “dia especial” para marcar o título do espanhol. O gesto reforça a importância da conquista para a equipe e para os torcedores.
No GP do Japão, além de Márquez, Joan Mir (Honda) completou o pódio na terceira colocação, seguido por Marco Bezzecchi (Aprilia) e Franco Morbidelli (Ducati). Álex Márquez (Ducati-Gresini), irmão do campeão, finalizou em sexto lugar.

O retorno ao topo após seis anos
O título de 2025 encerra uma espera de seis temporadas desde a última vez em que Marc Márquez havia conquistado a MotoGP, ainda pela Honda. Nesse período, o espanhol enfrentou dificuldades médicas, múltiplas operações e desafios dentro das pistas.
Agora, ao lado da Ducati, ele escreve um novo capítulo de sua carreira e retoma o protagonismo em uma das categorias mais competitivas do esporte mundial.

Marc Márquez deixa Motegi não apenas como campeão, mas como um dos nomes mais marcantes da história do motociclismo, consolidando sua posição ao lado de Valentino Rossi no topo das estatísticas da MotoGP.
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